<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Allison Janney - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/allison-janney/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/allison-janney/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 24 Apr 2020 15:17:10 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Allison Janney - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/allison-janney/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Dica do Dia: Tropa Zero (Prime Video)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-tropa-zero-prime-video/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-tropa-zero-prime-video/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2020 15:16:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Catálogo]]></category>
		<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Allison Janney]]></category>
		<category><![CDATA[Ashley Brooks]]></category>
		<category><![CDATA[Bella Higginbotham]]></category>
		<category><![CDATA[Bert & Bertie]]></category>
		<category><![CDATA[Charlie Shotwell]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dica do Dia]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jim Gaffigan]]></category>
		<category><![CDATA[Johanna Colón]]></category>
		<category><![CDATA[Mckenna Grace]]></category>
		<category><![CDATA[Mike Epps]]></category>
		<category><![CDATA[Milan Ray]]></category>
		<category><![CDATA[Prime Video]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Troop Zero]]></category>
		<category><![CDATA[Tropa Zero]]></category>
		<category><![CDATA[Viola Davis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=12703</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em Tropa Zero, a premiada Viola Davis (As Viúvas) interpreta uma aspirante a advogada que acaba se tornando a &#8220;mãe&#8221; de um grupo de escoteiras outsiders nos EUA dos anos de 1970. A produção indie é dirigida pela dupla de diretoras auto-denominadas de Bert &#38; Bertie que conduzem um roteiro Lucy Alibar, a mesma de Indomável Sonhadora, filme de 2012 que concorreu ao Oscar. Não por acaso, Tropa Zero é um longa que trata eminentemente de temas relacionados à infância [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-tropa-zero-prime-video/">Dica do Dia: Tropa Zero (Prime Video)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em <strong><em>Tropa Zero</em></strong>, a premiada Viola Davis (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-viuvas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>As Viúvas</em></a>) interpreta uma aspirante a advogada que acaba se tornando a &#8220;mãe&#8221; de um grupo de escoteiras <em>outsiders</em> nos EUA dos anos de 1970. A produção <em>indie</em> é dirigida pela dupla de diretoras auto-denominadas de Bert &amp; Bertie que conduzem um roteiro Lucy Alibar, a mesma de <em>Indomável Sonhadora</em>, filme de 2012 que concorreu ao Oscar. Não por acaso, <strong><em>Tropa Zero</em></strong> é um longa que trata eminentemente de temas relacionados à infância como a auto-aceitação, o <em>bullying</em>, a importância da imaginação e a dificuldade de lidar com o luto.</p>
<p>A trama central de <em><strong>Tropa Zero</strong></em> envolve um grupo de crianças excluídas da sociedade por suas características pessoais que entram em uma competição de escoteiros e acabam aprendendo nessa jornada valores importantes como a empatia, além de fortalecer laços de amizade. O propósito inclusivo dessa produção é bem claro desde o primeiro instante e ele é executado com bastante simpatia na maior parte do tempo, ainda que precise de alguma força mais enérgica na sua direção, que surge mais como potência do que como energia canalizada de fato para a concretização de uma condução mais inventiva.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12705" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/troop-capa.jpg" alt="Tropa Zero" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/troop-capa.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/troop-capa-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/04/troop-capa-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A presença de atrizes do calibre de Viola Davis e Allison Janney (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>O Escândalo</em></a>) é interessante ao projeto, mas nada que faça grande diferença do ponto de vista da espectatorialidade. O ponto de interesse do filme é seu elenco infantil, mas mesmo ele é aproveitado com uma certa moderação pela dupla de diretoras.</p>
