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	<title>Arquivos Transcendence - A Revolução - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Transcendence - A Revolução - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Podcast #01 &#8211; Retrospectiva 2014: Parte 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2015 20:55:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; 2015 tá só começando e nós já estamos aquecendo as turbinas comentando os filmes que mais esperamos nesse ano. Expectativas e dúvidas não faltam. Será que Minions vai vingar? E Cinquenta Tons de Cinza? Ainda há credibilidade nos contos de fadas em live action depois de tantos fiascos? O que esperar de Cinderela? Fanboys (and girls!), Jurassic World ou Star Wars &#8211; O Despertar da Força? E a Julianne Moore? Será que dessa vez ela finalmente leva o Oscar? [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2536" aria-describedby="caption-attachment-2536" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/img_917988921.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-2536 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/img_917988921-620x200.jpg" alt="img_91798892" width="620" height="200" /></a><figcaption id="caption-attachment-2536" class="wp-caption-text">Podcast #01- Retrospectiva 2014: Parte 2</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>2015 tá só começando e nós já estamos aquecendo as turbinas comentando os filmes que mais esperamos nesse ano. Expectativas e dúvidas não faltam. Será que <strong><em>Minions </em></strong>vai vingar? E <strong><em>Cinquenta Tons de Cinza</em></strong>? Ainda há credibilidade nos contos de fadas em <em>live action </em>depois de tantos fiascos? O que esperar de <strong><em>Cinderela</em></strong>? Fanboys (and girls!), <strong><em>Jurassic World </em></strong>ou <strong><em>Star Wars &#8211; O Despertar da Força</em></strong>? E a Julianne Moore? Será que dessa vez ela finalmente leva o Oscar? Dos filmes da atriz, você está aguardando mais <strong><em>Still Alice </em></strong>ou <strong><em>Mapa para as Estrelas</em></strong>?</p>
<p>Ainda deu tempo de finalizar a retrospectiva 2014, iniciada na <a href="http://coisadecinefilo.com.br/podcast-01-retrospectiva-2014-parte-1/">parte 1 do podcast,</a> elencando os piores filmes do ano que passou e Enoe pôde falar enfim sua lista de melhores atuações do ano! Preparem-se, não sobrou pedra sobre pedra. A galera é a mesma, Marcela Gelinski, Wanderley Teixeira e Enoe Lopes Pontes. Esperamos que gostem e comentem sobre o programa nos nossos canais de comunicação já conhecidos!</p>
<p>Trechos do podcast:</p>
<p>00:00 &#8211; Piores filmes de 2014</p>
<p>26: 51 &#8211; Melhores atuações de 2014, segundo Enoe</p>
<p>28:16 &#8211; Perspectivas para 2015</p>
<p><strong>ATENÇÃO! CUIDADO COM EVENTUAIS SPOILERS SOBRE OS FILMES COMENTADOS!</strong></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/microfono_thumb.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2531 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/microfono_thumb.png" alt="microfono_thumb" width="102" height="171" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ouça </strong><a href="https://www.copy.com/s/gz3DPflkeQhbq3I7/Podcast%20Retrospectiva%202014%20-%20Parte%202.wav" target="_blank">aqui </a><strong>o Podcast #01 &#8211; Retrospectiva 2014: Parte 2</strong></p>
<p><strong>ATENÇÃO! CUIDADO COM EVENTUAIS SPOILERS SOBRE OS FILMES COMENTADOS!</strong></p>
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		<title>Balanço: Temporada Blockbuster 2014</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/balanco-temporada-blockbuster-2014/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2014 23:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[A Culpa É Das Estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[Angelina Jolie]]></category>
		<category><![CDATA[Cameron Diaz]]></category>
		<category><![CDATA[Capitão América 2 - O Soldado Invernal]]></category>
		<category><![CDATA[Guardiões da Galáxia]]></category>
		<category><![CDATA[Lucy]]></category>
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		<category><![CDATA[Transformers: A Era da Extinção]]></category>
