<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Christopher Landon - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/christopher-landon/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/christopher-landon/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 May 2025 20:40:17 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Christopher Landon - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/christopher-landon/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Drop &#8211; Ameaça Anônima</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-drop-ameaca-anonima/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-drop-ameaca-anonima/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 12:46:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Pelletier]]></category>
		<category><![CDATA[Blumhouse Productions]]></category>
		<category><![CDATA[Brandon Sklenar]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Landon]]></category>
		<category><![CDATA[Drop]]></category>
		<category><![CDATA[Drop - Ameaça Anônima]]></category>
		<category><![CDATA[Ed Weeks]]></category>
		<category><![CDATA[Gabrielle Ryan]]></category>
		<category><![CDATA[Jacob Robinson]]></category>
		<category><![CDATA[Jeffery Self]]></category>
		<category><![CDATA[Meghann Fahy]]></category>
		<category><![CDATA[Reed Diamond]]></category>
		<category><![CDATA[Suspense]]></category>
		<category><![CDATA[Thriller]]></category>
		<category><![CDATA[Universal Pictures]]></category>
		<category><![CDATA[Violett Beane]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=19340</guid>

					<description><![CDATA[<p>O terror e o suspense andam lado a lado  por dividirem em seu cerne constitutivo o elemento da ambiência e tensão como objetivos principais. Ainda que façam isso a partir de elementos diferentes, em muitos momentos, o que vai definir um filme ser de um gênero ou de outro é o que vem após a elevação da tensão. Por conta disso, diretores como Alfred Hitchcock (Psicose, de 1960), conhecido como &#8216;mestre do suspense&#8217;, flertaram com o horror. O contrário também [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-drop-ameaca-anonima/">Crítica: Drop &#8211; Ameaça Anônima</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O terror e o suspense andam lado a lado  por dividirem em seu cerne constitutivo o elemento da ambiência e tensão como objetivos principais. Ainda que façam isso a partir de elementos diferentes, em muitos momentos, o que vai definir um filme ser de um gênero ou de outro é o que vem após a elevação da tensão. Por conta disso, diretores como Alfred Hitchcock (<em>Psicose</em>, de 1960), conhecido como &#8216;mestre do suspense&#8217;, flertaram com o horror. O contrário também pode acontecer, como é o caso do retorno do cineasta Christopher Landon (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-morte-te-da-parabens/"><em>A Morte Te Dá Parabéns</em></a>, de 2017, e <em>Freaky &#8211; No Corpo de um Assassino</em>, de 2020) com o <em>thriller</em> <em><strong>Drop &#8211; Ameaça Anônima</strong></em>.</p>
<p>O longa-metragem, que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (10), é um flerte do diretor com suas origens do terror com seu domínio da construção de atmosfera e tensão. Landon conhece bem os caminhos da linguagem que é comum aos gêneros e utiliza delas ao seu favor para criar mais camadas para seu novo filme. Sua condução é inventiva e tem a sua marca &#8211; seja nos acertos e nos exageros. É possível perceber em diversos momentos de <em><strong>Drop &#8211; Ameaça Anônima</strong></em> a marca registrada do cineasta estadunidense.</p>
<p>Para além dos tropos e elementos constitutivos básicos e comuns entre o <em>thriller</em> e o horror, Landon ainda se cerca de uma característica presente em sua filmografia: a comicidade. <em><strong>Drop &#8211; Ameaça Anônima</strong></em> é uma mistura bem orquestrada entre a tensão e o humor ácido já conhecido nos trabalhos de Christopher Landon. Ainda que a assinatura do roteiro não seja sua, a marca de seu trabalho se faz expressa pelo aproveitamento dos diferentes tons e momentos narrativos criados pela dupla Jillian Jacobs e Chris Roach (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-verdade-ou-desafio/"><em>Verdade ou Desafio</em></a>, de 2018, e <em>A Ilha da Fantasia</em>, de 2020).</p>
<p>Diferente de seus trabalhos anteriores, a dupla à frente do roteiro não trabalha com uma terceira pessoa, talvez o que tenha permitido que chegassem ao seu verdadeiro potencial. O roteiro de <em><strong>Drop &#8211; Ameaça Anônima</strong></em> é incomparavelmente mais redondo e instigante do que os trabalhos prévios da parceria entre Jillian e Chris. A construção da tensão é bem elaborada, a comicidade como alívio e jogo narrativo entra na hora certa e, apesar de um final com muitos acontecimentos, o filme se faz claro e condizente com o caminho percorrido.</p>
<figure id="attachment_19341" aria-describedby="caption-attachment-19341" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-19341" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Drop-1-750x500.jpg" alt="Drop - Ameaça Anônima (2025)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Drop-1-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Drop-1-1536x1024.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Drop-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Drop-1-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Drop-1-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Drop-1-1400x934.jpg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/04/Drop-1.jpg 1612w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-19341" class="wp-caption-text">Meghann Fahy e Brandon Sklenar em cena de &#8216;Drop &#8211; Ameaça Anônima (2025)&#8217;</figcaption></figure>
<p>Posto isso, Christopher Landon amarra a narrativa com uma criatividade na direção. Suas escolhas para o longa parecem ser mais desapegadas de limitações a convenções. Os planos e movimentos de câmera entregam um resultado visualmente instigante, especialmente graças ao trabalho da fotografia. Encabeçado por Marc Spicer (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-quando-as-luzes-se-apagam/"><em>Quando as Luzes Se Apagam</em></a>, de 2016, e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-escape-room/"><em>Escape Room</em></a>, de 2019), o departamento entrega uma produção visualmente interessante que não se limita a ser apenas mais do mesmo. Não há nada completamente inovador, mas a fotografia de <em><strong>Drop &#8211; Ameaça Anônima</strong></em> consegue trazer momentos instigantes para o público.</p>
