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	<title>Arquivos Vanessa Kirby - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Vanessa Kirby - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Missão: Impossível &#8211; Acerto de Contas Parte 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jul 2023 19:22:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Missão: Impossível &#8211; Acerto de Contas Parte 1 é um dos filmes mais aguardados do ano e não é para menos. Uma franquia com tamanho equilíbrio como essa merece o nosso respeito. Afinal, são mais de 25 anos desde o lançamento do primeiro longa, lá em 1996, e Tom Cruise (Top Gun: Maverick) ainda consegue fazer com que Ethan Hunt seja um ótimo protagonista e líder de equipe. E sim, aqui eu vou enaltecer o ator porque ele é o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-missao-impossivel-acerto-de-contas-parte-1/">Crítica: Missão: Impossível &#8211; Acerto de Contas Parte 1</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Missão: Impossível &#8211; Acerto de Contas Parte 1</strong></em> é um dos filmes mais aguardados do ano e não é para menos. Uma franquia com tamanho equilíbrio como essa merece o nosso respeito. Afinal, são mais de 25 anos desde o lançamento do primeiro longa, lá em 1996, e Tom Cruise (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-top-gun-maverick/"><em>Top Gun: Maverick</em></a>) ainda consegue fazer com que Ethan Hunt seja um ótimo protagonista e líder de equipe. E sim, aqui eu vou enaltecer o ator porque ele é o principal pilar que sustenta essa série de filmes.</p>
<p>Diferente do que outras franquias vem fazendo, especialmente as de super-herói, aqui na espionagem não existe pressa no lançamento dos filmes. Eles dão tempo ao tempo e, especialmente, ao espectador para digerir e começar a sentir falta daquela história. São 7 filmes em 27 anos, o que dá uma média de 1 filme a cada quase 4 anos. Ou seja, o roteiro consegue ser bem maturado, os fãs ficam ansiosos, Cruise consegue aprender novas habilidades mortais (vamos falar disso mais à frente). O compilado perfeito para um resultado que agrada.</p>
<p>Este longa, inclusive, vai muito além do agrado. Hunt agora lida com o perigo assombroso da Inteligência Artificial. É uma temática extremamente atual, especialmente agora que o público comum tem cada vez mais acesso a essa tecnologia. Então, a história por si só já nos atrai a todo instante. É um medo real e sensível que faz com que a gente conecte rapidamente a ficção com a realidade.</p>
<p>Logo então, ele parte para a perseguição de uma chave que é uma das chances que eles têm de destruir uma IA assustadora que consegue manipular completamente a realidade. E aí nós temos ação em cima de ação. Mas entenda: é diferente quando essa logística é feita a partir de um roteiro bem construído e uma direção acertada. Não é apenas uma junção de tiro, porrada e bomba aleatória para engrossar o tempo de tela. Todas as escolhas feitas ali têm um propósito. Aliás, o filme sustenta perfeitamente as 2h40 de duração.</p>
<p>Méritos ao diretor Christopher McQuarrie, também responsável pelos últimos dois longas da franquia, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-missao-impossivel-efeito-fallout/"><em>Missão: Impossível &#8211; Efeito Fallout</em></a> (2018) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-missao-impossivel-nacao-secreta/"><em>Missão: Impossível &#8211; Nação Secreta</em></a> (2015). A sua intimidade com o enredo claramente rendeu a ele a habilidade necessária para evoluir a trama, sem se perder no meio do caminho.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16920" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/07/MI7-05887R.jpg" alt="Missão: Impossível - Acerto de Contas Parte 1" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/07/MI7-05887R.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/07/MI7-05887R-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/07/MI7-05887R-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/07/MI7-05887R-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Em <strong><em>Missão: Impossível &#8211; Acerto de Contas Parte 1</em> </strong>todos os conflitos básicos que afetam o seu protagonista são permeados em algum momento. Ele lida com a incapacidade de proteger todas as pessoas que ama, enquanto é afundado em missões que não tem o menor controle. Seus amigos são sua única escapatória e é a eles que deve fidelidade acima de tudo. Benji (Simon Pegg, <em>Luck</em>) e Luther (Ving Rhames, <em>Missão Impossível &#8211; Efeito Fallout</em>) conseguem ser o alívio da trama, sem precisar carregar o peso na comédia.</p>
<p>Envolvendo o espectador em todos os momentos, o filme vai evoluindo na inserção de novos personagens, como é o caso de Grace (Hayley Atwell, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-doutor-estranho-no-multiverso-da-loucura/"><em>Doutor Estranho no Multiverso da Loucura</em></a>). Ela surge como a atrapalhada ladra que está ali apenas para cumprir um serviço e acaba imersa em uma trama muito mais complexa do que imagina. A sua falta de habilidade com lutas é esquecida por sua extrema capacidade de roubas coisas, sem que as pessoas percebam. Bom acréscimo à franquia.</p>
