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	<title>Arquivos A Cura - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos A Cura - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Aliados é o destaque nas estreias desta semana (15/02). Confira o que entra em cartaz!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2017 18:51:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[A Cura]]></category>
		<category><![CDATA[A Tartaruga Vermelha]]></category>
		<category><![CDATA[Aliados]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[John Wick - Um Novo Dia Para Matar]]></category>
		<category><![CDATA[Lion - Uma Jornada Para Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Vida de Abobrinha]]></category>
		<category><![CDATA[Um Homem Chamado Ove]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aliados é a história do oficial de inteligência Max Vatan (Pitt) que encontra a agente da Resistência Francesa Marianne Beausejour no Norte da África em 1942 para participarem juntos de uma missão perigosa na fronteira inimiga. De volta a Londres, a relação deles é ameaçada por circunstâncias extremas da Guerra. Confira a crítica clicando aqui! A Cura Direção: Gore Verbinski Elenco: Dane DeHaan, Jason Isaacs, Mia Goth Um jovem e ambicioso executivo é enviado para buscar o CEO de sua [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/aliados-e-o-destaque-nas-estreias-desta-semana-1502-confira-o-que-entra-em-cartaz/">Aliados é o destaque nas estreias desta semana (15/02). Confira o que entra em cartaz!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Aliados</em> </strong>é a história do oficial de inteligência Max Vatan (Pitt) que encontra a agente da Resistência Francesa Marianne Beausejour no Norte da África em 1942 para participarem juntos de uma missão perigosa na fronteira inimiga. De volta a Londres, a relação deles é ameaçada por circunstâncias extremas da Guerra. Confira a crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-aliados/" target="_blank"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/iQz2MleXtEw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7365" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/02/525127.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Cura</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Gore Verbinski<br />
<strong>Elenco:</strong> Dane DeHaan, Jason Isaacs, Mia Goth</p>
<p>Um jovem e ambicioso executivo é enviado para buscar o CEO de sua empresa em um &#8220;centro de bem-estar&#8221; idílico, mas misterioso, em um local remoto nos Alpes suíços. Ele logo suspeita que os tratamentos milagrosos do spa não são o que parecem. Quando ele começa a desvendar os segredos aterrorizantes do lugar, sua sanidade é testada e ele é diagnosticado com a mesma curiosa doença que mantém todos os convidados ali à espera da cura. Confira a crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-a-cura/" target="_blank"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/NsADsl8oMZc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7366" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/02/028287.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>John Wick &#8211; Um Novo Dia Para Matar</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Chad Stahelski<br />
<strong>Elenco:</strong> Keanu Reeves, Common, Laurence Fishburne</p>
<p>O lendário John Wick é forçado a deixar a aposentadoria em função de um criminoso que conspira para tomar o controle de um clã de assassinos internacionais. Por causa de um pacto de sangue, John Wick viaja para Roma com o objetivo de ajudar um velho amigo a derrubar a organização internacional secreta, perigosa e mortal de assassinos procurados em todo o mundo. Confira a crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-john-wick-um-novo-dia-para-matar/" target="_blank"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/REt99QNJ5Gs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7367" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/02/545323.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Lion &#8211; Uma Jornada Para Casa</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Garth Davis<br />
<strong>Elenco:</strong> Dev Patel, Rooney Mara, Nicole Kidman</p>
<p>Baseado no livro autobiográfico de Saroo Brierley, chamado A Long Way Home, o filme é estrelado por Dev Patel (Quem Quer ser um Milionário?), Nicole Kidman (Olhos da Justiça), David Wenham (300: Ascensão do Império) e Rooney Mara (Carol). O longa traz a jornada real de um menino indiano de 5 anos, que se perde nas ruas de Calcutá, a milhares de quilômetros de casa. Após sobreviver a diversos desafios, é adotado por um casal australiano. Vinte e cinco anos depois ele parte para uma nova jornada afim de encontrar sua família perdida.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vbXIJwKfZDo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7368" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/02/077819.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Tartaruga Vermelha</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Michael Dudok de Wit</p>
<p>Após sobreviver a um naufrágio, um homem se vê em uma ilha completamente deserta. Lá ele consegue se manter, através da pesca, e tenta construir uma jangada que lhe permita deixar o local. Só que, sempre que ele parte com a embarcação, ela é destruída por um ser misterioso. Logo ele descobre que a causa é uma imensa tartaruga vermelha, com quem manterá uma relação inusitada. Com informações do Adoro Cinema.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/gylyhyqeSWQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7369" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/02/431772.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Um Homem Chamado Ove</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Hannes Holm<br />
<strong>Elenco:</strong> Rolf Lassgård, Bahar Pars, Ida Engvoll</p>
<p>Ove é um senhor mal-humorado de 59 anos que leva uma vida totalmente amargurada. Aposentado, ele se divide entre sua rotina monótona e as visitas que faz ao túmulo de sua falecida esposa. Mas, quando ele finalmente se entregou às tendências suicidas e desistiu de viver, novos vizinhos se mudam para a casa da frente, e uma amizade inesperada irá surgir.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/HTkiDY2yLIE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7370" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/02/276782.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Minha Vida de Abobrinha</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Claude Barras<br />
<strong>Elenco:</strong> Gaspard Schlatter, Sixtine Murat, Paulin Jaccoud</p>
