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	<title>Arquivos Al Madrigal - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Al Madrigal - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Morbius</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Mar 2022 19:21:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não se pode dizer que algo nos surpreendeu, quando os indícios estavam por toda parte. Para um filme que mesmo no trailer já revelava que seria uma grande salada de frutas sem sentido, de fato, não posso dizer que Morbius foi uma decepção, já que ele entregou justamente o que prometeu. Mas é que fica a sensação de que não tinha necessidade de ser tão ruim assim, sabe?! A Sony, em associação com a Marvel, surge mais uma vez para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Não se pode dizer que algo nos surpreendeu, quando os indícios estavam por toda parte. Para um filme que mesmo no trailer já revelava que seria uma grande salada de frutas sem sentido, de fato, não posso dizer que <em><strong>Morbius</strong> </em>foi uma decepção, já que ele entregou justamente o que prometeu. Mas é que fica a sensação de que não tinha necessidade de ser tão ruim assim, sabe?!</p>
<p>A Sony, em associação com a Marvel, surge mais uma vez para trazer novos elementos e personagens a uma trama que já anda bem complicada e exaurida. Michael Morbius (Jared Leto, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-casa-gucci/"><em>Casa Gucci</em></a>) é um jovem que sofre de uma doença sanguínea que o impossibilita de levar uma vida normal, vivendo em clínicas de recuperação. Ele cresce, então, com o foco de ser um grande médico e cientista, que vai descobrir a cura de sua doença e de seu grande amigo, Milo (Matt Smith, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-noite-passada-em-soho/"><em>Noite Passada em Soho</em></a>). Após um Nobel pela criação de um sangue artificial, ele acaba engrenando num projeto duvidoso que mistura DNA de humanos e morcegos, o que poderia levar à sua cura. O tiro sai pela culatra e ele acaba se tornando uma espécie de monstro vampiro.</p>
<p>O lançamento em tela deste novo vilão que vai contracenar com o Homem-Aranha deveria ser um grande momento, ainda mais contando com um ator que possui Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Ledo engano. Este é mais um projeto incompreensível de Jared Leto, que a cada dia que passa se torna mais um Nicolas Cage, que é ótimo artista mas toma decisões bem questionáveis na carreira. Gosto dos dois, mas tem coisas que realmente não tem como defender.</p>
<p>Existe um excesso absurdo de soluções fáceis que meio que duvidam da capacidade intelectual do espectador em compreender mais camadas do que são expostas. Clichês baratos e porcos que nos deixam incrédulos para um filme com tamanho orçamento e o espaço que ocupa por ser da Marvel. O roteiro ainda faz relações desnecessárias com outras tramas, como quando chama Milo de &#8220;alteza&#8221;, nos fazendo lembrar do papel que Matt Smith interpretou de Príncipe Phillipe na série <em>The Crown</em> ou como quando Martine corta o dedo e o sangue faz Morbius ficar agitado, tal qual Bella Swan em <em>A Saga Crepúsculo &#8211; Lua Nova</em>.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15380" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/morbius-foto-sony-pictures-conteudo-categoria-nerd-1172006842.jpg" alt="Morbius" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/morbius-foto-sony-pictures-conteudo-categoria-nerd-1172006842.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/morbius-foto-sony-pictures-conteudo-categoria-nerd-1172006842-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/morbius-foto-sony-pictures-conteudo-categoria-nerd-1172006842-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/03/morbius-foto-sony-pictures-conteudo-categoria-nerd-1172006842-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Essa soluções, unidas ao fato de que o roteiro em si perde o contexto (não que ele comece brilhantemente, mas tinha algum potencial ali), fazem com que as 1h45 de duração se tornem muito mais longas para o espectador, que cansa da história. Recentemente assistimos <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman/"><em>Batman</em> </a>com suas 3h que nos deixaram entretidos a todo minuto. <em><strong>Morbius</strong> </em>acaba se tornando uma afronta ao nosso tempo escasso e paciência finita.</p>
<p>A medida que a trama evolui, vemos outra decisão simplória de tentar colocar um pseudo vilão para ser antagonista de Morbius, ao invés de simplesmente mostrar o caminho dele até se tornar um assassino inveterado. Milo mudando o comportamento de repente, enquanto um romance aleatório surge em cena, somente para criar motivação para as decisões ruins que o protagonista toma. Diálogos pobres ainda preenchem todos esses momentos.</p>
<p>Mas será que nada salva? Podemos dizer que os efeitos visuais são de qualidade e melhores que <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-venom/"><em>Venom</em></a>, por exemplo. Mas não chegam a ser excelentes ou de chamar a atenção, afinal, para um filme deste estilo, eles não fizeram mais que a obrigação.</p>
