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	<title>Arquivos Venom - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Venom - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Especial Homem-Aranha: Os três arcos da trajetória do herói no cinema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jul 2019 17:38:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Desde 1962, quando teve a sua primeira aparição nos quadrinhos, o Homem-Aranha trouxe um novo caminho para as ficções heroicas. O surgimento de uma figura tão próxima da realidade dos leitores encantou gerações e promoveu uma narrativa cheia de arcos e ramificações que se desdobram até hoje, quase seis décadas após sua criação. Os fãs do Aranha já vivenciaram diversas fases da personagem e estavam curiosos com a continuidade que a Sony Pictures, em parceria com a Marvel Studios, daria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desde 1962, quando teve a sua primeira aparição nos quadrinhos, o Homem-Aranha trouxe um novo caminho para as ficções heroicas. O surgimento de uma figura tão próxima da realidade dos leitores encantou gerações e promoveu uma narrativa cheia de arcos e ramificações que se desdobram até hoje, quase seis décadas após sua criação. Os fãs do Aranha já vivenciaram diversas fases da personagem e estavam curiosos com a continuidade que a <em>Sony Pictures</em>, em parceria com a <em>Marvel Studios</em>, daria para a jornada de Peter Parker.</p>
<p>Após os eventos de <em>Vingadores: Ultimato</em> que foram determinantes para a reaparição do <em>Spider-Man</em>, a jornada de <em><strong>Homem-Aranha: Longe de Casa</strong></em> começa com um Peter tentando se adaptar as mudanças que ocorreram no planeta, em especial a perda do seu mentor e amigo. A responsabilidade de ser um dos poucos heróis vivos, a frustração e o vazio pela ausência de Tony e os dilemas juvenis embalam a narrativa desse novo arco do Aranha. A jornada que começou em 2016 com a aparição do jovem herói em <em>Capitão América: Guerra Civil</em>, toma forma e se complexifica durante seu segundo filme solo.</p>
<p>Apesar do sucesso e da visibilidade cada vez maior por sua participação nos Vingadores, o jovem herói já é um velho conhecido da cultura <em>geek</em>. De 1962 até os dias de hoje, o Aranha já teve centenas de hqs publicadas, foi tema de 11 séries televisivas – sendo duas <em>live-action</em> e nove animadas –, foi protagonista de três diferentes arcos fílmicos e gerou dois <em>spin-offs</em>. Com sua chegada no cinema, contudo, esse fascínio e essa comoção só se amplificaram.</p>
<figure id="attachment_10889" aria-describedby="caption-attachment-10889" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-10889" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Tobey-Maguire-in-Spider-Man-1280x720-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Tobey-Maguire-in-Spider-Man-1280x720.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Tobey-Maguire-in-Spider-Man-1280x720-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/Tobey-Maguire-in-Spider-Man-1280x720-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10889" class="wp-caption-text">Tobey Maguire no icônico papel de Homem-Aranha</figcaption></figure>
<p>Dentre os filmes solo do Homem-Aranha, a trilogia dirigida por Sam Raimi (<em>A Morte do Demônio</em>, 1981) foi um capítulo de extrema importância na jornada do herói. Além de iniciar a fase cinematográfica do Aranha, o diretor deu vida a uma narrativa que padronizou o imaginário popular de quem seria essa figura tão famosa desde a década de 1960. A interpretação de Tobey Maguire (<em>Regras da Vida</em>, 1999) inaugurou uma das possibilidades do herói. Nos três filmes da parceria Raimi-Maguire, o espectador pôde ver um jovem maduro, com preocupações adultas e dilemas profundos – tanto que o fator da perda do tio Ben é um acontecimento de extrema importância para a construção do super-herói. Maguire, portanto, estreou essa personagem nos cinemas com uma vivência que trazia maturidade e dificuldades de uma vida mais adulta.</p>
<figure id="attachment_10888" aria-describedby="caption-attachment-10888" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-10888" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/andrew-garfield-amazing-spiderman_upuw-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/andrew-garfield-amazing-spiderman_upuw.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/andrew-garfield-amazing-spiderman_upuw-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/andrew-garfield-amazing-spiderman_upuw-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10888" class="wp-caption-text">Já Andrew Garfield foi pouco popular</figcaption></figure>
