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	<title>Arquivos Amandla Stenberg - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Amandla Stenberg - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Morte Morte Morte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Oct 2022 13:40:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Amandla Stenberg]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No protagonismo de Morte Morte Morte está um grupo de jovens da geração Z. Economicamente privilegiados, eles seguem alguns traços comuns, como a falta de um projeto ou propósito de vida, a relação bitolada que estabelecem entre suas interações nas redes sociais e a forma como se expressam como sujeitos fora delas. É esse grupo que a diretora Halina Reijn escolhe para um slasher que mexe de forma interessante com uma das regras do subgênero tal qual Pânico (1996): a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No protagonismo de <strong><em>Morte Morte Morte</em></strong> está um grupo de jovens da geração Z. Economicamente privilegiados, eles seguem alguns traços comuns, como a falta de um projeto ou propósito de vida, a relação bitolada que estabelecem entre suas interações nas redes sociais e a forma como se expressam como sujeitos fora delas. É esse grupo que a diretora Halina Reijn escolhe para um slasher que mexe de forma interessante com uma das regras do subgênero tal qual Pânico (1996): a identidade do assassino. Aqui, no entanto, desde o princípio, há uma consciência de todos os integrantes do grupo de que o assassino que os persegue está entre eles. Ao mesmo tempo, o longa representa uma forma inteligente da realizadora repensar a forma como essa geração é retratada na tela, sobretudo entender que alguns dos seus traços podem repensar componentes dramáticos extremamente ricos para a trama de um slasher.</p>
<p>A matança em <strong><em>Morte Morte Morte</em> </strong>tem início quando o grupo protagonista inicia uma brincadeira no estilo &#8220;assassino e detetive&#8221;, que logo se torna realidade. Um dos jovens na casa é assassinado e o responsável pelos crimes só pode estar entre eles, ou seja, o que seria um final de semana de curtição numa casa luxuosa acaba se tornando um intrincado quebra-cabeças que põe personagens e público para pensar em sua resolução: descobrir qual deles tem sido responsável pela matança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15982" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/0048487.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Morte Morte Morte" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/0048487.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/0048487.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/0048487.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/10/0048487.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Halina Reijn sabe lidar com o teor absurdo do comportamento daqueles personagens sem perder de vista a escala de tensão crescente na medida em que poucos deles ficam vivos no terceiro ato. Quando o cerco se fecha e as possibilidades de identidade do assassino ficam restritas, <em><strong>Morte Morte Morte</strong></em> fica ainda mais interessante. Melhor ainda é a solução encontrada pelo roteiro escrito por Sarah DeLappe para sua história, um desfecho catártico para o público de uma maneira bem incomum. Há humor em <em>Morte Morte Morte</em>, uma comicidade que pende para a crítica social ao refletir como o principal algoz dessa geração de sobreviventes de um slasher não é nenhum assassino mascarado, mas tudo aquilo que forja a personalidade daquele coletivo de pessoas.</p>
<p>Halina Reijn conta com um grupo de atores interessantes como Rachel Sennott (de Shiva Baby), intérprete da podcaster Alice; Maria Bakalova, a revelação indicada ao Oscar de Fita de Cinema Seguinte de Borat; e Lee Pace, como o &#8220;tiozão&#8221; atlético do grupo. É verdade que o longa derrapa em alguns momentos da sua condução sobretudo no início e no &#8220;miolo&#8221; da história, perdendo por vezes um certo ritmo, mas o terceiro ato e a engenhosidade como algumas ideias do filme se apresentam, dialogando a questão geracional com as regras narrativas dos slashers, compensam alguns dos seus deslizes.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Halina Reijn</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Amandla Stenberg, Maria Bakalova, Rachel Sennott</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Dpx-VDeTlZU" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Mentes Sombrias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Aug 2018 15:20:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Amandla Stenberg]]></category>