		<category><![CDATA[Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agora que já estamos no segundo semestre de 2014 (o tempo passa rápido&#8230;), chegou a hora de começarmos a fazer os primeiros balanços do ano. Claro que o principal deles é o da temporada de verão norte-americana, conhecida por trazer em seu calendário as principais super-produções da indústria cinematográfica. Esse ano o rendimento foi bem menor que o potencialmente esperado, no entanto, o que predominou foi a qualidade dos principais títulos dos estúdios. Os melhores filmes Para quem estava cansado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Agora que já estamos no segundo semestre de 2014 (o tempo passa rápido&#8230;), chegou a hora de começarmos a fazer os primeiros balanços do ano. Claro que o principal deles é o da temporada de verão norte-americana, conhecida por trazer em seu calendário as principais super-produções da indústria cinematográfica. Esse ano o rendimento foi bem menor que o potencialmente esperado, no entanto, o que predominou foi a qualidade dos principais títulos dos estúdios.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/MV5BMzA2NDkwODAwM15BMl5BanBnXkFtZTgwODk5MTgzMTE@._V1_SX640_SY720_.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1664 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/MV5BMzA2NDkwODAwM15BMl5BanBnXkFtZTgwODk5MTgzMTE@._V1_SX640_SY720_-620x205.jpg" alt="MV5BMzA2NDkwODAwM15BMl5BanBnXkFtZTgwODk5MTgzMTE@._V1_SX640_SY720_" width="620" height="205" /></a></p>
<p><strong>Os melhores filmes<br />
</strong></p>
<p>Para quem estava cansado do marasmo  da Marvel e começava a perceber que, em função do projeto <em>Os Vingadores</em>, o estúdio uniformizava seus títulos foi surpreendido com dois dos melhores filmes do catálogo da empresa e , consequentemente, da temporada: <em>Capitão América 2 &#8211; O Soldado Invernal </em>e <em>Guardiões da Galáxia</em>. Ambos também figuram entre as produções mais rentáveis das férias. Até o momento, <em>Capitão América 2 </em>é a maior bilheteria de 2014, com mais de US$ 259 milhões no bolso (ainda que sua equação com o orçamento de US$ 170 milhões não compense o resultado), e <em>Guardiões da Galáxia </em>foi a melhor estreia do mês de agosto de todos os tempos, cravando mais de US$ 92 milhões somente no seu <em>debut.</em></p>
<p><strong><em>Capitão América 2 </em></strong>superou as expectativas para um filme da Marvel ao trazer um autêntico <em>thriller </em>com altas doses de conspiração política que, pela primeira vez, de fato, vira o universo de <em>Os Vingadores </em>de cabeça para baixo. A continuação nos faz ter esperança de que, dessa vez, exista uma justificativa plausível para a união dos <em>Vingadores </em>e que eles enfrentem um perigo realmente ameaçador. Dirigido por uma dupla improvável, Anthony e Joe Russo (ambos de comédias descartáveis como <em>Dois é bom, Três é demais</em>), <em>Capitão América </em><em>2 </em>apresenta tomadas irretocáveis tecnicamente e consegue dosar a gravidade necessária ao universo de Steve Rogers com a falta de compromisso inerente às tramas da Marvel. Enfim, um grande acerto. <strong><em>Guardiões da Galáxia</em></strong>, por sua vez, é o grande achado do estúdio nos últimos anos. Irreverente, levemente anárquico e muito divertido, o filme de James Gunn coloca o catálogo do estúdio em um outro nível. Beneficiado por ser um dos materiais menos conhecidos da Marvel, <em>Guardiões da Galáxia </em>encontrou uma assinatura própria nas mãos do seu diretor e do seu protagonista, Chris Pratt, definitivo como Peter Quill, ou melhor, Star Lord.</p>