<p>Em seu segundo arco, a <em>Sony Pictures</em> decidiu adaptar a hq mais antiga do herói. <em>O Espetacular Homem-Aranha</em> traz uma roupagem completamente diferente para o Peter. Dessa vez, o público se depara com um Parker fisicamente mais jovem, com atitudes e vivências mais infantis e até com uma personalidade um pouco oposta do Peter de Maguire. Andrew Garfield (<em>Até o Último Homem</em>, 2016) dá vida a esse novo tipo heroico do Parker que rendeu dois longas. Apesar das duas produções, <em>The Amazing Spider-Man</em> (título original) cometeu muitos deslizes durante esses dois momentos. Os longas não conseguiram executar a narrativa com a maestria de Raimi e os roteiros se mostraram frágeis em suas tentativas de inovação. Atrelado a isso, a interpretação de Garfield não foi exatamente bem vista pelo público. Existe um claro estranhamento ao assistir o Andrew como o Aranha e, quando comparado com Tobey, esse incômodo só aumenta.</p>
<p>Após ficar dois anos longe das telas, o herói da vizinhança retorna aos cinemas fazendo uma participação especial no último filme solo do Capitão América. Assim, em 2016, os fãs da <em>Marvel</em> puderam ter um primeiro olhar – mesmo que rápido – de como seria essa nova versão do Aranha. Desde esse primeiro momento, o <em>Spider-Man</em> de Tom Holland mostrou que seguiria um caminho mais próximo ao de Maguire. Um ano depois, com a estreia de seu longa, Holland trouxe ao público uma versão mais jovem do que foi a personagem de Maguire e Garfield.</p>
<figure id="attachment_10887" aria-describedby="caption-attachment-10887" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-10887" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/spider-man-homecoming-tom-holland-unmasked-e1492618589588-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/spider-man-homecoming-tom-holland-unmasked-e1492618589588.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/spider-man-homecoming-tom-holland-unmasked-e1492618589588-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/spider-man-homecoming-tom-holland-unmasked-e1492618589588-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10887" class="wp-caption-text">Tom Holland tem se saído bem como o Spider-Man atual</figcaption></figure>
<p>O Homem-Aranha de Tom é um <em>nerd</em> desengonçado que enfrenta os dilemas normais de todo adolescente. Apesar de não conter a profundidade das motivações de Maguire, Holland, ainda assim, consegue se aproximar do estereótipo do herói aracnídeo. A despretensão de assumir essa vida de super-herói, as vivências ainda colegiais e o jeito atrapalhado são características próximas que podem ser traçadas entre o primeiro e o atual Aranha.</p>
<p>O destaque dessa nova jornada, contudo, está na participação do Homem-Aranha nos Vingadores. A adesão do garoto nova-iorquino aos maiores defensores do universo foi uma estratégia narrativa desde o início. A primeira aparição do Aranha mostra que os caminhos se alinhavam para que ele crescesse como herói e assumisse um papel fundamental na proteção do planeta com o passar dos anos. Todo esse processo se intensifica com a perda de seu mentor – temática a qual gerou o enredo do último lançamento da <em>Marvel Studios</em>.</p>
<p>Com <strong><em>Far From Home</em></strong> (título original), a jornada de Peter Parker chega a um momento crucial. O garoto precisa aceitar o seu papel de protetor de mais do que sua cidade e deve abraçar o legado que Tony Stark deixou para ele. Pela frente, suas preocupações juvenis e sua maturidade ainda em processo precisarão se moldar aos dilemas da vida real de um super-herói. Com isso, o perigo, sofrimento e a perda podem se tornar questões frequentes em sua vida. Acontecimentos que podem, ao decorrer dos próximos filmes, aproximar ainda mais os Aranhas de Maguire e Holland.</p>
