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	<title>Arquivos Telecine - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Telecine - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Mãe Terra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Mar 2024 15:03:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estreia da diretora e roteirista Savanah Leaf, Mãe Terra narra a história de Gia, uma jovem negra mãe solteira de quatro filhos, um ainda na sua barriga. Gia foi afastada das suas crianças pelo governo e tem que lutar para reaver os filhos enquanto lida com a gestação e com as dificuldades para se manter. A história da jovem se junta a tantas outras em situação de vulnerabilidade que acompanhamos no longa e que dão os seus depoimentos em grupos de apoio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estreia da diretora e roteirista Savanah Leaf, <strong><em>Mãe Terra</em></strong> narra a história de Gia, uma jovem negra mãe solteira de quatro filhos, um ainda na sua barriga. Gia foi afastada das suas crianças pelo governo e tem que lutar para reaver os filhos enquanto lida com a gestação e com as dificuldades para se manter. A história da jovem se junta a tantas outras em situação de vulnerabilidade que acompanhamos no longa e que dão os seus depoimentos em grupos de apoio mediados por uma assistente social.</p>
<p><strong><em>Mãe Terra</em></strong> é um filme que propõe dimensionar a realidade de jovens como Gia e que tenta resgatar a dignidade das suas jornadas. A cineasta aborda indiretamente o processo de adoção trazendo uma perspectiva do outro lado do sistema, mães que têm que ceder seus filhos a famílias que podem criá-los por terem mais condições socio-econômicas que elas. O título <em>Mãe Terra</em> aponta para a ideia desenvolvida pela diretora que coloca essas jovens mulheres como grandes provedoras do mundo, mesclando imagens de um cotidiano urbano dessas personagens com construções metafóricas que colocam sua protagonista em paisagens naturais. <em>Mãe Terra</em> tem esse compromisso humanístico latente de ressignificar a auto-estima dessas mulheres e por esses esforços reconhecidos pela crítica, inclusive,  Leaf ganhou destaque recentemente ao vencer o BAFTA na categoria melhor estreia de um realizador britânico em longa-metragem.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17803" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-4.png" alt="Mãe Terra" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-4.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-4-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-4-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/03/image-4-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Para contar a história de Gia, Savanah Leaf opta por uma abordagem crua, que dispensa qualquer filtro mais estilizado na sua direção de fotografia. O olhar da diretora também evita o sensacionalismo na dramatização da jornada de Gia, aproximando a obra de uma abordagem mais realista. Isso é perceptível sobretudo no desempenho do seu elenco, atores que primam por uma performance mais comedida que só engrandece seus respectivos esforços. Destacam-se Tia Nomore, cortante como uma protagonista que lida com muitas frustrações, e Erika Alexander, destaque no recém-oscarizado Ficção Americana e que aqui vive uma assistente social que dá suporte para Gia.</p>
<p>Em <strong><em>Mãe Terra</em></strong>, Savanah Leaf denuncia uma triste realidade que se perpetua por gerações. Há decisões acertadas na abordagem, cujo principal mérito é o olhar empático da diretora, mas não podemos dizer que<em> Mãe Terra</em> prima por uma originalidade. Com seu approach realista, inclusive com o uso de atores desconhecidos de grande parte do público, o que, melhora a experiência, é verdade, <em>Mãe Terra</em> também tem como ponto negativo a reiteração da sua abordagem na temática e na forma de apresentá-la.</p>
<p>Ainda assim, mesmo que boa parte dos méritos de <strong><em>Mãe Terra</em></strong> não destaquem o projeto como uma abordagem original, é um filme que acerta na sua condução. Acerta sobretudo por contar com um olhar extremamente sensível da sua diretora e de um grupo de atrizes que jamais julga suas personagens e que opta por uma economicidade cênica capaz de comover o espectador e evidenciar o olhar afetuoso de todos os artistas envolvidos no projeto.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Savanah Leaf</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Tia Nomore, Erika Alexander, Doechii</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/hA-Jhu938vY?si=170UhWTKWapUSfII" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: O 3º Andar &#8211; Terror na Rua Malasaña (Telecine Play)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2021 14:21:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Albert Pintó]]></category>