<p>Apesar de não fazer parte do catálogo da Marvel Studios (por relações contratuais prévias com a Fox, a franquia não é controlada por Stan Lee e cia.), a trajetória de<strong> <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em></strong>pode ser adicionada a ótima campanha da marca de HQs nessa temporada cinematográfica. A Fox trouxe de volta Bryan Singer, que desde que deixou a direção dos filmes da saga em <em>X-Men 2</em> não fez nada que valha a pena destacar, e fez um dos melhores filmes da série cinematográfica, resgatando determinados elementos descartados em <em>X-Men &#8211; O Confronto Final</em>, mas mantendo o respeito com o caminho percorrido pelos mutantes no cinema até aqui, ao unir a jovem e a velha guarda do grupo de heróis. <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em>nos faz querer que Singer fique por muitos anos no comando da saga pois ele é um dos realizadores que mais entendem o caráter singular dessa HQ da Marvel. Nas bilheterias norte-americanas, o longa de Singer teve dificuldades para ultrapassar o seu orçamento, mas teve a compensação no mercado internacional, o que garante com folga a longevidade da franquia. Com a crítica, não há o que se discutir, foi um dos projetos <em>X-Men </em>mais bem resenhados.</p>
<p>Completa a lista, <strong><em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto </em></strong>que segue o caminho do filme anterior, lançado em 2011. Também produzido pela Fox, <em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto </em>recebeu uma injeção de ânimo no orçamento e alcança um nível de perfeição técnica superior ao primeiro longa, ainda que peque em seu 3D. Como narrativa, <em>O Confronto </em>eleva <em>Planeta dos Macacos </em>ao patamar de uma das sagas com a melhor execução do seu conceito e da sua condução. Nada no filme é gratuito, desde a evolução dos seus personagens até as interessantes sequências de ação que preenchem o longa pontualmente. Com US$ 190 milhões arrecadados no mercado norte-americano, <em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto</em> ainda promete ser um dos títulos mais lucrativos do estúdio nessa temporada.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/cameron-diaz-600x450.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1665 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/cameron-diaz-600x450-620x250.jpg" alt="cameron-diaz-600x450" width="620" height="250" /></a></p>
<p><strong> Os piores filmes</strong></p>
<p>Como nem tudo são flores, o verão hollywoodiano também nos proporcionou algumas das maiores bombas do ano, seríssimos candidatos ao Framboesa de Ouro, deixando claro que mencionaremos apenas os títulos assistidos. Assim, já antevendo os clamores, <em>Juntos e</em> <em>Misturados</em>, por exemplo, não faz parte da lista encabeçada, é claro, por <strong><em>Transformers &#8211; A Era da Extinção</em></strong>, mais recente capítulo da franquia que é &#8220;prazer culposo&#8221; de 9 em cada 10 críticos de cinema. Digo &#8220;prazer culposo&#8221; porque não deixa de ser uma experiência proveitosa assistir os filmes de Michael Bay para aprender na prática o que não se deve fazer no cinema. <em>A Era da Extinção </em>segue os mesmos cacoetes da trilogia anterior protagonizada por Shia LaBeouf: o filme é desnecessariamente extenso, não tem a mínima sutileza e apresenta um roteiro praticamente nulo. O longa é seguido da comédia <strong><em>Mulheres ao</em> <em>Ataque </em></strong>que utilizou um elenco feminino encabeçado por Cameron Diaz e Leslie Mann para contar uma história extremamente machista, calcada em estereótipos femininos mofados que, ainda bem, já vemos com menos frequência nas telas. Podemos adicionar à seleção <strong><em>Transcendence &#8211; A Revolução</em></strong>, uma das maiores decepções do ano se levarmos em consideração as expectativas depositadas no longa por ser a primeira direção de Wally Pfister, diretor de fotografia dos filmes de Christopher Nolan. Pfister utilizou um elenco formado por Johnny Depp, Rebecca Hall, Morgan Freeman, Paul Bettany e Cillian Murphy para contar uma história com um conceito que se torna ainda mais frágil com o seu desfecho equivocado e confuso.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/shailene-woodley-hazel-grace-the-fault-in-our-stars.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1666 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/shailene-woodley-hazel-grace-the-fault-in-our-stars-620x244.jpg" alt="shailene-woodley-hazel-grace-the-fault-in-our-stars" width="620" height="244" /></a></p>
<p><strong>As mulheres de volta ao Box Office</strong></p>
