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	<title>Arquivos Woody Allen - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Woody Allen - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Café Society</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2016 19:37:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Blake Lively]]></category>
		<category><![CDATA[Café Society]]></category>
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		<category><![CDATA[Kristen Stewart]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Café Society é um filme sobre a melancólica lembrança daquilo que não foi vivido, mas também uma história sobre o fim da inocência e sobre o amadurecimento através da desilusão. O protagonista do mais recente filme do cineasta Woody Allen a chegar aos cinemas é Bobby, papel de Jesse Eisenberg, um rapaz que chega a Los Angeles cheio de sonhos e imaginando que um dia possa vir a trabalhar em Hollywood, sobretudo por ter parentesco com um conhecido produtor de cinema, Phil Stern, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Café Society </i>é um filme sobre a melancólica lembrança daquilo que não foi vivido, mas também uma história sobre o fim da inocência e sobre o amadurecimento através da desilusão. O protagonista do mais recente filme do cineasta Woody Allen a chegar aos cinemas é Bobby, papel de Jesse Eisenberg, um rapaz que chega a Los Angeles cheio de sonhos e imaginando que um dia possa vir a trabalhar em Hollywood, sobretudo por ter parentesco com um conhecido produtor de cinema, Phil Stern, interpretado por Steve Carell. Bobby se apaixona pela secretária Vonnie, vivida por Kristen Stewart, mas o ingênuo rapaz é sabotado pelo jogo social que comanda a alta sociedade local e que faz desmoronar rapidamente o seu castelo repleto de idealizações pessoais e profissionais.</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Como um bom exemplar da carreira de Woody Allen, <i>Café Society </i>traz em si o olhar clínico e cético do cineasta para as instituições, pessoas e relacionamentos. Como <i>Café Society </i>trata justamente da perda da ingenuidade do personagem de Jesse Eisenberg, ou seja, de como ele passa a perceber nas pessoas o oportunismo e a superficialidade que estavam ofuscados pelo sonho hollywoodiano, o filme acaba sendo um prato cheio para o realizador.  O longa também traz um certo esnobismo do cineasta para personagens que não compartilham a mesma bagagem intelectual que a sua ou mesmo para com os seus pares, o que é algo que, particularmente, incomoda no trabalho do realizador, já que por trás disso não existe apenas uma crítica, mas um desdém do cineasta com certas figuras mesmo. Há interessantes desempenhos de Jesse Eisenberg, que faz a lição de casa ao dar vida a um alter ego do próprio Allen, e Corey Stoll, que, assim como fizera em <i>Meia-Noite em Paris</i>, rouba a cena como o criminoso Ben Dorfman. Contudo, o destaque vai para Kristen Stewart, absolutamente magnética como Vonnie, modulando bem a insegurança da &#8220;mocinha&#8221; do filme e tornando-a mais do que uma simples musa alleniana.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6627" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/08/Cafe-Society-kristen-stewart-woody-allen-ksbr11-0.jpg" alt="Cafe-Society-kristen-stewart-woody-allen-ksbr11-0" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>Café Society</i>, há uma reverência clara do diretor e roteirista Woody Allen ao clássico <i>Casablanca</i>, que tem como um dos seus mais importantes temas o fantasma do amor não vivido pelos personagens de Humphrey Bogart e Ingrid Bergman. No filme de Allen, Eisenberg vive uma versão do icônico Rick Blaine e torna-se gerente de um importante café de Nova York frequentado pela alta sociedade americana. Através de Vonnie, Stewart vive uma Isla Lund, claro que envolta de outras circunstâncias, mas que retorna para a vida do protagonista e reacende toda uma memória do que fora vivido por ambos em Los Angeles, quando o personagem de Eisenberg  fora intoxicado pela paixão. Assim como <i>Casablanca </i>(apesar de não ser tão forte quanto o clássico de 1942), <i>Café Society </i>traz essa história de amor que não se realiza, mas que fica no âmbito das conjecturas, das memórias e dos  arrependimentos dos seus protagonistas. É um filme que encontra sua beleza dentro da melancolia que existe por trás dessa ideia.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme: </strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/e1ThJ2Y09xs" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Crítica: Magia ao Luar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2014 22:21:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Firth]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Stone]]></category>