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		<category><![CDATA[Iván Marcos]]></category>
		<category><![CDATA[O 3º andar - Terror na Rua Malasanã]]></category>
		<category><![CDATA[Telecine]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com base nos casos macabros acontecidos em Malasaña, bairro espanhol, localizado em Madri, o longa-metragem O 3º Andar &#8211; Terror na Rua Malasaña busca criar uma atmosfera progressiva de tensão, na qual há uma buscar para mostrar elementos revelados para o espectador de maneira lenta e gradual. A tentativa aqui parece ser a de colocar este edifício sombrio como ponto de partida para estabelecer o medo e o perigo que circundam os novos moradores de um apartamento assombrado. No entanto, o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com base nos casos macabros acontecidos em Malasaña, bairro espanhol, localizado em Madri, o longa-metragem <em><strong>O 3º Andar &#8211; Terror na Rua Malasaña</strong></em> busca criar uma atmosfera progressiva de tensão, na qual há uma buscar para mostrar elementos revelados para o espectador de maneira lenta e gradual. A tentativa aqui parece ser a de colocar este edifício sombrio como ponto de partida para estabelecer o medo e o perigo que circundam os novos moradores de um apartamento assombrado.</p>
<p>No entanto, o que se pode notar, ao olhar para a obra como um todo, é um desequilíbrio rítmico vindo do próprio roteiro – escrito por Ramón Campos (<em>Alto Mar</em>) e Gema Neira (<em>Velvet</em>), o que faz com que o efeito principal procurado não seja atingido. Ao pôr em cenas momentos intensos de pânico logo no início da projeção, o desenvolvimento é comprometido, porque antes mesmo de se compreender as vivências pregressas da família que se encontra nesta nova residência ou dos mistérios do próprio lugar em que eles estão morando, as situações de terror já aparecem continuamente.</p>
<p>Desta maneira, há pouco respiro para o público na primeira metade da exibição. A partir do segundo ato, as estratégias vão se esgotando, resultando em uma queda qualitativa, no geral, principalmente no quesito de suspense e pavor. Além disso, outro elemento que pode elevar esta sensação são os <em>subplots</em> que surgem, teoricamente, para fomentar a história principal, mas que, com soluções imediatas, esvaziam o seu objetivo de fortificar seu enredo. Dentro deste contexto, também há um incômodo no que se refere às metáforas utilizadas para falar da figura que amedronta o edifício número 32. (<strong>Alerta de Spoiler!</strong>).</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14080" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/05/O-3o-Andar-Terror-na-Rua-Malasana.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/05/O-3o-Andar-Terror-na-Rua-Malasana.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/05/O-3o-Andar-Terror-na-Rua-Malasana-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/05/O-3o-Andar-Terror-na-Rua-Malasana-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/05/O-3o-Andar-Terror-na-Rua-Malasana-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Devido ao fato desta mulher que aterroriza o prédio ser transexual e ter passado por muitos sofrimentos pesados quando estava em vida, sua aparência residual é apresentada em formas que buscam colocá-la em um lugar não humano. Isto a leva para este lugar conectado ao grotesco, o que pode ser muito delicado, visto que as pessoas trans são vistas e tratadas de forma bastante equivocada e violenta por uma parte considerável da sociedade. Fazendo parte da população cis, o que posso apontar é a necessidade do cinema de colocar estes corpos &#8211; e de toda a comunidade LGBTQIA+, evidentemente &#8211; em espaços não marginalizados, trazendo outras perspectivas.</p>
<p>Talvez, um espírito maligno de um homem branco cis heterossexual e uma mocinha ser a mulher trans, por exemplo, já fosse um avanço. Já passou do momento de serem repensados os enredos, as premissas e os desfechos de produções artísticas e culturais, principalmente quando se fala em produtos midiáticos, pois estes possuem um largo alcance. Contudo, o que se encontra em <em>O 3º andar</em> são alguns arquétipos e clichês – pai rígido, mãe preocupada e sonhadora, filhos adolescentes rebeldes para sua época (década de 1970) e a criança geek e indefesa, que fará alguma bobagem – que deixam a produção um tanto mais previsível.</p>
