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	<title>Arquivos Tye Sheridan - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Tye Sheridan - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Bar Doce Lar (Prime Video)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2022 14:34:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em suas recentes empreitadas como diretor, George Clooney não tem acertado muito o faro para suas histórias. O Céu da Meia-Noite de 2020 está longe de ser um dos melhores trabalhos da sua carreira, pelo contrário, e Bar Doce Lar soa completamente banal para um filme com a assinatura de alguém que fez uma transição tão bem-sucedida da atuação para a direção com longas como Confissões de uma Mente Perigosa, Boa Noite e Boa Sorte e Tudo pelo Poder, todos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em suas recentes empreitadas como diretor, George Clooney não tem acertado muito o faro para suas histórias. O Céu da Meia-Noite de 2020 está longe de ser um dos melhores trabalhos da sua carreira, pelo contrário, e <em><strong>Bar Doce Lar</strong></em> soa completamente banal para um filme com a assinatura de alguém que fez uma transição tão bem-sucedida da atuação para a direção com longas como Confissões de uma Mente Perigosa, Boa Noite e Boa Sorte e Tudo pelo Poder, todos acima da média.</p>
<p>No catálogo do Amazon Prime Video, <em><strong>Bar Doce Lar</strong></em> narra a típica jornada de rito de passagem de um jovem garoto, interpretado por Tye Sheridan, que pontualmente compartilha o personagem com o menino Daniel Ranieri. O longa é baseado nas memórias do escritor J.R. Moehringer, um rapaz de origem humilde, estudante da Universidade de Yale, cujo tio Charlie (Ben Affleck) foi um ex-combatente do Vietnã que virou gerente de um bar depois do conflito e passou a ser responsável por todo o repertório literário do garoto, preenchendo também a lacuna do pai ausente do rapaz.</p>
<p><em><strong>Bar Doce Lar</strong></em> traz consigo toda uma atmosfera old fashioned de narrativa cinemagráfica com um pretenso calor humano na construção das suas relações familiares. Não existe problema algum no fato de George Clooney querer contar esse tipo de história mais antiquada para nossos tempos. O problema é que o diretor não consegue conferir nenhuma singularidade que justifique a jornada de Moehringer ganhar tanta pompa que ganha na sua abordagem. Nem mesmo as relações entre o protagonista e as figuras adultas mais relevantes da sua vida como o tio Charlie (um bom momento de Ben Affleck, mas nada que justifique suas recentes indicações a prêmios e uma menção ao Oscar que se anuncia), a mãe interpretada por Lily Rabe e o avô vivido por Christopher Lloyd. Clooney se esforça e constrói toda a narrativa como algo da ordem do singular, que em dado momento revelará sua grande lição de vida, mas no fundo não há um elemento sequer que distinga <em><strong>Bar Doce Lar</strong></em> de outras histórias de amadurecimento de rapazes já contadas à exaustão nas telas. Tudo é um pouco solto e desprovido de relevância.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15059" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/the-tender-bar-blogroll-1639783651114.jpg" alt="Bar Doce Lar" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/the-tender-bar-blogroll-1639783651114.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/the-tender-bar-blogroll-1639783651114-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/the-tender-bar-blogroll-1639783651114-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/01/the-tender-bar-blogroll-1639783651114-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Assim, passa a ser óbvio que Affleck se destaque pois é quem tem o personagem mais bem construído da história e o ator, confirmando seu status de estrela hollywoodiana, sustenta com muito charme sua presença em cena.</p>
<p>Há questões incomodas no filme. Uma delas é toda a relação do protagonista com seu pai, uma figura omissa que é estranhamente suavizada ao longo da história e quando revela seu pior lado, tudo parece jogado na tela de maneira muito abrupta e mal construída. Além disso, a escalação do jovem Daniel Ranieri como a versão infantil de Tye Sheridan não convence pela ausência de semelhança física entre os intérpretes de J.R.. Para piorar, Clooney não consegue transitar de maneira fluida entre a infância e o começo da vida adulta do rapaz, a princípio oscila entre os tempos sem nenhuma justificativa aparente e quando passa de vez o bastão para Tye Sheridan o faz sem a menor cerimônia.</p>
<p>Menos ambicioso que os demais momentos de Clooney como diretor, <em><strong>Bar Doce Lar</strong></em> tem um resultado esquisito. É um filme que parece não relaxar ou se conter com sua trivialidade e anuncia o tempo todo uma grandiosidade e singularidade na biografia do seu protagonista e nas suas relações que parece não existir de fato. É um resultado tão aquém dos momentos mais inspirados de Clooney&#8230; A recorrência que tem sido trabalhos assim na sua carreira recente acende o sinal de alerta para uma urgente mudança de rumo nas suas próximas produções.</p>
