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	<title>Arquivos X-Men - Dias de um Futuro Esquecido - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos X-Men - Dias de um Futuro Esquecido - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>A carreira de Jennifer Lawrence – De Tributo à Matriarca Bilionária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Feb 2016 11:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[David O. Russell]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Oscar 2016 é neste domingo, 28, e nada melhor que trazer um duelo cinematográfico da nova queridinha da Academia, a atriz Jennifer Lawrence, indicada ao prêmio de melhor atriz por seu trabalho em Joy &#8211; O Nome do Sucesso. Jennifer Lawrence nasceu nos Estados Unidos, em 1990. A carreira da atriz começou com algumas participações em séries e filmes para TV, como Monk e Company Town. Em 2007, ela foi integrante de um seriado pouco conhecido do grande público [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Oscar 2016 é neste domingo, 28, e nada melhor que trazer um duelo cinematográfico da nova queridinha da Academia, a atriz <strong>Jennifer Lawrence</strong>, indicada ao prêmio de melhor atriz por seu trabalho em <em>Joy &#8211; O Nome do Sucesso</em>.</p>
<p>Jennifer Lawrence nasceu nos Estados Unidos, em 1990. A carreira da atriz começou com algumas participações em séries e filmes para TV, como <em>Monk</em> e <em>Company Town</em>. Em 2007, ela foi integrante de um seriado pouco conhecido do grande público intitulado <em>The Big Engvall Show</em>. O programa ficou no ar por dois anos e foi a primeira personagem de destaque da artista.</p>
<p>O próximo papel que Lawrence faria seria Ree, em <em>Inverno da Alma</em> (Winter’s Bone, 2010). A interpretação lhe rendeu a sua primeira indicação ao Oscar, em 2011, e é considerada por alguns críticos como uma das melhores interpretações de sua carreira. Naquele ano, o prêmio ainda não foi seu. A estatueta foi para Natalie Portman, por <em>Cisne Negro</em>.</p>
<p>Depois da indicação, a atriz bombou nas telonas, mesclando participações em sucessos de público e filmes prestigiados pela crítica. No que diz respeito aos<em> blockbusters</em>, Jennifer têm dois longas importantes: a nova trilogia <em>X-Men</em> e a saga <em>Jogos Vorazes</em>. No primeiro, ela interpreta a já conhecida personagem Mística. Porém, diferentemente de Rebecca Romijn (<em>X-Men,</em> 2000-2006), na encarnação da atriz a sensualidade não é o único elemento explorado na &#8220;vilã&#8221;.</p>
<figure id="attachment_4678" aria-describedby="caption-attachment-4678" style="width: 760px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-4678 " src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Jennifer-Lawrence-as-Mystique-580x400.jpg" alt="Jennifer-Lawrence-as-Mystique" width="760" height="448" /><figcaption id="caption-attachment-4678" class="wp-caption-text">Vilã ou mocinha: Mística de Lawrence possibilitou ao público conhecer as camadas da personagem que inicialmente tornou-se célebre na versão da atriz Rebecca Romijn.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lawrence trouxe diversas camadas para a personagem, fazendo uma Mística &#8211; também conhecida como Raven Darkhome &#8211; sem muitos maniqueísmos, demonstrando inseguranças, balanceando o peso e a leveza na interpretação. Essas características a humanizam, deixando o público mais próximo da Raven do que da sua figura de Mutante do passado. A atriz tem força em cena e possui uma grande química com os dois principais parceiros de cena: James McAvoy (Professor Xavier) e Michael Fassbender (Magneto). É quase impossível não <em>shippar</em> Mística com os dois, principalmente em <em>X-Men &#8211; Primeira Classe</em> (2011).</p>
<figure id="attachment_4679" aria-describedby="caption-attachment-4679" style="width: 552px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4679 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/SDCC-Liam-Hemsworth-Josh-Hutcherson-Jennifer-Lawrence-552x400.jpg" alt="SDCC-Liam-Hemsworth-Josh-Hutcherson-Jennifer-Lawrence" width="552" height="400" /><figcaption id="caption-attachment-4679" class="wp-caption-text">Triângulo: Lawrence ao lado dos seus parceiros de cena em Jogos Vorazes em apresentação do filme na Comic Con. Da esquerda para a direita, Liam Hemsworth, Josh Hutcherson e Lawrence.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro longa com múltiplos <em>ships</em> de uma personagem da Jennifer é <em>Jogos Vorazes</em>, no qual a intérprete faz Katniss Everdeen. Os fãs se dividiam entre torcedores de Peeta Mellark (Josh Hutcherson), de Gale Hawthorne (Liam Hemsworth) e Finnick Odair (Sam Claflin). A película foi um estrondoso sucesso de público, com destaque para <em>Em Chamas</em> (2013), que arrecadou quase 900 milhões de dólares, mundialmente, durante seu tempo de exibição nos cinemas.</p>
<figure style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" src="http://rainhadobaille.files.wordpress.com/2013/02/o-lado-bom-da-vida-pipoca-cafe-e-cinema.jpg" alt="" width="600" height="316" /><figcaption class="wp-caption-text">Parceria duradoura: O Lado Bom da Vida foi o primeiro filme protagonizado pela atriz ao lado de Bradley Cooper e sob a batuta de David O.Russell, os demais seriam Trapaça e Joy &#8211; O Nome do Sucesso.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Porém, Jennifer Lawrence não fica apenas nos filmes <em>blockbusters</em>. Com <em>O Lado Bom da Vida</em> (2012),<em> Trapaça</em> (2013) e <em>Joy &#8211; O Nome do Sucesso</em> (2015), a atriz foi todas as três vezes ao Oscar e ganhou uma estatueta na edição de 2013 do prêmio. Além da Academia, a intérprete recebeu diversos outros prêmios, como Globo de Ouro e SAG Awards. Apesar de todas essas películas serem comandadas pelo mesmo cineasta, David O. Russell, Lawrence demonstrou uma versatilidade em sua atuação nesses papéis.</p>
