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	<title>Arquivos Tim Burton - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Tim Burton - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Os Fantasmas Ainda Se Divertem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2024 13:24:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das principais ferramentas usadas por Hollywood para mobilizar fãs é o retorno de filmes ou franquias de sucesso com sequências, remakes ou requels. No universo do terror, isso se torna ainda mais comum, a ponto de ser uma estratégia executada por estúdios desde o início da década de 2010. No caso da Warner Bros., sua nova investida traz o retorno de um clássico de Tim Burton (Dumbo, de 2019, e Wandinha, desde 2022) depois de 36 anos da sua [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das principais ferramentas usadas por Hollywood para mobilizar fãs é o retorno de filmes ou franquias de sucesso com sequências, <em>remakes</em> ou <em>requels</em>. No universo do terror, isso se torna ainda mais comum, a ponto de ser uma estratégia executada por estúdios desde o início da década de 2010. No caso da Warner Bros., sua nova investida traz o retorno de um clássico de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-tim-burton/">Tim Burton</a> (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-dumbo/"><em>Dumbo</em></a>, de 2019, e <em>Wandinha</em>, desde 2022) depois de 36 anos da sua estreia. Este ano o cineasta volta às telonas com uma de suas histórias mais marcantes: a do bio-exorcista mais conhecido. A sequência do sucesso de Burton dos anos 1980, intitulada <strong><em>Os Fantasmas Ainda Se Divertem</em></strong>, chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (5) com a promessa de carregar a aura do seu antecessor e do cinema de Tim que o público não vê há muito tempo.</p>
<p>De cara, já é importante esclarecer que o novo longa-metragem de Tim é bem sucedido em sua missão. <strong><em>Os Fantasmas Ainda Se Divertem</em></strong> tanto acerta em reviver o clássico de 1988 como em estabelecer conexões com a atualidade e possíveis novos fãs. O tom da comédia é extremamente calibrado e pronto para fazer piadas escrachadas ou <em>nonsense</em> sobre si, o passado e os dias atuais. O roteiro de Alfred Gough e Miles Millar (ambos criadores de <em>Wandinha</em>) não perde de vista os elementos de terror &#8211; aqui até mais presentes do que em seu antecessor -, criando um tom ainda mais equilibrado do que o primeiro filme.</p>
<p>Além disso, o projeto aposta na continuidade visual do que estabeleceu <em>Os Fantasmas Se Divertem</em> lá em 1988 como um clássico <em>cult</em>. O uso de <em>stop-motion</em>, efeitos práticos e cores saturadas continua a representar a visualidade do longa-metragem e isso mantém seu caráter original. O investimento nessas características tão próprias de <em>Beetlejuice</em> (título original) só fortalecem a ideia de que o estúdio quis manter a energia do filme anterior em <strong><em>Os Fantasmas Ainda Se Divertem</em></strong>.</p>
<p>Outro fator que enriquece o filme e alegra os fãs do original, é ver Burton em sua melhor forma. Depois de 5 anos sem lançar um novo filme, o diretor estadunidense retorna com um dos projetos que mais marcou sua carreira e o catapultou para o sucesso. <strong><em>Os Fantasmas Ainda Se Divertem </em></strong>tem em seu cerne o DNA do que eram os longas dirigidos por Tim Burton no início de sua carreira. É possível perceber na sequência a mesma energia que existiu nos primeiros sucessos de sua carreira, como <em>Batman (1989)</em>, <em>Edward Mãos de Tesoura (1990)</em>, <em>Ed Wood (1994)</em> e <em>Marte Ataca! (1996)</em>.</p>
<figure id="attachment_18666" aria-describedby="caption-attachment-18666" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-18666" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Beetlejuice-Beetlejuice-4-750x500.jpg" alt="Os Fantasmas Ainda Se Divertem (2024)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Beetlejuice-Beetlejuice-4-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Beetlejuice-Beetlejuice-4-1536x1024.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Beetlejuice-Beetlejuice-4-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Beetlejuice-Beetlejuice-4-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Beetlejuice-Beetlejuice-4-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Beetlejuice-Beetlejuice-4-1400x933.jpg 1400w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/09/Beetlejuice-Beetlejuice-4.jpg 1581w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-18666" class="wp-caption-text">Jenna Ortega em cena de &#8216;Os Fantasmas Ainda Se Divertem&#8217; (2024)</figcaption></figure>
