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	<title>Arquivos Benoît Magimel - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Benoît Magimel - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>52º Festival du Nouveau Cinéma de Montreal: Omar La Fraise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2023 20:05:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em Omar La Fraise, seu primeiro longa-metragem, Elias Belkeddar (Un jour de mariage) entrega uma dramédia, que capta o espectador pelo carisma das personagens centrais. Ainda que existam tropeços que comprometem demasiadamente o resultado final da obra, aqui é possível mergulhar no universo dos bandidos Omar (Reda Kateb) e Roger (Benoît Magimel) de tal maneira, que o espectador pode sair da sessão satisfeito.  Passando-se na Argélia, a primeira coisa que se nota dentro da narrativa é como, infelizmente, brasileiros podem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em <strong><em>Omar La Fraise, </em></strong>seu primeiro longa-metragem, Elias Belkeddar (<em>Un jour de mariage</em>) entrega uma dramédia, que capta o espectador pelo carisma das personagens centrais. Ainda que existam tropeços que comprometem demasiadamente o resultado final da obra, aqui é possível mergulhar no universo dos bandidos Omar (Reda Kateb) e Roger (Benoît Magimel) de tal maneira, que o espectador pode sair da sessão satisfeito. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Passando-se na Argélia, a primeira coisa que se nota dentro da narrativa é como, infelizmente, brasileiros podem encontrar identificações com os algerianos. Há algo de “rir da própria desgraça” que perpassa a história, que mostra não apenas a inevitabilidade da vida do crime para uma parcela da sociedade, que se vê abandonada pelo descaso do governo, na miséria e na luta pela sobrevivência, mas também na busca constante por encontrar a felicidade dentro do caos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além deste cenário semelhante da vivencia do Brasil, existe a universalidade de um enredo que também trata sobre o amor, seja ele o fraterno ou o romântico. A amizade entre Roger e Omar é o ponto alto do filme, que consegue emocionar e cativar o público através da parceria genuína entre a dupla. O grande mérito disso está na elaboração dos diálogos, mas, principalmente, no trabalho de ator de Kateb e Magimel. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os intérpretes construíram seus papéis com semelhanças e distinções entre os dois bem intensas, o que fomenta a lógica desta conexão entre Roger e Omar, algo que vem da juventude e que é sentido durante toda projeção.  </span><span style="font-weight: 400;">Já no quesito romance, a dinâmica de Samia (Meriem Amiar) e Omar também elevam a potencialidade do longa. Inclusive, é a partir do momento da entrada de Amiar em cena que a trama finalmente deslancha.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17358" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/1761997.jpg" alt="Omar La Fraise" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/1761997.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/1761997-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/1761997-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/1761997-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando os três estão contracenando, como na sequência da corrida de dromedários, é quando a sessão se torna mais prazerosa. Todavia, é necessário pontuar como <strong><em>Omar La Fraise</em></strong> demora de engatar. Com repetições das interações entre Omar e Roger no mundo do crime, o foco demora de apresentar sua nitidez, prolongando momentos semelhantes e fazendo com que os instantes importantes da vivência das personagens precisem ser convocados rapidamente, porque tempo demais foi gasto anteriormente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Falando em foco, falta ao diretor e ao fotógrafo um pouco mais de noção de geografia da cena. É complicado acompanhar as cenas de ação aqui. Esse é um dos motivos da demora da imersão com o que está sendo colocado na tela também.  Quadros desfocados, enquadrados sem revelar as emoções das personagens, lutas com movimentos de câmera que impedem a compreensão de noção espacial interferem negativamente na ambientação de quem assiste.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Quem socou quem? Qual é a expressão desta garota naquele momento de tensão? Quem é o agente dominante da ação dramática agora? </span><span style="font-weight: 400;">Este tipo de pergunta é constante durante toda a exibição e causam distração constante. Ainda assim, Belkeddar entrega uma direção que carrega algum potencial. <strong><em>Omar La Fraise</em></strong> é tudo menos um produto sem personalidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com um equilíbrio entre crítica social, emoção, comicidade e estabelecimento de empatia pelos sentimentos humanos mais crus (paixão, raiva, medo, instinto de sobrevivência etc), a empatia se estabelece rapidamente entre emissor e receptor, apaziguando os distanciamentos provocados pela tecnicidade ainda imatura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção:</strong> Elias Belkeddar</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Elenco:</strong> Reda Kateb, Benoît Magimel, Meriem Amiar</span></p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/rZk2VQiFOQI" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>52º Festival du Nouveau Cinéma de Montreal: La Passion de Dodin Bouffant</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 19:31:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em La Passion de Dodin Bouffant é possível ver todo o trabalho de um cineasta esforçado em trazer sua estilística para a narrativa, sendo explosivo ao criar imagens que buscam ser sutis, porém apaixonadas. Todavia, entre o seu roteiro e a sua direção, Anh Hung Tran (Amor Eterno) revela uma espécie de abismo, de complexidade contraditória. De um lado, uma dramaturgia rebuscada, progressiva, que imerge o seu espectador com cuidado, trazendo as informações e as conexões entre as personagem gradativamente. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em <strong><em>La Passion de Dodin Bouffant</em></strong> é possível ver todo o trabalho de um cineasta esforçado em trazer sua estilística para a narrativa, sendo explosivo ao criar imagens que buscam ser sutis, porém apaixonadas. Todavia, entre o seu roteiro e a sua direção, Anh Hung Tran (<em>Amor Eterno</em>) revela uma espécie de abismo, de complexidade contraditória. De um lado, uma dramaturgia rebuscada, progressiva, que imerge o seu espectador com cuidado, trazendo as informações e as conexões entre as personagem gradativamente. Do outro, uma decupagem quase desesperada e sufocante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É difícil criticar negativamente esta obra de Tran, porque é notável a razão de suas escolhas para cada sequência do seu novo longa-metragem. No entanto, ainda que sejam ousadas e criativas as suas estratégias, elas tornam a sessão um tanto exaustiva. A vontade de revelar a movimentação de Dodin e Eugénie dentro da cozinha, por exemplo, poderia ser resolvida pela mise-en-scène. Todavia, Tran insiste em convocar diversas pans, múltiplos giros de câmera, que podem criar mais distanciamento das ações do que aproximação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É inegável que Tran é um artista que entende sobre a técnica cinematográfica. A grande questão aqui é a sua vontade de mostrar este fator, pois isso soa demasiadamente pretensioso e o afasta das suas próprias escolhas em relação ao enredo. É por isso que por mais que haja uma história de amor impactante e que Binoche (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-quem-voce-pensa-que-sou-festival-varilux-de-cinema-frances/"><em>Quem Você Pensa que Sou</em></a>) e Magimel (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-amantes/"><em>Amantes</em></a>) tenham um jogo de cena potente e intenso, no qual os intérpretes jogam com os silêncios e os olhares, tudo se perde na movimentação eufórica da câmera. Talvez, a palavra euforia seja o melhor termo para descrever o longa, tanto para o mal quanto para o bem. Porque é esta emoção transbordante que circunda a projeção inteira.</span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17273" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/0178099.jpg" alt="La Passion de Dodin Bouffant" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/0178099.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/0178099-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/0178099-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/10/0178099-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em termos positivos, é observável a composição do desenho de som da produção. Todos os ruídos fomentam as sensações expostas na tela imageticamente. Há aqui um foco: a paixão pela gastronomia. Os sons criam esta energia de amor carnal, sexual (ou sensual), pelo ato de cozinhar e se alimentar, que elevam a compreensão deste sentimento vivido pelas personagens. C</span><span style="font-weight: 400;">ada “barulho” da diegese cria um significado maior e mais profundo desta dinâmica que está sendo mostrada. </span>Neste sentido, o trabalho da fotografia também é destacável em termos de iluminação. O uso da luz neste filme não pode ser descrita por nenhum outro adjetivo que não “impressionante”.</p>
<p>A forma como as tonalidades e luzes combinam com as temperaturas emocionais das personagens, do calor da cozinha e do afeto pela culinária torna um tanto mais prazerosa a fruição, suavizando, inclusive, o ímpeto de Tran em imprimir tanto deslocamento de câmera. Há ainda o fato de que esta tonalidade presente em quase toda a obra se esvai nos momentos de intimidade de Eugénie e Dodin, quando há um espalhamento de ciano pelo ecrã, algo quase melancólico e de despedida, que se firma e se concretiza em seu final.</p>
