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	<title>Arquivos Uma Thurman - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Uma Thurman - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: The Kill Room &#8211; Arte Fatal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 May 2024 01:56:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ideia central de The Kill Room &#8211; Arte Fatal lembra a de Toda Arte é Perigosa de Dan Gilroy, lançado em 2018 com Jake Gyllenhaal no elenco. Assim como a produção original da Netflix, o filme da diretora Nicol Paone intenta chacoalhar o mundo das artes e questionar seus esquemas de construção de valor para obras, algo mais contextual e elaborado por publicistas ou &#8220;marqueteiros&#8221; do que imanente à própria arte. De certa forma, Paone consegue realizar isso com The Kill Room, existem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A ideia central de <strong><em>The Kill Room &#8211; Arte Fatal</em></strong> lembra a de Toda Arte é Perigosa de Dan Gilroy, lançado em 2018 com Jake Gyllenhaal no elenco. Assim como a produção original da Netflix, o filme da diretora Nicol Paone intenta chacoalhar o mundo das artes e questionar seus esquemas de construção de valor para obras, algo mais contextual e elaborado por publicistas ou &#8220;marqueteiros&#8221; do que imanente à própria arte. De certa forma, Paone consegue realizar isso com <em>The Kill Room</em>, existem ideias interessantes a serem trabalhadas na comédia. Acontece que o intento, na maioria das vezes, é desarranjado e disperso por uma série de outras pretensões do filme. O longa propõe algo arrojado, mas acaba se entregando ao superficial, revelando-se no fundo como uma trama escapista que se contenta em seguir cartilhas dos gêneros com os quais procura diálogo.</p>
<p>Em <strong><em>The Kill Room &#8211; Arte Fatal</em></strong>, Uma Thurman vive Patrice, uma negociante de arte que trabalha para uma galeria de Nova York e vive uma crise profissional, enfrentando diversos empecilhos no seu trabalho, como artistas pretensiosos, colegas de trabalho temperamentais e a competitividade do meio. Quando Patrice é abordada por Gordon (Samuel L. Jackson) ela acaba transformando a galeria onde trabalha em parte central de um esquema de lavagem de dinheiro. Nas atividades, Patrice acaba conhecendo Reggie (Joe Manganiello), um assassino de aluguel que também trabalha no esquema criminoso de Gordon. A galeria da curadora vivida por Uma Thurman passa então a receber uma série de obras assinadas por Reggie sob o pseudônimo &#8220;The Bagman&#8221; (na tradução, o homem da sacola), todas elas utilizando como matéria prima itens dos seus assassinatos. Eis então que o grupo de criminosos acaba revolucionando a cena artística novaiorquina por caminhos nada éticos ou legais.</p>
<p><strong><em>The Kill Room &#8211; Arte Fatal</em></strong> pretende ser uma trama que procura mesclar sua história sobre o crime organizado com uma comédia sobre o mundo das artes. O roteiro de Jonathan Jacobson tem boas ideias para colocar na mesa. Na medida em que a personagem de Uma Thurman se vê cada vez mais encalacrada no esquema criminoso de Gordon (Jackson), a curadora de arte passa a criar formas cada vez mais inventivas de fomentar a carreira do assassino de aluguel interpretado por Manganiello, utilizando toda uma cartela retórica para convencer os seus clientes sobre o valor da obra do tal &#8220;The Bagman&#8221;. A estratégia acaba funcionando e o próprio assassino de aluguel toma gosto pelo universo das artes, fazendo o filme articular uma ideia muito bem explorada na animação Ratatouille, a de que a arte pode surgir dos lugares menos suspeitos &#8211; claro que, aqui, isso intenta ser desenvolvido com altas doses de ironia tendo em vista que os protagonistas do longa são agentes do crime.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18072" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-4.png" alt="The Kill Room" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-4.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-4-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/05/image-4-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O filme consegue estabelecer um olhar interessante para as instâncias de consagração da arte, destacando o lugar do discurso de terceiros (publicitários e empresários produzindo argumentos assimilados e difundidos muitas vezes inconscientemente por críticos) na aceitação de determinados movimentos, mostrando como muitas vezes isso pode ser orquestrado por esquemas que em nada tem relação com a criação artística, mas com ramificações do capitalismo. Vemos isso acontecer o tempo todo na indústria do cinema, especialmente a estadunidense, com todo o seu esquema de lançamento de blockbusters que muitas vezes saem da curva e supostamente revelam-se mais do que peças de entretenimento. Algumas vezes, o fenômeno procede, existe de fato coisas de valor sendo produzidas na indústria, mas outras, nem tanto, e não passa de uma retórica engendrada por estúdios para sugerir ao público um outro olhar para coisas feitas com puro intento comercial e nada mais do que isso. <em>The Kill Room </em>deseja falar sobre isso e a articulação com Hollywood me parece mais do que adequada sendo que estamos falando de um filme.</p>