		<category><![CDATA[Gwendoline Christie]]></category>
		<category><![CDATA[Mandy Moore]]></category>
		<category><![CDATA[Mentes Sombrias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Anos atrás, o número de produções hollywoodianas baseadas em séries literárias distópicas voltadas para adolescentes era gigantesco, um fenômeno catapultado pelo sucesso de Jogos Vorazes de 2012. Em alguns casos, as próprias editoras encomendavam essas histórias mirando os estúdios de cinema e as eventuais parcerias lucrativas que as adaptações poderiam angariar. Como sempre acontece, o fenômeno logo encontrou sinal de fadiga com exemplares cada vez menos inventivos e que não apresentavam nenhuma distinção, com tramas girando em torno de um grupo de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Anos atrás, o número de produções hollywoodianas baseadas em séries literárias distópicas voltadas para adolescentes era gigantesco, um fenômeno catapultado pelo sucesso de <i>Jogos Vorazes </i>de 2012. Em alguns casos, as próprias editoras encomendavam essas histórias mirando os estúdios de cinema e as eventuais parcerias lucrativas que as adaptações poderiam angariar. Como sempre acontece, o fenômeno logo encontrou sinal de fadiga com exemplares cada vez menos inventivos e que não apresentavam nenhuma distinção, com tramas girando em torno de um grupo de jovens, eventualmente com habilidades especiais que lideravam um motim contra um governo autoritário.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"> Adaptado do livro de Alexandra Bracken, <i><b>Mentes Sombrias</b> </i>tenta pegar carona no último resquício de interesse que o filão ainda pode gerar no espectador contemporâneo. Pouco se importando com o destino interrompido de projetos fracassados como <i>Divergente </i>e <i>A 5ª Onda</i>, <i>Mentes Sombrias </i>mira uma franquia sobre adolescentes com poderes especiais capturados por um governo que teme o estrago que eles e seus dons podem fazer no mundo. Divididos em castas reconhecíveis por cores que, hierarquicamente, representam seus dons, o grupo será liderado pela garota Ruby, detentora de um poder singular.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="size-full wp-image-9235 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/08/amandla-stenberg-harris-dickinson-THE-DARKEST-MINDS.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Dirigido por Jennifer Yuh Nelson, vinda da animação com trabalhos notáveis como a franquia <i>Kung Fu Panda </i>e a série animada <i>Spawn</i> , <i>Mentes Sombrias </i>é a estreia em <i>live action </i>da realizadora, um <i>debut </i>extremamente decepcionante. Com um orçamento estimado em US$ 34 milhões, <i>Mentes Sombrias </i>é visualmente pouco inspirado, não nos fazendo notar 1/10 da inspiração visual que é típica da diretora em suas incursões na franquia animada da DreamWorks.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A trama parece uma colagem de elementos já vistos em outros filmes do filão, não deixando muito claro o que exatamente pretende com sua proposta de futuro distópico. Elementos como os jovens super dotados, o governo autoritário e a segregação da população parecem aleatórios na história, quando, normalmente, nesse tipo de material, estão presentes na trama para apontar discussões sobre temas de cunho social como o preconceito, a ganância e a corrupção em altas esferas do poder. Em <i>Mentes Perigosas</i> toda sorte de expediente narrativo parece estar presente na trama sem compromisso algum, fazendo o filme parecer uma versão de baixo orçamento dos <i>X-Men</i>, porém carente de uma urgência que os quadrinhos da Marvel sempre miraram ao abordar de maneira contundente o preconceito e suas consequências sociais e psicológicas.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Parecendo o piloto de uma série do <i>SyFy </i>sem garantia de continuidade dado os números decepcionantes de sua bilheteria (no primeiro fim de semana o longa ficou em 8º lugar, despencando para a 13ª posição na semana seguinte), <i>Mentes Sombrias </i>parece o último suspiro de um nicho de produção que rendeu muito aos cofres dos estúdios de Hollywood, mas que precisa com urgência de novos ares, histórias que procurem alternativas e premissas mais criativas. Não dá para dizer que <i>Mentes Sombrias </i>representa o &#8220;fundo do poço&#8221; para as distopias adolescentes porque os executivos americanos sempre nos surpreendem com sua ganância e falta de imaginação, mas é um ponto extremamente baixo de um nicho que já teve momentos bem melhores.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/fir63ujRQxQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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