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	<title>Arquivos Andy Serkis - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Andy Serkis - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Batman</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Mar 2022 03:05:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Enfim chegamos ao lançamento do aguardado Batman, produção que já surgiu com a polêmica da presença do ator Robert Pattinson (Tenet), cuja escolha foi bem criticada pelos fãs mais fervorosos do herói. Mas como todo hater gratuito, esse se mostrou mais uma vez infundado. O britânico não apenas entregou muito bem no papel, como mostrou que é apto para qualquer personagem que lhe é proposto. Neste longa, Bruce Wayne tem o perfil mais obscuro e retraído. Ele não gosta muito dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Enfim chegamos ao lançamento do aguardado <em><strong>Batman</strong></em>, produção que já surgiu com a polêmica da presença do ator Robert Pattinson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tenet/"><em>Tenet</em></a>), cuja escolha foi bem criticada pelos fãs mais fervorosos do herói. Mas como todo <em>hater</em> gratuito, esse se mostrou mais uma vez infundado. O britânico não apenas entregou muito bem no papel, como mostrou que é apto para qualquer personagem que lhe é proposto.</p>
<p>Neste longa, Bruce Wayne tem o perfil mais obscuro e retraído. Ele não gosta muito dos holofotes, amargura os acontecimentos do passado e se dedica ao objetivo de tentar aliviar os horrores que sua cidade passa. Ele é um justiceiro nato que trabalha junto com as forças policiais almejando dar um pouco de tranquilidade às ruas violentas de Gothan.</p>
<p>Sombrio e apático, a atenção do Batman é chamada pelo novo vilão, o Charada (Paul Dano, <em>Os Suspeitos</em>), que mata políticos importantes e faz questão de deixar sua marca registrada em todos os crimes. Ele é misterioso e, ao mesmo tempo, extravagante, deixando a cidade em polvorosa com a situação. Wayne rapidamente decide investigar as suas motivações e qual seria a sua identidade verdadeira.</p>
<p>Com um cenário obscuro do submundo do crime, o filme tem uma paleta de poucas cores, contrastada apenas pela existência de belíssimas fotografias de pôr-do-sol, em momentos chaves que conversam diretamente com mudanças de trajetórias do protagonista. É quase que uma vibe emo bem divertida de acompanhar. Mas não espere que o filme seja engraçadinho. Embora ele tenha seus momentos de alívio, normalmente traçados pelo sarcasmo, quase não vemos sorrisos ao longo da trama.</p>
<p>Assombrado pelo seu passado, Bruce mostra que tem pouquíssima paciência para lidar com a sociedade. Ele tem consciência da sua presença e não se furta de chegar nos lugares como se fosse dono deles. Nada se torna um empecilho para que ele investigue aqueles crimes e descubra quem é o charada. É como se sua dor fosse completamente convertida em proatividade na hora de tomar decisões e agir. Ainda assim, o diretor Matt Reeves (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-planeta-dos-macacos-a-guerra/"><em>Planeta dos Macacos: A Guerra</em></a>) faz questão de deixar claro que aquela é uma versão juvenil do personagem. Portanto, ele toma decisões erradas e foge de lidar com as burocracias do dia a dia.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15294" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/THE-BATMAN-2.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/THE-BATMAN-2.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/THE-BATMAN-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/THE-BATMAN-2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/THE-BATMAN-2-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O surgimento da Mulher-Gato é um bom ápice da trama, que passeia com muita naturalidade em todas as introduções de personagens. Zoë Kravitz (<em>Big Little Lies</em>) veste perfeitamente o papel, se dedicando à intensidade das emoções e confusões da personagem. Ela e Pattinson têm uma excelente química de cena, tornando todos os momentos juntos como um grande alívio ao espectador. A projeção do romance entre eles é igualmente gostosa de acompanhar.</p>
<p>Ao longo de quase 3h de duração, <strong><em>Batman</em> </strong>consegue manter o espectador atento o tempo inteiro, sem perder ritmo ou cansar. É um tempo justificado pela profundidade da história e como o surgimento do personagem em si foi configurado. É o tipo do filme que nem lembramos de olhar no relógio.</p>
<p>A junção de fotografia com trilha sonora impecável conferem uma tensão constante no espectador, que está sempre querendo antecipar qualquer ação. Até mesmo no começo do filme, antes do próprio Batman aparecer, já estamos na ansiedade de entender qual dinâmica ele será inserido.</p>
<p>Mas finalmente, Pattinson cumpriu o papel? Brilhantemente. Ele deixa de lado todo o estigma que ainda poderia restar e adentra numa nova era comercial. Isso porque ele já vem mostrando uma excelente qualidade de cena há algum tempo, mas escolhendo sabiamente produções mais independentes. Agora ele retorna ao circuito mais vendável com um apelo muito bom em relação ao preconceito que algumas pessoas ainda tinham por conta de sua participação em <em>Crepúsculo</em>. Como ele mesmo disse em entrevista recente, &#8220;odiar Crepúsculo é tão anos 2010&#8221;.</p>
<p><em><strong>Batman</strong> </em>é um filme sobre o início do trabalho do herói. Ele começou a atuar assim recentemente e ainda está entendendo seu objetivo naquilo tudo. Ao final, vemos ele descobrir que a vingança crua não vai te trazer o conforto que espera e somente dando esperanças às pessoas é que ele terá esse sentimento genuíno. Foi um filme que valeu a espera, em todos os sentidos!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Matt Reeves</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Robert Pattinson, Zoë Kravitz, Paul Dano, Jeffrey Wright, John Turturro, Colin Farrell, Jayme Lawson, Andy Serkis, Peter Sarsgaard</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/rsQEor4y2hg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Venom &#8211; Tempo de Carnificina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2021 19:46:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, 07, o longa Venom – Tempo de Carnificina, sequência daquele lançado em 2018. Com Tom Hardy (Mad Max: Estrada da Fúria) novamente na pele de Eddie Brock, assistimos aqui os desdobramentos da convivência “harmoniosa” entre ele e o simbionte Venom, que tenta a todo momento levá-lo ao extremo de matar pessoas ou mesmo agredi-las. Particularmente, não fui uma espectadora que gostou do primeiro filme. Caótico demais e sem um roteiro bem fundamentado, o primeiro capítulo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, 07, o longa <strong><em>Venom – Tempo de Carnificina</em></strong>, sequência daquele lançado em 2018. Com Tom Hardy (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mad-max-estrada-da-furia/"><em>Mad Max: Estrada da Fúria</em></a>) novamente na pele de Eddie Brock, assistimos aqui os desdobramentos da convivência “harmoniosa” entre ele e o simbionte Venom, que tenta a todo momento levá-lo ao extremo de matar pessoas ou mesmo agredi-las.</p>