<p>Músicas de David Bowie como &#8220;Rebel, Rebel&#8221; e &#8220;Starman&#8221; surgem como emblemáticas na trajetória dos personagens de <strong><em>Tropa Zero</em></strong>. Acabam sintetizando e ajudando o filme, deixando claro para o espectador a leitura das suas cineastas sobre a jornada das suas personagens. É uma pena que as incursões mais enérgicas das realizadoras se reduzam por vezes a isso. O filme apresenta um potencial de investir mais em suas emoções, sobretudo o background da personagem de Davis e como ele se relaciona com a história dessas crianças, mas opta por uma inexplicável economia ou timidez criativa.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Bert &amp; Bertie<br />
<strong>Elenco:</strong> Viola Davis, Mckenna Grace, Allison Janney, Jim Gaffigan, Charlie Shotwell, Milan Ray, Johanna Colón, Bella Higginbotham, Mike Epps, Ashley Brooks</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/BkBnHQvPrdA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-tropa-zero-prime-video/">Dica do Dia: Tropa Zero (Prime Video)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-tropa-zero-prime-video/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: O Escândalo</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2020 02:37:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ahna O'Reilly]]></category>
		<category><![CDATA[Allison Janney]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Lawson]]></category>
		<category><![CDATA[Brigette Lundy-Paine]]></category>
		<category><![CDATA[Brooke Smith]]></category>
		<category><![CDATA[Bryan d'Arcy James]]></category>
		<category><![CDATA[Charlize Theron]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Connie Britton]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jay Roach]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Morrison]]></category>
		<category><![CDATA[John Lithgow]]></category>
		<category><![CDATA[Kate McKinnon]]></category>
		<category><![CDATA[Liv Hewson]]></category>
		<category><![CDATA[Malcolm McDowell]]></category>
		<category><![CDATA[Margot Robbie]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Duplass]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Moses]]></category>
		<category><![CDATA[Nazanin Boniadi]]></category>
		<category><![CDATA[Nicole Kidman]]></category>
		<category><![CDATA[O Escândalo]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2020]]></category>
		<category><![CDATA[Rob Delaney]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=12221</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os filmes refletem o que a sociedade passa no momento, com suas dores e alegrias. Com o crescimento, nos últimos anos, de movimentos que asseguram os direitos das mulheres, a temática está ficando cada vez mais em voga, inclusive no mundo cinematográfico. O Escândalo conta a história de um fato verídico acontecido nos Estados Unidos, quando uma âncora da Fox News denunciou um dos chefões por assédio sexual. O caso envolve ainda questões políticas, como a pré-eleição de Donald Trump. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/">Crítica: O Escândalo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os filmes refletem o que a sociedade passa no momento, com suas dores e alegrias. Com o crescimento, nos últimos anos, de movimentos que asseguram os direitos das mulheres, a temática está ficando cada vez mais em voga, inclusive no mundo cinematográfico. <strong><em>O Escândalo</em></strong> conta a história de um fato verídico acontecido nos Estados Unidos, quando uma âncora da <em>Fox News</em> denunciou um dos chefões por assédio sexual. O caso envolve ainda questões políticas, como a pré-eleição de Donald Trump.</p>
<p>Com um estilo de narrativa similar ao loga <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vice/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Vice</em></a>, porém melhor executado, <em><strong>O Escândalo</strong></em> primeiro nos apresenta as três principais personagens da trama: Megyn Kelly (Charlize Theron, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casal-improvavel/"><em>Casal Improvável</em></a>), Gretchen Carlson (Nicole Kidman, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-peso-do-passado/"><em>O Peso do Passado</em></a>) e Kayla Pospisil (Margot Robbie, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-era-uma-vez-em-hollywood/"><em>Era Uma Vez Em&#8230; Hollywood</em></a>). Embora o trio esteja em momentos diferentes de vida e da carreira, a similaridade é apontada constante. E isso vai muito além do fato de que são três loiras, altas, magras e bonitas. Elas são ambiciosas, almejam uma carreira de sucesso e destaque, e fazem vista grossa, em alguns momentos, para os absurdos que as cercam.</p>
