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	<title>Arquivos Tom Hardy - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Tom Hardy - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Venom &#8211; Tempo de Carnificina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Oct 2021 19:46:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, 07, o longa Venom – Tempo de Carnificina, sequência daquele lançado em 2018. Com Tom Hardy (Mad Max: Estrada da Fúria) novamente na pele de Eddie Brock, assistimos aqui os desdobramentos da convivência “harmoniosa” entre ele e o simbionte Venom, que tenta a todo momento levá-lo ao extremo de matar pessoas ou mesmo agredi-las. Particularmente, não fui uma espectadora que gostou do primeiro filme. Caótico demais e sem um roteiro bem fundamentado, o primeiro capítulo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, 07, o longa <strong><em>Venom – Tempo de Carnificina</em></strong>, sequência daquele lançado em 2018. Com Tom Hardy (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mad-max-estrada-da-furia/"><em>Mad Max: Estrada da Fúria</em></a>) novamente na pele de Eddie Brock, assistimos aqui os desdobramentos da convivência “harmoniosa” entre ele e o simbionte Venom, que tenta a todo momento levá-lo ao extremo de matar pessoas ou mesmo agredi-las.</p>
<p>Particularmente, não fui uma espectadora que gostou do primeiro filme. Caótico demais e sem um roteiro bem fundamentado, o primeiro capítulo não deixou vontade de dar continuidade à história e até um sentimento de frustração. Se levava a sério demais, quando o personagem exigia o completo oposto.</p>
<p>Aqui em <strong><em>Venom – Tempo de Carnificina</em></strong> este problema é sanado rapidamente. Extremamente divertido e despretensioso, o filme desenvolve uma narrativa que envolve o espectador com facilidade, até mesmo aquele que não conferiu o primeiro episódio da história. Eddie tem a chance de entrevistar o grande serial killer Cletus Kasady (Woody Harrelson, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-zumbilandia-atire-duas-vezes/"><em>Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes</em></a>)e isso acaba alavancando a sua carreira. No entanto, a situação acaba induzindo ainda mais o assassino ao corredor da morte.</p>
<p>A partir daí, o longa toma o caminho da vingança, nos apresentando ainda ao surgimento de Carnificina, mais um simbionte que se conecta justamente em Cletus. O roteiro vai traçando os dois caminhos principais: o de Eddie completamente atrapalhado com Venom e o de Cletus se afeiçoando a todas as possibilidades que Carnificina oferece.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14605" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/10/2831258.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Venom - Tempo de Carnificina" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/10/2831258.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/10/2831258.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/10/2831258.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/10/2831258.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Os melhores momentos do filme são, definitivamente, a interação de protagonista e simbionte. Uma vez que o roteiro (que conta com Tom Hardy na assinatura) assumiu que a leveza é o melhor caminho, a narrativa se tornou muito mais atraente e interessante. O público se diverte com a tentativa de controle constante entre um e outro.</p>
<p>O que falta em qualidade, no entanto, é o desenvolvimento do vilão. Ele não inflige tanto medo quanto deveria ou como é naturalmente apresentado nos quadrinhos. Falta foco e força na presença de Carnificina. Atribuo isso, inclusive, a outro problema do filme que é o tempo de duração. Pouco menos de 100 minutos não é o suficiente para desenvolver algumas subtramas e o sentimento que fica no espectador é que poderia ver mais daquelas dinâmicas.</p>