<p>Seja em longas de ação, drama ou aventura, Jennifer Lawrence se tornou um nome importante em Hollywood, conquistando o coração do público, dos críticos e da Academia. As suas próximas estreias são <em>X-Men: Apocalipse</em>, em maio desse ano, e <em>Passengers</em>, ao lado de Chris Pratt, previsto para dezembro. Com o gancho da indicação da moça ao Oscar 2016 por <em>Joy &#8211; O Nome do Sucesso</em>, o Coisa de Cinéfilo traz um perfil de duas de suas personagens: Katniss Everdeen e Joy Mangano.</p>
<p>Qual a sua preferida?</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/5/5b/Katniss_Everdeen.jpg" alt="" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Katniss Everdeen</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Filmes: </strong>Jogos<em> Vorazes </em>(2012); <em>Jogos Vorazes &#8211; Em Chamas </em>(2013); <em>Jogos Vorazes &#8211; A Esperança: Parte 1 </em>(2014); <em>Jogos Vorazes &#8211; A Esperança: Parte 2 </em>(2015)</p>
<p>Personagem vinda da trilogia de livros <em>Jogos Vorazes</em>, Katniss Everdeen é o Tributo mais amado e odiado da narrativa. Pertencente ao Distrito 12, a menina se sacrifica para proteger sua irmã, se voluntariando para participar da 74ª edição dos Jogos, criados pelo vilão Snow (Donald Sutherland), presidente da Capital. Ao lado do seu parceiro, o padeiro Peeta Mellark (Josh Hutcherson), ela passa por muitos sufocos, batalhas, sofrimentos e indecisões amorosas durante a saga.</p>
<p><strong>Pontos positivos</strong> <strong>da personagem: </strong>Guerreira, corajosa, inteligente, sagaz, honesta, protetora, madura, sensível.</p>
<p><strong>Pontos negativos da personagem: </strong>Teimosa, arrogante, impulsiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="http://www.acontece.com/cache/acontece_magazine_20151222_cinema-10_images_thumb_large740_0.jpg" alt="" width="579" height="311" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Joy Mangano</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Filmes: </strong><em>Joy &#8211; O Nome do Sucesso </em>(2015)</p>
<p>A personagem interpretada por Lawrence nesse terceiro filme da atriz com David O.Russell foi baseado na inventora Joy Mangano, que construiu um império bilionário por meio de suas criações. No filme, o público tem contato com passagens breves da infância da moça, pulando para sua na fase adulta, na qual ela luta para não cair na mediocridade e alcançar seus sonhos. Com produtos criados para facilitar o cotidiano doméstico, Joy, com muito carisma e personalidade, trilha o caminho de seus sonhos. Mas, claro, antes de tudo isso, a garota precisou lidar com os problemas familiares, os parceiros desonestos e muitas dúvidas que passavam por sua cabeça. Por esse papel, Jennifer Lawrence com o Globo de Ouro de Melhor Atriz em Comédia Musical e é indicada ao Oscar 2016 na categoria Melhor Atriz.</p>
<p><strong>Pontos positivos da personagem:</strong> Honesta, dedicada, inteligente, engraçada, carismática.</p>
<p><strong>Pontos negativos da personagem:</strong> Insegurança.</p>
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		<title>Podcast # 01 &#8211; Retrospectiva 2014: Parte 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2014 22:03:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[2014]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Scarlett Johansson sempre foi uma boa atriz? Falando em Scarlett, Lucy é pretensioso ou uma piração inventiva do Luc Besson? Guardiões da Galáxia é melhor do que Os Vingadores? Jogos Vorazes &#8211; A Esperança: Parte 1 é um dos piores filmes da franquia? De que lado você está em Garota Exemplar? Amy (Rosamund Pike) ou Nick (Ben Affleck)? Qual a relação entre Shailene Woodley e um detergente? Estas foram algumas das questões que surgiram no primeiro podcast do site. A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2517" aria-describedby="caption-attachment-2517" style="width: 638px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/DZf.1280x7201.jpeg"><img decoding="async" class="wp-image-2517" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/DZf.1280x7201-620x216.jpeg" alt="DZf.1280x720" width="638" height="222" /></a><figcaption id="caption-attachment-2517" class="wp-caption-text">Podcast # 01 &#8211; Parte 1: Melhores filmes de 2014</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Scarlett Johansson</strong> sempre foi uma boa atriz? Falando em Scarlett, <strong><em>Lucy</em></strong> é pretensioso ou uma piração inventiva do Luc Besson? <strong><em>Guardiões da Galáxia </em></strong>é melhor do que <em>Os Vingadores</em>? <strong><em>Jogos Vorazes &#8211; A Esperança: Parte 1 </em></strong>é um dos piores filmes da franquia? De que lado você está em <strong><em>Garota Exemplar</em></strong>? Amy (Rosamund Pike) ou Nick (Ben Affleck)? Qual a relação entre <strong>Shailene Woodley</strong> e um detergente? Estas foram algumas das questões que surgiram no primeiro podcast do site. A conversa foi tão longa que teve que ser dividida em duas partes.</p>
<p>Na primeira parte do podcast <strong>Marcela Gelinski, Wanderley Teixeira</strong> e <strong>Enoe Lopes Pontes</strong> fizeram uma retrospectiva de 2014 nos cinemas e elencaram os seus cinco melhores filmes do ano. Como o programa ficou relativamente longo, decidimos marcar o início da discussão dos principais tópicos para facilitar a experiência de vocês.</p>
<p>00:00 &#8211; Fatos que marcaram em 2014</p>
<p>15:56 &#8211; Sob a Pele</p>
<p>24:08 &#8211; X-Men: Dias de um Futuro Esquecido</p>
<p>28: 49 &#8211; Ela</p>
<p>33:52 &#8211; O Lobo Atrás da Porta</p>
<p>39:17 &#8211; O Abutre</p>
<p>42:18 &#8211; Lucy</p>
<p>47:45 &#8211; Inside Llewyn Davis: Balada de um Homem Comum</p>
<p>55:18 &#8211; Boyhood: Da Infância à Adolescência</p>
<p>60:41 &#8211; Guardiões da Galáxia</p>
<p>65:11 &#8211; O Lobo de Wall Street</p>
<p>69:48 &#8211; Jogos Vorazes: A Esperança &#8211; Parte 1</p>