		<category><![CDATA[Magia ao Luar]]></category>
		<category><![CDATA[Woody Allen]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Virou recorrente, mas é necessário dizer: um filme razoável do Woody Allen é melhor do que boa parte dos melhores filmes de muitos realizadores. E não deixa de ser verdade. Dirigindo um filme por ano desde os anos de 1970, o cineasta norte-americano possui uma vitalidade que, a despeito de seus detratores, se mantém acesa. Ainda que, em sua atual, a qualidade das produções formem um ciclo com ótimos filmes, como Blue Jasmine (2013) e Meia Noite em Paris [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1842" aria-describedby="caption-attachment-1842" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/magic-in-the-moonlight-1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1842 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/magic-in-the-moonlight-1-620x310.jpg" alt="magic in the moonlight 1" width="620" height="310" /></a><figcaption id="caption-attachment-1842" class="wp-caption-text">Espiritualidade e ciência: Sophie (Emma Stone) tem uma de suas visões na presença do incrédulo Stanley (Colin Firth)</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Virou recorrente, mas é necessário dizer: um filme razoável do Woody Allen é melhor do que boa parte dos melhores filmes de muitos realizadores. E não deixa de ser verdade. Dirigindo um filme por ano desde os anos de 1970, o cineasta norte-americano possui uma vitalidade que, a despeito de seus detratores, se mantém acesa. Ainda que, em sua atual, a qualidade das produções formem um ciclo com ótimos filmes, como <em>Blue Jasmine </em>(2013) e <em>Meia Noite em Paris </em>(2011), seguidos de outros não tão bons, como <em>Para Roma com Amor </em>(2012) e <em>Você vai conhecer o homem dos seus sonhos </em>(2010), Woody Allen tem sempre alguma coisa a dizer, não se esgota intelectualmente. E considerando a escassez de ideias da cinematografia  contemporânea que tem aberto espaço cada vez mais para propostas de gosto duvidoso, sobretudo direcionada para públicos mais jovens com a pretensão de ser mais do que realmente é, isso é um grande conforto.</p>
<p>Dita essa rotineira introdução para todo filme do Allen avaliado como mediano, vamos a <em>Magia ao Luar</em>, mais recente trabalho do cineasta, que se enquadra nesse grupo, o que, óbvio, não o desmerece de forma alguma. O longa acompanha um aristocrata inglês que se apresenta como oriental em um show de mágica e é convidado por um colega para conhecer uma garota que tem exercido um grande fascínio em uma família muito rica. A jovem afirma ter visões do futuro e do passado e acaba, junto com sua mãe, arrancando a confiança de uma crédula viúva e do seu filho, um rapaz que acaba pedindo sua mão em casamento. Cético, o protagonista passa a se afeiçoar pela garota e, pouco a pouco, começa a desconfiar de que suas próprias convicções estão equivocadas.</p>
<figure id="attachment_1843" aria-describedby="caption-attachment-1843" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/magic-in-the-moonlight2.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1843 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/magic-in-the-moonlight2-620x348.jpg" alt="magic in the moonlight2" width="620" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-1843" class="wp-caption-text">Romance entre gerações diferentes: Temas recorrentes na carreira de Woody Allen dão contorno ao seu novo filme</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como segue a tradição na filmografia de Woody Allen, o protagonista vivido por Colin Firth é uma representação do próprio cineasta e das suas angústias. O personagem não acredita em qualquer questão que não possa ser explicada pela ciência, pela lógica, enfim, por qualquer ferramenta tradicionalmente associada a razão. O contato com a jovem que alega possuir dons telepáticos, vivida por Emma Stone, faz com que esse personagem duvide, por um instante, das suas próprias convicções. É a velha e frágil oposição entre a razão e a emoção, a ciência e a religião, a cognição e o afeto, a matéria e a espiritualidade. Dois lados de uma disputa postos em confronto para confirmarmos que não, um não pode viver sem o outro. Allen não abandona suas convicções, muito mais próximas das convicções do personagem interpretado por Firth, nem deixa de apresentar alguns traços recorrentes de suas representações (as classes mais baixas como ignorantes, enquanto as classes mais altas ou são retratadas como indivíduos sofisticados e intelectualmente superiores ou são apresentadas como alienadas e presas fáceis de golpistas), mas suas provocações direcionadas ao espectador continuam pertinentes, sobretudo em tempos nos quais tudo é entregue de maneira tão mastigada ao espectador.</p>