<p>Ainda que tenha alguns problemas e não possa ocupar o lugar de grande filme, <strong><em>Venom – Tempo de Carnificina</em></strong> acerta bastante ao se levar menos a sério. Mais divertido que o primeiro, o roteiro ainda é muito mais coerente e preciso. A conexão da cena pós-crédito com o universo do Homem-Aranha instiga, de fato, o espectador a querer acompanhar mais deste personagem tão caótico e tão bem interpretado por Tom Hardy.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Andy Serkis</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Tom Hardy, Stephen Graham, Woody Harrelson, Michelle Williams, Naomie Harris, Reid Scott, Sean Delaney</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/kENhnY34wlg" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Venom</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Oct 2018 21:48:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Williams]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Hardy]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de tanta expectativa construída para o bem ou para o mal, chega aos cinemas a primeira (e última?) incursão da Sony na construção de um universo próprio com vilões do Homem-Aranha a partir de personagens que ainda estão sob os direitos do estúdio. Venom traz para o público o famoso vilão do Homem-Aranha, visto em Homem-Aranha 3 de 2007, interpretado agora por Tom Hardy (Mad Max: Estrada da Fúria e O Regresso), ator cujo empenho em cena parece sempre acima de qualquer suspeita. O projeto [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Depois de tanta expectativa construída para o bem ou para o mal, chega aos cinemas a primeira (e última?) incursão da Sony na construção de um universo próprio com vilões do Homem-Aranha a partir de personagens que ainda estão sob os direitos do estúdio. <i><b>Venom</b> </i>traz para o público o famoso vilão do Homem-Aranha, visto em <i>Homem-Aranha 3</i> de 2007, interpretado agora por Tom Hardy (<i>Mad Max: Estrada da Fúria </i>e <i>O Regresso</i>), ator cujo empenho em cena parece sempre acima de qualquer suspeita. O projeto sempre foi cercado por muitos receios que incluem a iniciativa de uma aventura solo com um vilão sem o seu principal oponente, a péssima impressão dos materiais de divulgação e as notícias sobre refilmagens, seguidas de uma diminuição da recomendação etária do filme quando a promessa era de muita violência na tela (receio de perder dinheiro num projeto aparentemente fadado ao risco nas bilheterias?).</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Já no circuito, o que pode ser dito de <i>Venom </i>é que ele é um filme cheio de problemas sim, o que não significa que seja algo passível de ser classificado como &#8220;inassistível&#8221; por seu resultado. <i>Venom </i>derrapa em elementos que eram previsíveis, dadas outras incursões semelhantes em épocas passadas &#8211; <i>Esquadrão Suicida </i>ou <i>Malévola</i> me vêm na mente como longas protagonizados por vilões que no fim das contas se tornam heróis. No filme, Hardy interpreta o jornalista Eddie Brock, um sujeito que não mede esforços para violar códigos de ética na busca por uma matéria. Na investigação de um caso envolvendo testes científicos em cobaias humanas, Brock acaba hospedando em seu corpo uma forma de vida alienígena chamada Venom que a todo momento entra em conflito com ele no controle das suas ações.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-9419" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Venom_.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>No lugar de investir naquilo que se esperava e no que era a promessa do projeto, a possessão do corpo de Brock pela criatura e o conflito dele com ela, <i>Venom </i>transforma o seu protagonista num autêntico herói (e não antiherói) que salva sua cidade e o mundo de uma criatura ainda mais poderosa, perdendo a oportunidade de conferir uma singularidade ao projeto (afinal de contas, para que fazer um filme com um vilão se você o insere numa clássica estrutura narrativa de longas de super-heróis?). O filme não explora um possível flerte com o cinema de horror, tornando as ações e a aparição de Venom algo completamente genérico. O conflito entre Brock e a criatura é igualmente pedestre e soa estranho. Nos momentos em que esta dinâmica pretende gerar algum efeito de humor, soa completamente indiferente à plateia, e quando deveria ter um tom mais dramático acaba proporcionando risos involuntários.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>À espera de algo como <i>O Médico e o Monstro</i>, clássico de Robert Louis Stevenson, o público irá se deparar com um improviso. <i>Venom </i>é um filme protagonizado pelo vilão de um dos personagens mais conhecidos e amados pelos fãs dos quadrinhos, sendo o que restava para a Sony como forma de lucrar em cima desse universo já que o Homem-Aranha está na Marvel Studios num contrato de quatro produções. No entanto, não deixa de ser decepcionante perceber que os realizadores por trás de <i>Venom</i> não pensaram em criar formas de trabalhar com o que tinham, adaptando o material às adversidades e aos desafios de se fazer um filme sem o antagonista central do seu personagem.