<p>76:38 &#8211; Garota Exemplar</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/microfono_thumb.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2531 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/microfono_thumb.png" alt="microfono_thumb" width="102" height="171" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ouça</strong> <a href="https://www.copy.com/s/dDy3piL22AbYho2m/Podcast%20-%20Retrospectiva%202014_Parte%201.wav" target="_blank">aqui</a> o <strong>Podcast #01 &#8211; Restrospectiva 2014: Parte 1</strong></p>
<p><strong>ATENÇÃO! CUIDADO COM OS SPOILERS!</strong> Desculpem as falhas na gravação e na edição, prometemos solucioná-las nos próximos.</p>
<p>Aguardamos os seus comentários no site ou por e-mail!</p>
<p>Em breve, disponibilizaremos a parte 2!  ;)</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/podcast-01-retrospectiva-2014-parte-1/">Podcast # 01 &#8211; Retrospectiva 2014: Parte 1</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Balanço: Temporada Blockbuster 2014</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/balanco-temporada-blockbuster-2014/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2014 23:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[A Culpa É Das Estrelas]]></category>
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		<category><![CDATA[Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola]]></category>
		<category><![CDATA[X-Men - Dias de um Futuro Esquecido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agora que já estamos no segundo semestre de 2014 (o tempo passa rápido&#8230;), chegou a hora de começarmos a fazer os primeiros balanços do ano. Claro que o principal deles é o da temporada de verão norte-americana, conhecida por trazer em seu calendário as principais super-produções da indústria cinematográfica. Esse ano o rendimento foi bem menor que o potencialmente esperado, no entanto, o que predominou foi a qualidade dos principais títulos dos estúdios. Os melhores filmes Para quem estava cansado [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/balanco-temporada-blockbuster-2014/">Balanço: Temporada Blockbuster 2014</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Agora que já estamos no segundo semestre de 2014 (o tempo passa rápido&#8230;), chegou a hora de começarmos a fazer os primeiros balanços do ano. Claro que o principal deles é o da temporada de verão norte-americana, conhecida por trazer em seu calendário as principais super-produções da indústria cinematográfica. Esse ano o rendimento foi bem menor que o potencialmente esperado, no entanto, o que predominou foi a qualidade dos principais títulos dos estúdios.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/MV5BMzA2NDkwODAwM15BMl5BanBnXkFtZTgwODk5MTgzMTE@._V1_SX640_SY720_.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1664 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/MV5BMzA2NDkwODAwM15BMl5BanBnXkFtZTgwODk5MTgzMTE@._V1_SX640_SY720_-620x205.jpg" alt="MV5BMzA2NDkwODAwM15BMl5BanBnXkFtZTgwODk5MTgzMTE@._V1_SX640_SY720_" width="620" height="205" /></a></p>
<p><strong>Os melhores filmes<br />
</strong></p>
<p>Para quem estava cansado do marasmo  da Marvel e começava a perceber que, em função do projeto <em>Os Vingadores</em>, o estúdio uniformizava seus títulos foi surpreendido com dois dos melhores filmes do catálogo da empresa e , consequentemente, da temporada: <em>Capitão América 2 &#8211; O Soldado Invernal </em>e <em>Guardiões da Galáxia</em>. Ambos também figuram entre as produções mais rentáveis das férias. Até o momento, <em>Capitão América 2 </em>é a maior bilheteria de 2014, com mais de US$ 259 milhões no bolso (ainda que sua equação com o orçamento de US$ 170 milhões não compense o resultado), e <em>Guardiões da Galáxia </em>foi a melhor estreia do mês de agosto de todos os tempos, cravando mais de US$ 92 milhões somente no seu <em>debut.</em></p>
<p><strong><em>Capitão América 2 </em></strong>superou as expectativas para um filme da Marvel ao trazer um autêntico <em>thriller </em>com altas doses de conspiração política que, pela primeira vez, de fato, vira o universo de <em>Os Vingadores </em>de cabeça para baixo. A continuação nos faz ter esperança de que, dessa vez, exista uma justificativa plausível para a união dos <em>Vingadores </em>e que eles enfrentem um perigo realmente ameaçador. Dirigido por uma dupla improvável, Anthony e Joe Russo (ambos de comédias descartáveis como <em>Dois é bom, Três é demais</em>), <em>Capitão América </em><em>2 </em>apresenta tomadas irretocáveis tecnicamente e consegue dosar a gravidade necessária ao universo de Steve Rogers com a falta de compromisso inerente às tramas da Marvel. Enfim, um grande acerto. <strong><em>Guardiões da Galáxia</em></strong>, por sua vez, é o grande achado do estúdio nos últimos anos. Irreverente, levemente anárquico e muito divertido, o filme de James Gunn coloca o catálogo do estúdio em um outro nível. Beneficiado por ser um dos materiais menos conhecidos da Marvel, <em>Guardiões da Galáxia </em>encontrou uma assinatura própria nas mãos do seu diretor e do seu protagonista, Chris Pratt, definitivo como Peter Quill, ou melhor, Star Lord.</p>
<p>Apesar de não fazer parte do catálogo da Marvel Studios (por relações contratuais prévias com a Fox, a franquia não é controlada por Stan Lee e cia.), a trajetória de<strong> <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em></strong>pode ser adicionada a ótima campanha da marca de HQs nessa temporada cinematográfica. A Fox trouxe de volta Bryan Singer, que desde que deixou a direção dos filmes da saga em <em>X-Men 2</em> não fez nada que valha a pena destacar, e fez um dos melhores filmes da série cinematográfica, resgatando determinados elementos descartados em <em>X-Men &#8211; O Confronto Final</em>, mas mantendo o respeito com o caminho percorrido pelos mutantes no cinema até aqui, ao unir a jovem e a velha guarda do grupo de heróis. <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em>nos faz querer que Singer fique por muitos anos no comando da saga pois ele é um dos realizadores que mais entendem o caráter singular dessa HQ da Marvel. Nas bilheterias norte-americanas, o longa de Singer teve dificuldades para ultrapassar o seu orçamento, mas teve a compensação no mercado internacional, o que garante com folga a longevidade da franquia. Com a crítica, não há o que se discutir, foi um dos projetos <em>X-Men </em>mais bem resenhados.</p>
