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	<title>Arquivos Uma Loucura de Mulher - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Uma Loucura de Mulher - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Entrevista: Marcus Ligocki Jr., diretor de Uma Loucura de Mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jun 2016 10:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Marcus Ligocki]]></category>
		<category><![CDATA[Marcus Ligocki Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana Ximenes]]></category>
		<category><![CDATA[Uma Loucura de Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Wanderley Teixeira (Coisa de Cinéfilo) Assumindo pela primeira vez a função de diretor e roteirista em um longa-metragem de ficção, o experiente produtor Marcus Logocki Jr. aposta suas fichas na comédia romântica Uma Loucura de Mulher. No filme que estreia neste final de semana em todo o país, Ligocki dirige Mariana Ximenes, que interpreta uma ex-bailarina que abandona o marido, um candidato a governador, para ir em busca da sua realização pessoal. Em visita a Salvador para o lançamento do filme, o diretor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" style="text-align: right;" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><i>Foto</i>: Wanderley Teixeira (Coisa de Cinéfilo)</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Assumindo pela primeira vez a função de diretor e roteirista em um longa-metragem de ficção, o experiente produtor Marcus Logocki Jr. aposta suas fichas na comédia romântica <i>Uma Loucura de Mulher</i>. No filme que estreia neste final de semana em todo o país, Ligocki dirige Mariana Ximenes, que interpreta uma ex-bailarina que abandona o marido, um candidato a governador, para ir em busca da sua realização pessoal. Em visita a Salvador para o lançamento do filme, o diretor nos contou um pouco sobre a sua primeira experiência na direção e sobre os bastidores da realização do longa-metragem. Confira na íntegra a conversa que o <i>Coisa de Cinéfilo </i>teve com o realizador:</p>
<p><strong data-blogger-escaped-style="mso-bidi-font-weight: normal;">Coisa de Cinéfilo: Você já tem uma carreira como produtor em filmes como <em>O Último Cine Drive-In</em> e <em>Rock Brasília</em>. O que te fez escolher Uma Loucura de Mulher como seu primeiro longa-metragem?</strong>Marcus Ligocki Jr.: Fazer um longa-metragem como diretor era talvez a coisa mais importante para mim. Quando eu comecei a fazer cinema há vinte e poucos anos, me aproximar disso e querer entrar nesse mercado, meu objetivo era dirigir e levei esse tempo inteiro me especializando e aprendendo para ter a oportunidade de fazer um filme como esse. Eu estava completando 43 e assumindo um risco porque quando você dirige você se expõe completamente. Então para mim era muito importante contar uma história que eu acreditasse, que fosse um tema relevante, caro para todas as pessoas, que pudesse fazer as pessoas se divertirem e refletirem.</p>
<p><strong data-blogger-escaped-style="mso-bidi-font-weight: normal;">CdC: Quais foram as principais inspirações para o roteiro?</strong><strong><br />
</strong>MLJ: O tema do empoderamento feminino sempre esteve muito próximo de mim. Minha mãe foi uma feminista atuante, ela foi fundadora e trabalhou por dez anos em uma ONG voltada para a questão e a gente discutia muito o posicionamento da mulher, o impacto disso na sociedade. Eu sempre me preocupava com a individuação, um processo mítico de todos nós. Como é que a gente se exerce? Como a gente realiza o que é importante para nós, de acordo com as nossas características&#8230; Como aproveitamos essa oportunidade que estamos vivos para nos manifestar, dar voz ao nosso olhar sobre as coisas. A gente é sempre convidado a cumprir um olhar de uma outra instituição, de uma outra pessoa. As vezes a gente passa muitos anos sem conseguir se manifestar. Eu adoro quando vejo as pessoas descobrindo o seu espaço e achando a sua voz. Acho que não tem nada mais importante nesse mundo. Então esse filme fala sobre essas coisas.</p>
<p><strong data-blogger-escaped-style="mso-bidi-font-weight: normal;">CdC: Através da protagonista?</strong><strong><br />
</strong>MLJ: Eu acho que essa representação na mulher é ainda mais forte. A gente vem de uma cultura machista. Este espaço é recente para elas. Então a percepção dessa distância entre a possibilidade de se manifestar e a situação real é mais evidente nesse caso. Foi muito interessante construir essa personagem.</p>