<p>É uma pena que <strong><em>The Kill Room &#8211; Arte Fatal</em></strong> não parece decolar na sua crítica. Quando o roteiro parece ganhar contornos interessantes e desenvolver suas premissas de forma mais radical, o que inclui uma performance de Reggie filmada com câmeras de segurança projetada por Patrice e exibida para seus clientes ricaços que testemunham maravilhados o assassino de aluguel dar fim a mais um sujeito, o longa parece optar por um desfecho menos corajoso que o seu ponto de partida anunciava. <em>The Kill Room</em> encerra seus conflitos com desfechos incompletos para alguns dos seus personagens principais, como é o caso de Reggie, e ainda perde o fio da meada na sua crítica social, cedendo a esquemas da comédia para histórias protagonizadas por personagens com parâmetros éticos questionáveis. No final das contas, <em>The Kill Room</em> acaba sendo um grande desperdício para uma boa premissa.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Nicol Paone</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Samuel L. Jackson, Uma Thurman, Joe Manganiello, Maya Hawke</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/-tD90k9HyB8?si=61m-bp7swDauM4ab" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Top 5: Comédias românticas ruins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Feb 2016 19:39:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Britney Spears]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira, 25, estreou Como ser Solteira, dirigido pelo jovem cineasta alemão Christian Ditter (Simplesmente Acontece). O longa entra para o hall de comédias que buscam ser as “diferentonas” e que tentam surpreender o público com &#8220;novas&#8221; estratégias narrativas, que, na verdade, não trazem novidade alguma. O roteiro conta a trajetória de Alice, protagonizada por Dakota Johnson (Cinquenta tons de cinza), que sente a necessidade de dar um tempo no seu relacionamento e viver o cotidiano de uma jovem solteira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4666" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/HowToBeSingle2-1-620x351.jpg" alt="HowToBeSingle2 (1)" width="620" height="351" /></p>
<p>Nesta quinta-feira, 25, estreou <strong><em>Como ser Solteira</em></strong>, dirigido pelo jovem cineasta alemão Christian Ditter (<em>Simplesmente Acontece</em>). O longa entra para o hall de comédias que buscam ser as “diferentonas” e que tentam surpreender o público com &#8220;novas&#8221; estratégias narrativas, que, na verdade, não trazem novidade alguma.</p>
<p>O roteiro conta a trajetória de Alice, protagonizada por Dakota Johnson (<em>Cinquenta tons de cinza</em>), que sente a necessidade de dar um tempo no seu relacionamento e viver o cotidiano de uma jovem solteira em Nova Iorque. A proposta do longa é tirar o foco de histórias de amor e contar o que acontece com a personagem principal, e as pessoas que estão ao seu redor, durante os términos dos namoros da garota.</p>
<p>Ainda que exista uma pequena tentativa de inovação de conteúdo, a película não cumpre sua função. Não é engraçada, muito menos interessante. Pensando nisso, o Coisa de Cinéfilo traz um top 5 das piores comédias românticas de todos os tempos. Leia com atenção e fuja fortemente dos títulos a seguir!</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4667" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/crossroads_786657i.jpg" alt="crossroads_786657i" width="620" height="400" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/crossroads_786657i.jpg 620w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/crossroads_786657i-100x65.jpg 100w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></p>
<p><strong>#05. Crossroads &#8211; Amigas para Sempre</strong> (Crossroads, 2002)</p>
<p>Estrelado por Britney Spears, sim, por Britney Spears, o filme é uma série de clichês amontoados, nessa comédia romântica inútil e sem graça. A história fala sobre a viagem de um trio de amigas e um rapaz, que elas acabaram de conhecer. Com direito a uma péssima atuação de Spears e um desfecho mais do que óbvio, <em>Crossroads</em> não é uma boa pedida.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4723" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/My-Super-Ex-Girlfriend-movies-9358243-1200-800-1-620x375.jpg" alt="My-Super-Ex-Girlfriend-movies-9358243-1200-800" width="620" height="375" /></p>