<p>Mais do que o prazer que é ver Burton retornando às suas origens, é ter ele fazendo isso ao lado de pessoas que estiveram com ele nessa caminhada. O retorno de Michael Keaton (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-the-flash/"><em>The Flash</em></a>, de 2023), Winona Ryder (<em>Stranger Things</em>, desde 2016) e Catherine O&#8217;Hara (<em>Argylle &#8211; O Superespião</em>, de 2024) é uma chancela de continuidade ainda maior. Eles se mostram tão sagazes e prontos para uma nova aventura insana do diretor em <strong><em>Os Fantasmas Ainda Se Divertem</em></strong>. A sensação que dá ao vê-los em cena é como se o tempo não tivesse passado. O <em>timing</em> e a troca são tão poderosos como no original. Cada um tem seu momento de brilhar ao longo do filme, mas é preciso destacar O&#8217;Hara como um ponto fora da curva. Sua Delia Deetz está mais excêntrica e hilária do que nunca.</p>
<p>Ao lado do trio que fez parte do elenco original, <strong><em>Os Fantasmas Ainda Se Divertem </em></strong>ganha adições poderosas ao incorporar Jenna Ortega (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-panico-2022/"><em>Pânico</em></a>, de 2022, e <em>Pânico VI</em>, de 2023), Justin Theroux (<em>A Dama e o Vagabundo</em>, de 2019), Monica Bellucci (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mafia-mamma-de-repente-perigosa/"><em>Máfia Mamma &#8211; De Repente Criminosa</em></a>, de 2023) e Willem Dafoe (<em>Pobres Criaturas</em>, de 2023) em seu elenco. Dafoe entrega um chefe de polícia excêntrico que , em vida, era um ator vaidoso; Theroux chega com o exagero de um aproveitador clássico; e Bellucci abraça o público com o encantamento de uma <em>femme fatale</em> zumbi. E ainda tem uma participação surpresa que tira boas risadas, apesar do seu curto tempo em tela.</p>
<p>Cada um cumpre seu papel em cena muito bem e divertem o público sempre que surgem em tela, mas Jenna precisa ser destacada separadamente. Apesar de ser a filha de Lydia Deetz, seu mérito não é pelo tempo de tela &#8211; até porque Keaton segue com menos de 20 minutos de filme e continua a ser um estouro -, mas pela sua presença. Tim encontrou em Jenna uma referência perfeita para incorporar o terror gótico satírico tão presente em sua carreira. <strong><em>Os Fantasmas Ainda Se Divertem</em></strong> só ganhou com essa nova leva do elenco, especialmente por levar ao público mais uma parceria entre Ortega e Burton.</p>
<p>A mistura de elementos clássicos e atuais, do elenco original com as adições e da retomada do cinema raiz de Tim Burton fazem de <strong><em>Os Fantasmas Ainda Se Divertem</em></strong> uma surpresa extremamente feliz. A sequência é tão divertida e surreal como o primeiro filme. Talvez o roteiro da sequência seja mais redondo e saiba usar melhor os elementos exageradamente surreais. É evidente que a narrativa já tem fãs há mais de três décadas, contudo, os acertos, as apostas e as certezas de produção fazem com que o segundo filme sobre Beetlejuice seja capaz de superar o primeiro em todos os aspectos possíveis. Que esse seja o início de novos projetos de Burton que retornem e abracem a sua verdadeira essência, que o fazem ser um diretor único.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Tim Burton<br />