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>Venom</i>, a Sony (e não Ruben Fleischer, porque nos casos desses grandes projetos o diretor nunca é o principal culpado) perdeu a oportunidade de fazer um filme que se assumisse como longa de horror. A Sony perdeu também a oportunidade de esgarçar conflitos psicológicos mais densos no duelo de personalidades Brock-Venom e no seu lugar entrega algo completamente superficial e desinteressante. Uma grande perda de tempo para os envolvidos &#8211; sobretudo Fleischer e Tom Hardy &#8211;  e para o público também, que não terá um filme completamente execrável, mas dos mais relaxados.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/NPsB0txsa7U" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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		<title>Crítica: Dunkirk</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 15:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Nolan]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diretor Christopher Nolan retorna aos cinemas com um filme de guerra, perfil um pouco diferente daqueles de super-heróis que vemos ele trabalhar costumeiramente. O que ele tem experiência, no entanto, é em cenas de ação, coisas que ambos os estilos de filme possuem e Nolan soube explorar muito bem e sem exageros. Dunkirk conta a história da evacuação do exército inglês e francês da Segunda Guerra Mundial quando os mesmos são rodeados pelos alemães e tentam sobreviver a cada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor Christopher Nolan retorna aos cinemas com um filme de guerra, perfil um pouco diferente daqueles de super-heróis que vemos ele trabalhar costumeiramente. O que ele tem experiência, no entanto, é em cenas de ação, coisas que ambos os estilos de filme possuem e Nolan soube explorar muito bem e sem exageros.</p>
<p><em>Dunkirk</em> conta a história da evacuação do exército inglês e francês da Segunda Guerra Mundial quando os mesmos são rodeados pelos alemães e tentam sobreviver a cada minuto. O enredo traz três visões da situação, de mar, terra e ar, culminando em um evento comum que é a tentativa de se salvar. É uma narrativa de desconhecidos e explorada de forma interessante.</p>
<p>O longa apresenta um cenário e trabalha os recursos visuais muito bem. O diretor tem bastante cuidado ao respeitar as visões daquela época e adequar o filme ao estilo que ele propõe. A história vai sendo construída aos poucos, sem duvidar da capacidade de raciocínio lógico do espectador. O que é excelente, visto que o tema em si não é lá tão inovador.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7968" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/07/491138.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Como eu sinalizei, é uma batalha de anônimos e a tentativa de salvar suas vidas. As tomadas de cena são muito bem feitas, passando de um cenário ao outro de forma gradual e inteligente É um cuidado com construção muito bem realizado e válido, tornando tudo ainda mais crível. Nolan consegue ainda mesclar os momentos de ação forte com calmaria sem soar forçado ou monótono demais. Afinal, é um filme de guerra. Ele fica neste limiar mesmo.</p>
<p>A trama demora um pouco para ligar as três histórias que citei inicialmente. Talvez aí more um problema, já que a percepção do espectador fica um pouco perdida até o momento central. Depois de mais de uma hora de exibição é que algumas coisas vão sendo explicadas e entendidas com mais clareza. No final das contas, é como se ninguém fosse o protagonista do longa (o que tem um lado bom e um ruim, é bem verdade).</p>
<p>Sob a análise mais técnica, o diretor trouxe ainda para a equipe o compositor Hans Zimmer, especialista em trilhas sonoras de impacto e que contribuiu pesadamente para o andamento de <em>Dunkirk</em>. É um espetáculo à parte mesmo, como sempre. O roteiro também é bastante coerente e satisfatório.</p>
<p>Um outro problema, no entanto, é a diferença de evolução do início para o final. O filme tem um início mais desconexo e aleatório, focando na mescla de calmaria com tensão. O que é excelente porque funciona perfeitamente bem na proposta. No entanto, no final ele começa a assumir um papel mais voltado para o heroísmo, que destoa completamente do que é pensado inicialmente.</p>
