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	<title>Arquivos A Culpa É Das Estrelas - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos A Culpa É Das Estrelas - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Cidades de Papel consegue ser ainda melhor que o livro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2015 14:22:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[A Culpa É Das Estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[Cara Delevingne]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades de Papel]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Estreia]]></category>
		<category><![CDATA[John Green]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O longa Cidades de Papel é o segundo inspirado em um livro homônimo do autor John Green. Ele ficou famoso, inicialmente, com A Culpa É Das Estrelas, que ganhou as telonas no ano passado, conquistando fãs pelo mundo interior. Menos dramático, esse filme traz uma reflexão interessante sobre a importância de nossas ações para a construção de um futuro. Neste filme, o jovem Quentin Jacobsen é apaixonada desde sempre por sua vizinha, Margo Roth Spiegelman. Depois de muitos anos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3107" aria-describedby="caption-attachment-3107" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/cidades-3.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-3107" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/cidades-3.jpg" alt="Cara Delevingne e Nat Wolff fazem os protagonistas" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-3107" class="wp-caption-text">Cara Delevingne e Nat Wolff fazem os protagonistas</figcaption></figure>
<p>O longa <em>Cidades de Papel</em> é o segundo inspirado em um livro homônimo do autor John Green. Ele ficou famoso, inicialmente, com <em>A Culpa É Das Estrelas</em>, que ganhou as telonas no ano passado, conquistando fãs pelo mundo interior. Menos dramático, esse filme traz uma reflexão interessante sobre a importância de nossas ações para a construção de um futuro.</p>
<p>Neste filme, o jovem Quentin Jacobsen é apaixonada desde sempre por sua vizinha, Margo Roth Spiegelman. Depois de muitos anos de paixão platônica, ela entra de repente em seu quarto pedindo ajuda para colocar em prática um plano engenhoso para se vingar do namorado, que a trai. Depois da noite incrível que eles passam, Margo desaparece sem deixar rastros, iniciando um grande mistério.</p>
<p>É importante começar ressaltando que não se trata de um filme clichê. Pelo menos é o que as críticas vêm afirmando. Nosso colega Wanderley Teixeira, que já conferiu o longa, fez questão de dizer que ele agrada gregos e troianos, até mesmo aqueles que não gostaram do primeiro título do autor. Aliás, é plausível se esperar que John Green se torne uma espécie de Nicholas Sparks dos adolescentes. Em menos de 10 anos e com apenas 37 de vida, ele já publicou seis livros, garantindo a adaptação cinematográfica de quatro deles. O próximo que deve chegar aos cinemas é <em>Quem é Você, Alaska?</em>, que deve começar a ser filmado no ano que vem.</p>
<p>O legal, no entanto, é que ele sabe falar a língua dos adolescentes. Suas narrativas são suaves, honestas, corretas, encantadoras e conseguem envolver o jovem, sem precisar apresentar um universo inimaginável ou cenas exaustivas de sexo e paixões avassaladores. Ele fala do cotidiano da juventude, das relações possíveis.</p>
<p>Se <em>A Culpa é das Estrelas</em> trouxe um alvoroço por ter Shailene Woodley como protagonista, que já vinha fazendo sucesso com <em>Divergente</em>, <em>Cidades de Papel</em> não é diferente. No papel principal, Cara Delevingne, modelo de sucesso que teve sua estreia no cinema em 2012, com <em>Anna Karenina</em>. Já o rapaz, Nat Wolff, fazia o amigo do ator principal de <em>A Culpa é das Estrelas</em>. Tudo em casa, no final das contas.</p>
<p>As críticas estão muito favoráveis. Primeiro afirmam que a fidelidade ao livro é muito bem trabalhada, tornando-se tão bom quanto ele. O próprio autor disse, em entrevista, que as mudanças de enredo que ocorreram na adaptação apenas torna o filme ainda melhor que o livro.</p>
