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	<title>Arquivos Theo James - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Theo James - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Próxima Parada: Apocalipse</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Aug 2018 16:54:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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		<category><![CDATA[Forest Whitaker]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A humanidade sempre teve um fascínio pelo seu próprio fim. Previsões sobre o extermínio da raça humana, catástrofes monumentais e desastres absurdos sempre foram uma ideia muito rentável e de amplo interesse para as pessoas e, por conta disso, o mercado cinematográfico não poderia ficar de fora dessa empreitada. Com obras dentro e fora do universo da sétima arte, cenários apocalípticos têm um espaço na memória cinéfila de cada pessoa. Desde o início do cinema pode se ver o que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A humanidade sempre teve um fascínio pelo seu próprio fim. Previsões sobre o extermínio da raça humana, catástrofes monumentais e desastres absurdos sempre foram uma ideia muito rentável e de amplo interesse para as pessoas e, por conta disso, o mercado cinematográfico não poderia ficar de fora dessa empreitada. Com obras dentro e fora do universo da sétima arte, cenários apocalípticos têm um espaço na memória cinéfila de cada pessoa. Desde o início do cinema pode se ver o que é conhecido como subgênero da &#8220;catástrofe&#8221;. <em>Fire!</em> (título original), de 1901, foi o filme inaugural dessa vertente. Após anos de iniciado, os longas-metragens de desastres só fizeram crescer em quantidade e orçamento, criando diversos exemplos marcantes como <em>Guerra dos Mundos</em>, de 1953; <em>Armagedom</em> e <em>Impacto Profundo</em>, ambos de 1998; e, mais recentemente, <em>2012</em>, de 2009, e <em>Tempestade: Planeta em Fúria</em>, de 2017 – que não chegam aos pés dos primeiros exemplos.</p>
<p>O serviço de streaming Netflix trouxe para o seu catálogo, no mês de julho, o longa <em>Próxima Parada: Apocalipse</em>. A película segue exatamente a linha dos filmes de catástrofes citada anteriormente, trazendo um iminente fim da humanidade (ou destruição de boa parte dela) como cenário central da trama. Há, contudo, diversos problemas na produção que a impedem de sequer ser citada ao lado de trabalhos como o marcante <em>Guerra dos Mundos</em> – o qual foi baseado no livro de mesmo nome do autor H. G. Wells. Dessa forma, a Netflix entrega, como de costume, uma produção cinematográfica cheia de falhas.</p>
<p>Durante a visita na qual Will (Theo James) contaria aos seus sogros que ele e sua noiva estão esperando um filho, um misterioso caos se instaura. O apocalipse repentino devasta todo e qualquer tipo de comunicação e serviço, impossibilitando que Will e a família de Samantha (Kat Graham) consigam ter notícias dela. A falta de informações faz com que Will e seu sogro, Tom (Forest Whitaker), tenham que superar suas diferenças pessoais para alcançar seu objetivo comum: salvar a vida da jovem grávida. Para isso, Will e Tom terão que cruzar os Estados Unidos numa viagem de carro que será tão misteriosa e assustadora quanto essa catástrofe que paira o mundo.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9207" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/08/2888035.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Cena do Filme Próxima Parada: Apocalipse" width="610" height="348" /></p>
<p>O trabalho do diretor David M. Rosenthal é bem mediano, não criando nada de encantador através de suas cenas. Para agravar a situação já não muito favorável, o roteiro de Brooks McLaren é pobre e recheado de pontas soltas. Do começo ao final do longa, o espectador fica se perguntando o motivo de tal cenário horrendo e tem como resposta um vazio tão grande quanto a qualidade da produção que está assistindo. É simplesmente decepcionante passar quase duas horas assistindo um trabalho tão ruim. O sentimento que define esse longa-metragem é um misto de desgosto e incompreensão. É inacreditável como uma fórmula tão clara e batida não foi reproduzida bem. Comumente os filmes de catástrofes tendem a ser medianos por suas fórmulas serem repetitivas, mas, diante de algo tão falho, o mediano se torna um sonho.</p>
<p>Para completar o caos da produção, os personagens de James e Whitaker são insossos. O protagonismo deles lhes proporcionam momentos que poderiam ser os pontos altos da obra – seja quanto a relação deles, o sentimento de superação na busca pela noiva/filha ou a tentativa de entender o problema que está destruindo suas vidas. Quanto ao resto do elenco, não existe muito o que falar uma vez que a narrativa foca mais nesses dois personagens, fazendo com que o destaque de outros membros da história seja pequeno.</p>
<p>Um diretor sem diferencial, um roteiro que falta (e falta muito), atuações que não tocam o espectador e um final completamente desconexo. Esse é o resumo do novo fracasso feito pela Netflix. Dessa forma, não há outra forma de categorizar <em>Próxima Parada: Apocalipse</em> exceto como um desastre dentro e fora narrativa. Ou seja, sem nada de bom e repleto de falhas, a película se torna, sem sombra de dúvidas, uma das piores produções que o serviço de streaming lançou em 2018.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/SHaIhMRiyhk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Série Divergente &#8211; Convergente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2016 00:06:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Série Divergente - Convergente]]></category>