<p>De qualquer forma, é um filme bom e com grandes elementos a serem apreciados. Algumas falhas na narrativa e execução, mas nada que tire o seu sucesso final.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/yHS0vaex9PM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Artista recria história de Mad Max &#8211; Estrada da Fúria em forma de hieróglifo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2015 22:14:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Charlize Theron]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria foi um dos filmes de maior impacto do verão norte-americano esse ano e conquistou os fãs da franquia da década de 80 e novos seguidores. O filme de George Miller foi elogiado pela crítica, se consolidou como uma referência para o cinema de ação contemporâneo, virou símbolo feminista através da sua Imperatriz Furiosa, personagem de Charlize Theron, ganhou memes e diversas homenagens de cinéfilos de toda parte do mundo. Um fã do filme chamado Takumi fez uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/mad_max_fury_road_wallpaper_1920x1080_by_sachso74-d8r49ti.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3462" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/mad_max_fury_road_wallpaper_1920x1080_by_sachso74-d8r49ti-620x349.jpg" alt="mad_max_fury_road_wallpaper_1920x1080_by_sachso74-d8r49ti" width="620" height="349" /></a></p>
<p><strong><em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria </em></strong>foi um dos filmes de maior impacto do verão norte-americano esse ano e conquistou os fãs da franquia da década de 80 e novos seguidores. O filme de George Miller foi elogiado pela crítica, se consolidou como uma referência para o cinema de ação contemporâneo, virou símbolo feminista através da sua Imperatriz Furiosa, personagem de Charlize Theron, ganhou <em>memes </em>e diversas homenagens de cinéfilos de toda parte do mundo.</p>
<p>Um fã do filme chamado <a href="https://twitter.com/takumitoxin">Takumi</a> fez uma interessante trabalho tendo como referência a história do longa. O artista transformou a trama de <em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria </em>em hieróglifo, forma de comunicação de antigas civilizações como a egípcia. Confira o resultado abaixo:</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Mad-Max-Fury-Road-Egyptian-hieroglyph-1.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-3463 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Mad-Max-Fury-Road-Egyptian-hieroglyph-1.jpg" alt="Mad-Max-Fury-Road-Egyptian-hieroglyph (1)" width="600" height="1254" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Mad-Max-Fury-Road-Egyptian-hieroglyph-1.jpg 600w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Mad-Max-Fury-Road-Egyptian-hieroglyph-1-282x590.jpg 282w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>Prestes a voltar às rodas de conversa com o seu lançamento em Blu-Ray e DVD previsto para setembro, <em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria </em>deve ganhar uma continuação em breve. O diretor George Miller já está conversando com a Warner para acertar os ponteiros sobre a sequência, que terá Tom Hardy no elenco. Ainda não é certa a presença de Charlize Theron no próximo filme e nem há previsão para sua data de estreia nos cinemas.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/artista-recria-historia-de-mad-max-estrada-da-furia-em-forma-de-hieroglifo/">Artista recria história de Mad Max &#8211; Estrada da Fúria em forma de hieróglifo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Radar do Oscar: Assista ao trailer de The Revenant, com Leonardo DiCaprio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2015 15:16:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Alejandro González Iñárritu]]></category>
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		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mal teve tempo de respirar após a vitória de 5 Oscars por Birdman (ou A Inesperada Virtude da Ignorância) e o diretor mexicano Alejandro González-Iñárritu promoverá o seu mais novo filme, o drama The Revenant, previsto para estrear nesse segundo semestre nos EUA. O longa é protagonizado por um Leonardo DiCaprio barbudo que interpreta Hugo Glass, um caçador americano do século XIX. Em uma ação, Glass acaba sendo ferido por um urso, roubado e abandonado à própria sorte por seu parceiro John Fitzgerald, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/16476545743_73e8150da3_o.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-3169" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/16476545743_73e8150da3_o-620x349.jpg" alt="16476545743_73e8150da3_o" width="620" height="349" /></a></p>