<strong>Elenco: </strong>Michael Keaton, Winona Ryder, Catherine O&#8217;Hara, Jenna Ortega, Justin Theroux, Monica Bellucci e Willem Dafoe</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/jqVGSIIwLi0?si=cIeZPQRNIG6c4e6U" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Dumbo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Apr 2019 03:22:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tim Burton fazendo um filme fofo? Sim, vivemos para ver isso acontecer. Chegou aos cinemas esta semana o longa Dumbo, o live-action da história de sucesso da Disney que narra a jornada do pequeno Dumbo, um elefantinho &#8220;diferente&#8221; e especial, que luta para se reunir novamente com sua mãe, que foi levada do circo quando tentava te proteger. No caminho, Dumbo faz muitos amigos que te ajudam nesta empreitada. Quando a ideia do live-action surgiu, alguns se questionaram justamente porque [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Tim Burton fazendo um filme fofo? Sim, vivemos para ver isso acontecer. Chegou aos cinemas esta semana o longa <em><strong>Dumbo</strong></em>, o <em>live-action</em> da história de sucesso da Disney que narra a jornada do pequeno Dumbo, um elefantinho &#8220;diferente&#8221; e especial, que luta para se reunir novamente com sua mãe, que foi levada do circo quando tentava te proteger. No caminho, Dumbo faz muitos amigos que te ajudam nesta empreitada.</p>
<p>Quando a ideia do <em>live-action</em> surgiu, alguns se questionaram justamente porque a animação original possui poucos personagens humanos, com foco muito maior nos animais que habitavam o circo. É o caso, por exemplo, de <em>O Rei Leão</em>, que é 100% composto por animais. Neste filme de Burton, no entanto, vemos muitos humanos compondo a história e circulando o pequeno Dumbo.</p>
<p>Diferente do que os fãs mais assíduos podem imaginar, a composição funciona muito bem. Quase não sentimos faltas dos personagens da animação, que foram substituídos por humanos. Eles não deixam de ser homenageados aqui e ali com algumas cenas. O espectador mais atento rapidamente percebe e se emociona.</p>
<p>Aliás, a emoção perpassa por todo o filme, do começo ao fim. Seja sorrindo com as brincadeiras do elefantinho, sofrendo com o afastamento de sua mãe ou com o início da amizade verdadeira com as crianças do circo. Todo o longa é pincelado por momentos fofos e envolventes, tal qual a mãe de Dumbo faz quando está presa numa jaula e começa a acariciar o filho. É assim que o espectador se sente em muitos momentos.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10350" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/5080988.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="dumbo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/5080988.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/5080988.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/03/5080988.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Os personagens humanos criados para o filme são atraentes e constroem bem a narrativa. Colin Farrell é o valente cavaleiro que volta da guerra e precisa acalentar os filhos que perderam a mãe. Já Danny DeVito está simplesmente sensacional como o dono do circo que é um pouco confuso, um pouco trambiqueiro e completamente coração mole. No papel do vilão, Michael Keaton, que não incorpora um grande papel, mas dosa bem a fofura da narrativa.</p>
<p>Burton apresenta uma direção completamente fora da curva do seu ponto comum. Sempre <em>dark</em> nas produções, com personagens mais depressivos e melancólicos, em <em><strong>Dumbo</strong> </em>o cineasta consegue dar cor em todos os momentos da história, mesmo ela sendo, por vezes, triste. Isso pode ser uma decepção para os fãs do diretor, mas definitivamente não o é para quem é fã da história original.</p>
<p><strong><em>Dumbo</em> </strong>oferece cuidado para os fãs, uma ação bem interessante, empolgação com a história e os personagens, além de uma construção de narrativa muito coerente e atrativa. Ele é encantador, fica no imaginário da pessoa pelo tom de fantasia e amor que envolve. Tudo que se podia esperar do longa.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Tim Burton<br />
<strong>Elenco:</strong> Colin Farrell, Danny DeVito, Eva Green, Michael Keaton, Alan Arkin, Nico Parker, Finley Hobbins</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/cJ9aX5k57yg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Especial Tim Burton</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2017 19:26:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[A Noiva Cadáver]]></category>
		<category><![CDATA[Edward Mãos de Tesoura]]></category>
		<category><![CDATA[Frankweenie]]></category>