<p>Completa a lista, <strong><em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto </em></strong>que segue o caminho do filme anterior, lançado em 2011. Também produzido pela Fox, <em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto </em>recebeu uma injeção de ânimo no orçamento e alcança um nível de perfeição técnica superior ao primeiro longa, ainda que peque em seu 3D. Como narrativa, <em>O Confronto </em>eleva <em>Planeta dos Macacos </em>ao patamar de uma das sagas com a melhor execução do seu conceito e da sua condução. Nada no filme é gratuito, desde a evolução dos seus personagens até as interessantes sequências de ação que preenchem o longa pontualmente. Com US$ 190 milhões arrecadados no mercado norte-americano, <em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto</em> ainda promete ser um dos títulos mais lucrativos do estúdio nessa temporada.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/cameron-diaz-600x450.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1665 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/cameron-diaz-600x450-620x250.jpg" alt="cameron-diaz-600x450" width="620" height="250" /></a></p>
<p><strong> Os piores filmes</strong></p>
<p>Como nem tudo são flores, o verão hollywoodiano também nos proporcionou algumas das maiores bombas do ano, seríssimos candidatos ao Framboesa de Ouro, deixando claro que mencionaremos apenas os títulos assistidos. Assim, já antevendo os clamores, <em>Juntos e</em> <em>Misturados</em>, por exemplo, não faz parte da lista encabeçada, é claro, por <strong><em>Transformers &#8211; A Era da Extinção</em></strong>, mais recente capítulo da franquia que é &#8220;prazer culposo&#8221; de 9 em cada 10 críticos de cinema. Digo &#8220;prazer culposo&#8221; porque não deixa de ser uma experiência proveitosa assistir os filmes de Michael Bay para aprender na prática o que não se deve fazer no cinema. <em>A Era da Extinção </em>segue os mesmos cacoetes da trilogia anterior protagonizada por Shia LaBeouf: o filme é desnecessariamente extenso, não tem a mínima sutileza e apresenta um roteiro praticamente nulo. O longa é seguido da comédia <strong><em>Mulheres ao</em> <em>Ataque </em></strong>que utilizou um elenco feminino encabeçado por Cameron Diaz e Leslie Mann para contar uma história extremamente machista, calcada em estereótipos femininos mofados que, ainda bem, já vemos com menos frequência nas telas. Podemos adicionar à seleção <strong><em>Transcendence &#8211; A Revolução</em></strong>, uma das maiores decepções do ano se levarmos em consideração as expectativas depositadas no longa por ser a primeira direção de Wally Pfister, diretor de fotografia dos filmes de Christopher Nolan. Pfister utilizou um elenco formado por Johnny Depp, Rebecca Hall, Morgan Freeman, Paul Bettany e Cillian Murphy para contar uma história com um conceito que se torna ainda mais frágil com o seu desfecho equivocado e confuso.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/shailene-woodley-hazel-grace-the-fault-in-our-stars.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1666 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/shailene-woodley-hazel-grace-the-fault-in-our-stars-620x244.jpg" alt="shailene-woodley-hazel-grace-the-fault-in-our-stars" width="620" height="244" /></a></p>
<p><strong>As mulheres de volta ao Box Office</strong></p>
<p>A temporada de férias 2014, por sua vez, foi celebrada pelo nicho feminino da indústria. Muitos títulos protagonizados por mulheres, alguns deles com mensagens de teor feminista, estão entre os títulos mais rentáveis do ano. Esse fato é enaltecido porque, tradicionalmente, o Box Office norte-americano é protagonizado por filmes de ação masculinos com apelo juvenil que colocam as mulheres sempre em segundo plano como objeto sexual já que o maior público pagante das bilheterias ainda é formado por adolescentes do sexo masculino.<strong> <em>Malévola</em></strong>, com <strong>Angelina Jolie</strong>, um dos títulos que integra essa fase de redefinição de arquétipos femininos da Disney, está no topo dessa lista, ocupando a quarta posição das maiores bilheterias do ano, perdendo apenas para seu extremo oposto <em>Transformers &#8211; A Era da Extinção</em><em> (3º), </em>a animação <em>Uma Aventura Lego </em>(2º) e <em>Capitão América 2 &#8211; O Soldado Invernal (1º)</em>. Essa nova safra bem-sucedida de <em>blockbusters </em>&#8220;femininos&#8221; também é protagonizada pela jovem <strong>Shailene Woodley</strong> que, de talento promissor em <em>Os Descendentes</em>, transformou-se em um dos maiores nomes da indústria atualmente com a repercussão de <strong><em>Divergente </em></strong>e <strong><em>A Culpa é das Estrelas</em></strong>, 11ª e 15ª posição no ranking geral das bilheterias. Completa o grupo <strong>Scarlett Johansson</strong>, que ocupou a primeira posição nas bilheterias da semana passada com o longa de Luc Besson <strong><em>Lucy</em></strong>.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Other-Woman-Style.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1667 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Other-Woman-Style-620x298.jpg" alt="Other-Woman-Style" width="620" height="298" /></a></p>
<p><strong>Oh, Cameron&#8230;</strong></p>