<p>Particularmente, não fui uma espectadora que gostou do primeiro filme. Caótico demais e sem um roteiro bem fundamentado, o primeiro capítulo não deixou vontade de dar continuidade à história e até um sentimento de frustração. Se levava a sério demais, quando o personagem exigia o completo oposto.</p>
<p>Aqui em <strong><em>Venom – Tempo de Carnificina</em></strong> este problema é sanado rapidamente. Extremamente divertido e despretensioso, o filme desenvolve uma narrativa que envolve o espectador com facilidade, até mesmo aquele que não conferiu o primeiro episódio da história. Eddie tem a chance de entrevistar o grande serial killer Cletus Kasady (Woody Harrelson, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-zumbilandia-atire-duas-vezes/"><em>Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes</em></a>)e isso acaba alavancando a sua carreira. No entanto, a situação acaba induzindo ainda mais o assassino ao corredor da morte.</p>
<p>A partir daí, o longa toma o caminho da vingança, nos apresentando ainda ao surgimento de Carnificina, mais um simbionte que se conecta justamente em Cletus. O roteiro vai traçando os dois caminhos principais: o de Eddie completamente atrapalhado com Venom e o de Cletus se afeiçoando a todas as possibilidades que Carnificina oferece.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14605" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/10/2831258.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Venom - Tempo de Carnificina" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/10/2831258.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/10/2831258.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/10/2831258.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/10/2831258.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Os melhores momentos do filme são, definitivamente, a interação de protagonista e simbionte. Uma vez que o roteiro (que conta com Tom Hardy na assinatura) assumiu que a leveza é o melhor caminho, a narrativa se tornou muito mais atraente e interessante. O público se diverte com a tentativa de controle constante entre um e outro.</p>
<p>O que falta em qualidade, no entanto, é o desenvolvimento do vilão. Ele não inflige tanto medo quanto deveria ou como é naturalmente apresentado nos quadrinhos. Falta foco e força na presença de Carnificina. Atribuo isso, inclusive, a outro problema do filme que é o tempo de duração. Pouco menos de 100 minutos não é o suficiente para desenvolver algumas subtramas e o sentimento que fica no espectador é que poderia ver mais daquelas dinâmicas.</p>
<p>Ainda que tenha alguns problemas e não possa ocupar o lugar de grande filme, <strong><em>Venom – Tempo de Carnificina</em></strong> acerta bastante ao se levar menos a sério. Mais divertido que o primeiro, o roteiro ainda é muito mais coerente e preciso. A conexão da cena pós-crédito com o universo do Homem-Aranha instiga, de fato, o espectador a querer acompanhar mais deste personagem tão caótico e tão bem interpretado por Tom Hardy.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Andy Serkis</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Tom Hardy, Stephen Graham, Woody Harrelson, Michelle Williams, Naomie Harris, Reid Scott, Sean Delaney</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/kENhnY34wlg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Casal Improvável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2019 21:00:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema atual está muito focado em determinados gêneros. Super-heróis, terror e adaptações cinematográficas de livros juvenis é o que mais rende filmes ultimamente, especialmente porque é uma certeza de bilheteria um pouco maior. Diferente da década de 1990, a comédia romântica foi esquecida e relegada a projetos simplórios e rasos. É por isso que fui ao cinema assistir Casal Improvável com uma mistura de ansiedade e descrença. Na trama, o jornalista Fred Flarsky (Seth Rogen) reencontra por acaso sua [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cinema atual está muito focado em determinados gêneros. Super-heróis, terror e adaptações cinematográficas de livros juvenis é o que mais rende filmes ultimamente, especialmente porque é uma certeza de bilheteria um pouco maior. Diferente da década de 1990, a comédia romântica foi esquecida e relegada a projetos simplórios e rasos. É por isso que fui ao cinema assistir <em><strong>Casal Improvável</strong> </em>com uma mistura de ansiedade e descrença.</p>
<p>Na trama, o jornalista Fred Flarsky (Seth Rogen) reencontra por acaso sua primeira paixão, Charlotte Field (Charlize Theron). Enquanto Flarsky cresceu e se tornou um redator impulsivo, Charlotte ocupa o cargo de Secretária de Estado norte-americana, sempre rodeada por assessores de sua confiança. O caminho dos dois vai se cruzar profissionalmente e render uma longa história.</p>
<p>Comentei no <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-5-comedias-romanticas-imperdiveis/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>Especial: Cinco Comédias Românticas Imperdíveis</strong> </em></a>que a principal receita para uma comédia romântica de qualidade é o equilíbrio nas duas partes do gênero. O espectador tem que ser ofertado com muita comédia e muito romance, tudo na medida certa e respeitando o espaço dos dois. O que vem acontecendo nos longas deste estilo nos últimos anos é que a comédia sobrepõe o romance, dando pouco espaço para apaixonar o espectador.</p>
<p>Felizmente, <strong><em>Casal Improvável</em></strong> acerta perfeitamente neste equilíbrio. Começamos com um ritmo acertado de risos exacerbados e cenas toscas, evoluindo lentamente para o romance que vai surgindo entre o casal principal. Acredito que um dos maiores ganhos do longa é que ele respeita o momento de romance, sem interferir com a risada. Em uma das cenas mais lindas quando o casal principal dança nos bastidores de uma festa, nós podemos curtir aquele momento, se apaixonar pela música e pelos dois. Não temos o clímax interrompido.</p>