<p>O filme se excede no seu tempo de projeção e é muito mais linear do que o usual, sem grandes picos dramáticos. Talvez a química entre o diretor e Colin Firth (representação dele) não seja tão intensa do que a que existe entre o cineasta e Emma Stone, que parece ter nascido para trabalhar com Allen, já que apresenta todas as características inerentes de algumas de suas musas mais icônicas, sobretudo aquelas dos primeiros anos do realizador (Diane Keaton e Mia Farrow). O restante do elenco tem bons momentos, como é o caso de Jacki Weaver (a viúva), Marcia Gay Harden (a mãe de Stone) e Simon McBurney (o amigo de Firth). Além dos ótimos <em>insights </em>do roteiro, outra qualidade de <em>Magia ao Luar </em>é sua reconstituição de época promovida pelo trabalho em conjunto de figurinistas, diretores de arte e pela fotografia, fazendo o espectador ser inserido na década de 1920 sem artificialismos ou exibicionismos estéticos.</p>
<figure id="attachment_1844" aria-describedby="caption-attachment-1844" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/magic-in-the-moonlight-3.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1844 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/09/magic-in-the-moonlight-3.jpg" alt="magic in the moonlight 3" width="620" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-1844" class="wp-caption-text">Nova musa: Emma Stone (ao lado de Marcia Gay Harden) teve uma química tão boa com o cineasta que estará no seu filme de 2015</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim, mais para o bem do que para o mal, <em>Magia ao Luar </em>apresenta temáticas rotineiras na carreira do diretor, personificadas pelo romance entre um homem mais velho (Firth) e uma mulher bem mais nova (Stone), outra recorrência, se prolonga um pouco mais do que deveria na projeção, é verdade, mas que não deixa de mostrar a força da assinatura de Woody Allen e sua lucidez e propriedade intelectual. Não querendo apelar para trocadilhos baratos, mas já apelando, é a magia, o toque do diretor, sua assinatura, que sempre funciona e torna, independente das comparações que façamos dentro da sua própria filmografia (o que, por si só, já é um sinal positivo), um filme de Woody Allen uma experiência agradável e acima da média sempre.</p>
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		<title>Estreias da Semana &#8211; 24 a 30 de abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2014 16:57:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Amante a Domicilio]]></category>
		<category><![CDATA[Inatividade Paranormal 2]]></category>
		<category><![CDATA[John Cusack]]></category>
		<category><![CDATA[John Turturro]]></category>
		<category><![CDATA[Marlon Wayans]]></category>
		<category><![CDATA[Robert DeNiro]]></category>
		<category><![CDATA[Woody Allen]]></category>
		<category><![CDATA[Yves Saint-Laurent]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem grandes blockbusters, a semana pós-feriadão traz como destaque as estreias de  produções que podem valer a pena pelos nomes envolvidos em suas respectivas fichas técnicas, entre eles: Woody Allen, Robert DeNiro, o estilista francês Yves Saint-Laurent (em uma biografia) e Marlon Wayans (e como me parece estranho colocar essa figura no meio desses três&#8230; rs). Confira os principais lançamentos nos cinemas brasileiros nessa quinta-feira (24): Amante a Domicílio Dir.: John Turturro. Elenco: John Turturro, Woody Allen, Sofia Vergara, Sharon [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sem grandes blockbusters, a semana pós-feriadão traz como destaque as estreias de  produções que podem valer a pena pelos nomes envolvidos em suas respectivas fichas técnicas, entre eles: Woody Allen, Robert DeNiro, o estilista francês Yves Saint-Laurent (em uma biografia) e Marlon Wayans (e como me parece estranho colocar essa figura no meio desses três&#8230; rs). Confira os principais lançamentos nos cinemas brasileiros nessa <strong>quinta-feira (24)</strong>:</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/fading-gigolo-3.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-652 aligncenter" alt="Amante a Domicilio" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/fading-gigolo-3-601x400.jpg" width="601" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Amante a Domicílio</strong></p>