<p>Mal teve tempo de respirar após a vitória de 5 Oscars por <em>Birdman (ou A Inesperada Virtude da Ignorância) </em>e o diretor mexicano Alejandro González-Iñárritu promoverá o seu mais novo filme, o drama<strong> <em>The Revenant</em></strong>, previsto para estrear nesse segundo semestre nos EUA.</p>
<p>O longa é protagonizado por um Leonardo DiCaprio barbudo que interpreta Hugo Glass, um caçador americano do século XIX. Em uma ação, Glass acaba sendo ferido por um urso, roubado e abandonado à própria sorte por seu parceiro John Fitzgerald, papel de Tom Hardy (<em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria</em>). O caçador consegue sobreviver e retorna em busca de vingança.</p>
<p>Assim como fez em <em>Birdman </em>com o plano sequência, Iñárritu promete impressionar os acadêmicos votantes do Oscar com uma fotografia composta predominantemente pela luz natural, algo parecido com o que Stanley Kubrick fez em <em>Barry Lyndon. </em>Especuladores do Oscar já estão prevendo uma indicação a Leonardo DiCaprio por esse personagem. Será que dessa vez ele ganha?</p>
<p>Assista ao trailer abaixo:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/QRfj1VCg16Y" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Crítica: Mad Max &#8211; Estrada da Fúria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2015 22:35:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Charlize Theron]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[George Miller]]></category>
		<category><![CDATA[Mad Max - Estrada da Fúria]]></category>
		<category><![CDATA[Nicholas Hoult]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira franquia Mad Max sempre se apresentou como uma série cinematográfica cindida em duas abordagens. Aquela do longa de 1979, um filme sóbrio, revisitando o western e a distopia em um conto sobre a vingança de um homem tomado pela raiva após uma ação cruel de uma gangue de motoqueiros contra sua mulher e filho, e outra representada pelas suas duas continuações, Mad Max 2 &#8211; A Caçada Continua e Mad Max &#8211; Além da Cúpula do Trovão, marcadas pela ação desenfreada e ininterrupta, inserindo personagem-título, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2845" aria-describedby="caption-attachment-2845" style="width: 619px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/furyroad.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2845 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/furyroad.jpg" alt="furyroad" width="619" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-2845" class="wp-caption-text">Novo Max: Personagem de Tom Hardy inicia o filme como refém de uma gangue que detém controle de petróleo e água.</figcaption></figure>
<p style="color: #000000;">A primeira franquia <i>Mad Max </i>sempre se apresentou como uma série cinematográfica cindida em duas abordagens. Aquela do longa de 1979, um filme sóbrio, revisitando o <i>western </i>e a distopia em um conto sobre a vingança de um homem tomado pela raiva após uma ação cruel de uma gangue de motoqueiros contra sua mulher e filho, e outra representada pelas suas duas continuações, <i>Mad Max 2 &#8211; A Caçada Continua </i>e <i>Mad Max &#8211; Além da Cúpula do Trovão</i>, marcadas pela ação desenfreada e ininterrupta, inserindo personagem-título, já apresentado ao público, no olho do furacão das disputas de gangues rivais por água e combustível. Este <i>reboot</i> (ou recomeço) da franquia pelas mãos do mesmo realizador que a idealizou em 1979, o australiano George Miller, está mais para a segunda fase <i>Mad Max </i>do que para a primeira.</p>
<p style="color: #000000;">Em <i>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria</i>, Miller está pouco interessado na apresentação dos seus personagens. Para ele, Max Rockatansky é uma espécie de mito que está no inconsciente coletivo e dispensa apresentações. Tampouco o cineasta quer fazer um filme em temperatura mais branda. Aqui, do início ao fim, o espectador é tomado pela ação frenética. Curiosamente, se preferia na trilogia inicial a abordagem do longa inaugural, a decisão do realizador de tornar <i>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria</i> um longa de ação insana sem grandes pausas ou construções graduais de personagens parece a mais acertada possível.</p>
<figure id="attachment_2847" aria-describedby="caption-attachment-2847" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-2847 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/ImmortanJoe-620x348.jpg" alt="ImmortanJoe" width="620" height="348" /><figcaption id="caption-attachment-2847" class="wp-caption-text">Immortan Joe: Vilão do novo filme é vivido por Hugh Keays-Byrne.</figcaption></figure>