<p>Apesar da temporada ter sido feminina, uma das suas representantes não se saiu tão bem assim com dois títulos em cartaz: <strong>Cameron Diaz</strong>. Com <strong><em>Mulheres ao</em> <em>Ataque</em></strong>, a atriz conseguiu o repúdio da crítica, sobretudo a feminina, como já dissemos, e  <strong><em>Sex Tape &#8211; Perdido da Nuvem </em></strong>, que acaba de ser lançado nos EUA,  seguiu o mesmo caminho.  Ou seja, a atriz precisa se reinventar com urgência ou escolher um agente melhor!</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/ed1-960x539.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1669 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/ed1-960x539-620x250.jpg" alt="ed1-960x539" width="620" height="250" /></a></p>
<p><strong>Prejuízos financeiros</strong></p>
<p>Dois títulos renderam abaixo do esperado em 2014. A comédia <strong><em>Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola </em></strong>de Seth MacFarlane não acompanhou o ótimo desempenho do filme anterior do humorista, <em>Ted</em>, ainda que contasse com um elenco atraente o suficiente para tanto (Charlize Theron, Liam Neeson, Amanda Seyfried&#8230;). O filme arrecadou somente US$ 42 milhões nos EUA, sendo que seu orçamento é de  US$ 40 milhões cravados. Já <strong><em>No Limite do Amanhã </em></strong>teve a baixa repercussão esperada nos EUA em função das últimas performances de Tom Cruise nas bilheterias locais. O novo filme do ator arrecadou US$98 milhões, sendo que custou US$ 170 milhões para a Warner. No entanto, o filme teve uma ótima arrecadação internacional, o que acabou compensando no final das contas.</p>
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		<title>Crítica: X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2014 22:36:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Bryan Singer]]></category>
		<category><![CDATA[Ellen Page]]></category>
		<category><![CDATA[Halle Berry]]></category>
		<category><![CDATA[Hugh Jackman]]></category>
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		<category><![CDATA[James McAvoy]]></category>
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		<category><![CDATA[Patrick Stewart]]></category>
		<category><![CDATA[X-Men - Dias de um Futuro Esquecido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Ainda me lembro da minha primeira sessão de X-Men pelos idos de 2000, mais precisamente, dia 18 de agosto de 2000, sexta-feira, logo depois da aula. Éramos todos adolescentes, alguns fãs dos mutantes desde as HQs da Marvel, outros telespectadores assíduos da série animada lançada pela Fox e transmitida pela Globo desde 1994, mas todos de alguma forma familiarizados com aqueles personagens. Na época não existia Homem de Ferro, Os Vingadores, o Cavaleiro das Trevas de Christopher Nolan e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_970" aria-describedby="caption-attachment-970" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/x0men.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-970 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/x0men-620x322.jpg" alt="x0men" width="620" height="322" /></a><figcaption id="caption-attachment-970" class="wp-caption-text">As duas versões de Xavier cara a cara: James McAvoy e Patrick Stewart mais uma vez incorporam a esperança de um mundo mais tolerante através do líder dos X-Men</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda me lembro da minha primeira sessão de <em>X-Men </em>pelos idos de 2000, mais precisamente, dia 18 de agosto de 2000, sexta-feira, logo depois da aula. Éramos todos adolescentes, alguns fãs dos mutantes desde as HQs da Marvel, outros telespectadores assíduos da série animada lançada pela Fox e transmitida pela Globo desde 1994, mas todos de alguma forma familiarizados com aqueles personagens. Na época não existia <em>Homem de Ferro</em>, <em>Os Vingadores</em>, o <em>Cavaleiro das Trevas </em>de Christopher Nolan e nem mesmo o <em>Homem-Aranha </em>de Sam Raimi e Tobey Maguire. Os super-heróis não eram vendidos como água nos Multiplex e acompanhávamos com muita expectativa o lançamento de qualquer filme através das páginas da revista Set (sim, naquela época colecionávamos revistas sobre cinema, uma época em que revistas sobre cinema ainda existiam). Era o início de uma nova era nos <em>blockbusters</em>, mas nós espectadores não nos dávamos conta. Uma época cuja referência mais próxima de super-heróis no cinema era o vergonhoso <em>Batman &amp; Robin </em>, dirigido por Joel Schumacher em 1998, filme que enterrou o Morcegão da DC Comics nas telonas por um bom tempo. Estava para ser lançado um filme baseado em uma das histórias mais adoradas, mas também complexas, dos quadrinhos pelas mãos de um jovem diretor que tinha ótimos filmes no currículo (<em>Os Suspeitos </em>e <em>O Aprendiz</em>), mas não o suficiente para nos manter seguros diante de tamanha responsabilidade. Insegurança, ansiedade, excitação&#8230; Era esse o cenário em 2000 para o lançamento de <em>X-Men.</em></p>
<p>No final das contas, o que testemunhamos foi um diretor que nasceu para orquestrar como ninguém uma dúzia de personagens multifacetados e temas delicados; a primeira aparição de Hugh Jackman, que tornou Wolverine ainda mais icônico do que a Marvel jamais poderia pensar; Patrick Stewart e Ian McKellen rivalizando com muita classe e maturidade em lados opostos na causa mutante; a bela Rebecca Romijn monopolizando as atenções com sua sinuosa Mística em poucas, mas marcantes, sequências de ação&#8230; Claro que tivemos percalços como uma Anna Paquin que não engolimos na época, mas o conjunto da obra foi tão arrebatador e definitivo para uma geração que qualquer defeito apontado é pura implicância. Mas não quero ficar preso ao passado, estamos aqui para falar do presente e do futuro de uma franquia que acaba de nos entregar um exemplar que comprova em definitivo a atemporalidade e o espírito de renovação dos <em>X-Men</em> e das próprias HQs que não cansam de reescrever suas origens e oferecer vários destinos para uma mesma história. Estou falando de<em> </em> <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em>e aviso<em>, </em>lerão uma crítica que pode soar um pouco pessoal, mas que merece esse &#8220;desvio&#8221;. Não dá para falar de um material tão próximo e querido assim sem quebrar os protocolos da minha própria redação.</p>