<p><strong># 04. Minha Super Ex-Namorada</strong> (My Super Ex-Girlfriend, 2006)</p>
<p>Uma Thurman e Luke Wilson são os protagonistas desta comédia romântica machista e entediante. Umma é Jenny, super heroína que começa a namorar Matt (Wilson). Quando ele decide terminar com a garota, descobre que sua ex possui poderes e os utiliza para travar uma série de vinganças contra o rapaz. As mulheres do longa têm dois perfis: a psicótica que foi largada por seu parceiro e a menininha sonhadora (vivida por Ana Faris). O machismo não é a única coisa que deixa a película intragável, mas o roteiro previsível, a falta de graça e personagens mal construídas fazem dele um dos piores filmes do gênero.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4725" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/justmyluck-1-620x377.jpg" alt="justmyluck" width="620" height="377" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong># 03. Sorte no Amor</strong> (Just My Luck, 2006)</p>
<p>Ter Lindsay Lohan nos créditos do filme já é um péssimo sinal. E isso se confirma durante as 1h48 minutos de projeção de <em>Sorte no Amor</em>. Dirigido por Donald Petrie (<em>Falando Grego</em>), o longa conta a trajetória de Ashley (Lohan), uma menina sortuda e feliz que tem a sua vida mudada quando beija Jake (Chris Pine), um garoto azarado. A partir daí a sorte dos dois se inverte e as peripécias se iniciam. Essa espécie de cópia de<em> Sexta-feira muito louca</em> (1976) e outras bilhões de histórias de troca de corpo é mais uma daquelas comédias românticas esquecíveis. A película peca pelos seus clichês, pela necessidade absurda de criar um clima de romance entre as personagens principais, pelo roteiro cheio de buracos, pela falta de química dos protagonistas, que, inclusive, trazem interpretações terríveis e poderiam ser deletadas da memória de seus espectadores.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4670" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/the-other-woman-2014-img05-603x400.jpg" alt="the-other-woman-2014-img05" width="603" height="400" /></p>
<p><strong># 02. Mulheres ao Ataque</strong> (The Other Woman, 2014)</p>
<p>Nick Cassavetes (<em>Alpha Dog</em>), por algum motivo inexplicável, achou que seria bacana dirigir essa comédia extremamente desagradável. O cineasta não é um dos melhores, mas ele se superou na falta de qualidade no comando de um filme. Além da visão distorcida sobre universo feminino, a película consegue juntar todos os aspectos negativos do gênero em uma só projeção. Apesar do carisma de Cameron Diaz (<em>As Panteras</em>) e Leslie Mann (<em>Como ser Solteira</em>), as excelentes comediantes se perdem em um longa mal produzido. Novamente vemos em cena a necessidade de dar destaque a personagens femininas vingativas e neuróticas. Além do roteiro fraco, da falta de ritmo e dinâmica do elenco, <em>Mulheres ao Ataque</em> ainda é apelativo e merece ser esquecido para toda a eternidade.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4671" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/156573_full-608x400.jpg" alt="MCDSWAW EC015" width="608" height="400" /></p>
<p><strong># 01. Destino Insólito</strong> (Swept Away, 2002)</p>
<p>O primeiro lugar fica para, talvez, um dos piores filmes feitos pela humanidade. Dirigido por Guy Ritchie (<em>Sherlock Holmes</em>) e estrelado por ninguém menos que Madonna, o longa é uma refilmagem <em>Travolti da un insolito destino nell&#8217;azzurro mare d&#8217;agosto</em>, longa italiano de 1974. Fracasso de crítica e de público, <em>Destino Insólito</em> fala sobre uma mulher rica e mimada que acaba parando numa ilha exótica e deserta com um rapaz bonitão (Giuseppe Esposito). Obviamente, eles entram em conflito até se apaixonarem. Além da história batida, a película não possui nada que se salve. Atuações tenebrosas, fotografia equivocada, direção atrapalhada, personagens mal construídas e rasamente escritas. Até a própria Madonna tenta esquecer que participou desta produção que, com certeza, não vai ficar para história e jamais deve ser vista ou revista pelo público.</p>
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		<title>O girl power no cinema de Quentin Tarantino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Jan 2016 12:03:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Bastardos Inglórios]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Jason Leigh]]></category>
		<category><![CDATA[Kill Bill: Volume 1]]></category>
		<category><![CDATA[Kill Bill: Volume 2]]></category>
		<category><![CDATA[Melanie Laurent]]></category>
		<category><![CDATA[Os Oito Odiados]]></category>