<p><em>Cidades de Papel</em> mostra que é possível fazer um filme adolescente que, ainda assim, encanta os adultos e traz lições de vida importantes, sem ser apelativo. É uma experiência válida, que promete satisfazer completamente os espectadores que forem conferir no cinema.</p>
<p><strong>Confira o trailer legendado!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/jt8MLORgkL0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Balanço: Temporada Blockbuster 2014</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2014 23:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[A Culpa É Das Estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[Angelina Jolie]]></category>
		<category><![CDATA[Cameron Diaz]]></category>
		<category><![CDATA[Capitão América 2 - O Soldado Invernal]]></category>
		<category><![CDATA[Guardiões da Galáxia]]></category>
		<category><![CDATA[Lucy]]></category>
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		<category><![CDATA[Planeta dos Macacos: O Confronto]]></category>
		<category><![CDATA[Scarlett Johansson]]></category>
		<category><![CDATA[Sex Tape - Perdido na Nuvem]]></category>
		<category><![CDATA[Shailene Woodley]]></category>
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		<category><![CDATA[Transformers: A Era da Extinção]]></category>
		<category><![CDATA[Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola]]></category>
		<category><![CDATA[X-Men - Dias de um Futuro Esquecido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agora que já estamos no segundo semestre de 2014 (o tempo passa rápido&#8230;), chegou a hora de começarmos a fazer os primeiros balanços do ano. Claro que o principal deles é o da temporada de verão norte-americana, conhecida por trazer em seu calendário as principais super-produções da indústria cinematográfica. Esse ano o rendimento foi bem menor que o potencialmente esperado, no entanto, o que predominou foi a qualidade dos principais títulos dos estúdios. Os melhores filmes Para quem estava cansado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Agora que já estamos no segundo semestre de 2014 (o tempo passa rápido&#8230;), chegou a hora de começarmos a fazer os primeiros balanços do ano. Claro que o principal deles é o da temporada de verão norte-americana, conhecida por trazer em seu calendário as principais super-produções da indústria cinematográfica. Esse ano o rendimento foi bem menor que o potencialmente esperado, no entanto, o que predominou foi a qualidade dos principais títulos dos estúdios.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/MV5BMzA2NDkwODAwM15BMl5BanBnXkFtZTgwODk5MTgzMTE@._V1_SX640_SY720_.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1664 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/MV5BMzA2NDkwODAwM15BMl5BanBnXkFtZTgwODk5MTgzMTE@._V1_SX640_SY720_-620x205.jpg" alt="MV5BMzA2NDkwODAwM15BMl5BanBnXkFtZTgwODk5MTgzMTE@._V1_SX640_SY720_" width="620" height="205" /></a></p>
<p><strong>Os melhores filmes<br />
</strong></p>
<p>Para quem estava cansado do marasmo  da Marvel e começava a perceber que, em função do projeto <em>Os Vingadores</em>, o estúdio uniformizava seus títulos foi surpreendido com dois dos melhores filmes do catálogo da empresa e , consequentemente, da temporada: <em>Capitão América 2 &#8211; O Soldado Invernal </em>e <em>Guardiões da Galáxia</em>. Ambos também figuram entre as produções mais rentáveis das férias. Até o momento, <em>Capitão América 2 </em>é a maior bilheteria de 2014, com mais de US$ 259 milhões no bolso (ainda que sua equação com o orçamento de US$ 170 milhões não compense o resultado), e <em>Guardiões da Galáxia </em>foi a melhor estreia do mês de agosto de todos os tempos, cravando mais de US$ 92 milhões somente no seu <em>debut.</em></p>