<figure id="attachment_1004" aria-describedby="caption-attachment-1004" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/X_Men_Days_Future_Past_13838031564573.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1004 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/X_Men_Days_Future_Past_13838031564573-620x312.jpg" alt="X_Men_Days_Future_Past_13838031564573" width="620" height="312" /></a><figcaption id="caption-attachment-1004" class="wp-caption-text">A viagem no tempo de Wolverine: Um recurso perigoso, mas usado com habilidade no novo filme da franquia.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em>começa com uma Nova York completamente destruída pelas batalhas travadas entre parte da humanidade e os mutantes. Os indivíduos dotados de super-poderes pela genética são caçados por robôs chamados Sentinelas que têm a capacidade de se adaptar a cada um dos poderes mutantes. Charles Xavier, Magneto, Wolverine e alguns outros foram poucos de sua espécie a sobreviver e encontram na possibilidade de voltar ao passado uma oportunidade para impedir o desenvolvimento do projeto Sentinelas e reverter a situação. Para tanto, enviam a 1973 o único do grupo capaz de fazer essa viagem no tempo sem sofrer nenhum dano, Wolverine. No entanto, Wolverine tem a difícil missão de ser o conciliador dos relacionamentos fraturados entre Xavier, Magneto e Mística após os acontecimentos na Baía dos Porcos que deixou o Professor X com uma grave lesão na coluna ao final de <em>X-Men &#8211; Primeira Classe</em>.</p>
<p>Para retornar ao universo dos <em>X-Men</em>, que abandonou erroneamente para dirigir projetos duvidosos como <em>Superman &#8211; O Retorno</em>, <em>Operação Valquíria </em>e <em>Jack &#8211; O Caçador de Gigantes</em>, Bryan Singer se lançou em uma empreitada corajosa em <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido</em>. Lidar com essas transições entre tempos diferentes e &#8220;paralelos&#8221; não é tarefa fácil para qualquer realizador. Articular passado e futuro sem parecer que as ações e consequências geradas nesses dois espaços temporais soem como artifícios trapaceiros para o público relevar soluções ocasionalmente indesejadas tomadas em filmes anteriores é um desafio. Bryan Singer e seu roteirista Simon Kinberg utilizam o recurso e de fato reescrevem a trajetória de seus personagens, mas não como uma forma de trapaça, truque barato. Os realizadores se permitem oferecer novos caminhos para os seus personagens, oferecer outras versões de suas origens e desfechos e isso é muito interessante. Não invalida o que já foi feito (não é um ato de embaraço diante dos demais filmes, sobretudo <em>X-Men &#8211; O Confronto Final</em>, longa mais criticado da franquia) e dialoga com a multiplicidade de perspectivas para uma mesma história que as HQs costumam ter.</p>
<figure id="attachment_972" aria-describedby="caption-attachment-972" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/X_Men_Days_Future_Past_13838031568400.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-972 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/X_Men_Days_Future_Past_13838031568400-620x356.jpg" alt="X_Men_Days_Future_Past_13838031568400" width="620" height="356" /></a><figcaption id="caption-attachment-972" class="wp-caption-text">A peça mais instável do jogo: Michael Fassbender interpreta a jovem versão de Magneto reforçando um outro ponto de vista sobre a causa da minoria mutante através da amoralidade e do rancor do personagem.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conduzindo seu filme como um verdadeiro maestro, Bryan Singer conhece esse material como ninguém. O diretor sabe construir com destreza a geografia das suas cenas de ação (conseguimos entender como cada um dos personagens agem nessas sequências, entendemos o que acontecem nelas) e compreende a verdadeira natureza e propósito dos <em>X-Men </em>nas diversas leituras que esse universo propõe. Não há vilões ou mocinhos, Xavier, Magneto e seus pupilos representam diferentes perspectivas para uma mesma causa e eles, assim como todos os outros, têm suas angústias, dúvidas, medos, falhas, vitórias, tropeços, quedas. É o caso da Mística vivida por Jennifer Lawrence nessa versão, uma personagem que oscila entre o ódio por ser tratada com ojeriza pela humanidade e uma fagulha de compaixão que tem pela mesma, ou então a imprevisibilidade de Magneto que o tornam um constante perigo. Assim, ao mesmo passo que consegue sustentar a carga de complexidade desses personagens e a urgência necessária aos acontecimentos do filme, Singer confere leveza ao projeto utilizando um humor fluido e nada forçado. Os mutantes não apenas sofrem por sua condição e pelas reações que ela causa na sociedade, mas também conseguem se divertir com suas habilidades, sobretudo os mais jovens, como o rápido Mercúrio. Essa característica reforça o diálogo do filme com as HQs e convoca o que de melhor <em>X-Men &#8211; Primeira Classe </em>tinha. Do filme de 2011, <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em>também se apropria com destreza de um interessante diálogo entre a ficção e a História, transformando alguns dos seus fatos a favor do próprio andamento da trama.</p>