<p>Para além desses arcos principais, a saga do <em>Spider-Man</em> foi capaz de ir além da figura central das hqs – ou pelo menos de sua personagem original. Em 2018, a <em>Sony</em> lançou dois <em>spin-offs</em> das histórias do Homem-Aranha. A primeira produção lançada foi o longa-metragem estrelado por Tom Hardy (<em>Mad Max: Estrada da Fúria</em>, 2015) intitulado <em>Venom</em>. O filme narra a história de um jornalista controverso que acaba se tornando hospedeiro do simbionte que dá nome ao filme. Apesar das suas falhas de roteiro, direção e tom, a película teve um sucesso de bilheteria, o que garantiu sua continuação – a qual está prevista para 2020 – e ainda outras produções voltadas para vilões do universo Aranha, como <em>Morbius</em> que estreia, também, em 2020.</p>
<figure id="attachment_10885" aria-describedby="caption-attachment-10885" style="width: 750px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-10885" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/poltrona-spider-verse-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/poltrona-spider-verse.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/poltrona-spider-verse-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/poltrona-spider-verse-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-10885" class="wp-caption-text">Homem-Aranha no Aranhaverso foi um sucesso e ganhou o Oscar de Melhor Animação</figcaption></figure>
<p>Alguns meses após o lançamento de <em>Venom</em>, a <em>Sony</em> lança o maior sucesso do fim de ano, <em>Homem-Aranha no Aranhaverso</em>. A animação foi o ponto alto do estúdio e gerou um reboliço no universo cinematográfico. A crítica e o público abraçaram o longa de imediato e a animação levou para casa dezenas de prêmios, incluindo o Oscar de “Melhor Animação”.</p>
<p>O fenômeno causado pela figura do herói aracnídeo tem, portanto, uma história densa e cheia de nuances. Seja pelas representações em diferentes mídias, pelos arcos distintos do cinema ou pela expansão de seu universo. Seja como for, o Homem-Aranha se mantém como um ícone juvenil que está na memória das gerações passadas e presentes. Independentemente das falhas de <em>O Espetacular Homem-Aranha</em> ou da demora para <strong><em>Longe de Casa</em></strong> engatar de forma verdadeiramente interessante, o amor por essa figura fala mais alto e tem garantido sempre um retorno aos estúdios. Os fãs do Aranha agora podem apenas teorizar e aguardar ansiosos pelo desenvolver da história do querido herói tanto em meio aos Vingadores como através dos <em>spin-offs</em> que estão por vir.</p>
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		<title>Venom é o destaque nas estreias desta semana (04/10). Confira o que entra em cartaz nos cinemas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Oct 2018 22:02:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eddie Brock (Tom Hardy) é um jornalista que investiga o misterioso trabalho de um cientista, suspeito de utilizar cobaias humanas em experimentos mortais. Quando ele acaba entrando em contato com um simbionte alienígena, Eddie se torna Venom, uma máquina de matar incontrolável, que nem ele pode conter. Confira a nossa crítica clicando aqui! Ponto Cego Direção: Carlos Lopez Estrada Elenco: Daveed Diggs, Rafael Casal, Janina Gavankar Em Oakland, Califórnia, o ex-presidiário Collin (Daveed Diggs) enfrenta os últimos dias de liberdade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Eddie Brock (Tom Hardy) é um jornalista que investiga o misterioso trabalho de um cientista, suspeito de utilizar cobaias humanas em experimentos mortais. Quando ele acaba entrando em contato com um simbionte alienígena, Eddie se torna Venom, uma máquina de matar incontrolável, que nem ele pode conter. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-venom/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/NPsB0txsa7U" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9408" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/1509749.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="crítica: ponto cego" width="610" height="348" /><br />
<strong>Ponto Cego</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Carlos Lopez Estrada<br />
<strong>Elenco:</strong> Daveed Diggs, Rafael Casal, Janina Gavankar</p>
<p>Em Oakland, Califórnia, o ex-presidiário Collin (Daveed Diggs) enfrenta os últimos dias de liberdade de condicional antes de acertar as suas contas com a justiça. Quando ele e o amigo Miles (Rafael Casal) presenciam uma troca de tiros envolvendo policiais, eles hesitam sobre a melhor coisa a fazer. O caso expõe as diferenças de pensamentos entre eles e revela os traumas sociais de cada um. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ponto-cego/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/33g3eZkrh-Y" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9405" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/3739078-1.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-1.jpg" alt="crítica: papillon" width="610" height="348" /></strong><br />
