<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Zach Galifianakis - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/zach-galifianakis/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/zach-galifianakis/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 04 Nov 2019 21:55:39 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Zach Galifianakis - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/zach-galifianakis/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Link Perdido</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-link-perdido/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-link-perdido/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2019 21:55:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Butler]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Thompson]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Hugh Jackman]]></category>
		<category><![CDATA[Link Perdido]]></category>
		<category><![CDATA[Timothy Olyphant]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Zach Galifianakis]]></category>
		<category><![CDATA[Zoe Saldana]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=11745</guid>

					<description><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 07 de novembro, a animação Link Perdido, que conta com Hugh Jackman (Logan), Zach Galifianakis (Se Beber, Não Case!), Zoe Saldana (Guardiões da Galáxia), Emma Thompson (Razão e Sensibilidade) e Timothy Olyphant (série Fargo) no elenco. O filme é uma aventura de descoberta de Sir Lionel Frost (Hugh Jackman), que se considera o melhor investigador de mitos e monstros do mundo. Ele recebe uma pista do paradeiro do Pé Grande e resolve ir atrás [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-link-perdido/">Crítica: Link Perdido</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 07 de novembro, a animação <em><strong>Link Perdido</strong></em>, que conta com Hugh Jackman (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-logan/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Logan</em></a>), Zach Galifianakis (<em>Se Beber, Não Case!</em>), Zoe Saldana (<em>Guardiões da Galáxia</em>), Emma Thompson (<em>Razão e Sensibilidade</em>) e Timothy Olyphant (série <em>Fargo</em>) no elenco. O filme é uma aventura de descoberta de Sir Lionel Frost (Hugh Jackman), que se considera o melhor investigador de mitos e monstros do mundo. Ele recebe uma pista do paradeiro do Pé Grande e resolve ir atrás para garantir a descoberta e finalmente ser respeitado pelos colegas.</p>
<p>A história se desenvolve de maneira lenta no começo, especialmente para um filme de menos de 90 minutos. O espectador passa um bom período se questionando para onde a narrativa vai nos levar e em quais personagens precisamos focar energia. Isso poderia ser atenuado se o roteiro não passasse tanto tempo explicando coadjuvantes de pouca relevância.</p>
<p>Dito isso, um detalhe que me chamou a atenção é que a primeira metade de <strong><em>Link Perdido</em></strong> não tem personagem feminina. E essa energia masculina excessiva tem seu peso. É notório que depois que a personagem Adelina Fortnight (Zoe Saldana) surge, o fluxo da história soa muito mais natural e leve. Pena que a inserção foi tardia o suficiente para que o espectador não crie tanta simpatia por ela.</p>
<p>O ponto de destaque desta animação é o cuidado estético que ela possui. Seja no quesito arte, como no quesito diálogo e sonoplastia. Cada detalhe é cuidadosamente pensado e orquestrado para oferecer uma experiência visual única ao espectador. A minúcia das cenas é surpreendente, resultando em um projeto com forte potencial para indicação técnica no Oscar.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11747" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2648671.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Link Perdido" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2648671.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2648671.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/2648671.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O apreço pela estética, no entanto, não pode ser visto no desenvolvimento do roteiro como um todo. É divertido, suave e com uma história fofinha. Mas ele falha ao não se definir como um gênero específico. Seu protagonista fica passeando entre o excêntrico, o mulherengo e o bonzinho, sem nunca se assumir como nenhuma das opções.</p>
<p>O personagem mais interessante é, realmente, Mr Link (Zach Galifianakis), o tal Pé Grande. A personalidade literal dele nos oferece cenas com bom divertimento e risadas sinceras. Além disso, as principais cenas, como a luta na taverna, são realmente bem construídas.</p>
<p>Ainda assim, é um filme que fala sobre o sentimento de pertencimento a algum lugar. A necessidade de ter um vínculo, uma raiz com o local onde se mora. Além disso, como a amizade pode ser o caminho para criar essa história. É uma mensagem bonita e verdadeira, que traz ainda mais beleza para a trama.</p>
<p><em><strong>Link Perdido</strong></em> é um filme para a família, com todas as nuances que isso pode representar. Tem entretenimento de qualidade para todas as idades, sem cair no excesso de piada sarcástica adulta e nem na infantilidade exagerada. Embora não seja uma grande produção, com certeza vai agradar às crianças, valendo uma boa sessão no fim de semana.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Chris Butler<br />
<strong>Elenco:</strong> Hugh Jackman, Zach Galifianakis, Zoe Saldana, Emma Thompson, Timothy Olyphant</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/PNbOlZn_3u0" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-link-perdido/">Crítica: Link Perdido</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-link-perdido/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-birdman-ou-a-inesperada-virtude-da-ignorancia/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-birdman-ou-a-inesperada-virtude-da-ignorancia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2015 12:41:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Alejandro González Iñárritu]]></category>
		<category><![CDATA[Andrea Riseborough]]></category>
		<category><![CDATA[Birdman]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Edward Norton. Michael Keaton]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Stone]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Naomi Watts]]></category>
		<category><![CDATA[Zach Galifianakis]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=2686</guid>