<p>Ao conseguir dimensionar todos esses inúmeros e aparentemente destoantes elementos sem torná-los superficiais, equivocados e deslocados, Bryan Singer preserva o que existe de mais perene na trajetória dos <em>X-Men </em>desde a primeira edição da HQ e que ele fez questão de ser fiel desde 2000, essa combinação simples (e não simplista) de ficção-científica e drama político sobre a tolerância que rende leituras universais, sem deixar de dialogar com sua própria natureza como história de super-heróis, oscilando entre momentos de reflexão e sensibilidade com outros tantos de pleno entretenimento. <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em>segue esse legado proporcionando sequências tão marcantes quanto as de <em>X-Men 2</em>, por exemplo, disparado o melhor longa da série, junto com esse. Como não colocar em pé de igualdade o momento em que Noturno invade a Casa Branco com a sequência da tentativa de assassinato do Dr. Bolivar Trask pelas mãos de Mística? Ambas impecáveis.</p>
<p>Cada ação é justificada em detalhes, não há personagem descartável, suas habilidades estão a serviço do desenrolar da trama e tudo funciona como uma complexa, eficiente e interessante engrenagem. Mas tudo não funciona por obra somente dos esforços do realizador, do roteirista e da sua equipe técnica, o elenco que a franquia acumulou ao longo dos anos e que foi aproveitado ao extremo em todos os filmes é um dos grandes triunfos de <em>X-Men</em>. Rever Hugh Jackman cada vez mais familiarizado com o seu Wolverine ao lado dos veteranos Patrick Stewart, Ian McKellen, Halle Berry, Ellen Page e Shawn Ashmore, mas também interagindo organicamente com os talentosos novatos James McAvoy, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence e Nicholas Hoult, é uma oportunidade que torna a experiência de assistir <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido,</em> sem querer parecer infame,inesquecível. E no fim, ainda&#8230; Bom deixa para vocês sentirem a mesma emoção que tive com o desfecho dessa história no próprio cinema.</p>
<figure id="attachment_973" aria-describedby="caption-attachment-973" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/x-men-days-of-future-past-mystique-fight-1280x853.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-973 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/x-men-days-of-future-past-mystique-fight-1280x853-620x380.jpg" alt="x-men-days-of-future-past-mystique-fight-1280x853" width="620" height="380" /></a><figcaption id="caption-attachment-973" class="wp-caption-text">A força de um Oscar: A Mística de Jennifer Lawrence ganha considerável destaque e torna-se o elemento fundamental da trama. E ela faz bonito!</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim como a situação vivida por Wolverine na trama do longa, assistir <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em>foi como voltar no tempo, rever personagens queridos e conhecidos de uma época que não volta. Talvez tenha sido essa a mesma sensação de Bryan Singer ao retornar para a franquia, apesar de nunca ter se afastado dela, já que foi produtor de <em>X-Men &#8211; Primeira Classe </em>e deu consultas a Brett Ratner em <em>X-Men &#8211; O Confronto Final</em>. Contudo, não foi uma experiência melancólica e saudosista, não quero que seja essa a impressão.  <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em> e esse relato sobre a experiência de assistí-lo tem muito mais a ver com um realizador, um filme e uma franquia que sabiamente relativiza o tempo vislumbrando as inúmeras possibilidades que esse rico universo pode proporcionar. Presente, passado e futuro desafiando qualquer pré-definição ao estarem juntos e materializados na mesma obra e na experiência do próprio espectador.</p>
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		<title>Estreias da Semana &#8211; 22 a 28 de maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2014 01:41:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[A Grande Escolha]]></category>
		<category><![CDATA[Heli]]></category>
		<category><![CDATA[O que os Homens falam]]></category>
		<category><![CDATA[Uma Longa Queda]]></category>
		<category><![CDATA[X-Men - Dias de um Futuro Esquecido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não há dúvidas de que a estreia mais aguardada da semana é X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido , filme que reunirá passado e futuro do grupo de mutantes da Marvel em uma mesma e ambiciosa narrativa. No entanto, a semana também é marcada pela estreia de A Grande Escolha, demarcando terreno com a tradição dos dramas esportivos norte-americanos, e Heli, drama mexicano elogiado no Festival de Cannes em 2013. Confira os detalhes sobre as principais estreias do circuito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Não há dúvidas de que a estreia mais aguardada da semana é <strong><em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em></strong>, filme que reunirá passado e futuro do grupo de mutantes da Marvel em uma mesma e ambiciosa narrativa. No entanto, a semana também é marcada pela estreia de<strong> <em>A Grande Escolha</em></strong>, demarcando terreno com a tradição dos dramas esportivos norte-americanos, e <em><strong>Heli</strong></em>, drama mexicano elogiado no Festival de Cannes em 2013. Confira os detalhes sobre as principais estreias do circuito nessa semana:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/x-men-days-of-future-past-official-trailer-2-01.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-927 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/x-men-days-of-future-past-official-trailer-2-01-620x348.jpg" alt="x-men-days-of-future-past-official-trailer-2-01" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Direção:</strong> Bryan Singer</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Elenco:</strong> Hugh Jackman, James McAvoy, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Ian McKellen, Patrick Stewart.</p>