<p>A temporada de férias 2014, por sua vez, foi celebrada pelo nicho feminino da indústria. Muitos títulos protagonizados por mulheres, alguns deles com mensagens de teor feminista, estão entre os títulos mais rentáveis do ano. Esse fato é enaltecido porque, tradicionalmente, o Box Office norte-americano é protagonizado por filmes de ação masculinos com apelo juvenil que colocam as mulheres sempre em segundo plano como objeto sexual já que o maior público pagante das bilheterias ainda é formado por adolescentes do sexo masculino.<strong> <em>Malévola</em></strong>, com <strong>Angelina Jolie</strong>, um dos títulos que integra essa fase de redefinição de arquétipos femininos da Disney, está no topo dessa lista, ocupando a quarta posição das maiores bilheterias do ano, perdendo apenas para seu extremo oposto <em>Transformers &#8211; A Era da Extinção</em><em> (3º), </em>a animação <em>Uma Aventura Lego </em>(2º) e <em>Capitão América 2 &#8211; O Soldado Invernal (1º)</em>. Essa nova safra bem-sucedida de <em>blockbusters </em>&#8220;femininos&#8221; também é protagonizada pela jovem <strong>Shailene Woodley</strong> que, de talento promissor em <em>Os Descendentes</em>, transformou-se em um dos maiores nomes da indústria atualmente com a repercussão de <strong><em>Divergente </em></strong>e <strong><em>A Culpa é das Estrelas</em></strong>, 11ª e 15ª posição no ranking geral das bilheterias. Completa o grupo <strong>Scarlett Johansson</strong>, que ocupou a primeira posição nas bilheterias da semana passada com o longa de Luc Besson <strong><em>Lucy</em></strong>.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Other-Woman-Style.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1667 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Other-Woman-Style-620x298.jpg" alt="Other-Woman-Style" width="620" height="298" /></a></p>
<p><strong>Oh, Cameron&#8230;</strong></p>
<p>Apesar da temporada ter sido feminina, uma das suas representantes não se saiu tão bem assim com dois títulos em cartaz: <strong>Cameron Diaz</strong>. Com <strong><em>Mulheres ao</em> <em>Ataque</em></strong>, a atriz conseguiu o repúdio da crítica, sobretudo a feminina, como já dissemos, e  <strong><em>Sex Tape &#8211; Perdido da Nuvem </em></strong>, que acaba de ser lançado nos EUA,  seguiu o mesmo caminho.  Ou seja, a atriz precisa se reinventar com urgência ou escolher um agente melhor!</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/ed1-960x539.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1669 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/ed1-960x539-620x250.jpg" alt="ed1-960x539" width="620" height="250" /></a></p>
<p><strong>Prejuízos financeiros</strong></p>
<p>Dois títulos renderam abaixo do esperado em 2014. A comédia <strong><em>Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola </em></strong>de Seth MacFarlane não acompanhou o ótimo desempenho do filme anterior do humorista, <em>Ted</em>, ainda que contasse com um elenco atraente o suficiente para tanto (Charlize Theron, Liam Neeson, Amanda Seyfried&#8230;). O filme arrecadou somente US$ 42 milhões nos EUA, sendo que seu orçamento é de  US$ 40 milhões cravados. Já <strong><em>No Limite do Amanhã </em></strong>teve a baixa repercussão esperada nos EUA em função das últimas performances de Tom Cruise nas bilheterias locais. O novo filme do ator arrecadou US$98 milhões, sendo que custou US$ 170 milhões para a Warner. No entanto, o filme teve uma ótima arrecadação internacional, o que acabou compensando no final das contas.</p>
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		<title>Crítica: Transcendence &#8211; A Revolução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2014 16:02:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cillian Murphy]]></category>
		<category><![CDATA[Johnny Depp]]></category>
		<category><![CDATA[Morgan Freeman]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Bettany]]></category>
		<category><![CDATA[Rebecca Hall]]></category>
		<category><![CDATA[Transcendence - A Revolução]]></category>