<p><strong data-blogger-escaped-style="mso-bidi-font-weight: normal;">CdC: E como foi essa colaboração com a Mariana no set? Ela é sua protagonista e uma atriz muito jovem, mas com muita experiência em diversas áreas, ao mesmo tempo era produtora do filme também.</strong><strong><br />
</strong>MLJ: Poxa, foi especial. Imagina eu na minha primeira direção contar com uma atriz como a Mariana. Com o talento, a experiência dela&#8230; Foi genial. Ela é absolutamente generosa e eu me expus a isso de corpo e alma. Tive inteiro nesse processo e nosso trabalho em conjunto gerou muitos frutos. Não foi um processo de chegar com um roteiro 100% fechado com uma personagem absolutamente construída e querer que a Mariana realizasse aquilo. Foi um processo de colaboração no qual o texto se aproximou dela e ela se aproximou do texto. Isso, na verdade, aconteceu também com todos os atores. Tanto no elenco quanto na equipe busquei pessoas muito experientes e talentosas.</p>
<figure id="attachment_6091" aria-describedby="caption-attachment-6091" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-6091 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/MakingOf_CreditoLucianaMelo-7.jpg" alt="MakingOf_CreditoLucianaMelo (7)" width="610" height="348" /><figcaption id="caption-attachment-6091" class="wp-caption-text">O diretor e a atriz Mariana Ximenes no set de Uma Loucura de Mulher. Créditos: Luciana Melo (Divulgação)</figcaption></figure>
<p><strong data-blogger-escaped-style="mso-bidi-font-weight: normal;">CdC: Sobre o restante do elenco, ele é bastante heterogêneo. Como vocês chegaram a um denominador comum a respeito de cada ator que interpretaria os personagens do filme?</strong><strong><br />
</strong>MLJ: A escolha do elenco foi curiosa porque tudo foi a partir da Mariana. Para mim era importante o olhar para as relações. Se eu tinha a Mariana como a Lúcia, o Gero (Bruno Garcia), marido dela, precisava ter determinados tipos de características que iam potencializar essa relação. Desde o entrosamento até as características físicas. Por exemplo, as características físicas do Gero tinham que ser diferentes das características físicas do Raposo (Sérgio Guizé), o primeiro namorado dela. Não só nas formas, uma forma de rosto mais quadrado e mais redondo, a pele mais branca ou mais morena, desde esses detalhes como também o ritmo daquele ator, o jeito de se posicionar, o tom de voz&#8230; Foram elementos observados para compormos esse quadro. Eu olhava para esse conjunto de personagens com as relações que eu pretendia estimular entre eles e, junto com a Lara Guaranys (co-produtora do filme), fizemos essas escolhas para que de alguma maneira essas relações pretendidas fluíssem, não fossem forçadas&#8230; A gente precisava que elas já estivessem plantadas nas características primárias de cada um dos atores.</p>
<p><strong data-blogger-escaped-style="mso-bidi-font-weight: normal;">CdC: A gente percebe que no filme o apartamento do pai da Lúcia é um elemento muito importante da história. Como ele foi pensado como cenário? E também como as cenas dentro dele foram pensadas?</strong><strong><br />
</strong>MLJ: Quando eu comecei a pensar nesse filme, logo de cara, eu tinha uma cena que queria muito realizar que teria inspirações no <em data-blogger-escaped-style="mso-bidi-font-style: normal;">vaudeville </em>(gênero de entretenimento marcado por cenas que se sucedem no mesmo cenário). Está a Lúcia com o Raposo dentro do apartamento, daí chega o Gero de maneira inesperada, o Raposo tem que se esconder, ela precisa despistar o Gero, tirar o Raposo de dentro do apartamento&#8230; Então eu peguei um conjunto de filmes que tinham executado bem esse tipo de cena e comecei a estudar para entender o que é que fazia aquilo dar resultado. Como estava posicionada a câmera, como é que eram os movimentos, quando se enquadrava o que é que a gente via, quais eram os posicionamentos das portas&#8230; Então tudo isso regeu essa estrutura básica.</p>
<p><strong data-blogger-escaped-style="mso-bidi-font-weight: normal;">CdC: E sobre a construção ou idealização desse cenário?</strong><strong><br />