<p><strong>Dir.:</strong> John Turturro. <strong>Elenco:</strong> John Turturro, Woody Allen, Sofia Vergara, Sharon Stone.</p>
<p>A comédia traz a história de Fioravante (Turturro), um homem que decide transformar-se em um gigolô para ajudar um amigo, Murray (Allen). Murray passa a agenciar Fioravante e uma das primeiras  vítimas da dupla é uma viúva judia por quem o &#8220;gigolô&#8221; acaba se apaixonando. Um dos queridinhos dos irmãos Coen (<em>E ai, meu irmão, cadê você? </em>e <em>Barton Fink</em>), John Turturro realiza o seu quinto longa metragem tendo a ilustre presença de Woody Allen no elenco. Allen, que há anos não participava de um filme que não fosse de sua autoria, deu essa forcinha para o amigo e o resultado pode ser no mínimo divertido, sobretudo se adicionarmos ao produto a dupla  Sofia Vergara e Sharon Stone.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/JV4mvhDyjR4" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/rebeccadacostabagman.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-654 aligncenter" alt="Profissão de Risco" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/rebeccadacostabagman-590x400.jpg" width="590" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: center;"> <strong>Profissão de Risco</strong></p>
<p><strong>Dir.:</strong> David Grovic.<strong> Elenco: </strong>John Cusack, Robert DeNiro, Rebecca Da Costa, Crispin Glover, Dominic Purcell.</p>
<p>Um homem é contratado por um mafioso para um serviço. Depois do primeiro contato, ele descobre que outros profissionais foram contratados para a mesma missão . O grupo se reúne em um motel velho e suas vidas acabam cruzando com o destino de uma mulher cheia de mistérios. Esse modesto thriller com Cusack e DeNiro traz como destaque, ao menos para o nosso público, a presença da brasileira Rebecca Da Costa no seu elenco. Ela já tinha participado de um episódio da série <em>Entourage</em> da HBO e de alguns filmes que foram direto para o mercado doméstico no Brasil, como <em>Sete Almas.</em></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/zEOi-VZMqKk" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/MV5BMTEzMzU5NTI1MDVeQTJeQWpwZ15BbWU4MDUyMDUzOTAx._V1_SX640_SY720_.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-660 aligncenter" alt="Yves Saint Laurent" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/MV5BMTEzMzU5NTI1MDVeQTJeQWpwZ15BbWU4MDUyMDUzOTAx._V1_SX640_SY720_-620x348.jpg" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Yves Saint-Laurent</strong></p>
<p><strong>Dir.: </strong>Jalil Lespert. <strong>Elenco: </strong>Pierre Niney, Guillaume Gallienne, Charlotte LeBon</p>
<p>Longa conta a juventude do estilista francês Yves Saint-Laurent, que aos 21 anos foi chamado para cuidar da famosa grife de Christian Dior. O filme conta seu relacionamento com Pierre Bergé, a criação da grife própria de Saint-Laurent e a maneira com que ele revolucionou o mundo da moda. O longa recebeu críticas razoáveis após sua estreia francesa, mas parece valer como registro da trajetória do seu biografado.</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/ub5c5NiY2B0" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Inatividade-Parabormal-2.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-661 aligncenter" alt="Inatividade Paranormal 2" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/04/Inatividade-Parabormal-2-620x348.jpg" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Inatividade Paranormal 2</strong></p>
<p><strong>Dir.: </strong>Michael Tiddes. <strong>Elenco: </strong>Marlon Wayans, Jamie Pressly, Cedric the Entertainer.</p>
<p>Filme é a continuação de uma série de humor que satiriza filmes de terror na linha &#8220;found footage films&#8221; (filmes que são narrados como gravações de fitas caseiras). Além de <em>Atividade Paranormal, </em>referência óbvia pelo título, a série irá &#8220;brincar&#8221; dessa vez com <em>Invocação do</em> <em>Mal, </em>fenômeno de crítica e bilheteria do gênero no ano passado.<em> </em>É aquele tipo de programa para quem gosta do que os irmãos Wayans fazem, sempre fizeram e parecem não cansar de fazer: paródias, escatologias&#8230;</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/UoYF4F4iKz0" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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