					<description><![CDATA[<p>Birdman é uma das apostas mais fortes do Oscar deste ano, concorrendo a nada menos que 9 estatuetas em categorias principais como Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Original. O longa, no entanto, ganhou pouco espaço nas salas de cinema brasileiras, já que tivemos uma avalanche de estreias nas últimas semanas. Uma pena é verdade, já que existe uma grande chance de que ele seja colocado de lado por muitos espectadores mais desavisados. O filme narra a história de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-birdman-ou-a-inesperada-virtude-da-ignorancia/">Crítica: Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/02/birdman_lullydeverdade_02.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2687 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/02/birdman_lullydeverdade_02.jpg" alt="birdman_lullydeverdade_02" width="610" height="348" /></a></p>
<p>Birdman é uma das apostas mais fortes do Oscar deste ano, concorrendo a nada menos que 9 estatuetas em categorias principais como Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Original. O longa, no entanto, ganhou pouco espaço nas salas de cinema brasileiras, já que tivemos uma avalanche de estreias nas últimas semanas. Uma pena é verdade, já que existe uma grande chance de que ele seja colocado de lado por muitos espectadores mais desavisados.</p>
<p>O filme narra a história de Riggan Thomson, um ator que fez muito sucesso no passado ao atuar em um filme de super-herói, como o personagem Birdman. Desde então, ele não consegue se desvencilhar do ícone e resolve recusar participação no quarto longa da série. A partir daí, sua carreira começa a cair, fazendo com que Riggan retorne para os palcos da Broadway, se esforçando como diretor, ator e produtor para fazer sucesso com uma peça.</p>
<p>O estilo de gravação escolhido pelo diretor Alejandro González Iñárritu é um dos primeiros pontos que chama a atenção do espectador. Com aproximações de câmera, closes nas reações dos personagens e a utilização da ferramenta como olhar do protagonista, a técnica faz com que o espectador se sinta muito mais inserido na narrativa e perceba de perto o sentimento dos atores. Além disso, o plano sequência, onde o cineasta opta por poucos cortes durante as cenas, traz mais veracidade à composição. Aliás, Iñárritu mostra toda sua capacidade profissional neste filme, quando sai de dramas como Babel e Biutiful, para fazer uma comédia dramática no melhor estilo, trazendo pontos importantes de discussão, como a fama e o declínio dela.</p>
<p>Bom, esse é o lado irônico e sarcástico do diretor. Ele mostra um ator que teve fama e sucesso, mas que ficou estigmatizado por um personagem de quadrinhos e agora tem dificuldade de desvincular a imagem e fazer outros papéis de relevância. O fato é extremamente comum na indústria cinematográfica americana, o que serve de alfinetada para ela e para os próprios críticos que rotulam um ator por conta de papéis específicos que ele realiza, às vezes em momentos iniciais de sua carreira. A escolha do ator principal foi propositalmente pensada (ou não). Mas o fato é de Michael Keaton foi (e ainda é) por muito tempo lembrado por seu papel em Batman, perdendo algumas oportunidades e deixando de ser escalado em tantos outros papéis relevantes.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Michael-Keaton-and-Edward-Norton-in-Birdman.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2688 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Michael-Keaton-and-Edward-Norton-in-Birdman.jpg" alt="Michael-Keaton-and-Edward-Norton-in-Birdman" width="610" height="348" /></a></p>
<p>Outro aspecto que merece muito destaque é a trilha sonora do filme. Todas as cenas são acompanhadas de batidas fortes e contundentes, como uma representação da angústia e ansiedade dos personagens. Além disso, em muitos momentos bandas são inseridas nas cenas, como plano de fundo para a narrativa, destacando ainda mais o detalhamento da trilha sonora. Não é à toa que o filme foi indicado em duas categorias por conta disso (Melhor Edição de Som e Melhor Mixagem de Som).</p>
<p>No entanto, embora tecnicamente o filme seja muito bom, as atuações é que são as cerejas do bolo. A começar por Emma Stone. Ela interpreta a filha do protagonista que acabou de sair de uma clínica de reabilitação por conta do abuso de bebidas alcóolicas e drogas. Ainda revoltada com tudo que aconteceu e distante do pai pelas ausências dele na infância, ela é a personificação da garota problemática. Assim como a maioria dos personagens principais, Emma tem um solo de interpretação fantástico, onde mostra toda sua revolta contra o pai. Simplesmente excelente, o que vale sua indicação como Melhor Atriz Coadjuvante ao Oscar.</p>
<p>Os atores que mais contracenam são Michael Keaton e Edward Norton. Devo dizer, inclusive, que quando estão juntos, o espectador tem dificuldade em dissociar quem é o principal e quem é o coadjuvante. Como protagonista, Keaton consegue levar o espectador do amor ao ódio em poucos minutos na busca incessante de Riggan pela fama perdida, em uma mistura constante de ilusão e realidade. Um aspecto que compõe o background do personagem é o fato dele ter “poderes mágicos”. Uma relação precisa e acertada com o fato dele tentar superar um super-herói, mas ao mesmo tempo aproveitando de sua principal característica. Já Norton atrai a atenção de qualquer pessoa com uma interpretação impecável. Seguindo um padrão desnorteado, de um cara que é excelente profissional e péssimo como pessoa, ele varia o humor conforme toca a música (referência não por acaso à trilha sonora). Quando a dupla se une, o resultado é apenas espetacular.</p>
<p>Com um trabalho meticuloso e detalhista, onde cada peça se encaixa com perfeição e a construção de cenas e personagens vai muito além do que seu resultado, o diretor Iñárritu nos oferece um filme repleto de aspectos detalhados, com um elenco integrado e equilibrado, e discussões importantes sobre a relação da sociedade com as questões emocionais de analogia com a fama, a percepção do seu redor e a tomada de decisões. Com um ritmo frenético e envolvente, Birdman se apresenta como uma excelente opção e forte concorrente ao Oscar, mostrando que a comédia também é capaz de sair do comum e trazer excelência digna de indicação pela Academia.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-birdman-ou-a-inesperada-virtude-da-ignorancia/">Crítica: Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-birdman-ou-a-inesperada-virtude-da-ignorancia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