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		<category><![CDATA[Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, dia 25 de agosto, o cineasta Tim Burton completa 59 anos. A carreira do artista começou no universo das animações. Trabalhando para os estúdios Disney, Burton fez algumas participações nas criações dos desenhos animados da empresa, como O Cão e a Raposa. Mas o fascínio do artista residia no terror. Quando jovem, Burton lia muito Edgar Allan Poe e era fã da filmografia de Edward D. Wood Jr.. Inclusive, esta admiração por Wood rendeu-lhe um longa, intitulado Ed Wood [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, dia 25 de agosto, o cineasta Tim Burton completa 59 anos. A carreira do artista começou no universo das animações. Trabalhando para os estúdios Disney, Burton fez algumas participações nas criações dos desenhos animados da empresa, como <em>O Cão e a Raposa</em>. Mas o fascínio do artista residia no terror. Quando jovem, Burton lia muito Edgar Allan Poe e era fã da filmografia de Edward D. Wood Jr.. Inclusive, esta admiração por Wood rendeu-lhe um longa, intitulado <em>Ed Wood</em> (1994).</p>
<p>Atualmente, as produções do diretor não têm sido muito bem vistas pela crítica e nem têm sido consideradas um grande sucesso de público. <em>O Lar das Crianças Peculiares</em> (2016) rendeu pouco nas bilheterias, inclusive deu prejuízo de 23 milhões de dólares para seu estúdio, a Twentieth Century Fox. Já <em>Grandes Olhos</em> (2014) obteve um olhar positivo em relação à interpretação de Amy Adams (<em>Encantada</em>) e Christoph Waltz (<em>Bastardos Inglórios</em>), mas ganhou apenas um prêmio no Globo de Ouro de 2015 e Burton não foi indicado em nenhuma das premiações mais célebres.</p>
<p>Apesar de seus altos e baixos, Tim Burton possui obras muito bem elaboradas, com narrativas que fazem o espectador acreditar no mundo fantástico, sombrio e cheio personagens complexas e intensas. Fantasmas, assassinos, loucos ou mal compreendidos, no ambiente ficcional de Burton tudo é possível, tudo pode acontecer! Pensando nisso e na celebração do aniversário do cineasta, o<em><strong> Coisa de Cinéfilo</strong></em> traz uma lista das melhores projeções do artista! Confiram!</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8155" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/ff20121207a3a.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>5 &#8211; Frankenweenie (2012) –</strong> Inicialmente a obra foi realizada como um curta-metragem, em 1984. Quase 30 anos depois, Burton retorna para a história, desta vez em formato de longa. Victor Frankestein é um menino isolado e melancólico, que possui apenas um amigo, seu cachorro Sparky. Quando o bichinho morre, o garoto fica inconformado e decide que trará o pet de volta de qualquer jeito. Claramente, o filme é inspirado na obra de Mary Shelley, Frankenstein. Mas, a projeção também traz referências aos filmes B da primeira metade do século XX. O bacana, além do contexto que remete aos elementos famosos do Terror B, é como o cineasta consegue construir bem a relação do protagonista com o animal de estimação, principalmente ao mostrar como o menino é rejeitado, mas sem diálogos expositivos. É na ação desenvolvida na trama que o público conhece Victor. Outro ponto positivo é o jogo de luzes e sombras, que o preto e branco ajuda a elevar, e a direção de arte meticulosa. Filmado em <em>stop-motion</em>, cada detalhe solta aos olhos na tela, sem que a atenção do espectador saia da história.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8154" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/FT1.png" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>4 – Edward Mãos de Tesoura (1991) –</strong> Estrelado pelos famosos Johnny Depp (<em>Piratas do Caribe</em>) e Winona Ryder (<em>Garota Interrompida</em>), o filme conta a história de um rapaz que ganhou de um cientista (Vincent Price) mãos afiadas, como já se é dito no título. A partir dessa situação, fica posto que o protagonista não pode se aproximar das outras pessoas, pois poderia feri-las. Porém, a jovem Peg (Ryder) o encontra e leva ele para a sociedade. Os destaques aqui são a interpretação de Depp, a direção e o cenário. Edward é um homem considerado estranho, mas, apesar de Johnny Depp não ter um estilo suave de atuação, ele consegue passar com sensibilidade, carisma e cuidado na construção da personagem a sensação que Burton deseja passar. O “mãos de tesoura” é um <em>outsider</em>, diferente, porém isto não faz dele uma pessoa ruim. Os sustos que o principal toma quando machuca alguém podem emocionar o público, pois ali se vê um olhar genuíno de decepção e medo. Os planos mais abertos nos moradores de um subúrbio dos Estados Unidos e os mais fechados em Ed, estabelecem um clima de tensão, como se algo estivesse sempre prestes a explodir. O olhar cuidadoso de Tim Burton também paira na concepção dos dois universos, o colorido, brega e, teoricamente, feliz, das pessoas comuns e o sombrio de Edward. Esta ideia do diretor fica mais visível na direção de arte, na qual os figurinos e elementos de cena vibram em cores de um lado e possui a ausência delas de outro.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8153" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/maxresdefault-3.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>3- Noiva Cadáver (2005) –</strong> Em um dos melhores filmes de Tim Burton, a lógica das cores é invertida. Enquanto no mundo dos vivos tudo é pálido e cinzento, no dos mortos é colorido e alegre. A história segue a trajetória de Victor. O rapaz está prestes a realizar um casamento que lhe foi arranjando quando é capturado na floresta por criaturas fantásticas. Mais uma vez Burton traz uma animação em<em> stop-motion</em>, porém aqui é sua melhor performance. As expressões faciais e os movimentos das personagens são bem detalhados. O público pode conseguir ver cada emoção na tela. O roteiro é bem amarrado e responde tudo que se propõe. Ele não segue nenhum caminho novo, mas, de forma simples na escrita, conta uma história sobre amor. Talvez esse seja o ganho maior de <em>Noiva Cadáver</em>. Sem muitas firulas textuais e um super ganho imagético, o longa se equilibra.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8152" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/sweeneytodd2.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>2 – Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007) –</strong> Baseada na peça homônima da Broadway, Tim Burton aqui surpreende com a escolha de dirigir um musical. Ok, é uma história sombria, bizarra e cheia de assassinatos. Ainda assim, é um gênero que ainda não havia passado na carreira do cineasta. A narrativa mostra o retorno de Benjamin Barker. O rapaz perdeu tudo no passado, quando foi expulso da cidade e retorna desejando vingança. A primeira questão que precisa ser pontuada é a interpretação de Helena Bonham Carter (<em>As Sufragistas</em>). A sua Senhora Lovett é repleta de nuances e a atriz criou uma personagem bem completa. Os olhares, a postura do corpo, o tom da voz – até quando está cantando. A direção de arte, que precisou retratar a Inglaterra do século XIX, traz as ruas sujas e sombrias de Londres, figurinos bem elaborados, não apenas pelo fator de serem “de época”, mas nos detalhes como na diferença do passado e presente e até mesma em uma suposta cena de felicidade, na qual escolhem a cor branca como predominante, sem deixar os tons de preto presentes. A montagem é bem feita, principalmente por ela conseguir dar ritmo ao longa. Existem muitos aspectos bacanas na projeção que renderiam uma crítica solo de <em>Sweeney Todd</em>, mas o que pode ser dito neste breve texto é que esse é um dos melhores trabalhos de Burton e a obra mais bacana de 2007!</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8151" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/08/Beetlejuice-Netflix2.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><strong>1 – Os Fantasmas se Divertem (1988) –</strong> Tim Burton já gosta de mudar as perspectivas das situações dentro de filmes. Ao invés de mostrar uma família assombrada por fantasmas, aqui o foco é nos mortos e como o lar deles é “invadido” por vivos. Com um elenco cheio de atores conhecidos do período (Winona Ryder, Michael Keaton, Geena Davies e Alec Baldwin), o filme é uma comédia de humor sombrio. Os pontos altos do longa são as interpretações, a maquiagem (vencedora do Oscar em 1989), o figurino e os efeitos sonoros. Curiosamente, a combinação de todos esses elementos é o que fazem com que a narrativa brilhe e a história seja bem contada. O destaque no elenco é Geena Davis (<em>Thelma e Louise</em>). Famosa nos anos 1980/1990, aqui