<strong>Papillon</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Michael Noer<br />
<strong>Elenco:</strong> Charlie Hunnam, Rami Malek, Eve Hewson</p>
<p>Henri Charrière (Charlie Hunnam), chamado de Papillon, pequeno bandido das baixadas de Paris da década de 30, é condenado à prisão perpétua por um vrime que não cometeu. Enviado para a Ilha do Diabo, Guiana Francesa, ele conhece Louis Dega, um homem que Papillon promete ajudar em troca de auxílio para escapar da prisão. Confira a nossa crítica<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-papillon/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong> clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_DwrDBXRtjQ" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9414" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/2685457.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="juliet, nua e crua" width="610" height="348" /><br />
<strong>Juliet, Nua e Crua</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Jesse Peretz<br />
<strong>Elenco:</strong> Rose Byrne, Ethan Hawke, Chris O&#8217;Dowd</p>
<p>Annie (Byrne) está há anos presa num relacionamento já desgastado com Ducan (O’Dowd), um fã obcecado pelo roqueiro Tucker Crowe (Hawke), que está desaparecido há décadas. Quando uma demo acústica do último trabalho de Tucker – gravada há 25 anos &#8211; aparece, novas conexões se formam, mudando a vida dos envolvidos.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/lYd3BtV-t0Q" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9415" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/0027390.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Os Invisíveis" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Os Invisíveis</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Claus Räfle<br />
<strong>Elenco:</strong> Max Mauff, Alice Dwyer, Ruby O. Fee</p>
<p>Berlim, fevereiro de 1943: O Partido Nacional-Socialista declara a capital do Reich &#8220;livre de judeus&#8221;. Naquele momento, 7.000 judeus conseguiram se esconder dos olhos dos perseguidores. Destes, perto de 1.700 sobreviveram aos horrores da guerra em Berlim. OS INVISÍVEIS conta as histórias de quatro dessas testemunhas contemporâneas. Hanni Lévy, que acaba de completar 17 anos, perdeu seus pais. Graças a seu cabelo loiro tingido, ela é praticamente invisível para seus perseguidores e passeia ao longo da famosa avenida Ku&#8217;damm para passar o tempo. Cima Schönhaus também foi para a clandestinidade e leva uma vida aventureira, tornando-se um falsificador de passaportes, trabalho por meio do qual ele salva a vida de dezenas de outros judeus. E enquanto Eugen Friede se junta a um grupo de resistência que distribui folhetos antigovernamentais, Ruth Arndt e um amigo, durante o dia, sonham com a vida na América, ao passo que, à noite, ela finge ser uma viúva de guerra e serve comidas gourmet do mercado negro no apartamento de um oficial nazista.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/sLMbXbz7asU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Venom</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-venom/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Oct 2018 21:48:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Williams]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Hardy]]></category>
		<category><![CDATA[Venom]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de tanta expectativa construída para o bem ou para o mal, chega aos cinemas a primeira (e última?) incursão da Sony na construção de um universo próprio com vilões do Homem-Aranha a partir de personagens que ainda estão sob os direitos do estúdio. Venom traz para o público o famoso vilão do Homem-Aranha, visto em Homem-Aranha 3 de 2007, interpretado agora por Tom Hardy (Mad Max: Estrada da Fúria e O Regresso), ator cujo empenho em cena parece sempre acima de qualquer suspeita. O projeto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Depois de tanta expectativa construída para o bem ou para o mal, chega aos cinemas a primeira (e