<p>Diferente do que a ideia do filme pode propor, este não é um filme sobre um cara bosta que consegue a mulher maravilha. O que seria péssimo porque isso é muito triste de se ver em cena e alimenta um comportamento muito comum na sociedade, onde mulheres incríveis se rebaixam para se relacionar com homens medíocres. O enredo é muito mais sobre pessoas diferentes em comportamento e personalidade, se relacionando. Ele é jornalista investigativo impulsivo que perde o emprego porque não aceita a nova gerência e suas imposições. Ela é uma secretária de Estado que não deixa nem um fio solto porque está com o objetivo de concorrer à presidência. Então tudo é milimetricamente pensado e estudado.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10732" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2008046.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2008046.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2008046.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2008046.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A maneira como eles se encontram, inclusive, é o que torna o romance possível. Em um mundo comum, onde eles não se conhecessem previamente, Charlotte jamais olharia para Fred com algum interesse. Ela já está condicionada a direcionar o olhar dela para outros estilos de homem. Então o histórico de infância dos dois torna tudo mais real.</p>
<p>Ainda que com toques de realismo, o filme não se propõe a ser menos lúdico. Momentos de ação, por exemplo, são inseridos como artifício para impulsionar o relacionamento do casal e funciona muito bem. O mesmo vale para resultados meio absurdos no final, que sabemos que não aconteceriam na vida real. Mas a ideia do filme é justamente ficar nesse limiar entre a realidade e a ficção.</p>
<p>Na pele do casal principal, a combinação de atores tão improvável quanto seus personagens. Seth Rogen (<em>Ligeiramente Grávidos</em>) é a cara do clássico nerd: barbudo com o cabelo sem cortar, roupas largas, barrigudo e com cara de que não curte um banho. Já Charlize Theron (<em>Mad Max: Estrada da Fúria</em>) é a definição de perfeição de beleza. Elegante, sedutora, se veste bem, sabe se portar em todos os ambientes e dedicada. A química dos dois é suave e verdadeira, deixando as cenas ainda mais emocionantes. Eles nos convencem a todo momento sobre o surgimento do amor da dupla.</p>
<p>Podemos dizer que<strong><em> Casal Improvável</em></strong> é uma comédia romântica raiz, na melhor definição do termo. Ela possui todos os elementos para deixar o espectador completamente envolvido na história. O amigo maravilhoso que acredita no protagonista, o vilão suave que separa o casal principal, encontros emocionantes, o surgimento de uma paixão improvável e uma trilha sonora envolvente. Somos agraciados com todas essas emoções, que nos levam a rir muito, se apaixonar e chorar.</p>
<p>Há muito tempo (muito tempo mesmo) eu não assistia uma comédia romântica tão maravilhosa quanto essa. E quem vos fala é uma das maiores fãs de comédia romântica possível. Então acreditem quando eu digo: <strong><em>Casal Improvável</em></strong> é incrível e vale cada segundo da sessão. Assistam!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jonathan Levine<br />
<strong>Elenco:</strong> Charlize Theron, Seth Rogen, O&#8217;Shea Jackson Jr., Andy Serkis, June Diane Raphael, Bob Odenkirk, Ravi Patel, Alexander Skarsgård, Lisa Kudrow</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/asxSt10ZQac" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Uma Razão para Viver</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Nov 2017 00:44:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Uma Razão Para Viver]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estreando na direção de um longa-metragem com um típico drama real da temporada de prêmios hollywoodiana, Andy Serkis (das trilogias O Senhor dos Anéis e Planeta dos Macacos) chega no circuito com Uma Razão para Viver. O filme narra a vida de Robin Cavendish, vivido por Andrew Garfield (indicado ao Oscar recentemente por Até o último homem), um homem que nos anos de 1950 sofre uma paralisia em virtude da poliomelite e se torna pioneiro no tratamento da deficiência física ao sair da cama do hospital [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Estreando na direção de um longa-metragem com um típico drama real da temporada de prêmios hollywoodiana, Andy Serkis (das trilogias <i>O Senhor dos Anéis </i>e <i>Planeta dos Macacos</i>) chega no circuito com <i>Uma Razão para Viver. </i>O filme narra a vida de Robin Cavendish, vivido por Andrew Garfield (indicado ao Oscar recentemente por <i>Até o último homem</i>), um homem que nos anos de 1950 sofre uma paralisia em virtude da poliomelite e se torna pioneiro no tratamento da deficiência física ao sair da cama do hospital e ter uma vida &#8220;normal&#8221; em seu próprio lar, adaptado, claro, às novas circunstâncias das suas condições de saúde. Robin teve seus movimentos reduzidos ao extremo, respirando por aparelhos, mas, graças a ajuda de amigos conseguiu mecanismos que viabilizaram uma vida comum com sua esposa e filho em sua casa.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Produzido pelo filho do biografado, Jonathan Cavendish, <i>Uma Razão para Viver </i>é roteirizado por William Nicholson, de <i>Os Miseráveis </i>e <i>Gladiador</i>. A vida de Cavendish tem todas as peças que estão à serviço da narrativa clássica: a vida de Robin é contada como uma trajetória repleta de feitos admiráveis, com pouquíssima mácula ao seu caráter. Ao mesmo tempo, o protagonista conta com a ajuda de uma esposa dedicada interpretada por Claire Foy (premiada por seu trabalho na série <i>The Crown</i>). Contudo, apesar de contar com toda uma estrutura narrativa mais do que &#8220;manjada&#8221;, o filme de Andy Serkis é honesto com seu público e seus personagens, emocionando a plateia sem apelar para o dramalhão, seja explorando em demasia seja realçando em tons exagerados os dramas evidentes das suas vidas.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8431" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/11/Breathe-696x464.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><span data-blogger-escaped-style="text-align: center;">O filme é um relato positivo sobre o seu biografado, evitando qualquer tom pessimista ou sombrio sobre sua condição.