<p style="color: #000000;">No filme, ainda ambientado no futuro pós-apocalíptico que conhecemos nos longas anteriores da franquia, Max Rockatansky, encarnado desta vez por Tom Hardy (o Bane de <i>Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas Ressurge</i>), é capturado por um grupo liderado por Immortan Joe, que detém o controle de água e combustível. O grupo é surpreendido pela ação de um dos braços direitos de Immortan Joe, a Imperatriz Furiosa (Charlize Theron), que, sem a ciência do líder, rapta as jovens que a gangue mantém como &#8220;parideiras&#8221; para levá-las a um lugar onde não sejam exploradas sexualmente. Dai, para frente é só perseguição frenética em duas, quatro ou seis rodas na velha tradição <i>Mad Max</i>, porém em uma versão turbinada.</p>
<p style="color: #000000;"><i>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria </i>parece ser a realização plena de George Miller para a segunda fase da franquia <i>Mad Max</i> dos anos de 1980. O diretor consegue finalmente fazer um filme de ação insana com a tecnologia (ou dinheiro) necessários para dar vazão a certas extravagâncias e ambições visuais. Diferente dos filmes da primeira trilogia, aqui as cores são mais fortes, beirando os tons de HQs, sem deixar de lado a preocupação de ambientar sua trama em um universo inóspito, árido, cujas temperaturas elevadas sentimos na pele através dos olhos que visualizam a predominante utilização de tons amarelados e o sol a esquentar a areia e os corpos dos personagens.</p>
<figure id="attachment_2852" aria-describedby="caption-attachment-2852" style="width: 619px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/1406482515011.jpg-620x349.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2852 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/1406482515011.jpg-620x349.jpg" alt="1406482515011.jpg-620x349" width="619" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-2852" class="wp-caption-text">Nux, Furiosa e as &#8220;parideiras&#8221;: Personagens fogem da gangue de Immortan Joe.</figcaption></figure>
<p style="color: #000000;">Na direção, George Miller demonstra um vigor adolescente, filmando sequências de ação bem orquestradas e que permitem que o espectador entenda o que ocorre em cada cena e qual a participação dos seus personagens nelas. Nos momentos introspectivos, que são muito poucos, mas pontuais e dosados de maneira precisa pelo realizador para que entendamos as motivações de cada um dos personagens e nos identifiquemos com elas, Miller conta com um elenco afiado encabeçado pelo excelente Tom Hardy, que não faz feio diante da história do seu antecessor Mel Gibson. Além dele, Charlize Theron ganha a atenção imediata do espectador ao conduzir sua Imperatriz Furiosa com doçura e sensibilidade, mas também com firmeza e força física quando necessário, um trabalho impecável da vencedora do Oscar. Outra performance que vale a pena destacar é a de Nicholas Hoult, intérprete de Nux, um jovem dissidente involuntário do grupo de Immortan Joe que em uma única cena arranca um dos momentos mais emocionantes da história.</p>
<p style="color: #000000;">Ampliando um universo que intuitivamente possuia uma extensão ilimitada, George Miller pôde com <i>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria</i> se redimir de qualquer eventual falta que tenha cometido nos episódios dois e três da antiga franquia estrelada por Mel Gibson. O novo filme possui um visual arrebatador proporcionado pelo que de melhor a tecnologia de ponta do cinema pode oferecer, nutre a carência de personagens femininas com voz ativa em Hollywood e proporciona entretenimento de primeira grandeza que só a grande tela pode fazer o espectador vivenciar sem correr o risco de ver o seu veículo ser destruído deserto afora por um grupo de ensandecidos.</p>
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		<title>Longa estrada da fúria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2015 21:25:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Charlize Theron]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[George Miller]]></category>