<p>Gretchen é a que primeiro coloca em pauta o nome do chefe Roger Ailes (John Lithgow, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-cemiterio-maldito/"><em>Cemitério Maldito</em></a>) e seus abusos sexuais. E Kidman faz isso formidavelmente. Ela confere todas as nuances que a personagem convoca, sem soar exagerada ou pretensiosa. A âncora de televisão está cansada de viver nesse ambiente de abusos e, embora se preocupe com a carreira, chegou ao limite de suportar. O roteiro, no entanto, não é tão cuidadoso, deixando ela um pouco no lugar de &#8220;mulher esquecida que se revolta porque perdeu o prestígio&#8221;. Por sorte, existe muitas outras tensões na trama, que tiram o foco deste detalhe.</p>
<p>A medida que o filme evolui para de fato uma exposição dos assédios e abusos que as mulheres sofrem constantemente, tudo se torna mais asqueroso. A sutileza com que a mulher é subjugada diariamente e constantemente é jogada na cara do espectador, que, se minimamente racional, se incomoda. E esse é um grande ponto. O incômodo é necessário e justificado.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12224" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/4017103.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="O Escândalo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/4017103.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/4017103.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/01/4017103.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Margot está realmente destacada em sua atuação, que acredito que vale a indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Ela começa como a jovem empolgada com a oportunidade de reconhecimento na profissão e caminha para lugares pesados impostos por sua personagem. Somos apresentados a cenas que falam muito mais pelo olhar do que pelo discurso e ela é assertiva no tom utilizado.</p>
<p>Charlize também é um espetáculo a parte, desfilando elegância, dualidade e pulso firme durante toda a trama de<em><strong> O Escândalo</strong></em>. A sua personagem é complicada, pois ocupa um cargo de importância, mas ao mesmo tempo ela faz questão de afirmar que não é feminista e tem comportamentos que não são exatamente da sororidade. No entanto, cena após cena ela reafirma a boa escolha de elenco. Elenco esse que é composto ainda por grandes nomes como Allison Janney (<em>Eu, Tonya</em>), Kate McKinnon (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-yesterday/"><em>Yesterday</em></a>) e Jennifer Morrison (série <em>Once Upon a Time</em>), que teve uma breve, mas importante participação.</p>
<p>O diretor Jay Roach (<em>Trumbo: Lista Negra</em>) fez boas e más escolhas ao longo do filme. Uma péssima decisão foi o uso excessivo de câmera em primeiro plano, mesmo quando faria mais sentido expandir a visão do público. Além de cansar o artifício, pareceu um pouco narcisista da parte dele ao dar foco demais no elenco. Elenco esse que, sim, foi uma escolha acertadíssima.</p>
<p>No geral, <strong><em>O Escândalo</em></strong> é um bom filme, que dá alguns tropeços no meio do caminho. A vaidade exacerbada depõe contra, ainda mais em uma temática que requer tanto cuidado quanto essa. Falta ainda um pouco de coragem de enfrentar e expor os pontos políticos, como a presença do então presidente Trump. Análises que certamente trariam mais riqueza para o enredo e desenvolvimento da trama.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Jay Roach<br />
<strong>Elenco:</strong> Charlize Theron, Nicole Kidman, Margot Robbie, John Lithgow, Allison Janney, Kate McKinnon, Liv Hewson, Brigette Lundy-Paine, Malcolm McDowell, Connie Britton, Rob Delaney, Mark Duplass, Mark Moses, Nazanin Boniadi, Ben Lawson, Brooke Smith, Jennifer Morrison, Ahna O&#8217;Reilly, Bryan d&#8217;Arcy James</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/NwJbVCwv15g" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/">Crítica: O Escândalo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-escandalo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Ma</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ma/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ma/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 May 2019 18:09:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Allison Janney]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Corey Fogelmanis]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dominic Burgess]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Juliette Lewis]]></category>
		<category><![CDATA[Luke Evans]]></category>
		<category><![CDATA[Ma]]></category>
		<category><![CDATA[McKaley Miller]]></category>
		<category><![CDATA[Missi Pyle]]></category>
		<category><![CDATA[Octavia Spencer]]></category>