última?) incursão da Sony na construção de um universo próprio com vilões do Homem-Aranha a partir de personagens que ainda estão sob os direitos do estúdio. <i><b>Venom</b> </i>traz para o público o famoso vilão do Homem-Aranha, visto em <i>Homem-Aranha 3</i> de 2007, interpretado agora por Tom Hardy (<i>Mad Max: Estrada da Fúria </i>e <i>O Regresso</i>), ator cujo empenho em cena parece sempre acima de qualquer suspeita. O projeto sempre foi cercado por muitos receios que incluem a iniciativa de uma aventura solo com um vilão sem o seu principal oponente, a péssima impressão dos materiais de divulgação e as notícias sobre refilmagens, seguidas de uma diminuição da recomendação etária do filme quando a promessa era de muita violência na tela (receio de perder dinheiro num projeto aparentemente fadado ao risco nas bilheterias?).</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Já no circuito, o que pode ser dito de <i>Venom </i>é que ele é um filme cheio de problemas sim, o que não significa que seja algo passível de ser classificado como &#8220;inassistível&#8221; por seu resultado. <i>Venom </i>derrapa em elementos que eram previsíveis, dadas outras incursões semelhantes em épocas passadas &#8211; <i>Esquadrão Suicida </i>ou <i>Malévola</i> me vêm na mente como longas protagonizados por vilões que no fim das contas se tornam heróis. No filme, Hardy interpreta o jornalista Eddie Brock, um sujeito que não mede esforços para violar códigos de ética na busca por uma matéria. Na investigação de um caso envolvendo testes científicos em cobaias humanas, Brock acaba hospedando em seu corpo uma forma de vida alienígena chamada Venom que a todo momento entra em conflito com ele no controle das suas ações.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-9419" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Venom_.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
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<p>No lugar de investir naquilo que se esperava e no que era a promessa do projeto, a possessão do corpo de Brock pela criatura e o conflito dele com ela, <i>Venom </i>transforma o seu protagonista num autêntico herói (e não antiherói) que salva sua cidade e o mundo de uma criatura ainda mais poderosa, perdendo a oportunidade de conferir uma singularidade ao projeto (afinal de contas, para que fazer um filme com um vilão se você o insere numa clássica estrutura narrativa de longas de super-heróis?). O filme não explora um possível flerte com o cinema de horror, tornando as ações e a aparição de Venom algo completamente genérico. O conflito entre Brock e a criatura é igualmente pedestre e soa estranho. Nos momentos em que esta dinâmica pretende gerar algum efeito de humor, soa completamente indiferente à plateia, e quando deveria ter um tom mais dramático acaba proporcionando risos involuntários.</p>
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<p>À espera de algo como <i>O Médico e o Monstro</i>, clássico de Robert Louis Stevenson, o público irá se deparar com um improviso. <i>Venom </i>é um filme protagonizado pelo vilão de um dos personagens mais conhecidos e amados pelos fãs dos quadrinhos, sendo o que restava para a Sony como forma de lucrar em cima desse universo já que o Homem-Aranha está na Marvel Studios num contrato de quatro produções. No entanto, não deixa de ser decepcionante perceber que os realizadores por trás de <i>Venom</i> não pensaram em criar formas de trabalhar com o que tinham, adaptando o material às adversidades e aos desafios de se fazer um filme sem o antagonista central do seu personagem.</p>
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<p>Em <i>Venom</i>, a Sony (e não Ruben Fleischer, porque nos casos desses grandes projetos o diretor nunca é o principal culpado) perdeu a oportunidade de fazer um filme que se assumisse como longa de horror. A Sony perdeu também a oportunidade de esgarçar conflitos psicológicos mais densos no duelo de personalidades Brock-Venom e no seu lugar entrega algo completamente superficial e desinteressante. Uma grande perda de tempo para os envolvidos &#8211; sobretudo Fleischer e Tom Hardy &#8211;  e para o público também, que não terá um filme completamente execrável, mas dos mais relaxados.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/NPsB0txsa7U" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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