		<category><![CDATA[Mad Max - Estrada da Fúria]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Hardy]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O percurso de George Miller para trazer Mad Max de volta às telas &#160; &#160; Em um futuro pós-apocalíptico, no qual água e petróleo são escassos, a única paisagem que se vê é composta por muita areia e sol e, consequentemente, o homem se rende à loucura, um ex-policial tem mulher e filho assassinados com crueldade por uma gangue de motoqueiros ensandecidos. Este foi o pontapé inicial dado pelo australiano George Miller para apresentar no final dos anos de 1970 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: center;"><strong>O percurso de George Miller para trazer Mad Max de volta às telas</strong></p>
<hr />
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<figure id="attachment_2832" aria-describedby="caption-attachment-2832" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-2832 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/Mad-Max-Fury-Road-Tom-Hardy-George-Miller-620x348.jpg" alt="" width="620" height="348" /><figcaption id="caption-attachment-2832" class="wp-caption-text">Cara nova: O diretor George Miller nos sets com o seu novo Max, o ator inglês Tom Hardy</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em um futuro pós-apocalíptico, no qual água e petróleo são escassos, a única paisagem que se vê é composta por muita areia e sol e, consequentemente, o homem se rende à loucura, um ex-policial tem mulher e filho assassinados com crueldade por uma gangue de motoqueiros ensandecidos. Este foi o pontapé inicial dado pelo australiano George Miller para apresentar no final dos anos de 1970  <em>Mad Max</em>, uma das franquias de ação mais icônicas do cinema. Catapultando a carreira de Mel Gibson e rendendo a ele alguns bons trocados, <em>Mad Max</em> detém o feito de ser uma das produções australianas que mais arrecadou fora do solo nativo, como também a produção mais lucrativa da história do cinema ao conseguir superar com folga a difícil equação orçamento/ bilheteria logo no primeiro filme da franquia.</p>
<figure id="attachment_2833" aria-describedby="caption-attachment-2833" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-2833 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/mad-max-2-1981-970x545-620x348.jpg" alt="mad-max-2-1981-970x545" width="620" height="348" /><figcaption id="caption-attachment-2833" class="wp-caption-text">Antigo Max: Mel Gibson chegou a ter seu retorno cogitado, porém a ideia foi abortada quando Miller decidiu fazer um reboot da série, que teve a benção do antigo intérprete.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Recomeço e um novo Max</strong></p>
<p>Do último <em>Mad Max </em>lançado, <em>Mad Max &#8211; Além da Cúpula do Trovão (1985),</em> até <em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria</em>, longa que retoma a série cinematográfica e que será lançado comercialmente nesta quinta-feira (14), foram 30 anos. Em 2003, Mel Gibson chegou a conversar com George Miller sobre a possibilidade dele retornar aos cinemas como Max Rockatansky em um quarto filme da série, mas sua atribulada agenda com as filmagens de <em>A Paixão de Cristo</em> e posteriormente <em>Apocalipto </em>e a dificuldade que o diretor enfrentava para encontrar novas locações fizeram o ator naturalizado na Austrália sair da jogada. Novos nomes foram pensados nesses anos em que Miller desenvolveu projetos de tentativa de revitalização da série, entre eles Heath Ledger (<em>Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas</em>), Sam Worthington (<em>Avatar</em>), Jeremy Renner (<em>Os Vingadores</em>) e Eric Bana (<em>Livrai-nos do Mal</em>).</p>
<p>Contudo,  <em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria </em>teve em Tom Hardy  o rosto, a voz e o corpo de Max Rockatansky. O ator inglês, em ascensão desde que atuou em filmes como <em>A Origem, </em>o drama <em>Guerreiro </em>e <em>Batman &#8211; O Cavaleiro das Trevas Ressurge</em>, no qual deu vida ao vilão Bane, chegou a consultar o antigo intérprete do personagem em busca de alguma inspiração. Segundo o jovem protagonista, em entrevista a revista <em>Details</em>, Gibson não fez nenhuma recomendação ou aconselhou o novo Max. Após uma longa conversa com o inglês, que nada teve a ver com a franquia, o ator da primeira trilogia <em>Mad Max </em>ligou para o agente de Hardy e disse: &#8220;Vocês encontraram um cara tão louco quanto eu&#8221;. E dessa forma Hardy entende  o personagem principal de <em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria</em>, &#8220;Tudo machuca em <em>Mad Max</em>. Esse tipo de personagem com feridas abertas e não cicatrizadas me excita. São pessoas comuns em circunstâncias extraordinárias, são falhos&#8221;.</p>
