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	<title>Arquivos Zoë Chao - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Zoë Chao - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Na Sua Casa ou Na Minha?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 00:35:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Reese Witherspoon (Big Little Lies) vem provando, projeto após projeto, que é possível caminhar por vários cenários, oferecendo uma qualidade absurda de trabalho e brincando entre premiações e projetos mais leves. Foi isso que aconteceu aqui em Na Minha Casa ou Na Sua?, comédia romântica super leve que ela protagoniza ao lado de Ashton Kutcher (The Ranch). Amigos de longas datas, um mora em Nova York, enquanto o outro continua vivendo em Los Angeles, onde se conheceram inicialmente. Ela é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Reese Witherspoon (<em>Big Little Lies</em>) vem provando, projeto após projeto, que é possível caminhar por vários cenários, oferecendo uma qualidade absurda de trabalho e brincando entre premiações e projetos mais leves. Foi isso que aconteceu aqui em <em><strong>Na Minha Casa ou Na Sua?</strong></em>, comédia romântica super leve que ela protagoniza ao lado de Ashton Kutcher (<em>The Ranch</em>).</p>
<p>Amigos de longas datas, um mora em Nova York, enquanto o outro continua vivendo em Los Angeles, onde se conheceram inicialmente. Ela é divorciada com um filho de 13 anos. Ele é um solteirão convicto, rico e meio indiferente com a vida</p>
<p>Sem grandes roteiros inovadores, o longa leva o tempo necessário para que a gente se envolva com cada personagem. E eles funcionam independente um do outro, já que a dupla só se cruza fisicamente bem no final do filme.</p>
<p>Através de vídeos chamadas, mensagens e ligações constantes, vamos adentrando na relação e nas possibilidade que aquele casal um pouco mais maduro oferece. É muito bom ver artistas 45+ mostrando romance, comédia e coisas da vida normal, saindo daquele padrão que Hollywood queria impor que este tipo de conteúdo era apenas para abaixo de 30 anos.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16429" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/0917778.jpg" alt="Na Sua Casa ou Na Minha?" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/0917778.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/0917778-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/0917778-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/0917778-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><em><strong>Na Minha Casa ou Na Sua? </strong></em>fala sobre ter que estar na iminência de perder algo para finalmente perceber o quanto aquilo é caro para nós. E isso funciona para os dois lados. O que cada personagem tem que abrir mão no dia a dia e que sente falta, no final das contas.</p>
<p>Ela precisa viver mais a vida, sem regras, experimentando coisas novas. Enquanto ele precisa colocar mais o pé no chão, ter responsabilidades, pensar para além do próprio umbigo.</p>
<p>O engraçado do filme é que todo o elenco tem uma ótima química, mas Reese e Ashton funcionam melhor à distância do que presencialmente. Eles são fofinhos o tempo todo, mas quando finalmente se encontram, fiquei com uma sensação de estranhamento, como se aquilo não fosse legítimo.</p>
<p>Este pequeno detalhe à parte não depõe contra o filme, que é uma leve escolha para conferir uma comédia romântica bacana. Fico feliz que este gênero tem voltado sutilmente e com conteúdo de qualidade, algo maravilhoso para uma fã como eu.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Aline Brosh McKenna</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Reese Witherspoon, Ashton Kutcher, Zoe Chao, Jesse Williams, Tig Notaro, Steve Zahn, Rachel Bloom</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Q5-XfpY4rWQ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: De Volta ao Baile (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2022 21:13:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Alex Hardcastle]]></category>
		<category><![CDATA[Angourie Rice]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[De volta ao baile]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Rebel Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Senior year]]></category>
		<category><![CDATA[Zoë Chao]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De Volta ao Baile é uma das estreias do mês da Netflix e conta com Rebel Wilson (Megarromântico) como protagonista. Existem múltiplos caminhos pelos quais essa crítica poderia se enveredar. Ao mesmo tempo que há muito o que se falar sobre a comédia romântica (meio) adolescente, também não existe tanto assim para ser dito. Isto porque existem diversas coisas que já foram ditas sobre obras assim &#8211; como o cansaço com a insistência em provocar o riso sem uma construção [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>De Volta ao Baile</em></strong> é uma das estreias do mês da Netflix e conta com Rebel Wilson (<em>Megarromântico</em>) como protagonista. Existem múltiplos caminhos pelos quais essa crítica poderia se enveredar. Ao mesmo tempo que há muito o que se falar sobre a comédia romântica (meio) adolescente, também não existe tanto assim para ser dito. Isto porque existem diversas coisas que já foram ditas sobre obras assim &#8211; como o cansaço com a insistência em provocar o riso sem uma construção firme ou a inserção de um número demasiado de plots, que faz com que o enredo não dê conta de se aprofundar em nada.</p>