		<category><![CDATA[Ansel Elgort]]></category>
		<category><![CDATA[Divergente]]></category>
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		<category><![CDATA[Octavia Spencer]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Schwentke]]></category>
		<category><![CDATA[Shailene Woodley]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p>Mesmo que alguns fãs da série de livros não gostem da comparação, é fato incontestável. Como obra cinematográfica, a franquia <i>Divergente </i>surgiu a rebote do sucesso financeiro de <i>Jogos Vorazes </i>quando o longa protagonizado por Jennifer Lawrence foi lançado nos cinemas em 2012. O filme era o primeiro a representar um filão que hoje já se instalou na indústria cinematográfica: a distopia adolescente. Em seu terceiro capítulo, intitulado <i>A Série Divergente &#8211; Convergente</i>, no entanto, a &#8220;saga&#8221; evidencia os sinais de seu desgaste e até mesmo da fragilidade de alguns conceitos apresentados sobre esse universo lá no primeiro filme. A sensação é que <i>Divergente </i>perdeu o fôlego da sua própria trama ou nunca teve o potencial para a longevidade que supostamente apresentava no primeiro capítulo da franquia. O que fica como herança em <i>Convergente</i>, um terreno que começara a ser pavimentado no segundo longa, é uma trama frouxa, que se estendeu ao máximo que sua capacidade permitia.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A trama de <i>Convergente </i>basicamente acompanha a sua protagonista Tris, uma Shailene Woodley ainda batalhando por um material que faça jus ao seu potencial como atriz, em sua jornada fora das cercas que aprisionam todos em Chicago. Ela parte nessa descoberta com Quatro (o galã canastrão Theo James), seu irmão Caleb (Ansel Elgort), Peter (Miles Teller), Christina (Zöe Kravitz) e Tori (Maggie Q) e encontra um homem misterioso dedicado a entender o que existe por trás das divisões dos grupos apresentadas desde o primeiro filme da franquia.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<figure id="attachment_5101" aria-describedby="caption-attachment-5101" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-5101 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/convergent-620x333.jpg" alt="convergent" width="620" height="333" /><figcaption id="caption-attachment-5101" class="wp-caption-text">Exageros: Tecnicamente, franquia alcançou ambições maiores que já não nos fazem lembrar do primeiro longa da saga.</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p>A sensação de que a trama de <i>Divergente </i>anda em círculos se concretiza nesse terceiro capítulo da série. Assim como acontecia em <i>Insurgente</i>, <i>Convergente </i>sofre do mal do grande orçamento. Com o sucesso financeiro do primeiro longa, o caixa disponibilizado para a equipe aumentou e isso foi convertido em uma produção megalomaníaca em seus efeitos especiais (todos ruins, diga-se de passagem) e cenários, tornando os filmes da série cada vez mais distantes do seu longa de origem, que se tinha lá os seus defeitos, ao menos conseguia reconhecer-se como uma produção de ambições moderadas, ciente das suas limitações etc. O que <i>Jogos Vorazes </i>conseguiu em economia de ação e aquisição de tensão dramática e política nas duas partes de <i>A Esperança</i>, a franquia <i>Divergente </i>conseguiu de barulho e pretensão em cima da sua própria história, narrativa e visualmente, tanto em <i>Insurgente </i>quanto nesse terceiro longa, <i>Convergente</i>.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O que o longa acaba conseguindo é perder-se em suas próprias ambições como <i>blockbuster</i>, não conseguindo sustentar-se como uma peça de puro entretenimento, tampouco resgatar determinadas preocupações e discursos que estão no cerne da sua trama original. Desse mal, os fãs de <i>Jogos Vorazes</i>, por exemplo, não tem do que reclamar. Com uma trama que já não tem mais o que explorar e passa sempre a sensação de uma longa e desnecessária espera para o seu derradeiro capítulo no quarto filme da franquia, <i>Convergente </i>ainda desperdiça o seu ótimo elenco, que oscila entre as presenças completamente descartáveis de atores do calibre de Naomi Watts, Octavia Spencer e Jeff Daniels, todos tirando &#8220;leite de pedra&#8221; ao interpretarem personagens rasos, e o subaproveitamento de jovens talentos como Shailene Woodley, cuja heroína aborrecida já não apresenta mais conflitos tão interessantes quanto aqueles esboçados no primeiro longa, Ansel Elgort e Miles Teller, absurdamente <i>over </i>como o dúbio Peter.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<figure id="attachment_5102" aria-describedby="caption-attachment-5102" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-5102 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/7781896822_ap1-d51-23595-r-620x307.jpg" alt="7781896822_ap1-d51-23595-r" width="620" height="307" /><figcaption id="caption-attachment-5102" class="wp-caption-text">Desperdício: Atores como Naomi Watts e Miles Teller são desperdiçados no filme.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dirigido por Robert Schwentke, que esteve por trás de filmes como <i>Plano de Voo</i>, <i>RED &#8211; Aposentados e Perigosos</i> e do próprio <i>Insurgente</i>, <i>Convergente </i>é um filme cansativo que só faz sublinhar o desgaste da sua franquia. Para quem acompanha e é fã da série cinematográfica desde o início, esse retorno sobre o filme pode não fazer muita diferença, mas para quem acompanhava a &#8220;saga&#8221; fora dessa esfera dos <i>fandons </i>e aguardava uma recuperação de fôlego após o irregular segundo filme, o que ficará é a decepção.</p>
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