</span><span data-blogger-escaped-style="text-align: center;"> Portanto, não esperem um retrato realista ou melancólico. </span><span data-blogger-escaped-style="text-align: center;">Serkis encontra o equilíbrio ao usar sua história como inspiração, dar destaque às emoções e não ser intrusivo ou manipulador nos efeitos que sua história causa. Situação exemplar disso é a maneira como encerra o seu longa, um momento inegavelmente dramático na história dos seus personagens, mas tratado com elegância e minimalismo pelo cineasta através de composições singelas de planos e direção certeira do seu elenco. Em momento algum as performances de Andrew Garfield e Claire Foy soam fora da medida como um </span><i data-blogger-escaped-style="text-align: center;">overacting</i><span data-blogger-escaped-style="text-align: center;">. Nas circunstâncias em que os atores têm que subir um pouco o tom das suas emoções, eles, junto com o seu diretor, conseguem encontrar um meio termo entre a explosão de sentimentos e a consciência de que suas performances não devem se sobrepor à própria história narrada.</span></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><span data-blogger-escaped-style="text-align: center;">É certo que o filme derrapa no terceiro ato, quando prolonga em demasia o estágio final da vida de Cavendish, mas ainda assim, fica na memória do espectador os acertos do filme, sobretudo no tom que Serkis encontra para uma história que tinha tudo para cair no dramalhão fácil. Em <i>Uma Razão para Viver</i>, Andy Serkis não tem uma estreia que evidencie o nascimento de um revigorante autor cinematográfico, nada aqui é surpresa. No entanto, fica a boa impressão de um diretor que soube compreender as demandas da sua história e da chave de sua comunicação com o público sem apelar para qualquer sensacionalismo. </span></p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/JxHAQBUNvrs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Crítica: Planeta dos Macacos &#8211; A Guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 01:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Serkis]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Reeves]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta dos Macacos: A Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Woody Harrelson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de um filme como Transformers 5, que não deveria nem ter existido ou sido pensado, é um deleite aos olhos de um crítico assistir Planeta dos Macacos: A Guerra. É a nossa certeza de que muitos filmes valem a pena ter continuações. Essa nova era de Planeta dos Macacos mostrou para o que veio desde o primeiro filme. É uma história contundente, bem escrita e orientada, trazendo aspectos da relação de humano com os macacos de forma muito sutil [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um filme como <em>Transformers 5</em>, que não deveria nem ter existido ou sido pensado, é um deleite aos olhos de um crítico assistir <em>Planeta dos Macacos: A Guerra</em>. É a nossa certeza de que muitos filmes valem a pena ter continuações.</p>
<p>Essa nova era de Planeta dos Macacos mostrou para o que veio desde o primeiro filme. É uma história contundente, bem escrita e orientada, trazendo aspectos da relação de humano com os macacos de forma muito sutil e, ao mesmo tempo, forte. Em <em>Planeta dos Macacos: A Guerra</em>, a qualidade do roteiro continua e consegue finalizar essa história com grande maestria.</p>
<p>Neste enredo, César e seus companheiros são forçados a entrar numa guerra que não iniciaram e têm que lidar com a fúria do Coronel. Numa dualidade incrível entre humanidade e animalidade, a narrativa caminha de forma intensa e progressiva, deixando o espectador em estado de constante alerta.</p>
<p>O diretor Matt Reeves já acompanha a série desde o último filme, <em>Planeta dos Macacos: O Confronto</em>. E isso auxiliou muito na continuidade do estilo dos longas. A qualidade de cenas, roteiro, diálogos, mostra que qualquer tipo de filme pode ser muito bem feito, independente de gênero, bastando a capacidade e força de vontade de quem o conduz.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7999" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/010751.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>É incrível ver o trabalho minucioso da equipe gráfica em trazer realidade aos símios. Cada jeito, cada piscada, tudo milimetricamente feito com perfeição, dando ao filme um ar ainda mais sério e forte. Associando a isso, uma trilha sonora de qualidade e com coerência, dando intensidade às batalhas. Aliás, as batalhas são muito bem feitas e ensaiadas. Intercaladas com bons momentos de diálogos e construção da narrativa, os embates não se tornam cansativos, nem repetitivos.</p>
<p>É preciso falar, inclusive, no acréscimo para o elenco do ator Woody Harrelson, no papel principal do Coronel. Ele traz uma insanidade realista ao personagem, que é o centro da luta entre símios e humanos. A fúria é notória em sua expressão, contrastando bem com os olhos raivosos que vemos em César, em muitos momentos.</p>
<p>O roteiro deixa claro, porém de maneira sutil, o quanto que os macacos adquirem comportamentos humanos e o quanto que os humanos se tornam primitivos quando o assunto é exterminar uma outra espécie. Essa troca de papéis é o que torna a briga muito mais interessante e empolgante. É o centro do roteiro e é guiada de forma incrível.</p>
<p>Como não poderia deixar de notar, a finalização de <em>Planeta dos Macacos: A Guerra</em> acompanha a qualidade de toda a história. Não é um anti-clímax, como acontece em muitos casos. É um desfecho justo e coerente, colocando cada personagem em seu lugar, todos os pingos nos &#8220;is&#8221;.</p>
<p>Este Planeta dos Macacos é uma produção certeira, que mescla ação com drama de forma equilibrada e coerente. É um desfecho com chave de ouro, de fato, dando força e energia à franquia.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/DqkzzMYQI5g" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Star Wars &#8211; O Despertar da Força (COM SPOILERS)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Dec 2015 20:48:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Driver]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Serkis]]></category>
		<category><![CDATA[Carrie Fisher]]></category>
		<category><![CDATA[Daisy Ridley]]></category>
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		<category><![CDATA[J.J. Abrams]]></category>
		<category><![CDATA[John Boyega]]></category>
		<category><![CDATA[Lupita Nyong'o]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Hamill]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar Isaac]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars: O Despertar da Força]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ATENÇÃO SPOILERS!!! NÃO LEIA SE VOCÊ NÃO ASSISTIU AO FILME (OU LEIA POR SUA CONTA EM RISCO) Indubitavelmente, Star Wars &#8211; O Despertar da Força é o acontecimento cinematográfico do ano. Com quase quarenta anos de existência, a franquia cinematográfica mais cultuada da história da indústria do cinema teve em seu episódio sete, conduzido pelo experiente J.J. Abrams, criador de Lost e responsável pelo renascimento de outra série cultuada em todo o mundo Star Trek, um capítulo importante da sua trajetória. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4195" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/star-wars-kylo-158800-620x331.jpg" alt="star-wars-kylo-158800" width="620" height="331" /></p>