<p>Abobrinha é um apelido intrigante para um menino de 9 anos de idade, e sua história única, apesar de única, é surpreendentemente universal. Após a morte repentina de sua mãe, Abobrinha torna-se amigo do policial Raimundo, que acompanha o garoto até seu lar adotivo repleto de outros órfãos de sua idade. A princípio, Abobrinha luta para encontrar seu lugar nesse ambiente estranho e, por vezes, hostil. Assim, com a ajuda de Raimundo e novos amigos, Abobrinha aprende aos poucos a confiar, encontrar o amor verdadeiro e ao final uma nova família para si.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/sCbQf-enVXs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Cura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2017 21:38:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Cura]]></category>
		<category><![CDATA[Dane DeHaan]]></category>
		<category><![CDATA[Gore Verbinski]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dirigido por Gore Verbinski, realizador versátil de blockbusters como Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra, do terror O Chamado e da animação Rango, A Cura é um suspense psicológico feito em molduras que parecem já ter sido descartadas pelos grandes estúdios de uns anos para cá. A produção não economiza um tostão do seu orçamento para produzir um filme arrojado visualmente, primando por um trabalho irretocável da equipe de direção de arte coordenada por Eve Stewart (O Discurso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">Dirigido por Gore Verbinski, realizador versátil de </span><i data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">blockbusters </i><span data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">como </span><i data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra</i><span data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">, do terror </span><i data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">O Chamado </i><span data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">e da animação </span><i data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">Rango</i><span data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">, </span><i data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">A Cura </i><span data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">é um suspense psicológico feito em molduras que parecem já ter sido descartadas pelos grandes estúdios de uns anos para cá. A produção não economiza um tostão do seu orçamento para produzir um filme arrojado visualmente, primando por um trabalho irretocável da equipe de direção de arte coordenada por Eve Stewart (</span><i data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">O Discurso do Rei </i><span data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">e </span><i data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">Os Miseráveis</i><span data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">) em articulação com a fotografia criativa de Bojan Bazelli (que já havia trabalhado com o diretor em </span><i data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">O Cavaleiro Solitário</i><span data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">). É uma pena que a trama não acompanhe os esforços estéticos do filme e Verbinski se perca nesses atrativos visuais e sensoriais, esquecendo-se de que, no seu caso específico, cairia bem um roteiro mais polido e menos afeito a situações artificiais. </span></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>A Cura </i>um jovem executivo vivido pelo ator Dane DeHaan (de <i>O Espetacular Homem-Aranha 2 </i>e <i>Versos de um Crime</i>) é enviado pela sua empresa a um centro de reabilitação para convencer o CEO da companhia a retornar para suas funções. Quando chega ao local, o personagem é surpreendido pela resistência do homem e por uma série de acontecimentos estranhos que o fazem ficar cada vez mais encurralado e preso naquele lugar.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7353" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/02/A_Cura.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Quando menciono que <i>A Cura </i>parece uma obra deslocada em seu tempo, me refiro ao fato de que atualmente parece impossível que um estúdio invista tanto assim nesse tipo de material, um suspense psicológico de proporções macro estética e tecnicamente, afinal o gênero parece cada vez mais vinculado a produções de baixo orçamento e independentes. Plasticamente, tudo em <i>A Cura </i>recebe tratamento de primeira, cada cômodo e parede da casa de saúde que sedia grande parte das cenas do filme recebem um cuidado meticuloso em suas cores e formas, além disso Bazelli prima pela composição de planos que de fato desafiam o espectador tamanha a sua inventividade e polimento. O filme nos faz lembrar o apuro estético de longas do gênero como <i>O Iluminado, </i>de Stanley Kubrick, ou <i>Ilha do Medo</i>, de Martin Scorsese<i>,</i> com o último não apenas por seu visual ou pela composição dos seus planos, mas também pelos caminhos trilhados pelo seu protagonista.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Acontece que, em diversas ocasiões, ao ostentar o seu apuro imagético, mesmo que capte a atenção do espectador, <i>A Cura </i>parece ser um longa governado pelo artificialismo das suas sequências. A trama do filme não têm fôlego para acompanhar o visual da obra, fazendo com que, muitas vezes, Verbinski construa uma atmosfera de tensão que não existe de fato e que não vai movimentar a história em nenhuma das suas frentes. Tudo parece pretexto para o realizador exercitar o seu prazer de mostrar as proezas plásticas da sua obra. O longa acaba ficando à serviço das suas excentricidades visuais, oferecendo muito menos do que deveria oferecer.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>A Cura</i> ainda poderia render uma reflexão interessante a respeito de um dos maiores males do século, a depressão e as sequelas de se conviver com as demandas sobre-humanas da cidade grande. No lugar disso, sufoca todas as potenciais temáticas privilegiando um desfecho burocrático e nada corajoso. Entre as associações evidentes com a eugenia praticada por médicos nazistas na primeira metade do século passado e os arroubos visuais da equipe de Verbinski, <i>A Cura </i>revela-se como uma obra morna, decepcionando por potencialmente representar um fiapo de esperança de que filmes com propostas como a sua possam ser mais frequentes entre as prioridades dos grandes estúdios. Cada obra como esta que fracassa artística ou financeiramente representa um recuo considerável na indústria fazendo com que similares tenham mais dificuldade de sair do papel. Uma pena.</p>
</div>
<p><strong>Assista ao trailer do filme: </strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/NsADsl8oMZc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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