<p><strong><em>Capitão América 2 </em></strong>superou as expectativas para um filme da Marvel ao trazer um autêntico <em>thriller </em>com altas doses de conspiração política que, pela primeira vez, de fato, vira o universo de <em>Os Vingadores </em>de cabeça para baixo. A continuação nos faz ter esperança de que, dessa vez, exista uma justificativa plausível para a união dos <em>Vingadores </em>e que eles enfrentem um perigo realmente ameaçador. Dirigido por uma dupla improvável, Anthony e Joe Russo (ambos de comédias descartáveis como <em>Dois é bom, Três é demais</em>), <em>Capitão América </em><em>2 </em>apresenta tomadas irretocáveis tecnicamente e consegue dosar a gravidade necessária ao universo de Steve Rogers com a falta de compromisso inerente às tramas da Marvel. Enfim, um grande acerto. <strong><em>Guardiões da Galáxia</em></strong>, por sua vez, é o grande achado do estúdio nos últimos anos. Irreverente, levemente anárquico e muito divertido, o filme de James Gunn coloca o catálogo do estúdio em um outro nível. Beneficiado por ser um dos materiais menos conhecidos da Marvel, <em>Guardiões da Galáxia </em>encontrou uma assinatura própria nas mãos do seu diretor e do seu protagonista, Chris Pratt, definitivo como Peter Quill, ou melhor, Star Lord.</p>
<p>Apesar de não fazer parte do catálogo da Marvel Studios (por relações contratuais prévias com a Fox, a franquia não é controlada por Stan Lee e cia.), a trajetória de<strong> <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em></strong>pode ser adicionada a ótima campanha da marca de HQs nessa temporada cinematográfica. A Fox trouxe de volta Bryan Singer, que desde que deixou a direção dos filmes da saga em <em>X-Men 2</em> não fez nada que valha a pena destacar, e fez um dos melhores filmes da série cinematográfica, resgatando determinados elementos descartados em <em>X-Men &#8211; O Confronto Final</em>, mas mantendo o respeito com o caminho percorrido pelos mutantes no cinema até aqui, ao unir a jovem e a velha guarda do grupo de heróis. <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em>nos faz querer que Singer fique por muitos anos no comando da saga pois ele é um dos realizadores que mais entendem o caráter singular dessa HQ da Marvel. Nas bilheterias norte-americanas, o longa de Singer teve dificuldades para ultrapassar o seu orçamento, mas teve a compensação no mercado internacional, o que garante com folga a longevidade da franquia. Com a crítica, não há o que se discutir, foi um dos projetos <em>X-Men </em>mais bem resenhados.</p>
<p>Completa a lista, <strong><em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto </em></strong>que segue o caminho do filme anterior, lançado em 2011. Também produzido pela Fox, <em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto </em>recebeu uma injeção de ânimo no orçamento e alcança um nível de perfeição técnica superior ao primeiro longa, ainda que peque em seu 3D. Como narrativa, <em>O Confronto </em>eleva <em>Planeta dos Macacos </em>ao patamar de uma das sagas com a melhor execução do seu conceito e da sua condução. Nada no filme é gratuito, desde a evolução dos seus personagens até as interessantes sequências de ação que preenchem o longa pontualmente. Com US$ 190 milhões arrecadados no mercado norte-americano, <em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto</em> ainda promete ser um dos títulos mais lucrativos do estúdio nessa temporada.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/cameron-diaz-600x450.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1665 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/cameron-diaz-600x450-620x250.jpg" alt="cameron-diaz-600x450" width="620" height="250" /></a></p>
<p><strong> Os piores filmes</strong></p>
<p>Como nem tudo são flores, o verão hollywoodiano também nos proporcionou algumas das maiores bombas do ano, seríssimos candidatos ao Framboesa de Ouro, deixando claro que mencionaremos apenas os títulos assistidos. Assim, já antevendo os clamores, <em>Juntos e</em> <em>Misturados</em>, por exemplo, não faz parte da lista encabeçada, é claro, por <strong><em>Transformers &#8211; A Era da Extinção</em></strong>, mais recente capítulo da franquia que é &#8220;prazer culposo&#8221; de 9 em cada 10 críticos de cinema. Digo &#8220;prazer culposo&#8221; porque não deixa de ser uma experiência proveitosa assistir os filmes de Michael Bay para aprender na prática o que não se deve