<div>
<p><span style="font-size: xx-large;">ATENÇÃO SPOILERS!!! </span><span style="font-size: x-large;">NÃO LEIA SE VOCÊ NÃO ASSISTIU AO FILME (OU LEIA POR SUA CONTA EM RISCO)</span></p>
</div>
<div>
<p>Indubitavelmente, <i>Star Wars &#8211; O Despertar da Força </i>é o acontecimento cinematográfico do ano. Com quase quarenta anos de existência, a franquia cinematográfica mais cultuada da história da indústria do cinema teve em seu episódio sete, conduzido pelo experiente J.J. Abrams, criador de <i>Lost </i>e responsável pelo renascimento de outra série cultuada em todo o mundo <i>Star Trek,</i> um capítulo importante da sua trajetória. O lançamento era aguardado com expectativas pelo simples motivo de ser <i>Star Wars</i>, praticamente um embrião do <i>blockbuster </i>norte-americano, mas porque <i>O Despertar da Força </i>representava um recomeço para a saga, cuja última trilogia, prequelas conduzidas pessoalmente por George Lucas, resultara em filmes mornos, com histórias previsíveis (afinal, todo mundo que havia assistido <i>Uma Nova Esperança</i>, <i>O Império contra-ataca </i>e <i>O Retorno de Jedi</i> sabia exatamente o destino de Anakin Skywalker). Ambientado 30 anos após o <i>O Retorno de Jedi</i>, <i>Star Wars &#8211; O Despertar da Força </i>dialoga muito mais com a vivacidade da trilogia de 1977-1983  do que com a esquecível de 1999-2005 e apresenta uma história nova com elementos e personagens representando trajetórias conhecidas que moldaram as marcas da própria franquia.</p>
</div>
<div> O filme traz o surgimento de uma nova ameaça, a Primeira Ordem, uma organização que visa destruir a República e estabelecer um novo caos na galáxia. Orquestrada pelo Líder Supremo Snooke e por seus comandados diretos Kylo Ren e General Hux, a Primeira Ordem está em busca de um mapa que os levará a localização de Luke Skywalker, considerado uma ameaça por ser o último Jedi vivo que se tem notícia. O paradeiro de Skywalker é mantido em segredo pelo robô BB-8, que por sua vez conta com a ajuda de uma jovem sucateira do planeta Jaku,  a catadora de sucatas Rey. Com a ajuda de um stormtrooper desertor da Primeira Ordem chamado Finn, Rey assumirá a missão de levar BB-8 de volta para a República antes que ele caia nas mãos de Snooke e companhia.</div>
<div></div>
<div></div>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4196" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/swtfareybb8_large-620x329.jpg" alt="swtfareybb8_large" width="620" height="329" /></p>
<div>
<p>Não existe grandes rupturas com o tom e a trajetória da primeira trilogia <i>Star Wars </i>em <i>Star Wars &#8211; O Despertar da Força</i>. A jornada e a função dos seus novos personagens são basicamente as mesmas daquelas exercidas por Luke Skywalker, Princesa Leia, Han Solo e Darth Vader na trilogia de 1977-1983, o que não é um demérito para o novo filme da saga, pelo contrário. Firmando <i>Star Wars </i>como uma grande saga familiar lastreada basicamente pela mitológica disputa entre o bem e o mal e pela ascensão da figura de um herói vindo do lugar mais improvável, <i>O Despertar da Força </i>revive os passos que fizeram George Lucas cimentar a saga como um fenômeno da cultura pop de maneira muito mais eficiente e vibrante do que o próprio criador da franquia no pálido <i>prequel</i> de 1999-2005, composto por <i>A Ameaça Fantasma</i>, <i>Ataque dos Clones </i>e <i>A Vingança dos Sith</i>, que se enquadram muito mais como um mimo de Lucas e cia. aos fãs ardorosos da série cinematográfica do que uma história com urgência de ser contada. Tudo em <i>O Despertar da Força </i>é crível, tem textura, forma, dimensão e emoções reais &#8211; em oposição ao <i>prequel </i>de <i>Star Wars </i>sufocado por dezenas de efeitos especiais que deram um tom cartunesco à trilogia dos anos 2000 &#8211; , o que comprova que, talvez, curiosamente, a franquia sempre esteja em boas mãos quando está longe das decisões diretas do seu próprio criador. A exceção de <i>Uma Nova Esperança </i>de 1977, todos os melhores filmes <i>Star Wars </i>não tiveram a direção de George Lucas.</p>
</div>
<div>
<p>Um dos grandes acertos de <i>Star Wars &#8211; O Despertar da Força </i>está em conseguir equilibrar a reverência ao passado da franquia com situações e dinâmicas que nos remetem a <i>Uma Nova Esperança </i>e <i>O Império contra-ataca </i> e estabelecer novos rumos para o seu universo. Assim, J.J. Abrams consegue agradar antigos fãs de <i>Star Wars </i>e fidelizar uma nova leva de aficionados pela saga, afinal nos são apresentados personagens que, a despeito de &#8220;respirarem&#8221; as motivações e os &#8220;lugares&#8221; ocupados pelos seus antecessores naquele universo, possuem identidade própria e fôlego para empreender uma nova e intensa jornada pelos próximos anos.</p>
</div>
<div>
<p>Diversas decisões tomadas por J.J. Abrams, Lawrence Kasdan e Michael Arndt no roteiro de <i>O Despertar da Força </i>evidenciam os esforços do trio em promover novos rumos para a saga preservando as marcas da trilogia de 1977-1983, o que é bastante interessante. É como se o trio de roteiristas repaginasse a série cinematográfica conservando elementos vitais e que assumem a identidade de <i>Star Wars</i>. Nesse sentido, entender como centro de suas preocupações a jornada de dois desses personagens, a heroína Rey e o vilão Kylo Ren rumo a construção dos seus respectivos mitos, e trazer novamente uma tragédia familiar como elemento propulsor das suas ações e decisões traz para <i>O Despertar da Força </i>um caráter cíclico, ou seja, a noção de que as histórias se repetem pelas gerações.</p>
</div>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4217" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/han-solo-and-chewy-from-star-wars-the-force-awakens.jpg" alt="han-solo-and-chewy-from-star-wars-the-force-awakens" width="600" height="373" /></p>
<div>
<p>ATENÇÃO MEGA-SPOILER!  ATENÇÃO MEGA-SPOILER!  ATENÇÃO MEGA-SPOILER!</p>
</div>
<div>