		<category><![CDATA[Wally Pfister]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Sobre Transcendence &#8211; A Revolução as recentes manchetes dos jornais falam do mais novo fiasco da filmografia de Johnny Depp, buscando explicações para o declínio de um ator versátil como ele, sempre tão exitoso em suas empreitadas. Evidente que não se pode atribuir a Depp o fracasso dos seus últimos filmes, talvez a sua entrada nesses projetos, mas sabe-se lá Deus sob que circunstâncias ocorreram. O fato é que o ator é protagonista da emperrada engrenagem do Star System que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1303" aria-describedby="caption-attachment-1303" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/trans.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1303 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/trans-620x351.jpg" alt="TRANSCENDENCE" width="620" height="351" /></a><figcaption id="caption-attachment-1303" class="wp-caption-text">Transcendência: Personagem de Johnny Depp deseja utilizar a inteligência artificial para superar as limitações da vida.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sobre <em>Transcendence &#8211; A Revolução </em>as recentes manchetes dos jornais falam do mais novo fiasco da filmografia de Johnny Depp, buscando explicações para o declínio de um ator versátil como ele, sempre tão exitoso em suas empreitadas. Evidente que não se pode atribuir a Depp o fracasso dos seus últimos filmes, talvez a sua entrada nesses projetos, mas sabe-se lá Deus sob que circunstâncias ocorreram<em>. </em>O fato é que o ator é protagonista da emperrada engrenagem do <em>Star System </em>que já não serve Hollywood com tanta eficiência e vai, gradativamente, entrando para o limbo dos atores impiedosamente &#8220;descartados&#8221; em prol da hiper-valorização dos mais novos como Jennifer Lawrence, Robert Pattinson, Ryan Gosling, Emma Stone ou Shailene Woodley. Julia Roberts, Tom Cruise, Nicole Kidman, Renée Zellweger, Jim Carrey, todos já passaram por isso. Alguns conseguiram se reinventar, outros ainda estão tentando encontrar o seu caminho. O fato é que <em>Transcendence &#8211; A Revolução </em>não é um filme de resultados pífios por Johnny Depp estar nele, mas o fato de um ator do seu calibre se expor repetidamente a projetos inabilidosamente conduzidos como esse longa é preocupante.</p>
<p><em>Transcendence &#8211; A Revolução </em>traz a história de um pesquisador sobre inteligência artificial que começa a desenvolver secretamente um projeto que visa utilizar a tecnologia para preservar o planeta do desgaste e da depredação. Além disso, Will Caster, o sujeito em questão, deseja superar a própria limitação da vida humana, preservando as funções do seu cérebro em um sistema avançado de inteligência artificial. Tudo o que Caster faz é pensando na iminência da sua morte já que tem sua vida ameaçada por um grupo de extremistas que são contra determinadas interferências da tecnologia no dia-a-dia humano. O pesquisador também faz tudo isso pensando na sua esposa Evelyn, com quem tem uma relação cercada por muito afeto, admiração e parceria.</p>
<figure id="attachment_1304" aria-describedby="caption-attachment-1304" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/trans1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1304 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/trans1-620x362.jpg" alt="trans1" width="620" height="362" /></a><figcaption id="caption-attachment-1304" class="wp-caption-text">Elenco de peso: Johnny Depp, Rebecca Hall e Paul Bettany são apenas alguns dos atores que fazem parte do filme. Infelizmente, nem todos eles são aproveitados.</figcaption></figure>
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<p>Conduzido por Wally Pfister, diretor de fotografia dos últimos filmes de Christopher Nolan, a trama de <em>Transcendence &#8211; A Revolução </em>segue caminhos bem parecidos com os longas do diretor da trilogia <em>O Cavaleiro das Trevas</em>, a influência é clara. A história inspira a habitual engenhosidade dos roteiros de Nolan, tem um &#8220;pézinho&#8221; no suspense e em abordagens mais cerebrais e traz no seu cartaz um elenco muito interessante, alguns deles, inclusive, já trabalharam com Nolan, como é o caso de Rebecca Hall (<em>O Grande Tr</em><em>uque</em>), Morgan Freeman (a trilogia <em>O Cavaleiro das Tr</em>evas<em>)</em> e Cillian Murphy (<em>Batman Begins </em>e <em>A Origem</em>). O filme de Pfister se diferencia apenas por sugerir abraçar com mais força a subjetividade dos seus personagens, o que Nolan propositadamente, em diversos projetos, trafega com timidez. O roteiro do estreante em longas Jack Paglen tem como condutor dos seus atos o relacionamento do protagonista com a esposa Evelyn, sobretudo os efeitos das ações dele na personagem de Rebecca Hall.</p>