<p style="text-align: left;">Depois de 11 anos longe da direção de um filme da franquia, Bryan Singer retorna ao universo dos <em>X-Men </em>reunindo a turma &#8220;das antigas&#8221; (de <em>X-Men, X-Men 2 </em>e <em>X-Men &#8211; O Confronto Final</em>) com os recém-chegados (parte do elenco de <em>X-Men &#8211; Primeira Classe</em>). Como fará isso? Viagem no tempo. O longa começa com os mutantes sendo caçados e destruídos ao redor do mundo por robôs exterminadores chamados Sentinelas. Wolverine e cia. sobrevivem ao ataque e descobrem que só encontrarão uma solução para a perseguição se retornarem ao passado a fim de  tentar mudar o rumo dos eventos da década de 1970 a partir do ponto em que <em>X-Men &#8211; Primeira Classe </em>terminou. Wolverine é incumbido da missão e deve reunir Xavier e Magneto, com relações rompidas desde o incidente que deixou o primeiro em uma cadeira de rodas, para que eles impeçam uma possível aniquilação de mutantes no futuro. Esse episódio da franquia tem sido recebido com entusiasmo pela crítica que atribui a ele a correção de diversos equívocos em <em>X-Men &#8211; O Confronto Final</em>. (<strong>Estreia nacional)</strong></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/amus0WwYeC4" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/draftday.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-928 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/draftday-620x348.jpg" alt="draftday" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Grande Escolha</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Direção:</strong> Ivan Reitman</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Elenco:</strong> Kevin Costner, Jennifer Garner, Ellen Burstyn, Tom Welling, Terry Crew.</p>
<p style="text-align: left;">Um time de futebol americano passa por uma péssima fase e seu gerente está ameaçado de ser demitido do cargo. Para reverter a situação a seu favor, no processo de contratação do time, ele tem a difícil missão de trazer para o grupo alguns dos melhores jogadores em atividade. Depois de <em>Sexo sem Compromisso</em>, Ivan Reitman, que fez nome nos anos de 1980, retorna nesse melodrama esportivo protagonizado por outro sumido das telonas, Kevin Costner. <strong>(Estreia nacional)</strong></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/sppFzZxgOkc" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/21005972_20130515115153024_jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx1.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-929 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/21005972_20130515115153024_jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx1-620x379.jpg" alt="21005972_20130515115153024_jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxx" width="620" height="379" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Heli</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Direção:</strong> Amat Escalante</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Elenco:</strong> Armando Espitia, Andrea Vergara, Linda González Hernández</p>
<p>O filme conta a história de uma garota de 12 anos que está namorando um jovem recruta bem mais velho que ela. Ele começa a planejar sua saída da cidade em que eles vivem, Guanajuato no México, para se casar com a menina. Para isso ele passa a roubar pacotes com cocaína e vendê-los escondido do exército. Quando seus superiores descobrem o roubo da droga tanto ele quanto a namorada passam a correr perigo.  Esse longa mexicano foi uma grande sensação no Festival de Cannes de 2013, levando o prêmio de melhor direção. <strong>(Em algumas capitais)</strong><br />
<iframe src="//www.youtube.com/embed/PgXipZuzwIQ" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/a_long_way_down_toni_collette_pierce_brosnan_1.jpeg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-930 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/a_long_way_down_toni_collette_pierce_brosnan_1-620x348.jpeg" alt="a_long_way_down_toni_collette_pierce_brosnan_1" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Uma Longa Queda</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Direção:</strong> Pascal Chaumeil</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Elenco:</strong> Pierce Brosnan, Toni Collette, Aaron Paul, Imogen Poots</p>
<p style="text-align: left;">Na noite de ano novo, quatro indivíduos se encontram no topo de um edifício e descobrem que todos têm o mesmo intuito, querem cometer suicídio. Os quatro se tornam amigos e propõem não levar a decisão adiante pelo menos por um mês. Nesse meio tempo, traçam metas para ajudar uns aos outros a superar a fase depressiva e solucionar seus problemas. Chaumeil já dirigiu algumas comédias românticas na França, como <em>Como Arrasar um Coração</em>. O diretor se aventura nos EUA com essa comédia com um<strong> </strong>elenco no mínimo interessante. O filme é baseado em um livro de nada mais, nada menos que Nick Hornby, o autor por trás de <em>Alta Fidelidade, </em><em>Um Grande Gar</em><em>oto</em> e <em>Educação.</em> (<strong>Em algumas capitais)</strong><em><br />
</em></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/rHzFt2aAfsE" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br />
<a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/O-que-os-homens-falam.jpeg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-931 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/O-que-os-homens-falam-620x348.jpeg" alt="O-que-os-homens-falam" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>O que os Homens falam</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Direção:</strong> Cesc Gay</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Elenco:</strong> Ricardo Darín, Javier Cámara, Eduardo Noriega</p>
<p>Oito personagens masculinos passam pela crise da meia idade e cada um deles lida de uma maneira diferente com essa nova fase. Enquanto G. (Darín) começa a tomar remédios para suportar a traição da esposa, S. (Cámara) tenta voltar com a ex-mulher após dois anos separado dela. O público provavelmente verá essa comédia por Darín, um ator que tornou-se praticamente uma grife cinematográfica no Brasil, e nada injusto pois suas interpretações sempre valem a pena ainda que o filme seja irregular. (<strong>Em algumas capitais</strong>)<br />
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