<p>Um dos momentos mais emblemáticos de <i>O Despertar da Força </i>que evidenciam esta oscilação sadia entre o nostálgico e o rejuvenescimento da franquia  é a corajosa decisão que os roteiristas tiveram ao matar um dos personagens mais emblemáticos e queridos de toda a franquia, o Han Solo de Harrison Ford, assassinado pelas mãos do seu próprio filho com Leia, o vilão Kylo Ren. A morte de Han Solo em <i>O Despertar da Força </i>remete à icônica cena em que Darth Vader revela a Luke Skywalker que é o seu pai em <i>O Império contra-ataca</i>, mas também mostra-se como um momento singular para a saga dali em diante e que, por sua gravidade, justifica a formação de conflitos ainda mais severos entre os seus personagens pelos próximos capítulos. A decisão drástica dos roteiristas de <i>O Despertar da Força</i> confirma a natureza perversa de Kylo Ren,  que durante todo o filme sempre esteve em conflito entre a luz e o lado negro da força e que, após o assassinato do pai, parece ter fincado de vez a sua posição no universo. Além disso, mexe drasticamente com a trajetória de diversos personagens traumatizados pelo acontecimento, como Chewbacca, Leia e até mesmo os novatos Finn e Rey, cuja verdadeira filiação não tivemos conhecimento em <i>O Despertar da Força</i>.</p>
</div>
<div>
<p>Somado a uma direção eficiente e um primoroso trabalho em seus departamentos técnicos e artísticos, <i>Star Wars </i>conta com um elenco espetacular de jovens atores que se junta a uma velha-guarda encabeçada por Mark Hamill (em breve participação nesse episódio já que o desaparecimento do seu personagem é o mote do filme), Carrie Fisher e Harrison Ford, mais uma vez impagável como Han Solo. A protagonista da nova trilogia é a radiante Daisy Ridley, que consegue fazer de Rey uma jovem marcada pelas dificuldades da sua realidade, mas que não perde a doçura e até mesmo a ingenuidade diante da descoberta de um novo universo. Fica evidente também na performance de Ridley a transformação sofrida pela personagem que, na medida em que a história chega ao seu fim, amadurece e assume seu lugar e sua responsabilidade nesse universo. Na pele do ex-stormtrooper Finn, John Boyega transborda carisma e humanidade sem tornar o seu personagem uma caricatura ambulante. Ao mesmo tempo em que, por diversos momentos, Finn seja utilizado como um alívio cômico do novo filme, Boyega não se esquece que seu personagem possui traumas tão profundos quanto os de Rey a partir do momento em que todas as suas decisões na história são tomadas por um medo de ser punido pela Primeira Ordem, cujo <i>modus operandi </i>ele conhece como nenhum outro. Existem outros personagens interessantes ao longo de <i>O Despertar da Força</i> que podem ser explorados em maior profundidade nos próximos filmes, mas que aqui já demonstram seu potencial através do tom certeiro dos seus atores, como o piloto de X-Wing Poe Dameron do ator Oscar Isaac, a Capitã Phasma de Gwendoline Christie, o General Hux de Domhnall Gleeson e até mesmo os personagens construídos por captura de movimentos dos atores Lupita Nyong&#8217;o e Andy Serkis, Maz Kanata e o Líder Supremo Snooke, respectivamente.</p>
</div>
<div>
<p>E a maior prova de que J.J. Abrams conseguiu conservar os já numerosos fãs da série e angariar um novo e jovem grupo de fanáticos por <i>Star Wars </i>está ao final das sessões de <i>O Despertar da Força </i>ou mesmo nas ruas. É perceptível a empolgação de pequenos de diversas faixas etárias quando os créditos finais do novo filme da franquia começam a aparecer. As crianças não param de falar da Rey, do Finn, do Kylo Ren, de Han Solo, do Chewbacca, do BB-8&#8230; Basta entrar também em qualquer loja de brinquedos e ver como meninos e meninas com menos de dez anos de idade estão loucos para ter o próprio sabre de luz, que, por sinal, andam esgotados. Enfim, J.J. Abrams conseguiu mesmo despertar a força de uma franquia que nem mesmo o seu criador foi capaz de respeitar nos monótonos <i>A Ameaça Fantasma</i>, <i>Ataque dos Clones </i>e <i>A Vingança dos Sith</i>. Amigos e <i>haters</i>, gostem ou não, <i>Star Wars </i>está de volta!</p>
</div>
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		<title>Crítica: Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jul 2014 23:12:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Serkis]]></category>
		<category><![CDATA[Gary Oldman]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Clarke]]></category>
		<category><![CDATA[Keri Russell]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Reeves]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta dos Macacos: O Confronto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É admirável a forma como esse prequel da franquia Planeta dos Macacos vem sendo conduzido. Em seu segundo capítulo, a série cinematográfica reúne elementos , além dos efeitos especiais de última linha, que deveriam ser essenciais aos blockbusters e que os transformam em verdadeiro entretenimento (sim, porque entretenimento, na raiz de sua definição, não deveria ser equivalente a um produto desleixado em seu tratamento como narrativa, como fazem uns e outros diretores por ai): ritmo, um roteiro inteligente e bem [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-planeta-dos-macacos-o-confronto/">Crítica: Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/maxresdefault.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1584 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/maxresdefault-620x348.jpg" alt="maxresdefault" width="620" height="348" /></a></p>
<p>É admirável a forma como esse <em>prequel </em>da franquia <em>Planeta dos Macacos </em>vem sendo conduzido. Em seu segundo capítulo, a série cinematográfica reúne elementos , além dos efeitos especiais de última linha, que deveriam ser essenciais aos <em>blockbusters </em>e que os transformam em verdadeiro entretenimento (sim, porque entretenimento, na raiz de sua definição, não deveria ser equivalente a um produto desleixado em seu tratamento como narrativa, como fazem uns e outros diretores por ai): ritmo, um roteiro inteligente e bem costurado e personagens defendidos com segurança e sensibilidade pelo seu elenco. <em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto</em>, como o seu capítulo anterior <em>Planeta dos Macacos &#8211; A Origem</em>, preenche todos esses requisitos com larga folga.</p>
<p><em>O Confronto </em>se passa quinze anos após os eventos do último longa e traz César e os outros símios bem longe dos humanos, vivendo em harmonia e comunidade no meio da floresta de São Francisco. Estranhando a ausência de contato com humanos durante anos, César e seu grupo nem suspeitam que parte da raça foi dizimada pela &#8220;gripe símia&#8221;, fruto dos experimentos realizados pelos cientistas com os macacos no filme anterior. No entanto, um grupo de sobreviventes da região tenta entrar em contato com outros humanos mas não consegue pois não tem energia elétrica que faça funcionar os aparelhos de comunicação. A única forma de saírem do isolamento é reativarem uma antiga usina localizada na proximidade da aldeia que César e seus companheiros construíram. Novamente, macacos e homens se reencontram e as divergências e proximidades entre as espécies surgem para moderar uma potencial guerra entre os dois grupos.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/Dawn-Of-The-Planet-Of-The-Apes-11.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1585 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/Dawn-Of-The-Planet-Of-The-Apes-11-620x333.jpg" alt="Dawn-Of-The-Planet-Of-The-Apes-11" width="620" height="333" /></a></p>