</strong>MLJ: A gente começou a procurar locação e vimos que era muito difícil encontrar um apartamento que se adequasse a essa necessidade de linguagem mesmo. Então a gente resolveu construir um cenário que tivesse essa disposição de portas. Depois, o Tiago Marques (diretor de arte) e a equipe dele fizeram um trabalho muito minucioso de pesquisa em relação ao universo do pai dela, daquele bairro onde eles viviam, quanto tempo aquele apartamento estava lá. A partir disso, os móveis foram surgindo, os instrumentos musicais já que o pai dela era um boêmio, um cara do samba que gostava muito da noite e ai o cenário foi nascendo. Para contar uma comédia com credibilidade eu queria trazer realidade e que as pessoas se identificassem com esses personagens. Então a gente trouxe essa característica envelhecida do apartamento, que tem algumas cores mais fechadas nas paredes e nos móveis, mas nos figurinos e às vezes em objetos que estão em cima de uma mesa ou uma estante, você vai perceber que a gente tem sempre cores contrastadas.</p>
<p><strong data-blogger-escaped-style="mso-bidi-font-weight: normal;">CdC: Vivemos uma ótima fase para as comédias populares no país já que elas têm uma grande aceitação por parte de uma parcela do público, mas ao mesmo tempo é um nicho de produção que sofre uma certa resistência de um outro grupo de espectadores. O que você diria sobre <em data-blogger-escaped-style="mso-bidi-font-style: normal;">Uma Loucura de Mulher </em>para os dois estratos do público?</strong></p>
<p>MLJ:<em data-blogger-escaped-style="mso-bidi-font-style: normal;"> Uma Loucura de Mulher </em>foi um filme construído com muito cuidado nos detalhes, cada personagem tem uma razão para ser de um dado jeito, ter um certo figurino, estar naquele ambiente&#8230; É uma história que considero muito relevante para os nossos dias atuais. O que eu peço é que as pessoas deem uma oportunidade para o filme, mesmo porque ele é uma comédia romântica que, na minha percepção, vem com uma cara muito própria. É difícil comparar ele com qualquer outro filme feito por aqui ou feito fora. Ele tem elementos dessa linguagem e desse gênero, mas tem uma personalidade muito própria que eu vejo tanto as crianças quanto as pessoas mais velhas e os jovens se relacionarem muito bem. O público vive uma experiência não muito comum. Então, eu convido a todos que experimentem, acho que vai ser uma ótima experiência.</p>
<p>Leia a crítica do filme <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-uma-loucura-de-mulher/">clicando aqui</a>.</p>
<p>Saiba mais sobre a estreia de <em>Uma Loucura de Mulher </em>em Salvador<a href="http://coisadecinefilo.com.br/pre-estreia-em-salvador-de-uma-loucura-de-mulher-e-entrevista-com-mia-mello/"> clicando aqui.</a></p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_0vC0QmwAis" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Warcraft &#8211; O Primeiro Encontro de Dois Mundos é o destaque das estreias da semana (02/06). Confira filmes que entram em cartaz!</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/warcraft-o-primeiro-encontro-de-dois-mundos-e-o-destaque-das-estreias-da-semana-0206-confira-filmes-que-entram-em-cartaz/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jun 2016 01:48:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Estreias da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[O Outro Lado do Paraíso]]></category>
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		<category><![CDATA[Uma Loucura de Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Warcraft]]></category>
		<category><![CDATA[Warcraft - O Primeiro Encontro de Dois Mundos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Da Legendary Pictures e Universal Pictures chega aos cinemas o filme Warcraft &#8211; O Primeiro Encontro de Dois Mundos, uma aventura épica sobre conflitos em um mundo à beira da colisão baseado no fenômeno global da Blizzard Entertainment. O reino pacífico de Azeroth está à beira de uma guerra enquanto sua civilização enfrenta uma raça temível de invasores: guerreiros Orcs fugindo de sua casa moribunda para colonizar um novo lugar. Enquanto um portal se abre para conectar os dois mundos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Da Legendary Pictures e Universal Pictures chega aos cinemas o filme <strong><em>Warcraft &#8211; O Primeiro Encontro de Dois Mundos</em></strong>, uma aventura épica sobre conflitos em um mundo à beira da colisão baseado no fenômeno global da Blizzard Entertainment. O reino pacífico de Azeroth está à beira de uma guerra enquanto sua civilização enfrenta uma raça temível de invasores: guerreiros Orcs fugindo de sua casa moribunda para colonizar um novo lugar. Enquanto um portal se abre para conectar os dois mundos, um exército enfrenta destruição e o outro enfrenta a extinção. De lados opostos, dois heróis são colocados em um caminho de colisão que irá decidir o destino de