		<category><![CDATA[Tate Taylor]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=10627</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quando nos acostumamos a ver um artista em determinado tipo de papel, é animador descobrir que ele está em um projeto completamente diferente do seu padrão. É o caso de Octavia Spencer (A Forma da Água) em Ma. Sempre fazendo papéis carinhosos e acolhedores, o típico perfil da boazinha em cena, Spencer lida agora com esse projeto de suspense que a faz sair da zona de conforto e mostrar todo seu potencial. Calma e solitária, um dia Sue Ann conhece [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ma/">Crítica: Ma</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando nos acostumamos a ver um artista em determinado tipo de papel, é animador descobrir que ele está em um projeto completamente diferente do seu padrão. É o caso de Octavia Spencer (<em>A Forma da Água</em>) em <strong><em>Ma</em></strong>. Sempre fazendo papéis carinhosos e acolhedores, o típico perfil da boazinha em cena, Spencer lida agora com esse projeto de suspense que a faz sair da zona de conforto e mostrar todo seu potencial.</p>
<p>Calma e solitária, um dia Sue Ann conhece um grupo de adolescentes que pede sua ajuda para comprar bebida e, de repente, ela vê a chance de fazer novos amigos. Conforme se aproxima dos jovens, Sue oferece à eles uma oportunidade irrecusável: fazer festas e curtir com os amigos na casa dela, um lugar seguro onde nada os impediria de fazerem o que eles quisessem, contanto que seguissem algumas regras. As coisas vão ficando tensas quando Ma (seu apelido agora) começa a ter uns comportamentos estranhos.</p>
<p>A premissa mais animadora do longa é o fato de ele se vender como uma tensão psicológica, que vai explorar as nuances da possível loucura da personagem principal. No entanto, o que vemos é um roteiro que se revela rápido demais, por ser tão óbvio. Não é preciso ser tão atento para sacar o destino da trama, com menos de 30 minutos de exibição.</p>
<p>Ainda assim, esperamos por uma reviravolta no roteiro que efetivamente não acontece. Sucessões de decisões esperadas vão acontecendo para criar tensão no espectador. E sim, verdade, essa tensão acontece de uma maneira muito correta. Assistimos ao desdobrar dos personagens, especialmente a personagem Ma, que vai mostrando nuances de sua personalidade e eventos que a levaram a ser desta forma.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10628" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3566724.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3566724.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3566724.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3566724.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>No entanto, os eventos acabam se tornando pequenos para a dimensão das crueldades que a mulher está disposta a fazer. Compilado a isso, temos elementos soltos e mal trabalhados, como a filha doente e a chefe abusiva. A chefe, interpretada por Alisson Janney (<em>Eu, Tonya</em>) &#8211; que, coitada, não tem nem dois minutos de cena &#8211; poderia funcionar como um gatilho para os traumas da protagonista, justificando a sua súbita necessidade de vingança. Mas acaba sendo ignorada e tornando-se uma morte fácil e sem propósito.</p>
<p>Outros elementos da trama &#8211; que não irei expor por conta de <em>spoiler</em> &#8211; levam o mesmo destino. O diretor Tate Taylor (<em>Histórias Cruzadas</em>) se mostra com pouca irreverência ao tratar de uma temática pesada como traumas por conta de <em>bullying</em>. Ao invés de ir afundo no projeto e esmiuçar toda a trama psicológica que o roteiro oferece, ele escolhe ficar na superficialidade de um novelão. Temos cenas caricatas demais para o que o longa se propõe.</p>
<p>O grande suspiro de prazer em <strong><em>Ma</em> </strong>é a atriz Octavia Spencer, que finalmente teve a sua chance de participar de um projeto diferente. A sua figura maternal, cuidadosa e amorosa dá o tom na protagonista, que consegue envolver todos com seus abraços gostosos. É bom ver essa dualidade na trama, do mal travestido de bem. É, definitivamente, o grande destaque da produção.</p>
<p><strong><em>Ma</em> </strong>não é um filme ruim, mas é um grande potencial perdido que fica na primeira camada e é tão óbvio quantos qualquer roteiro comum. Fico imaginando um projeto desses na mão do diretor Jordan Peele (<em>Corra!</em>) que certamente iria nos presentear com um verdadeiro <em>thriller</em> intenso e psicológico. Ficaremos só na vontade mesmo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Tate Taylor<br />
<strong>Elenco:</strong> Octavia Spencer, Juliette Lewis, McKaley Miller, Luke Evans, Corey Fogelmanis, Dominic Burgess, Tate Taylor, Missi Pyle, Allison Janney</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/GsJEgKmt2b8" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ma/">Crítica: Ma</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ma/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