<p><em><strong>Morbius</strong> </em>é um filme que prometeu pouco e não entregou nada, fazendo o espectador se questionar até onde vale a necessidade da Marvel de ficar inserindo todos os personagens que funcionam bem nos quadrinhos em tramas de cinema. Curiosa mesmo eu fiquei para entender como será a junção desta história com Homem-Aranha e Venom, porque a gente sempre acha que não dá pra ficar pior. Mas sempre dá.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Daniel Espinosa</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jared Leto , Matt Smith, Adria Arjona, Jared Harris, Al Madrigal, Tyrese Gibson</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/S55qvOKW5T0" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Dica do Dia: O Caminho de Volta (NOW)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2020 20:35:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ben Affleck (Liga da Justiça) sempre foi um ator com suas limitações dramáticas. Os momentos nos quais ele se saiu melhor nas telas foi quando deu vida a personagens cujas características aderiram de alguma maneira com essas limitações seja o jeitão sonso do protagonista de Garota Exemplar, a introspecção dos sujeitos que viveu nos filmes que dirigiu, Atração Perigosa e Argo, ou mesmo a amargura de Bruce Wayne em Batman vs. Superman: A Origem da Justiça. O caso se repete [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/dica-do-dia-o-caminho-de-volta-now/">Dica do Dia: O Caminho de Volta (NOW)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ben Affleck (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-liga-da-justica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Liga da Justiça</em></a>) sempre foi um ator com suas limitações dramáticas. Os momentos nos quais ele se saiu melhor nas telas foi quando deu vida a personagens cujas características aderiram de alguma maneira com essas limitações seja o jeitão sonso do protagonista de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-garota-exemplar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Garota Exemplar</em></a>, a introspecção dos sujeitos que viveu nos filmes que dirigiu, <em>Atração Perigosa</em> e <em>Argo</em>, ou mesmo a amargura de Bruce Wayne em <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-batman-vs-superman-a-origem-da-justica/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Batman vs. Superman: A Origem da Justiça</em></a>. O caso se repete no drama <em><strong>O Caminho de Volta</strong></em>, que chega no Brasil com exclusividade em plataformas de locação, entre elas o <em>Now</em>.</p>
<p>No longa, Affleck interpreta um sujeito que está tentando se recuperar de uma depressão recorrendo ao álcool e outras drogas. Ele retoma o trabalho como treinador de um time de basquete local vinculado a uma paróquia. Ao longo do processo, ele também tem que trazer êxito para a campanha da equipe em uma competição. É claro que toda essa jornada será acompanhada de algumas recaídas do personagem.</p>
<p><em><strong>O Caminho de Volta</strong> </em>aparenta ser um daqueles filmes de esporte que versam sobre a superação pessoal aliada ao sucesso de uma equipe desportiva. De certa forma ele é, mas não é por essas vias que o drama é formulaico, o título apresenta uma reiteração mesmo no tratamento da história do seu protagonista. O personagem vivido por Ben Affleck coleciona uma série de características já vistas em personagens similares de títulos parecidos, isso não merece ser apontado como uma falha do longa pois a agressividade, o isolamento social, o comportamento arredio e as recaídas fazem parte do próprio estado de saúde mental desse homem. Acontece que o arco dramático desse protagonista é semelhante a tantos outros tornando sua jornada um tanto quanto frívola para o espectador: ele tem uma esposa, um trauma envolvendo seu filho, se envolve com uma equipe desportiva etc. Enfim, tudo de praxe.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-12834" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/3190066.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="O Caminho de Volta" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/3190066.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/3190066.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/05/3190066.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O longa parece mais um projeto feito por encomenda pelo próprio Affleck, dialogando com um episódio recente da sua vida pessoal, a reabilitação do alcoolismo. É um daqueles casos em que um astro tenta levar para as telas parte da sua biografia como forma de trazer mais autenticidade e, consequentemente, reconhecimento para sua interpretação. Tom Cruise fez isso interpretando o filho egocêntrico tentando ajustar as contas com seu pai no leito de morte em <em>Magnólia</em>, por exemplo. Affleck, que nunca foi unanimidade entre críticos e cinéfilos, também o faz aqui, só que com um filme mais modesto.</p>
<p>Affleck de fato consegue a melhor interpretação da sua carreira, dando conta de todos os traços de instabilidade e tensão do seu personagem, mas isso não é o suficiente para tornar <em><strong>O Caminho de Volta</strong></em> interessante para o público. Certamente foi um ponto importante da vida e carreira do ator, expurgar certos fantasmas na sua arte, mas para o espectador tenho minhas dúvidas se há grandes recompensas. Há momentos de grande emoção e uma compreensão precisa do que é a depressão e o lugar dos vícios nessas circunstâncias, isso é um ponto positivo do título, mas como obra cinematográfica talvez fosse necessário um &#8220;algo a mais&#8221; que, infelizmente, o filme não apresenta.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Gavin O&#8217;Connor<br />
<strong>Elenco:</strong> Ben Affleck, Brandon Wilson, Al Madrigal, Janina Gavankar, Michaela Watkins, Will Ropp, Fernando Luis Vega, Charles Lott Jr.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/-VcC6gaMmhw" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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