		<category><![CDATA[Pulp Fiction - Tempo de Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Quentin Tarantino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Nesta quinta, entra em cartaz no Brasil o filme Os Oito Odiados, de Quentin Tarantino. Com um elenco composto por atores majoritariamente, uma mulher se destaca dentro da narrativa e é ela quem mobiliza toda a ação da história. A personagem em questão é Daisy Dormegue, defendida pela atriz Jennifer Jason Leigh, uma bandida infame que foi pega pelo caçador de recompensas John Ruth, papel de Kurt Russell. O longa é dividido em capítulos e em cada etapa Leigh [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4278" aria-describedby="caption-attachment-4278" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4278 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/Quentin-Tarantino-and-Uma-Thurman-on-the-set-of-Kill-Bill-620x310.jpg" alt="Quentin-Tarantino-and-Uma-Thurman-on-the-set-of-Kill-Bill" width="620" height="310" /><figcaption id="caption-attachment-4278" class="wp-caption-text">Quentin Tarantino e Uma Thurman no set de Kill Bill &#8211; Volume 1</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesta quinta, entra em cartaz no Brasil o filme <em>Os Oito Odiados</em>, de Quentin Tarantino. Com um elenco composto por atores majoritariamente, uma mulher se destaca dentro da narrativa e é ela quem mobiliza toda a ação da história. A personagem em questão é Daisy Dormegue, defendida pela atriz Jennifer Jason Leigh, uma bandida infame que foi pega pelo caçador de recompensas John Ruth, papel de Kurt Russell.</p>
<p>O longa é dividido em capítulos e em cada etapa Leigh vai demonstrando lentamente as camadas de Dormegue. A noção do grau de vilania da moça vai se tornando mais aparente para o público e, aos poucos, saindo da tensão e do alívio cômico ela se torna uma criatura diabólica e perversa que espera o momento certo para dar o bote.</p>
<p>Esta não é a primeira película de Trantino na qual uma personagem feminina se destaca. O <em>Coisa de Cinéfilo</em> selecionou algumas outras mulheres marcantes na obra do diretor na semana em que mais um filme do realizador entra em cartaz no país:</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-4279 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/pulp-fiction-DI-620x349.jpg" alt="Mandatory Credit: Photo by c.Miramax/Everett / Rex Features 'PULP FICTION', Uma Thurman - 1994 'PULP FICTION' FILM - 1994 No Merchandising. Editorial Use Only STILL STILLS 563502b" width="620" height="349" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Mia Wallace </strong>(Uma Thurman)</p>
<p style="text-align: center;">Pulp Fiction &#8211; Tempo de Violência</p>
<p>Cocaína,<em> milk-shake</em> e dança icônica. Mia Wallace é uma figura emblemática na história do cinema. Em cartazes, camisetas, canecas, agendas e cadernos, Mia está gravada na cabeça dos cinéfilos. Sua história em <em>Pulp Fiction</em> começa quando Vincent Vega (John Travolta) precisa passar o dia distraindo a moça, enquanto seu chefe viaja. A partir daí, iniciam-se algumas aventuras protagonizadas por Vega e Wallace, com direito a muito álcool, drogas e injeção de adrenalina.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4280" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/kill-bill-vol-1-the-bride-620x349.jpg" alt="kill-bill-vol-1-the-bride" width="620" height="349" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Noiva</strong> (Uma Thurman)</p>
<p style="text-align: center;">Kill Bill &#8211; Volume 1 e 2</p>
<p>Mamba Negra, A noiva, Beatrix Kiddo ou Mamãe. Uma Thurman interpreta aqui a ex-integrante de uma gangue que, depois de acordar de um coma de quatro anos, decide ir atrás de todos os seus antigos colegas, para assassiná-los até chegar ao seu líder, Bill (David Carradine). Isso porque foram eles os responsáveis pela sua longa estadia em um hospital, bem como o seu afastamento da filha que Kiddo nem pôde conhecer. A personagem feita por Thurman é forte e emblemática. Aqui se vê uma assassina paciente, que espera o momento certeiro de realizar sua vingança.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4281" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/01/melanie-laurent.jpg" alt="melanie-laurent" width="586" height="330" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Shosanna Dreyfus</strong> (Mélanie Laurent)</p>
<p style="text-align: center;">Bastardos Inglórios</p>
<p>Determinada e furiosa, Shosanna também se encaixa na categoria &#8220;paciente e vingativa&#8221;. Disposta a fazer qualquer coisa pela sua causa, a moça queria eliminar os nazistas do comando e estava disposta a arriscar sua própria vida para conseguir isso. Além de ser forte dentro do longa, a personagem é bem lembrada, principalmente pelos cinéfilos, por causa da frase clássica “Good bye, Shosanna!!”, dita por Hans Landa, interpretado pelo ganhador do Oscar Christoph Waltz.</p>
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