talvez seja sua melhor atuação. Isto porque ela é a artista que mais conseguiu acompanhar em sua atuação a complexidade que o texto pede. Davies consegue trazer para a tela o <em>timing</em> cômico juntamente com o tom ácido e trágico da situação que ela e seu marido (Baldwin) se encontram. As roupas e maquiagem acrescentam o tom fantasmagórico da projeção. Sem buscar seguir algum tipo de realismo, a equipe faz jus à sensação que Burton geralmente quer passar: os estranhos são na verdade os mais humanos. Por isso, a aparência dos falecidos é, na maioria das cenas, a mais comum dentro do padrão da sociedade. Enquanto os seres vivos trajam tons mais escuros e melancólicos. <em>Os Fantasmas se Divertem</em> ocupa a primeira colocação da lista por ser bem executado tecnicamente, possuir uma discussão complexão e intensa – a das questões materiais, a importância dada para a propriedade e a reflexão sobre o pertencimento de cada um dentro da sociedade – e saber balancear bem a comédia com o drama. Além disso, ele é um clássico de sessão da tarde e aposto que muitas crianças da década de 1990 tiveram muitos pesadelos depois de assisti-lo!</p>
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		<title>Crítica: O Lar das Crianças Peculiares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2016 03:52:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Adaptações Cinematográficas]]></category>
		<category><![CDATA[Asa Butterfield]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Eva Green]]></category>
		<category><![CDATA[Judi Dench]]></category>
		<category><![CDATA[O Lar das Crianças Peculiares]]></category>
		<category><![CDATA[Samuel L. Jackson]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Burton]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em O Lar das Crianças Peculiares, ter características diferentes dos outros não é motivo para bullying ou afastamento das demais crianças. Ao contrário, cada um tem uma especificidade que faz com que eles possam estar efetivamente neste lugar. Quando Jacob perde seu avô e descobre seu grande segredo, ele fica desesperado para poder ir à fundo e conhecer as pessoas do passado que tanto importaram para o genitor. Como é de se esperar de um filme de Tim Burton, tudo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em <em>O Lar das Crianças Peculiares</em>, ter características diferentes dos outros não é motivo para <em>bullying</em> ou afastamento das demais crianças. Ao contrário, cada um tem uma especificidade que faz com que eles possam estar efetivamente neste lugar. Quando Jacob perde seu avô e descobre seu grande segredo, ele fica desesperado para poder ir à fundo e conhecer as pessoas do passado que tanto importaram para o genitor.</p>
<p>Como é de se esperar de um filme de Tim Burton, tudo é muito exagerado e levado ao extremo. Porém, por incrível que pareça, ele parece ter conseguido dosar de uma melhor forma este longa. As similaridades com o mundo dos <em>X-Men</em> e <em>Alice no País das Maravilhas</em> são notórias mesmo para o espectador menos atento. Mas a julgar que a película é baseada em um livro homônimo, a culpa não é toda de Burton, embora o estilo seja característico dele.</p>
<p>A história em si é uma gracinha. Não tão original quanto poderia, mas nem por isso menos atraente. A narrativa vai sendo desenvolvida de uma forma crescente e intrigante, além de que muitas cenas conferem susto real no espectador (até um medinho, se me permitem afirmar). A presença de Eva Green é importantíssima para dar mais fluidez ao roteiro e ela protagoniza um ótimo papel, o da Mrs. Peregrine.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6740" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/09/lardascrianças.jpg" alt="lardascriancas" width="610" height="348" /></p>
<p>De sua forma, Burton foi deixando a história mais pesada e estranha do que efetivamente é narrada no livro. Um exemplo é o fato de os etéreos se alimentarem dos olhos dos peculiares, enquanto que no livro eles &#8220;apenas&#8221; se alimentam das pessoas e ponto, sem tamanho detalhe. É possível ver a presença de seus trejeitos em muitos momentos do filme. É satisfatório, inclusive, poder ver o diretor assumindo seu estilo com equilíbrio e sem precisar se podar por conta do sucesso previsto ou esperado pelo longa.</p>