<p>É interessante, inclusive, notar o contraponto, tanto na luz quanto no som, nos momentos de tensão sexual direta, que possui silêncios longos, sombras, menor irradiação de luminosidade com aqueles criados pelos momentos de criação e degustação dos alimentos, que possuem a energia e a estética opostas. Desta maneira, <em><strong>La Passion de Dodin Bouffant</strong></em> é dual qualitativamente. Há uma elaboração técnica e um enamoramento transbordante – pela comida ou por Eugénie? Aí, fica para quem assiste refletir –, que encanta e cativa. Ao mesmo tempo, são tantos desejos visuais prontos para criar surpresa e deslumbramento no espectador, que 2h25 de duração ficam difíceis de aguentar. Para os mais tenazes, o ingresso vale pela experiência de acompanhar o trabalho de Binoche e Magimel e de analisar a técnica visceral (mesmo que exagerada) de Tran.</p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Direção:</strong> Anh Hung Tran</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Elenco:</strong> Benoît Magimel, Juliette Binoche, Jean-Marc Roulot</span></p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="The Pot-au-Feu / La Passion de Dodin Bouffant (2023) - Trailer (English Subs)" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/MKRbTTtoLBU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Crítica: Amantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2022 00:25:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Amantes é a mais recente empreitada de Nicole Garcia na direção cinematográfica. Garcia quer contar um thriller centrado em um triângulo amoroso envolvendo um casal interpretado por Pierre Niney e Stacy Martin, separados no passado depois que ele se envolve na morte de um cliente por overdose. Simon, o personagem de Niney, é um traficante de drogas que, para afastar a responsabilidade da namorada sobre a morte do sujeito, já que, assim como ele, ela também estava na residência do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Amantes</strong> </em>é a mais recente empreitada de Nicole Garcia na direção cinematográfica. Garcia quer contar um thriller centrado em um triângulo amoroso envolvendo um casal interpretado por Pierre Niney e Stacy Martin, separados no passado depois que ele se envolve na morte de um cliente por overdose. Simon, o personagem de Niney, é um traficante de drogas que, para afastar a responsabilidade da namorada sobre a morte do sujeito, já que, assim como ele, ela também estava na residência do homem, resolve fugir deixando todo o passado para trás. Anos depois, já casada com um magnata interpretado por Benoît Magimel, Lisa (Stacy Martin) reencontra Simon e os dois passam a viver um romance às escondidas.</p>
<p>É claro que em dado momento da história (estamos falando de um thriller), os protagonistas do filme de Garcia acabam se dando conta de que terão que tomar uma decisão drástica para dissolver esse triângulo e afastar o marido dela de suas vidas. Até certo ponto, Nicole Garcia mantém a trama em rédeas bem seguras, conferindo um ótimo ritmo para sua história digna do legado de um Adrian Lyne no gênero (<em>Atração Fatal</em> e <em>Infidelidade</em>). Esse tipo de história tem uma atração magnética com o público, a gente sempre fica instigado com os próximos passos dos personagens, sempre na expectativa de uma tragédia iminente para uma história de amor que já não começa bem. <strong><em>Amantes</em> </strong>tem um &#8220;q&#8221; de novelesco, de trama que reitera caminhos de outras histórias e que, por isso mesmo, segue envolvente para o público.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15895" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/2769071.jpg" alt="Amantes" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/2769071.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/2769071-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/2769071-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/09/2769071-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Acontece que nem tudo em <em><strong>Amantes</strong> </em>corre às mil maravilhas, seus problemas são sutis e ainda que em dada medida o filme entretenha o público, ao final da sessão fica a sensação de uma incompletude cuja fonte o espectador não sabe identificar em um primeiro momento. Falta um pouco de charme e erotismo na relação entre os personagens de Pierre Niney e Stacy Martin, algo que seria fundamental para dimensionar a atração dos amantes da trama. Garcia emprega uma direção muito pálida, monocórdica e esteticamente monocromática, repleta de paletas beges e champanhe. Falta ao longa &#8220;abraçar&#8221; sem reservas a passionalidade que anuncia com seu casal principal, isso não está na tela.</p>
<p>Ao longo da sua condução para a história, a diretora e co-roteirista dá toques interessantes ao triângulo amoroso a ponto de fazê-lo escapar de uma visão moralista que permeou essas tramas na década de 1980, por exemplo, sobretudo em Hollywood. O marido traído de Benoît Magimel não é um pobre coitado, é um sujeito de comportamento questionável e até detestável. Não fosse a apatia da protagonista de Stacy Martin, torceríamos ainda mais contra um final favorável para o sujeito. O desfecho de Lisa (Martin), por sua vez, é bem interessante se pensarmos na sua própria emancipação após anos turbulentos ao lado de duas figuras masculinas bem complicadas.</p>
<p>Apesar dessa injeção de ânimo pontual de Garcia no gênero, <em><strong>Amantes</strong> </em>é um filme que precisaria de um pouco mais de vida, de senso de erotismo e melodrama. Ele é excessivamente &#8220;francês&#8221;, low profile e comedido demais na representação de emoções que parecem borbulhar nos seus personagens. É discreto demais, excessivamente sóbrio para uma trama que envolve escândalos matrimoniais cuja tragédia parece um ponto de chegada incontornável.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Nicole Garcia</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Pierre Niney, Stacy Martin, Benoît Magimel</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/R0e_VjrQSXs" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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