<p>O diretor Rupert Wyatt, que comandou <em>Planeta dos Macacos &#8211; A Origem</em>, cede espaço para Matt Reeves (de <em>Cloverfield &#8211; Monstro </em>e do remake <em>Deixe-me Entrar</em>). Em termos de identidade, a franquia não perde absolutamente nada. As características centrais da trama são mantidas. A atmosfera, no entanto, é completamente diferente, o que é bem coerente com o estágio da história. Em <em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto </em>há um tom de realismo na forma como os personagens encaram uns aos outros e um ligeiro pessimismo no futuro das relações entre seres de espécies diferentes e até mesmo entre seres da mesma espécie, o que faz o filme dialogar com muita veemência com o quadro geopolítico atual.</p>
<p>Novamente, <em>Planeta dos Macacos </em>é exemplar para os filmes da temporada pela forma como maneja tecnologia de última ponta e domínio narrativo. O desenvolvimento dos macacos pela equipe de efeitos visuais, aliado a captura de performances <em>in loco </em>valoriza o trabalho não só da equipe técnica mas também de atores como Andy Serkis (o César, que após anos sendo reconhecido por isso finalmente consegue ser o primeiro nome na lista do elenco nos créditos do filme), Judy Greer (Cornélia), Toby Kebbell (Koba) e Nick Thurtson (Olhos Azuis), todos, inclusive, têm mais destaque que o elenco humano formado por ótimos atores como Jason Clarke, Keri Russell, Gary Oldman e Kodi Smit-McPhee. Além disso, Matt Reeves mantém a trama em ascendência e instiga o interesse do espectador pelos personagens e por seus destinos do início ao fim, dando conta de sequências muito bem executadas (a cena da caçada dos símios na abertura é exemplar). Tudo isso sem querer parecer &#8220;intelectualoide&#8221; com reflexões impertinentes e extensas demais ou oco ao se tornar refém das suas cenas de ação, como muitos de seus colegas que se aventuram nessa temporada de férias do cinema norte-americano fazem. Pelo contrário, tudo é muito bem dosado, equilibrado em <em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto</em>.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/dawn-of-the-planet-of-the-apes-pics-6.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1586 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/07/dawn-of-the-planet-of-the-apes-pics-6-620x325.jpg" alt="XXX DAWN-PLANET-APES-MOV-JY-3806-.JPG A ENT" width="620" height="325" /></a></p>
<p>Ao ter completo domínio e <em>timing </em>do quanto deve fornecer de espetáculo visual e do quanto deve fazer o espectador refletir sobre a sua própria condição enquanto ser social e espécie humana &#8211; sim, porque, em sua essência <em>Planeta dos Macacos </em>é uma alegoria disso &#8211; <em>, Planeta dos Macacos &#8211; O Conf</em>ronto é mais uma contribuição referencial para a indústria do entretenimento cinematográfico dos EUA atual, que em alguns momentos é tão carente de lampejos como esse. O filme nos lembra que, para divertir, uma obra não precisa ser vazia de histórias, sentimentos e discussões e de que para ser &#8220;arte&#8221; não precisa ser excessivamente técnico ou se despir de qualquer simplicidade. Basta encontrar a dose certa para cada elemento.</p>
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		<title>Hollywood em polvorosa: Conheça o elenco escalado por J.J.Abrams para o novo Star Wars</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 May 2014 00:23:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Serkis]]></category>
		<category><![CDATA[Harrison Ford]]></category>
		<category><![CDATA[J.J. Abrams]]></category>
		<category><![CDATA[Max Von Sydow]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar Isaac]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars: Episódio 7]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ryan Gosling, Saoirse Ronan, Zac Efron&#8230; Por meses e meses, a mídia norte-americana esteve atenta a cada ator ou atriz que tivesse seu nome vinculado a um dos mais aguardados projetos de Hollywood: o retorno da saga Star Wars aos cinema pelas mãos de J.J. Abrams (criador de Lost e diretor da recente saga Star Trek).  As especulações tiveram fim com a divulgação oficial da primeira foto com o elenco que de fato foi contratado para a nova trilogia Guerra nas Estrelas no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_706" aria-describedby="caption-attachment-706" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/star-wars-episode-7-cast-announce__span.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-706  " src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/star-wars-episode-7-cast-announce__span.jpg" alt="Star Wars 7" width="600" height="340" /></a><figcaption id="caption-attachment-706" class="wp-caption-text">J.J. Abrams tem sua primeira reunião com o elenco e a equipe de Star Wars 7: Lançamento está previsto para dezembro de 2015. Foto: Badass Digest</figcaption></figure>
<p style="text-align: left;">Ryan Gosling, Saoirse Ronan, Zac Efron&#8230; Por meses e meses, a mídia norte-americana esteve atenta a cada ator ou atriz que tivesse seu nome vinculado a um dos mais aguardados projetos de Hollywood: o retorno da saga <em>Star Wars</em> aos cinema pelas mãos de J.J. Abrams (criador de <em>Lost </em>e diretor da recente saga <em>Star Trek</em>).  As especulações tiveram fim com a divulgação oficial da primeira foto com o elenco que de fato foi contratado para a nova trilogia <em>Guerra nas Estrelas </em>no seu primeiro encontro.</p>
<p style="text-align: left;">A exceção dos veteranos da trilogia <em>Star Wars </em>da década de 1980, o restante dos atores não tiveram seus respectivos personagens divulgados. Como a notícia vazou ontem, achamos melhor trazer o perfil de cada um desses atores que certamente ouviremos falar pelos próximos anos.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Os veteranos</strong></p>
<figure id="attachment_707" aria-describedby="caption-attachment-707" style="width: 613px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Harrison-Ford-Carrie-Fisher-and-Mark-Hamill.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-707 " src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Harrison-Ford-Carrie-Fisher-and-Mark-Hamill-613x400.jpg" alt="Harrison-Ford-Carrie-Fisher-and-Mark-Hamill" width="613" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-707" class="wp-caption-text">De cima para baixo, da esquerda para a direita: Ford, Fisher e Hamill na década de 1980; seguidos de Peter Mayhew, Anthony Daniels e Kenny Baker com seus personagens na saga.</figcaption></figure>