<figure id="attachment_2834" aria-describedby="caption-attachment-2834" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-2834 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/mad-max-620x339.jpg" alt="FURY ROAD" width="620" height="339" /><figcaption id="caption-attachment-2834" class="wp-caption-text">Filme feminista: Personagem de Charlize Theron na revitalização da franquia é tão importante quanto o icônico Max.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Mad Max feminista</b></p>
<p>Max não carrega o filme todo nas costas desta vez. Para <em>Estrada da Fúria</em>, o cineasta George Miller criou uma protagonista feminina que tem tanta (ou mais) força que o próprio Mad Max do título, a Imperatriz Furiosa, vivida pela vencedora do Oscar Charlize Theron (<em>Branca de Neve e o Caçador</em>). Ao jornal <em>O Estado de S. Paulo</em>, Miller definiu da seguinte maneira a relação de co-protagonismo dos dois personagens no filme: &#8220;Max e Furiosa se estranham, brigam e eventualmente se aliam, mas cada um tem a sua trajetória. <em>Estrada da Fúria </em>pode ser chamado de <em>A Ascensão da Furiosa</em>, aqui eu liberei o meu lado feminista (risos). Mas o mérito é da Charlize que criou uma Furiosa com a dureza que eu imaginava e lhe emprestou sua doçura. Atores e atrizes formam uma raça à parte, com o Mel (Gibson) foi a mesma coisa. Ele deu ao personagem mais do que havia imaginado&#8221;.</p>
<p>A inserção e a importância de uma personagem feminina como Furiosa no universo da ação frenética de <em>Mad Max </em>também foi encarada  de forma positiva pela própria Charlize Theron, que tem aproveitado as entrevistas de divulgação do longa para &#8220;puxar a orelha&#8221; no machismo que ainda impera em Hollywood, sobretudo no circuito das grandes produções. Em entrevista ao <em>The Hollywood Reporter, </em>Theron disse: &#8220;Eu sempre quis explorar esse tipo de gênero um pouco mais, sobretudo porque sempre foi dito que mulheres não gostam de filmes de ação. Além disso, acho que as personagens femininas sempre foram muito deslocadas nesse tipo de produção. Por que veríamos um filme onde elas estão sempre atrás dos protagonistas masculinos? Não queremos ser os rapazes, mas em um mundo pós-apocalíptico, nós encontraríamos nossa forma de sobreviver também!&#8221;.</p>
<figure id="attachment_2835" aria-describedby="caption-attachment-2835" style="width: 622px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-2835" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/madmax.jpg" alt="madmax" width="622" height="371" /><figcaption id="caption-attachment-2835" class="wp-caption-text">Orçamento inflado: Mad Max &#8211; Estrada da Fúria é o longa de maior orçamento da carreira do diretor George Miller.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Super-produção</strong></p>
<p>O orçamento da nova produção é bem mais inflado do que àquele que George Miller usou para o seu primeiro <em>Mad Max. </em>Enquanto o filme de 1979 usou U$S 300 mil nas filmagens, o longa atual gastou cerca de U$S 150 milhões. Também pudera, o <em>Mad Max </em>de 1979 era uma despretensiosa distopia sobre a vingança e desde o segundo longa, o próprio universo do protagonista foi ampliado, apresentando-nos a muito mais personagens e inserindo-o em sequências de ação cada vez mais perigosas, todas envolvendo veículos. Com a competição dos anos 2000 e um cinema cada vez mais inclinado ao espetáculo, com atrativos como o 3D e novos sistemas de som, <em>Mad Max &#8211; Estrada da Fúria</em> não poderia escapar dos gastos maiores.</p>
<p>No roteiro, Miller contou com o trabalho de Nick Lathouris, que escreveu o primeiro <em>Mad Max. </em>Segundo o realizador, a ideia não é fazer um remake do antigo <em>Mad Max</em>. Assim, Hardy vive o mesmo personagem de Mel Gibson sem que seja o mesmo Max. Ficou confuso? Nas palavras do diretor trata-se de um <em>reboot</em>, uma nova versão do universo que o próprio George Miller criou em 1979. &#8220;Mad Max é uma mitologia em cima de outras mitologias. O sujeito solitário que se torna herói mesmo não querendo, tem raízes na tragédia grega, é Orestes. Quando pensei em retomar a saga pensei que o Max não poderia mais ser o mesmo homem. O que nós queremos é reinventar a série. Enquanto no segundo filme tínhamos uma personagem feminina que era uma guerreira, aqui temos a Furiosa que encara Max de igual para igual&#8221;, disse Miller ao <em>Estadão</em>.</p>
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