<p>A presença de Samuel L. Jackson como vilão é interessante e funciona muito bem. Ele está realmente assustador, graças à sua maquiagem sombria. Outra grata surpresa e adição é Judi Dench, que tem papel pequeno na trama, mas ilumina o ambiente toda vez que contracena com alguém. A combinação de elenco se mostra acertada e o próprio protagonista, interpretado pelo não tão conhecido Asa Butterfield, realiza um bom trabalho.</p>
<p>A construção do roteiro em si tem seus problemas e pedras no caminho. Algumas cenas são desnecessárias e outras nós sentimos falta. A sensação, no entanto, é que o filme mantém a temperatura do começo ao filme, o que é ligeiramente frustrante. Esperamos por um ápice que chega tão devagar que cansa o espectador, fazendo com que ele nem perceba que aconteceu.</p>
<p>Como análise final, <em>O Lar das Crianças Peculiares</em> é um filme bom e divertido de se assistir, mas que perde enorme potencial e se torna apenas mais um entre tantos. Diferente de <em>A Bússola de Ouro</em>, este pelo menos teve um desfecho, não necessitando de uma continuação para fazer sentido. No entanto, acredito que essa continuação existirá.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/DNn2F2nIky8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Top 5 Natalino do Coisa de Cinéfilo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Dec 2015 16:07:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[A Felicidade não se Compra]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Esqueceram de Mim]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes de Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Frank Capra]]></category>
		<category><![CDATA[James Stewart]]></category>
		<category><![CDATA[Macaulay Culkin]]></category>
		<category><![CDATA[O Estranho Mundo de Jack]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Presente]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Curtis]]></category>
		<category><![CDATA[Simplesmente Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Tim Burton]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O período de Natal é de muita emoção. Tem ceia, familiares, troca de presentes, retrospectivas, mas também é temporada de revisitar aqueles filmes natalinos especiais que mexem com o coração de todo mundo. Pensando nisso, o Coisa de Cinéfilo traz uma listinha básica de cinco filmes imperdíveis, que deixam o final de ano um pouco mais leve e divertido. Tem algum filme essencial na sua lista que ficou faltando aqui? Compartilhe com a gente: Qual é a sua programação cinematográfica [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4224" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/304d6bdc14792b08d60977e5f80c8b6bd9bde6a9.620.350.535.0.787.443-620x309.jpg" alt="304d6bdc14792b08d60977e5f80c8b6bd9bde6a9.620.350.535.0.787.443" width="620" height="309" /></p>
<p>O período de Natal é de muita emoção. Tem ceia, familiares, troca de presentes, retrospectivas, mas também é temporada de revisitar aqueles filmes natalinos especiais que mexem com o coração de todo mundo. Pensando nisso, o <em>Coisa de Cinéfilo</em> traz uma listinha básica de cinco filmes imperdíveis, que deixam o final de ano um pouco mais leve e divertido.</p>
<p>Tem algum filme essencial na sua lista que ficou faltando aqui? Compartilhe com a gente: Qual é a sua programação cinematográfica para o fim de 2015? Feliz Natal!</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4226" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/home-alone_0-595x400.png" alt="home-alone_0" width="595" height="400" /></p>
<p># 01. <strong>Esqueceram de Mim (1990)</strong>: É só escutar &#8220;Somewhere in my Memory&#8221;, música tema do filme composta por John Williams, que os olhos enchem de água. Clássico dos anos 90, campeão da <em>Sessão da Tarde</em>, <em>Esqueceram de Mim</em> é um longa essencial para a lista cinematográfica do Natal. A narrativa mostra as aventuras de Kevin McCallister (Macaulay Culkin), menino de oito anos que é esquecido em casa pela família, em plena temporada natalina. Além de toda a diversão de ficar sozinho e poder comer ou assistir qualquer coisa que desejar, o garoto precisa enfrentar os “Bandidos Molhados”, ladrões que planejam invadir sua residência. Dirigido por Chris Columbus (<em>Harry Potter e a Pedra Filosofal</em>), a comédia marcou uma geração e vale a pena ser visto ou revisto, porém um aviso para os espectadores de coração mole: prepare os lencinhos, pois é muita emoção.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/CK2Btk6Ybm0" width="480" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-4227" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/wonderfim.jpg" alt="wonderfim" width="596" height="415" /></p>