<p>Como qualquer narrativa, especialmente aquelas que estão entre o espectro do suspense e terror, as performances do elenco são um ponto crucial para fazer o filme decolar ou não. Felizmente, o <em>casting</em> acertou ao escalar Meghann Fahy (<em>The White Lotus</em>, de 2022) e Brandon Sklenar (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-e-assim-que-acaba/"><em>É Assim que Acaba</em></a>, de 2024) como os personagens centrais da trama. Ainda que o roteiro use de artifícios visuais atuais para estar em mais de um ambiente, <em><strong>Drop &#8211; Ameaça Anônima</strong></em> se passa majoritariamente num mesmo espaço. E não apenas qualquer lugar, mas um extremamente corriqueiro, o que exige ainda mais investimento das performances para puxar o espectador para a trama.</p>
<p>Tanto Meghann quanto Brandon conseguem se apropriar da narrativa o suficiente para se tornarem hipnóticos. Suas interpretações podem não ser de tirar o fôlego ou dignas de um prêmio, mas são completamente críveis e convincentes ao ponto de tornar um encontro num restaurante algo interessante, antes mesmo que a tensão se estabeleça. A dupla dribla qualquer tipo de fragilidade ao longo de <em><strong>Drop &#8211; Ameaça Anônima</strong></em> &#8211; inclusive o final com muitos acontecimentos &#8211; e entrega um resultado amarrado entre atuações, roteiro e direção que vale a pena conferir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Direção:</strong> Christopher Landon</p>
<p><strong>Elenco:</strong>  Meghann Fahy, Brandon Sklenar, Violett Beane, Jacob Robinson, Reed Diamond, Ben Pelletier, Gabrielle Ryan, Jeffery Self e Ed Weeks</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/RFEGbOtwNV0?si=2XqUQdW5-pYMDgSr" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-drop-ameaca-anonima/">Crítica: Drop &#8211; Ameaça Anônima</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-drop-ameaca-anonima/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: A Morte Te Dá Parabéns 2</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-morte-te-da-parabens-2/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-morte-te-da-parabens-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2019 01:44:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Morte te dá Parabéns 2]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Landon]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Israel Broussard]]></category>
		<category><![CDATA[Jessica Rothe]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=10001</guid>

					<description><![CDATA[<p>Um dos destaques do circuito comercial em 2017, A Morte te dá Parabéns era um divertido slasher teen sobre uma jovem que revive o dia do seu aniversário toda vez que é esfaqueada por um assassino mascarado. O filme &#8220;bebia da fonte&#8221; de Pânico com sua proposta de metalinguagem, dialogando com as marcas do próprio gênero e não levando sua trama juvenil tão a sério. Com o sucesso comercial do filme, parecia certa uma continuação e A Morte te dá [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-morte-te-da-parabens-2/">Crítica: A Morte Te Dá Parabéns 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos destaques do circuito comercial em 2017, <em>A Morte te dá Parabéns</em> era um divertido <em>slasher</em> teen sobre uma jovem que revive o dia do seu aniversário toda vez que é esfaqueada por um assassino mascarado. O filme &#8220;bebia da fonte&#8221; de <em>Pânico</em> com sua proposta de metalinguagem, dialogando com as marcas do próprio gênero e não levando sua trama juvenil tão a sério. Com o sucesso comercial do filme, parecia certa uma continuação e <em><strong>A Morte te dá Parabéns 2</strong> </em>chega num hiato curtíssimo de tempo para o público com a direção e o roteiro do mesmo Christopher Landon do primeiro longa.</p>
<p>Na sequência, a heroína Tree (Jessica Rothe) retoma a experiência do filme anterior, vivendo agora uma realidade paralela na qual o assassino mascarado não possui a mesma identidade do primeiro longa e alguns acontecimentos da sua vida não são os mesmos de antes, entre eles, seu namorado Carter (Isreael Broussard) que agora tem uma relação com a sua colega de república Danielle (Rachel Matthews). Isso tudo acontece em virtude de um experimento mal sucedido de Ryan (Phil Vu) que Tree deve reverter.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10002" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/4154191.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="A Morte te dá Parabéns 2" width="610" height="348" /></p>
<p><em><strong>A Morte te dá Parabéns 2</strong></em> tem um início promissor que remonta o longa anterior e dá sinais de realizar uma mistura interessante de terror adolescente com ficção-científica, tratando tudo de maneira debochada e metalinguística como antes. Entretanto, a continuação parece esquecer sua raiz no<em> slasher movie</em> em dado momento, colocando em último plano a trama do assassino mascarado que persegue a sua protagonista, centrando suas atenções no <em>plot</em> da viagem no tempo e nos dramas pessoais da mocinha, entretida com dilemas amorosos com o namorado e também familiares, já que sua mãe retorna viva nessa nova dimensão.</p>
<p>Esquecendo do próprio mote da franquia, <em><strong>A Morte te dá Parabéns 2</strong></em> não consegue mergulhar na diversão e descompromisso do gênero <em>slasher</em> e se apega a detalhes que apenas lhe serviam como suporte no antecessor. Desejando um escopo maior do que aquele que revelava no primeiro longa, a continuação do filme de 2017 parece ter sido pega pela própria ambição do estúdio de estender os horizontes de algo que era bom pela sua própria simplicidade.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4MMiYry36ug" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-morte-te-da-parabens-2/">Crítica: A Morte Te Dá Parabéns 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-morte-te-da-parabens-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