<p><strong>Direção:</strong> George Clooney</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Tye Sheridan, Christopher Lloyd, Ben Affleck, Lily Rabe, Daniel Ranieri, Briana Middleton</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/HDnyQ502Lzc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: X-Men: Fênix Negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 19:40:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, 06 de junho, o longa X-Men: Fênix Negra, que faz parte do universo atual dos X-Men, que inclui novos personagens e a versão mais jovem daqueles que já conhecíamos. Com tanto filme de super-herói sendo lançado atualmente, esse me parecia mais um. Então, foi com pouca pretensão que fui ao cinema conferir o resultado da produção. Para minha grata surpresa, o resultado foi mais positivo do que o esperado. O foco em um único personagem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, 06 de junho, o longa <strong><em>X-Men: Fênix Negra</em></strong>, que faz parte do universo atual dos X-Men, que inclui novos personagens e a versão mais jovem daqueles que já conhecíamos. Com tanto filme de super-herói sendo lançado atualmente, esse me parecia mais um. Então, foi com pouca pretensão que fui ao cinema conferir o resultado da produção.</p>
<p>Para minha grata surpresa, o resultado foi mais positivo do que o esperado. O foco em um único personagem já se mostrou uma decisão acertada nos<em> X-Men</em>, vide <em>Logan</em>, que é um dos melhores filmes de super-heróis de todos os tempos. Esse aqui não chega ao nível de <em>Logan</em>, é bem verdade, mas não faz feio também. Tem um tom certeiro ao tratar da origem de Jean, uma das personagens mais fortes e de importância da trama.</p>
<p>O filme se passa em 1992, quando Charles Xavier (James McAvoy) curte o fato dos X-Men serem bem aceitos na sociedade e considerados heróis nacionais. Tudo isso devido a uma missão no espaço em que eles resgatam astronautas. No entanto, durante o processo de resgate, Jean Grey (Sophie Turner) precisou chegar ao seu limite para garantir a segurança de todos e foi exposta ao que parecia ser uma explosão solar. Desde então, ela lida com uma força ainda mais poderosa dentro de si e a incapacidade de controlar suas emoções.</p>
<p>A construção do roteiro é um dos pontos altos do filme. Ele vai, gradativamente, tecendo a trama e conectando os fios da evolução da protagonista, mostrando desde a sua infância até o momento atual, em que lida com crises internas e conflitos emocionais. Tudo isso acompanhado dos demais X-Men, que dão suporte ao enredo, sem roubar a cena da personagem principal.</p>
<p>O espectador sabe que essa parceria entre a sociedade e os mutantes é algo muito furtivo e pode acabar a qualquer momento. Eles aceitam o diferente enquanto é conveniente para eles. Mas ao sinal de qualquer erro, serão questionados e rechaçados. E isso fica suspenso no ar o tempo inteiro. Então, quando Jean começa a ter reações estranhas depois da explosão, o primeiro medo de Xavier é justamente colocar essa relação com a sociedade em risco.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10665" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3423195.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3423195.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3423195.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/3423195.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O que me incomoda em <strong><em>X-Men: Fênix Negra</em></strong> é que ele não faz uso completo de todos os artifícios que a franquia X-Men oferece. Para mim, é uma das sagas mais interessantes e atraentes, do ponto de vista dos personagens e da criação de enredo. E este longa me parece ficar mais na superfície, no quesito de utilizar as ferramentas que estão postas na mesa.</p>
<p>A parte de maquiagem e efeitos especiais, por exemplo, é muito boa e acertada. No entanto, certos questionamentos são feitos, como a necessidade de Jennifer Lawrence (<em>Mãe!</em>), no personagem Mística, ficar aparecendo como pessoa normal dentro da casa dos X-Men. Ainda mais depois que a sociedade já passou a aceitar os mutantes.</p>
<p>O filme apresenta ainda ótimas cenas de luta, como a do trem no final, que envole a maioria dos personagens. Vemos, no entanto, um subaproveitamento da vilã Vuk, interpretada por Jessica Chastain (<em>A Hora Mais Escura</em>). Um grande potencial de ser alguém realmente apavorante, mas que é renegada a cenas curtas, com poucas falas e momentos pouco marcantes. O mesmo poderíamos dizer de Sophie Turner, no papel da protagonista. Ela tem pouco espaço para efetivamente se mostrar como atriz e só podemos culpar o roteiro por isso.</p>
<p>Ainda assim, <strong><em>X-Men: Fênix Negr</em></strong>a é um bom filme que traz uma história competente sobre a construção de uma das principais personagens deste universo. Tem ser percalços e quedas no caminho, mas com certeza é superior a outros longas, como <em>X-Men: Apocalipse</em>, por exemplo. Vale a pena conferir nos cinemas!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Simon Kinberg<br />
<strong>Elenco:</strong> Sophie Turner, James McAvoy, Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Tye Sheridan, Alexandra Shipp, Evan Peters</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/xrbBVIpssDQ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Jogador nº 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Mar 2018 19:16:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Jogador nº1]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Rylance]]></category>