<p>Ao mesmo, entre os incômodos provocados pela produção e alguns acertos – bem poucos, mas eles existem –, o longa-metragem pode evocar algumas discussões relevantes, como a infeliz escolha de retratar personagens de mulheres sáficas com solteironas atrapalhadas, sendo ela aqui a Martha (Mary Holland/Molly Brown), melhor amiga da personagem principal. Todavia, para além destes fatos, a pior característica do filme é a falta de aprofundamento das relações, dos conflitos ou de qualquer elemento colocado na tela.</p>
<p>Stephanie (Rebel/Angourie Rice) sofre um acidente que a deixa em coma por 20 anos. Quando ela acorda, decide retornar ao seu colégio e terminar o último ano letivo. Há toda uma atmosfera de reconstrução dos anos 2000 na fase pré-queda de Stephanie, com revistas, músicas e roupas bem características da época. Dentro desta premissa principal, para além do contexto social e temporal, também existem as pessoas que Stephanie (pai, ex-namorado, melhores amigos, rival etc). Cada um deles ganha uma espécie de subplot e é aí que a narrativa se complica.</p>
<p>Não conseguindo dar conta de sua trama central, o roteiro ainda traz problemáticas e questões de muitas personagens, o que faz com que cada perspectiva  não consiga ser desenvolvida. O que ganha espaço, na verdade, são as gags performadas por Rebel Wilson, que não vão ter graça justamente pelo fato de que é preciso criar laços e intimidade com o espectador para que as piadas tenham o espaço e o efeito desejados. Do contrário, o que acontecerá é o que ocorre em <strong><em>De Volta ao Baile</em></strong>: sketches apelativas, que além de gerarem constrangimento em quem assiste e até mesmo são desconexas com as características centrais da personalidade das personagens.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15530" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/De-Volta-ao-Baile-1200x674-1.jpg" alt="De Volta ao Baile" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/De-Volta-ao-Baile-1200x674-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/De-Volta-ao-Baile-1200x674-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/De-Volta-ao-Baile-1200x674-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/De-Volta-ao-Baile-1200x674-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Um exemplo é a cena em que Rebel dança, fazendo uma paródia do videoclipe de Britney Spears. Nesta sequência é possível notar que Stephanie tem um olhar diferente para a realidade, no qual um tipo de megalomania se faz presente. No entanto, este detalhe sobre ela fica isolado, não sendo investigado ou posto em evidência em outros momentos, exceto no seu retorno ao colégio. Isto se agrava se uma comparação entre Stephanie adolescente e adulta for feita. De alguma maneira, em sua fase <em>teen</em> ela possuía camadas e conflitos palpáveis, como a perda da sua mãe.</p>
<p>Contudo, características da construção de personagem feita por Angourie se perdem com Rebel, que esvazia os sentimentos mais intensos do papel, transformando todas as suas aparições em piadas.</p>
<p>Desta maneira, <strong><em>De Volta ao Baile</em> </strong>pode ser um produto nostálgico para <em>millennials</em> e entregar alguns instantes mais sólidos, como o seu desfecho amarrado, que encerra a jornada de Stephanie. Todavia, é preciso lembrar que este é um longa que tem mais falhas do que acertos, pois em seu esforço em causar gargalhadas, ele esquece de olhar para a sua história verdadeiramente, planificando personagens, deixando subplots esquecidos e cansando o público com tentativas exageradas de fazer rir.</p>
<p>O maior exemplo disto é a criação e manutenção do relacionamento de Stephanie com sua inimiga Tiffany (Zoë Chao/Ana Yi Puig), que se centra apenas nas brigas bobas das duas. Ainda que as cenas entre elas sejam as mais criativas em termos de direção, o fato de que Tiffany foi a responsável pelo acidente de Stephanie é completamente deixado de lado. Assim, são nestes esquecimentos que o filme se torna também esquecível .</p>
<p><strong>Direção:</strong> Alex Hardcastle</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Rebel Wilson, Zoë Chao, Angourie Rice</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/hNZbk1y8w-Y" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p><p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-de-volta-ao-baile-netflix/">Crítica: De Volta ao Baile (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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