fazer no cinema. <em>A Era da Extinção </em>segue os mesmos cacoetes da trilogia anterior protagonizada por Shia LaBeouf: o filme é desnecessariamente extenso, não tem a mínima sutileza e apresenta um roteiro praticamente nulo. O longa é seguido da comédia <strong><em>Mulheres ao</em> <em>Ataque </em></strong>que utilizou um elenco feminino encabeçado por Cameron Diaz e Leslie Mann para contar uma história extremamente machista, calcada em estereótipos femininos mofados que, ainda bem, já vemos com menos frequência nas telas. Podemos adicionar à seleção <strong><em>Transcendence &#8211; A Revolução</em></strong>, uma das maiores decepções do ano se levarmos em consideração as expectativas depositadas no longa por ser a primeira direção de Wally Pfister, diretor de fotografia dos filmes de Christopher Nolan. Pfister utilizou um elenco formado por Johnny Depp, Rebecca Hall, Morgan Freeman, Paul Bettany e Cillian Murphy para contar uma história com um conceito que se torna ainda mais frágil com o seu desfecho equivocado e confuso.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/shailene-woodley-hazel-grace-the-fault-in-our-stars.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1666 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/shailene-woodley-hazel-grace-the-fault-in-our-stars-620x244.jpg" alt="shailene-woodley-hazel-grace-the-fault-in-our-stars" width="620" height="244" /></a></p>
<p><strong>As mulheres de volta ao Box Office</strong></p>
<p>A temporada de férias 2014, por sua vez, foi celebrada pelo nicho feminino da indústria. Muitos títulos protagonizados por mulheres, alguns deles com mensagens de teor feminista, estão entre os títulos mais rentáveis do ano. Esse fato é enaltecido porque, tradicionalmente, o Box Office norte-americano é protagonizado por filmes de ação masculinos com apelo juvenil que colocam as mulheres sempre em segundo plano como objeto sexual já que o maior público pagante das bilheterias ainda é formado por adolescentes do sexo masculino.<strong> <em>Malévola</em></strong>, com <strong>Angelina Jolie</strong>, um dos títulos que integra essa fase de redefinição de arquétipos femininos da Disney, está no topo dessa lista, ocupando a quarta posição das maiores bilheterias do ano, perdendo apenas para seu extremo oposto <em>Transformers &#8211; A Era da Extinção</em><em> (3º), </em>a animação <em>Uma Aventura Lego </em>(2º) e <em>Capitão América 2 &#8211; O Soldado Invernal (1º)</em>. Essa nova safra bem-sucedida de <em>blockbusters </em>&#8220;femininos&#8221; também é protagonizada pela jovem <strong>Shailene Woodley</strong> que, de talento promissor em <em>Os Descendentes</em>, transformou-se em um dos maiores nomes da indústria atualmente com a repercussão de <strong><em>Divergente </em></strong>e <strong><em>A Culpa é das Estrelas</em></strong>, 11ª e 15ª posição no ranking geral das bilheterias. Completa o grupo <strong>Scarlett Johansson</strong>, que ocupou a primeira posição nas bilheterias da semana passada com o longa de Luc Besson <strong><em>Lucy</em></strong>.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Other-Woman-Style.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1667 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Other-Woman-Style-620x298.jpg" alt="Other-Woman-Style" width="620" height="298" /></a></p>
<p><strong>Oh, Cameron&#8230;</strong></p>
<p>Apesar da temporada ter sido feminina, uma das suas representantes não se saiu tão bem assim com dois títulos em cartaz: <strong>Cameron Diaz</strong>. Com <strong><em>Mulheres ao</em> <em>Ataque</em></strong>, a atriz conseguiu o repúdio da crítica, sobretudo a feminina, como já dissemos, e  <strong><em>Sex Tape &#8211; Perdido da Nuvem </em></strong>, que acaba de ser lançado nos EUA,  seguiu o mesmo caminho.  Ou seja, a atriz precisa se reinventar com urgência ou escolher um agente melhor!</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/ed1-960x539.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1669 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/ed1-960x539-620x250.jpg" alt="ed1-960x539" width="620" height="250" /></a></p>