<p>Mas precisamos enaltecer, claro, Tom Cruise. O homem é uma máquina. Toda a sua dedicação de bastidores transborda em cena e, arrisco dizer, é o que sustenta a grandiosidade desta franquia até hoje. Para quem não sabe, ele praticamente não utiliza dublês nas gravações. Isso significa, então, que quando ele se joga de um penhasco, é realmente o ator que está fazendo isso. Essas cenas, por sinal, são os momentos mais eletrizantes do filme, principalmente para quem sabe deste detalhe.</p>
<p>A dedicação dele em aprender novas habilidades para que seu personagem fique o mais real e palpável possível se traduz em cenas bem orquestradas de lutas, um envolvimento convincente, uma excitação completamente justificada. Não há como não respeitar Cruise como o ator fantástico que ele é.</p>
<p><em><strong>Missão: Impossível &#8211; Acerto de Contas Parte 1</strong></em> é uma verdadeira enxurrada de adrenalina para os fãs mais ávidos e ainda consegue fazer isso da maneira mais equilibrada e menos cansativa possível. Quem nunca viu os longas anteriores, vai curtir. E ele ainda consegue finalizar com dignidade, dando um encerramento e abertura de continuação para a Parte 2, que só será lançada no ano que vem. É uma maestria que poucos conseguem fazer.</p>
<p>Sustentar essa qualidade de filmes durante tantos anos é tarefa para poucos e arrisco dizer que esse é, provavelmente, o melhor filme da franquia, talvez perdendo apenas para o primeiro, por conta do senso de novidade. Vale ver mais de uma vez e você ainda ficará com o gostinho de querer rever a franquia desde o começo!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Christopher McQuarrie</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Tom Cruise, Hayley Atwell, Marcin Dorocinski, Ving Rhames, Simon Pegg, Rebecca Ferguson, Vanessa Kirby, Christopher Sciueref</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/BLX5g-nPGXI" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Velozes e Furiosos: Hobbs &#038; Shaw</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 19:43:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Derivado da franquia Velozes e Furiosos, Velozes e Furiosos: Hobbs &#38; Shaw transforma dois personagens coadjuvantes, que juntos funcionavam como uma espécie de alívio cômico e que acabaram de alguma maneira ditando o tom dos blockbusters de uns anos para cá, em seus protagonistas. Interpretados pelos heróis de ação que parecem crias dos anos de 1980, o Hobbs de Dwayne Johnson e o Shaw de Jason Statham funcionam em Velozes e Furiosos pelo contraste entre seus estilos de ação. Velozes e Furiosos: Hobbs &#38; Shaw segue a linha da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator">Derivado da franquia <i>Velozes e Furiosos</i>, <i><b>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw</b> </i>transforma dois personagens coadjuvantes, que juntos funcionavam como uma espécie de alívio cômico e que acabaram de alguma maneira ditando o tom dos <i>blockbusters </i>de uns anos para cá, em seus protagonistas. Interpretados pelos heróis de ação que parecem crias dos anos de 1980, o Hobbs de Dwayne Johnson e o Shaw de Jason Statham funcionam em <i>Velozes e Furiosos</i> pelo contraste entre seus estilos de ação.</div>
<div class="separator"></div>
<div class="separator"><i>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw </i>segue a linha da ação e do humor autoconscientes dos filmes da franquia, funcionando em certa medida como uma espécie de paródia. Entretanto, o que era usado como um recurso eventual dos demais longas aqui toma a trama de maneira totalizante e daí fica difícil agradar totalmente quando seus recursos se restringem a piadas sobre músculos, tamanhos de pênis e a participação especial de um ator canastrão que anda supervalorizado.</div>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10979" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/3051069.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<div>É óbvio que <i>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw </i>dispensa a seriedade no tratamento da sua história e, nesse sentido, o filme até que cumpre o seu objetivo contando uma história genérica e absurda que envolve um vírus e o aperfeiçoamento do ser humano através da tecnologia. Sob a direção de David Leitch ( o mesmo de <i>Deadpool 2 </i>e <i>Atômica</i>), o filme compreende como seus dois protagonistas servem à história, mas nem sempre isso é o suficiente quando as piadas são tão limitadas, soando repetitivas em dado momento.</div>
<div></div>
<div>De maneira geral, os dois personagens funcionavam mais como presença pontual nos outros <i>Velozes e Furiosos</i>. Dominantes em <i>Velozes e Furiosos: Hobbs &amp; Shaw</i>, The Rock e Statham<i> </i>surgem como uma piada batida que é apenas contada de diferentes maneiras ao longo de mais de duas horas de projeção. O longa aparenta tirar um sarro do seu próprio sexismo e da sua cultura <i>crossfiteira </i>quando na verdade carrega consigo uma série de traços de um cinema de ação meio <i>démodé</i>.</div>
<p><strong>Direção:</strong> David Leitch<br />
<strong>Elenco:</strong> Dwayne Johnson, Jason Statham, Idris Elba, Vanessa Kirby, Helen Mirren, Eddie Marsan, Eiza Gonzalez, Cliff Curtis</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/V4nxGVgDPEw" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-velozes-e-furiosos-hobbs-shaw/">Crítica: Velozes e Furiosos: Hobbs &#038; Shaw</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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