		<category><![CDATA[Steven Spielberg]]></category>
		<category><![CDATA[Tye Sheridan]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Baseado no romance homônimo de Ernest Cline, Jogador nº 1 é o retorno de Steven Spielberg na direção depois de três meses do lançamento de The Post: A Guerra Secreta. Diferente da trama politicamente engajada do filme indicado ao Oscar protagonizado por Meryl Streep e Tom Hanks, Jogador nº 1 é um exemplar da carreira do diretor que faz jus àquilo que ele sabe fazer melhor e pelo que acabou ganhando notoriedade mundial: trata-se de uma aventura escapista repleta de efeitos especiais de ponta dosada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Baseado no romance homônimo de Ernest Cline, <i><b>Jogador nº 1</b> </i>é o retorno de Steven Spielberg na direção depois de três meses do lançamento de <i>The Post: A Guerra Secreta</i>. Diferente da trama politicamente engajada do filme indicado ao Oscar protagonizado por Meryl Streep e Tom Hanks, <i>Jogador nº 1 </i>é um exemplar da carreira do diretor que faz jus àquilo que ele sabe fazer melhor e pelo que acabou ganhando notoriedade mundial: trata-se de uma aventura escapista repleta de efeitos especiais de ponta dosada pelo olhar ingênuo do diretor para esse tipo de material com ares oitentistas, uma geração <i>blockbuster </i>que o próprio cineasta ajudou a construir sua gramática. Na essência, o longa surge como uma fita distópica protagonizada por um adolescente, que, por sua vez, remete à geração de <i>best-sellers</i> <i>Jogos Vorazes</i>, <i>Maze Runner </i>ou <i>Divergente</i>, mas o diretor acaba sofisticando ligeiramente o material com os toques que somente ele consegue dar para esse tipo de produção.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Em <i>Jogador nº 1 </i>somos apresentados a um mundo obcecado pela realidade virtual do OASIS, um jogo de computador criado pelo gênio Halliday, uma espécie de Steve Jobs daquele universo. Com cada jogador vivendo quase que exclusivamente a vida dos seus respectivos avatares nas realidades propostas pelo jogo, os <i>players</i> acabam tomando para si a missão de encontrar três chaves escondidas que os levarão a um valioso <i>easter egg. </i>As pistas foram pensadas pelo próprio Halliday antes de falecer, deixando como recompensa final para o jogador que desvendar o mistério toda a sua fortuna.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-8827" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/03/ready-player-one-750x422.jpg" alt="" width="750" height="422" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/03/ready-player-one-750x422.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/03/ready-player-one.jpg 1000w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Há um grande vilão ao longo de todo o filme, uma corporação chamada IOI que passa a ter como intuido controlar o legado de Halliday. É contra esse gigante que o jovem protagonista do filme interpretado por Tye Sheridan (de <i>Amor Bandido </i>e <i>X-Men: Apocalipse</i>) tem que lutar. O herói da história sugere uma empatia imediata com o espectador, um pobre orfão que vive uma vida repleta de privações com sua tia e seu desagradável e violento namorado. Todos esses elementos são desenvolvidos com uma certa superficialidade pelo filme. A jornada do protagonista, apesar de evocar uma certa emoção, não consegue ir mais a fundo na construção do seu personagem e das suas relações, ficando nas costas do simpático Tye Sheridan o interesse na trama &#8211; e olha que em boa parte da história o acompanhamos como um avatar. Já a trama da grande corporação em oposição à população oprimida que vive àquela realidade virtual também tem seu lugar, mas tem seus melhores momentos quando aborda de maneira incisiva como esses grandes executivos acabam &#8220;engolindo&#8221; iniciativas afetivas como a de Halliday através da OASIS.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O grande atrativo de <i>Jogador nº 1 </i>acaba sendo mesmo a aventura protagonizada pelos personagens do filme na realidade virtual, onde Spielberg e o romancista Ernest Cline inserem uma série de referências à cultura pop, de <i>Motal Kombat</i>, <i>Street Fighter</i>, <i>O Iluminado</i>, <i>O Gigante de Ferro</i>, passando ainda pelo Atari, <i>Overwatch</i>, <i>De Volta para o Futuro</i>, <i>King Kong </i>e a autorreferência <i>Jurassic Park</i>. Todas as menções não estão na trama de maneira aleatória. Ao serem inseridas exclusivamente no universo de um game criado por um um fã de todos esses produtos, <i>Jogador nº 1 </i>se transforma numa interessante mistura de <i>crossovers</i>. Nesse departamento, o filme de Spielberg não só evidencia um apuro técnico de ponta como também exibe um grande valor como entretenimento. Assim, a recomendação é deixar-se levar por toda a diversão que <i>Jogador nº1</i> tem o potencial de proporcionar.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/q_1OJNcTld0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
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