<p><strong>Prejuízos financeiros</strong></p>
<p>Dois títulos renderam abaixo do esperado em 2014. A comédia <strong><em>Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola </em></strong>de Seth MacFarlane não acompanhou o ótimo desempenho do filme anterior do humorista, <em>Ted</em>, ainda que contasse com um elenco atraente o suficiente para tanto (Charlize Theron, Liam Neeson, Amanda Seyfried&#8230;). O filme arrecadou somente US$ 42 milhões nos EUA, sendo que seu orçamento é de  US$ 40 milhões cravados. Já <strong><em>No Limite do Amanhã </em></strong>teve a baixa repercussão esperada nos EUA em função das últimas performances de Tom Cruise nas bilheterias locais. O novo filme do ator arrecadou US$98 milhões, sendo que custou US$ 170 milhões para a Warner. No entanto, o filme teve uma ótima arrecadação internacional, o que acabou compensando no final das contas.</p>
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		<title>Crítica: A Culpa É Das Estrelas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2014 12:54:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Culpa É Das Estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[Ansel Elgort]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Shailene Woodley]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Na ausência de grandes séries amorosas com lindos finais felizes, A Culpa É Das Estrelas chegou com uma proposta um tanto diferente, trabalhando bem um clichê romântico. O livro foi sucesso de vendas e cativou aos poucos públicos de todas as idades. Em sua maioria mulheres, como a própria sala de cinema pode provar. Com o pepino de adaptar uma história linda porém triste, o diretor Josh Boone soube ter a mesma delicadeza e sinceridade que o autor do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1140" aria-describedby="caption-attachment-1140" style="width: 530px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/a-culpa-e-das-estrelas-novo-video49882.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1140 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/a-culpa-e-das-estrelas-novo-video49882.jpg" alt="a-culpa-e-das-estrelas-novo-video49882" width="530" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-1140" class="wp-caption-text">Casal principal mostra sintonia na telona</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na ausência de grandes séries amorosas com lindos finais felizes, <em>A Culpa É Das Estrelas</em> chegou com uma proposta um tanto diferente, trabalhando bem um clichê romântico. O livro foi sucesso de vendas e cativou aos poucos públicos de todas as idades. Em sua maioria mulheres, como a própria sala de cinema pode provar. Com o pepino de adaptar uma história linda porém triste, o diretor Josh Boone soube ter a mesma delicadeza e sinceridade que o autor do livro, John Green.</p>
<p>O longa foca em Hazel Grace Lancaster, uma jovem que está com câncer terminal e beira a depressão. Preocupada, sua mãe pede que ela frequente um grupo de apoio a jovens que possuem a doença, na tentativa de compartilhar um pouco de sua dor e perceber que ela não é a única que passa por aquilo. Em um destes encontros, Hazel conhece Augustus Water, um garoto que já está sem câncer há mais de um ano, mas decidiu ir ao grupo em apoio ao amigo, que está prestes a ficar cego por conta da enfermidade. Apesar das diferenças iniciais, a dupla vai se conhecendo e se atraindo cada vez mais, construindo uma linda amizade que culmina com a paixão.</p>
<p>O tema por si só já é comovente, mas a história fica ainda mais triste em se tratando de um jovem casal apaixonado, que poderia ter o futuro pela frente, mas esse futuro simplesmente não pode ser planejado, já que ele pode não existir. No entanto, mesmo com o conteúdo da narrativa bastante pesado, por assim dizer, o enredo é bastante leve e flui com imensa facilidade. Para quem leu o livro, essa é uma boa surpresa, uma vez que a obra original segue exatamente esta premissa: apesar de toda a situação de morte eminente, os protagonistas têm bom humor e brincam com a própria realidade.</p>