<p>Já que falamos de Rebecca Hall é preciso dizer que a atriz mantém a qualidade do seu trabalho aqui. Como Depp ausenta-se em diversos momentos, o centro da narrativa acaba voltando-se para ela e poucas atrizes conseguem lidar com uma personagem tão conturbada internamente de maneira tão cuidadosa e nada excessiva quanto Hall, de longe, a que sai ilesa das decisões questionáveis do projeto. Depp está bem quando surge em cena (e, nesse quesito, levanto as mãos para os céus por esse não ser um daqueles personagens excêntricos no qual o ator costuma carregar nas tintas em sua composição), mas o centro da trama acaba sendo Hall, que domina cada quadro desse filme com sua habitual competência. No mais, apesar de contar com um elenco que traz Paul Bettany, Morgan Freeman, Cillian Murphy, Kate Mara e Clifton Collins Jr., <em>Transcendence- A Revolução</em> não faz nada por nenhum deles. Diferente do casal principal, seus personagens são rasos e surgem na tela como um capricho da ficha técnica do filme.</p>
<figure id="attachment_1305" aria-describedby="caption-attachment-1305" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/7transcendence06_600_600x450_6fbaecd4f4.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1305 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/7transcendence06_600_600x450_6fbaecd4f4.jpg" alt="7transcendence06_600_600x450_6fbaecd4f4" width="600" height="341" /></a><figcaption id="caption-attachment-1305" class="wp-caption-text">O casal Caster: A dedicação de Will e Evelyn ao relacionamento deles é o ponto central de toda a história do filme.</figcaption></figure>
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<p>O que destrói <em>Transcendence &#8211; A Revolução </em>é a própria ambição da sua história. Chega um determinado ponto da fita que nem Wally Pfister, nem o roteirista Jack Paglen, conseguem sustentar as demandas que chamam para si ao longo da narrativa, culminando em um terceiro ato que é corrosivo para o filme e acaba transformando-o em uma história de pouca credibilidade. Paglen não consegue dar um desfecho satisfatório ao projeto e não mantém uma linha ascendente no desenvolvimento de sua trama e dos seus personagens. Quando chega no clímax da história interrompe todos os eventos com frases de efeito e decisões amadoras que saltam a tela.</p>
<p>E, nesse quesito, quem pode culpar Johnny Depp por se envolver na primeira empreitada como realizador do diretor de fotografia de Christopher Nolan? Por querer trabalhar com Morgan Freeman, Rebecca Hall, Paul Bettany, Cillian Murphy? Talvez possamos culpá-lo por ter aceitado um roteiro que não dá conta do próprio peso e dramaticidade da história e da complexidade de temas que convoca, mas dai também não sabemos o que aconteceu entre o processo de sua finalização e início de suas filmagens (é muito comum que em projetos desse porte o roteiro seja reescrito por exigência do estúdio). Especulações&#8230; O fato é que não há como culpar Depp por atender a um chamado desses em um projeto que de fato parecia promissor com todos esses indícios positivos. O cinema, como toda forma de expressão, é uma caixinha de surpresas e não dá para prever os caminhos que uma obra irá percorrer, ter garantia do seu sucesso ou ter controle sobre o que acontece durante o processo criativo. O que dá para dizer é que Depp está longe de ser o culpado pelo fiasco de <em>Transcendence</em>. No entanto, infelizmente, a indústria costuma ser implacável nesse tipo de escorregada, antecedida por tantas outras como <em>Alice no País das Maravilhas</em>, <em>Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas</em>, <em>O Diário de um Jornalista Bêbado</em>, <em>O</em> <em>Turista</em>, <em>Sombras da Noite </em>e <em>O Cavaleiro Solitário</em>. É assim que funciona, amigos.</p>
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