suas famílias, seu povo e seu lar. Dirigido por Duncan Jones e escrito por Charles Leavitt e Jones, o filme que conta com os atores Travis Fimmel, Paula Patton, Ben Foster, Dominic Cooper, Toby Kebbell, Ben Schnetzer, Rob Kazinsky e Daniel Wu. Confira a crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-warcraft/" target="_blank"><strong>clicando aqui</strong></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/lMFM6ciFkFc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6074" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/O-outro-lado-do-paraíso-20OUTUBRO2014-01.jpg" alt="O-outro-lado-do-paraíso-20OUTUBRO2014-01" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>O Outro Lado do Paraíso</strong><br />
<strong> Direção:</strong> André Ristum<br />
<strong>Elenco:</strong> Eduardo Moscovis, Simone Iliescu, Jonas Bloch</p>
<p>Anos 1960, Brasil. Através do olhar de Nando, um garoto de 12 anos, acompanhamos a trajetória de Antônio, um idealista sonhador. O desejo de ascensão social leva toda a família a se mudar para a recém-inaugurada e ainda em construção cidade de Brasília. Movido pelos movimentos políticos da época e pelas reformas prometidas pelo Presidente João Goulart, Antônio se aproxima do ativismo político e da luta dos trabalhadores. Em abril de 1964, da noite para o dia, os sonhos se transformam em pesadelos.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/aENM3elWAOI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6075" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/rockemcabultop.jpg" alt="rockemcabultop" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Rock em Cabul</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Barry Levinson<br />
<strong>Elenco:</strong> Bill Murray, Zooey Deschanel, Bruce Willis</p>
<p>Richie Vance (Bill Murray) é um empresário decadente, que vive de explorar pessoas sem talento que sonham se tornar grandes astros. Um dia, durante a apresentação de Ronnie (Zooey Deschanel), uma de suas clientes, ele recebe a proposta de levá-la para um show para as tropas americanas localizadas no Afeganistão. De olho no lado financeiro, Richie não pensa duas vezes antes de aceitar. Só que, ao chegar, ela entra em pânico e decide abandonar tudo! Com isto, Richie se vê sem dinheiro, sem passaporte e sem ter o que fazer em pleno Afeganistão em guerra. Com informações do Adoro Cinema.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/kyP86316RPU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6076" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/maxresdefault.jpg" alt="maxresdefault" width="610" height="348" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Uma Loucura de Mulher</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Marcus Ligocki Júnior<br />
<strong>Elenco:</strong> Mariana Ximenes, Bruno Garcia, Miá Mello</p>
<p>Lúcia (Mariana Ximenes) é casada com Gero (Bruno Garcia), político que está deslumbrado com a possibilidade de se tornar governador. Lúcia está disposta a apoiá-lo, mas um vacilo dele a faz fugir para o Rio de Janeiro. Lá, ela redescobre a alegria de estar solteira e de perseguir os próprios sonhos. Gero precisa dela para se eleger e Lúcia tem que se livrar dele para ser feliz. Confira a crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-uma-loucura-de-mulher/" target="_blank"><strong>clicando aqui</strong></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_0vC0QmwAis" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/warcraft-o-primeiro-encontro-de-dois-mundos-e-o-destaque-das-estreias-da-semana-0206-confira-filmes-que-entram-em-cartaz/">Warcraft &#8211; O Primeiro Encontro de Dois Mundos é o destaque das estreias da semana (02/06). Confira filmes que entram em cartaz!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Crítica: Uma Loucura de Mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2016 21:37:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Marcus Ligocki]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana Ximenes]]></category>