<figure id="attachment_1141" aria-describedby="caption-attachment-1141" style="width: 530px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/A-culpa-e-das-estrelas-ew-08fev2014-01.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1141" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/A-culpa-e-das-estrelas-ew-08fev2014-01.jpg" alt="Apesar do filme falar sobre câncer, os personagens trazem uma leveza nata" width="530" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-1141" class="wp-caption-text">Apesar do filme falar sobre câncer, os personagens trazem uma leveza nata</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>A escolha de casal é bem interessante. Shailene Woodley, que atuou também no recente <em>Divergente</em>, caiu muito bem no papel, mostrando toda a melancolia, sinceridade e ironia de Hazel. Até a magreza da personagem é focada, traduzindo toda sua situação física debilitada. Já o intérprete de Augustus, traz certa dualidade. Ele tem a perfeita característica do protagonista do livro, com sua autenticidade e comentários espertos. Um pequeno problema, talvez, seja que Ansel Elgort às vezes surge com uma face infantil demais, chegando a parecer mais jovem que a própria menina, que na história tem menos idade que ele. Mas toda a fofura do rapaz compensa essa questão, além da sintonia singular do casal.</p>
<p>Todos os demais artistas são uma agradável surpresa e se encaixam perfeitamente ao estereótipo de cada personagem do livro. Destaque especial para Nat Wolff, que interpreta o amigo do par romântico Isaac, aquele que perde a visão. A naturalidade do rapaz se destaca, mostrando que o desconhecido foi uma boa escolha para o papel. Engraçado mesmo é ver Willem Dafoe como o escritor louco, um papel bem diferente do que estamos acostumados a vê-lo, mas nem por isso ruim.</p>
<p>Toda a história segue com sutileza e isso é fundamental. Tratar de temas como câncer na adolescência é difícil, mas o autor do livro conseguiu mostrar que a vida segue, mesmo quando existe um limite definido por uma doença. Além disso, ele mostra que é possível tratar com humor a questão, mudando bastante daqueles cenários em que os pacientes simplesmente se entregam à doença. Na verdade, é justamente a questão da adolescência e sua alegria ponderando a doença devastadora.</p>
<figure id="attachment_1142" aria-describedby="caption-attachment-1142" style="width: 530px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/RTEmagicC_593aa23ed4.jpg.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1142" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/RTEmagicC_593aa23ed4.jpg.jpg" alt="Cenário em Amsterdã é super fiel ao livro no qual o filme foi inspirado" width="530" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-1142" class="wp-caption-text">Cenário em Amsterdã é super fiel ao livro no qual o filme foi inspirado</figcaption></figure>
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<p>O diretor foi muito fiel ao livro e isso só trouxe pontos positivos, afinal, é um bom livro. Até as roupas dos personagens seguiram as indicações da obra original, com a protagonista ligando muito pouco para moda e o rapaz com um estilo mais descolado. A trilha sonora também teve um olhar mais cuidadoso, incluindo até silêncios necessários para trazer um pouco da melancolia proposta. Seria perfeito, não fosse o funga funga no cinema, com todo mundo chorando. Aliás, é certeza de choro. Mas penso que todos imaginam isso, só de ler a sinopse. No entanto, super dá pra chorar em silêncio, né? Mas enfim&#8230;</p>
<p><em>A Culpa É Das Estrelas</em> mostra que é possível trabalhar clichês e ainda assim atrair a atenção do espectador. À parte o frenesi que o livro causou, a história é boa, comovente e linda. Não tem como não gostar, como não se encantar pela relação amorosa dos dois. É algo como perceber o quanto reclamamos das coisas pequenas na vida, enquanto tem gente que apenas quer a chance de amar e viver esse amor intensamente. O filme mostrou-se, acima de tudo, uma excelente adaptação, justificando as filas imensas e salas de cinema lotadas.</p>
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