<p style="text-align: left;">Na cronologia da saga, a nova trilogia <em>Star Wars </em>começará após os episódios ocorridos em <em>Star Wars: O Retorno de Jedi</em>, de 1983. Assim, Mark Hamill, Carrie Fisher e Harrison Ford retornarão aos seus icônicos papeis: Luke Skywalker, Princesa Leia e Han Solo. Também retornarão Anthony Daniels, Peter Mayhew e Kenny Baker, atores que deram vida ao androide C3PO, Chewbacca e o robô R2D2, respectivamente.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>As novas caras</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/oscar-isaac-1736583736.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-708" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/oscar-isaac-1736583736-620x348.jpg" alt="Oscar Isaac" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Oscar Isaac &#8211; </strong>Nome do momento em Hollywood desde que protagonizou <em>Inside Llewyn Davis &#8211; Balada de um Homem Comum, </em>dos irmãos Coen, que recebeu ótimas resenhas no último Festival de Cannes. A atuação de Isaac como um músico <em>folk </em>&#8220;fracassado&#8221; foi consagrada em algumas premiações, transformando-o em um ator com potencial para ser absorvido rapidamente pela indústria. Antes do filme dos Coen, Isaac já deu as caras em <em>Drive</em> (interpretava o marido problemático da personagem de Carey Mulligan), <em>Robin Hood </em>e <em>W.E. &#8211; O Romance do Século</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Max-von-Sydow.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-709" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Max-von-Sydow-620x348.jpg" alt="Max von Sydow" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Max Von Sydow &#8211; </strong>Nova cara na saga <em>Star Wars</em>, mas um velho conhecido dos cinéfilos. O eterno Padre Merrin de <em>O Exorcista </em>brilhou recentemente no ultimo longa do inglês Stephen Daldry, <em>Tão Forte e Tão Perto</em>, pelo qual recebeu uma indicação ao Oscarde melhor ator coadjuvante. O sueco é um dos nomes mais venerados no meio e promote fazer a diferença na nova trilogia com um papel a sua altura. Tem toda a pinta de ser um jedi veterano ou um grande vilão.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/AndySerkis.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-710" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/AndySerkis-599x400.jpg" alt="Andy Serkis" width="599" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Andy Serkis &#8211; </strong>O homem por trás de Gollum (<em>O Senhor dos Anéis</em>), Kong (<em>King Kong</em>) e César (<em>Planeta dos Macacos &#8211; A Origem</em>) adiciona mais uma grande saga no currículo. Parte da carreira de Serkis &#8211; seus mais conhecidos trabalhos &#8211; foi formada por captura de performances, procedimento no qual o ator  é substituído fisicamente por uma criatura digital. Pode-se dizer que graças a Serkis a &#8220;captura de movimentos&#8221; deixou de ser um procedimento meramente técnico e ganhou uma alma, pois sua performance foi fundamental para entender esses personagens como figuras complexas e expressivas. O que o publico ainda não sabe é se Serkis também será submetido ao mesmo procedimento em <em>Star Wars </em>ou se ele aparecerá em carne e osso.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/daisy-ridley-photo.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-713" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/daisy-ridley-photo-599x400.jpg" alt="Daisy Ridley" width="599" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Daisy Ridley &#8211; </strong>Possivelmente a grande aposta do grupo já que deve ter ficado com o papel da jovem protagonista feminina que Abrams tanto procurou em testes e mais testes com outras candidatas. Daisy participou de séries de pouca visibilidade em papéis pequenos, como <em>Casualty</em>, <em>Youngers </em>e <em>Silent Witness</em>. <em>Star Wars </em>é seu projeto mais significativo até o momento. Fiquemos de olho na moça para ver se ela fará jus ao título de musa nerd que as antecessoras da saga, Carrie Fisher e Natalie Portman, carregaram com tanto louvor ao longo das suas respectivas décadas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/domhnall-gleeson-6.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-711" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/domhnall-gleeson-6-600x400.jpg" alt="Domhall Gleeson" width="600" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Domhnall Gleeson &#8211; </strong>Jovem irlandês e  filho do Brendan Gleeson, Domhnall Gleeson fez sua grande aparição nas telonas nos últimos longas da série <em>Harry Potter</em>, <em>As Relíquias da Morte &#8211; Parte 1 </em>e <em>2,</em> como Bill Weasley. Gleeson esteve ainda em <em>Não me Abandone Jamais </em>e <em>Bravura Indômita</em>. Recentemente, protagonizou <em>Questão de Tempo</em>, romance inglês de Richard Curtis, ao lado de Rachel McAdams, e esteve na mais recente adaptação de <em>Anna Karenina, </em>do diretor Joe Wright.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/john-boyega.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-717" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/john-boyega-577x400.jpg" alt="John Boyega" width="577" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>John Boyega &#8211; </strong>O jovem ator britânico tem uma carreira recente cujo mais notório trabalho foi a comédia sci-fi <em>Ataque ao Prédio. </em>De lá para cá participou dos episódios de algumas séries como <em>Lei e Ordem</em> e esteve em alguns filmes de pouca expressão.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/adam-driver-gap-1-gq-8aug13-pr_b_11.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-712" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/adam-driver-gap-1-gq-8aug13-pr_b_11-620x376.jpg" alt="Adam Driver" width="620" height="376" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Adam Driver &#8211; </strong>Mais conhecido por sua participação na série <em>Girls </em>da HBO, na qual interpreta Adam Sackler, o ator norte-americano coleciona participações em filmes como <em>Inside Llewyn Davis &#8211; Balada de um Homem Comum</em>, <em>Frances Ha, </em><em>Lincoln </em>e <em>J. Edgar</em>. Ou seja, o rapaz tem a aprovação de figuras importantes na indústria como Steven Spielberg e Clint Eastwood. A participação em <em>Star Wars </em>promote ser a cereja do bolo na sua carreira.</p>
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