<p># 02.  <strong>A Felicidade Não se Compra (1946)</strong>: Super clássico do cinema, <em>A Felicidade Não se Compra</em> é dirigido por Frank Capra (<em>Aconteceu Naquela Noite</em>) e tem um elenco fantástico formado por James Stewart, Donna Reed, Lionel Barrymore e Henry Travers. A história se passa em Bedford Falls, na época do Natal. Quando George Bailey (Stewart) perde toda a esperança de continuar existindo, decide cometer suicídio, pulando de uma ponte. Porém, um anjo (Travers) aparece para o rapaz e mostra para ele, através de <em>flashbacks</em> de sua vida, toda a felicidade presente em sua trajetória. Indicado a cinco Oscars, o longa tem uma narrativa simples, porém bem realizada e com um clima natalino certeiro.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/cz1AAtm-iKY" width="480" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4228" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Love-Actually-010-620x372.jpg" alt="Love Actually" width="620" height="372" /></p>
<p># 03. <strong>Simplesmente Amor (2003)</strong>: Com enredos múltiplos, preenchido por personagens de mundos distintos, <em>Simplesmente Amor</em> fala sobre esse sentimento que une e separa pessoas, o ato de amar demonstrado de forma singela, porém forte. O longa conta com a direção e roteiro de Richard Curtis (<em>Questão de Tempo</em>) e tem um elenco britânico de peso, como Alan Rickman, Emma Thompson, Colin Firth, Laura Linney e Hugh Grant, além da presença do brasileiro Rodrigo Santoro. A narrativa do filme, que se passa no período natalino, é contada de forma emocional, delicada e cativante, mas sem ser piegas. Assistir a história nesse final de ano vale pena pela trilha sonora, pelo roteiro e interpretações, por tocar fundo no coração.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_eCb8w8SRAk" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4229" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/estranhjackhori221214-620x356.jpg" alt="estranhjackhori221214" width="620" height="356" /></p>
<p># 04. <strong>O Estranho Mundo de Jack (1993)</strong>: Misturando o clima de Dia das Bruxas e Natal, o filme conta a história de Jack Skellington, o rei da Cidade do Halloween, que deseja mudar seu destino quando conhece um local diferente, cercado pelo espírito natalino. Obcecado pela descoberta, Jack decide sequestrar o Papai Noel e fazer a celebração em Halloween Town. Dirigido por Henry Selick (<em>Coraline</em>) e produzido Tim Burton (<em>Sweeney Todd</em>), o longa é uma animação em Stop-Motion e entra na lista por ser intensamente divertido e tocante, apesar do clima sombrio.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/LuvdeINbNhM" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-4230" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/12/Operação-Presente-7-620x335.jpg" alt="Operação-Presente-7" width="620" height="335" /></p>
<p># 05.  <strong>Operação Presente (2011)</strong>: Com o aumento da população do Planeta Terra, a distribuição de presentes feita pelo Papai Noel se torna problemática. O filho mais novo do bom velhinho, Arthur, começa a questionar se a forma como a entrega é realizada não diminui o espírito do Natal. O rapaz, que faz questão de ler cada cartinha enviada pelas crianças, acaba percebendo que uma menina ficou sem seu presente. Com medo que a garota perdesse o amor pelo festejo, o menino decide que entregará ele mesmo a bicicleta. A partir daí a aventura se instala e o enredo se desenvolve. Além emocionar e divertir, o longa vale ser conferido pela forma como consegue captar a energia natalina e fazer os espectadores se conectarem com as personagens.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/EuLPHACV05U" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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