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	<title>Arquivos Alan Arkin - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Alan Arkin - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Dumbo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Apr 2019 03:22:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tim Burton fazendo um filme fofo? Sim, vivemos para ver isso acontecer. Chegou aos cinemas esta semana o longa Dumbo, o live-action da história de sucesso da Disney que narra a jornada do pequeno Dumbo, um elefantinho &#8220;diferente&#8221; e especial, que luta para se reunir novamente com sua mãe, que foi levada do circo quando tentava te proteger. No caminho, Dumbo faz muitos amigos que te ajudam nesta empreitada. Quando a ideia do live-action surgiu, alguns se questionaram justamente porque [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Tim Burton fazendo um filme fofo? Sim, vivemos para ver isso acontecer. Chegou aos cinemas esta semana o longa <em><strong>Dumbo</strong></em>, o <em>live-action</em> da história de sucesso da Disney que narra a jornada do pequeno Dumbo, um elefantinho &#8220;diferente&#8221; e especial, que luta para se reunir novamente com sua mãe, que foi levada do circo quando tentava te proteger. No caminho, Dumbo faz muitos amigos que te ajudam nesta empreitada.</p>
<p>Quando a ideia do <em>live-action</em> surgiu, alguns se questionaram justamente porque a animação original possui poucos personagens humanos, com foco muito maior nos animais que habitavam o circo. É o caso, por exemplo, de <em>O Rei Leão</em>, que é 100% composto por animais. Neste filme de Burton, no entanto, vemos muitos humanos compondo a história e circulando o pequeno Dumbo.</p>
<p>Diferente do que os fãs mais assíduos podem imaginar, a composição funciona muito bem. Quase não sentimos faltas dos personagens da animação, que foram substituídos por humanos. Eles não deixam de ser homenageados aqui e ali com algumas cenas. O espectador mais atento rapidamente percebe e se emociona.</p>
<p>Aliás, a emoção perpassa por todo o filme, do começo ao fim. Seja sorrindo com as brincadeiras do elefantinho, sofrendo com o afastamento de sua mãe ou com o início da amizade verdadeira com as crianças do circo. Todo o longa é pincelado por momentos fofos e envolventes, tal qual a mãe de Dumbo faz quando está presa numa jaula e começa a acariciar o filho. É assim que o espectador se sente em muitos momentos.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10350" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/5080988.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="dumbo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/5080988.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/5080988.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/5080988.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Os personagens humanos criados para o filme são atraentes e constroem bem a narrativa. Colin Farrell é o valente cavaleiro que volta da guerra e precisa acalentar os filhos que perderam a mãe. Já Danny DeVito está simplesmente sensacional como o dono do circo que é um pouco confuso, um pouco trambiqueiro e completamente coração mole. No papel do vilão, Michael Keaton, que não incorpora um grande papel, mas dosa bem a fofura da narrativa.</p>
<p>Burton apresenta uma direção completamente fora da curva do seu ponto comum. Sempre <em>dark</em> nas produções, com personagens mais depressivos e melancólicos, em <em><strong>Dumbo</strong> </em>o cineasta consegue dar cor em todos os momentos da história, mesmo ela sendo, por vezes, triste. Isso pode ser uma decepção para os fãs do diretor, mas definitivamente não o é para quem é fã da história original.</p>
<p><strong><em>Dumbo</em> </strong>oferece cuidado para os fãs, uma ação bem interessante, empolgação com a história e os personagens, além de uma construção de narrativa muito coerente e atrativa. Ele é encantador, fica no imaginário da pessoa pelo tom de fantasia e amor que envolve. Tudo que se podia esperar do longa.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Tim Burton<br />
<strong>Elenco:</strong> Colin Farrell, Danny DeVito, Eva Green, Michael Keaton, Alan Arkin, Nico Parker, Finley Hobbins</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/cJ9aX5k57yg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Despedida em Grande Estilo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Apr 2017 03:05:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Alan Arkin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O longa Despedida em Grande Estilo conta a história de três amigos idosos que perdem a pensão por conta de uma atitude repentina e desleal da empresa em que trabalharam e ficam desesperados para pagar as contas e não perder a casa para hipoteca. Um deles tem a brilhante ideia de roubar o banco que vai executar a hipoteca e, assim, recuperar o dinheiro que lhes é devido. O diretor Zach Braff conseguiu reunir um elenco de peso para protagonizar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O longa <em>Despedida em Grande Estilo</em> conta a história de três amigos idosos que perdem a pensão por conta de uma atitude repentina e desleal da empresa em que trabalharam e ficam desesperados para pagar as contas e não perder a casa para hipoteca. Um deles tem a brilhante ideia de roubar o banco que vai executar a hipoteca e, assim, recuperar o dinheiro que lhes é devido.</p>
<p>O diretor Zach Braff conseguiu reunir um elenco de peso para protagonizar a trama, que é bem simplória, mas funcional. Temos Morgan Freeman, Michael Caine, Alan Arkin, Ann-Margaret e até Christopher Lloyd. Não apenas o elenco é bom, como funciona harmonicamente na telona. Freeman não está ocupando aquele velho lugar de &#8220;ditador de lição de moral&#8221;, que lhe é tão comum. Lloyd está fazendo o que sabe fazer melhor: ser excêntrico, o que funciona muito bem. Caine e Arkin também acrescentam graça e força às dinâmicas em cena.</p>
<p>As cenas se desenrolam de forma gradativa e notadamente exagerada. É muito claro no roteiro que não há intensão de ser similar com a realidade, mas não há defeito nenhum nisso. A proposta é mostrar um outro lado, como um grupo de idosos conseguiu resolver os problemas e ainda agitar a tão pacata rotina deles. Naturalmente não é um enredo incrível e nem memorável, mas cumpre o objetivo de entreter, o que já é muito bom.</p>
<p>A comédia é leve e flui com muita naturalidade. A intenção de mostrar os dois lados dos personagens, trazendo ainda elementos de suas famílias, agrega positivamente à história como um todo. As narrativas criadas têm finalização, comédia, ação e tensão também. Tudo em uma medida homeopática e razoavelmente interessante.</p>
<p>Não se deve esperar o melhor filme de comédia do mundo em <em>Despedida em Grande Estilo</em>, mas certamente ele irá agradar o público. É engraçado, completo, tem excelentes atores e atuações e é bem finalizado. Como dizer que ele não funciona muito bem, não é verdade?</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
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