		<category><![CDATA[Uma Loucura de Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desprestigiado por alguns, mas inegavelmente um dos nichos de produção mais lucrativos do nosso país, as comédias populares podem render, por vezes, títulos de gosto e abordagem duvidosos. O que não dá para ser feito é culpabilizar um determinado gênero cinematográfico por aquilo que possa ser encarado como eventuais problemas mercadológicos e criativos do setor. Não que Uma Loucura de Mulher seja um exemplar que vá honrar esse tipo de produção com a oferta para o público de um filme [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Desprestigiado por alguns, mas inegavelmente um dos nichos de produção mais lucrativos do nosso país, as comédias populares podem render, por vezes, títulos de gosto e abordagem duvidosos. O que não dá para ser feito é culpabilizar um determinado gênero cinematográfico por aquilo que possa ser encarado como eventuais problemas mercadológicos e criativos do setor. Não que <i>Uma Loucura de Mulher </i>seja um exemplar que vá honrar esse tipo de produção com a oferta para o público de um filme cheio de virtudes. Em diversos aspectos, o longa de estreia de Marcus Ligocki Jr. repete uma série dos deslizes corriqueiros desse nicho de produção em nosso país, entre eles, talvez o mais grave seja achar que fazer comédia é oferecer a trama mais inofensiva e criativamente superficial que pode, flertando ainda com recursos dramáticos mais do que batidos para o gênero. No entanto, o filme não é dos exemplares mais desastrosos que já foram realizados pela safra recente de comédias e consegue gerar o mínimo interesse que seja do seu espectador graças a presença de uma atriz do calibre e com o carisma de Mariana Ximenes na pele da sua protagonista.</p>
<p><i>Uma Loucura de Mulher </i>traz a história de Lúcia (Ximenes), esposa de um candidato ao governo do Distrito Federal que abandona o marido após ser traída pelo mesmo em virtude de interesses políticos. A personagem então retorna ao bairro onde fora criada no Rio de Janeiro e passa a morar no apartamento que fora do seu falecido pai e que atualmente encontra-se vinculado a um processo ainda pendente de inventário. Chegando ao local, ela reencontra um amor de adolescência (Sérgio Guizé) e torna-se amiga da sua vizinha (Guida Vianna), que manteve durante anos um caso extraconjugal com o seu pai. Quando tudo parece estável na vida de Lúcia e ela começa a descobrir novas possibilidades e experiências, o seu esposo retorna com uma proposta de reconciliação que fará a personagem oscilar entre o desejo de voltar ao conforto da sua antiga vida ou recomeçar uma nova história.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6112" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/05/umalouc-1.jpg" alt="umalouc" width="610" height="348" /></p>
<p>Como estrutura, <i>Uma Loucura de Mulher </i>é protocolar, seguindo um esquemático quadro de personagens, situações e conflitos que vemos à exaustão em qualquer comédia romântica: temos a decepção de Lúcia com o marido, um completo calhorda que, mais tarde, revela-se uma patética marionete nas mãos dos seus aliados políticos; os coadjuvantes cômicos que vão desde a vizinha &#8220;excêntrica&#8221; da protagonista ao seu porteiro; a tensão sexual e as questões pendentes (e não ditas) entre Lúcia e o seu antigo namorado, interpretado por Sérgio Guizé, que representa aqui o galã romântico ausente de maior profundidade na composição de sua personalidade, como acontece na maior parte das produções do gênero. O filme apresenta esses personagens esquemáticos em situações mais do que previsíveis e não há maiores surpresas nesse sentido, portanto não espere grandes subversões em cima dos seus próprios protocolos narrativos. Há um leve comentário a respeito das manobras dos políticos do nosso país, o que torna o personagem de Bruno Garcia um dos mais interessantes do filme, mas também não chega a ser uma crítica realizada em profundidade pela comédia.</p>
<p>Mesmo oferecendo situações batidas para o espectador, é preciso deixar claro que todo esse teor narrativamente burocrático e subserviente às regras do gênero não tornam <i>Uma Loucura de Mulher</i> um filme execrável. Se estabelecermos um comparativo entre a obra e outros títulos desse nicho de produção que andam sendo realizados por aqui, o longa sai-se melhor do que a maioria deles. Trata-se, claro, de uma comédia que não tem maiores ambições e que também ocasiona grandes escorregadas formais, existe uma ou outra implausibilidade e um certo teor efêmero da sua própria narrativa. O espectador estando ciente disso e aceitando os termos desse &#8220;pacto&#8221; proposto pela obra , a experiência pode resultar um passatempo inofensivo que ganha seu diferencial graças a presença de uma estrela do peso de Mariana Ximenes, que consegue tornar qualquer filme minimamente agradável somente pela força da sua presença em um único <i>frame</i>.</p>
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