<p>Dois elementos que quebram um pouco da experiência negativa são montagem e trilha sonora. A precisão dos cortes e os <em>raccords</em> bem calculados aumentam a potência do tom bizarro da maioria das sequências. As músicas e sonoridades, também contribuem para essa dimensão de estranhamento e terror. Entre rangidos, grunhidos e canções tocadas na vitrola, alguns sustos se tornam inesperados, garantindo alguns instantes mais prazerosos, para quem gosta do gênero e de se surpreender com <em>jumpscares</em>. No entanto, em sua totalidade, o filme não possui um resultado positivo. Entre uma ausência de distribuição efetiva de informação e manejo da progressão, <em><strong>O 3º Andar &#8211; Terror na Rua Malasaña</strong></em> somente vale por algumas cenas bem específicas, graças à parte da equipe de pós-produção.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Albert Pintó</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Begoña Vargas, Beatriz Segura, Iván Marcos</p>
<p><strong>Assista ao trailer<a href="https://coisadecinefilo.com.br/category/criticas/">!</a></strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/QypqNM1Q4zE" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Dica do Dia: Casamento Sangrento (Telecine Play)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2020 12:57:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Catálogo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Logo de cara, o espectador já é informado de que a família Le Domas não é comum. A abertura de Casamento Sangrento traz um flashback, no qual a índole daquelas pessoas fica bastante clara. Em seguida, o público conhece a mocinha da história, a Grace (Samara Weaving, Três Anúncios Para Um Crime). Vestida de noiva, ela conversa consigo mesma, sobre suas preocupações e ansiedades, enquanto fuma um cigarro. Estes elementos iniciais são de extrema relevância para trama e não são [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Logo de cara, o espectador já é informado de que a família Le Domas não é comum. A abertura de<strong><em> Casamento Sangrento</em></strong> traz um <em>flashback</em>, no qual a índole daquelas pessoas fica bastante clara. Em seguida, o público conhece a mocinha da história, a Grace (Samara Weaving, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tres-anuncios-para-um-crime/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Três Anúncios Para Um Crime</em></a>). Vestida de noiva, ela conversa consigo mesma, sobre suas preocupações e ansiedades, enquanto fuma um cigarro. Estes elementos iniciais são de extrema relevância para trama e não são postos a toa. Enquanto a narrativa vai acontecendo, cada vez mais detalhes são revelados.</p>
<p>Este é um ponto positivo sobre este longa. Inicialmente, a progressão em que as práticas dos Domas são reveladas, juntamente com um clima de tensão que não se dispersa, até dado momento de exibição, ajudam a elevar a sensação de suspense, seguido de pânico, o que pode prender o público. Além disto, apesar de haver um prosseguimento na revelação de quem são aquelas figuras, o jogo de introdução de quem elas são é bastante criativo e elucidativo. A decisão de colocar duplas que trocam farpas e dão conselhos antes da cerimônia é uma pista de como será o desenrolar de tudo posteriormente. No entanto, quando todo o esquema está posto e a perseguição da protagonista vai começar parece que todo o fôlego da produção já foi gasta.</p>
<p>Daí em diante, o equilíbrio vai se perdendo e o tom necessário some gradativamente. A começar pela existência de uma comicidade um tanto desacertada na obra. Colocada pelos roteiristas Guy Busick (<em>Urge: Droga Mortal</em>) e R. Christopher Murphy (<em>Castle Rock</em>), ela passa do ponto e vai se transformando em um desperdício de tempo e da chance de criar suspense. O problema não são os traços de comédia em si, mas como eles são utilizados e como acontece uma quebra de expectativa que chega de uma maneira negativa. Isto porque os caminhos acabam não sendo decididos e ainda que gêneros múltiplos possam gerar bons resultados, aqui esta escolha chega confusa.</p>
<p>Outra questão  que aparece, também advindo de uma aparente indecisão, é o subaproveitamento de certos <em>plots</em> que não se desenvolvem, ficando apenas na superfície. No princípio, há uma sensação de que a premissa da Tia Helena (Nicky Guadagni) vai ser aprofundada e afetará os rumos do enredo. Assim como a aparição de Becky (Andie MacDowell, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-magic-mike-xxl/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Magic Mike XXL</em></a>) e suas sequências de diálogos com Grace deixam uma pista falsa de que ela se tornará uma peça chave por ali. No entanto, as duas, ao invés de crescerem, vão cada vez mais se planificando e virando um pouco igual a todos que estão por ali.</p>
<p>No resultado final, acaba que a combinação dos textos e ações, com as atuações mirando mais em tipos do que indivíduos (não que isso não possa ser uma estratégia que funcione) deixam tudo muito bobo. O medo e o suspense vão se esvaindo e as tentativas de graça não funcionam, deixando a sessão cada vez menos dinâmica. Contudo, alguns aspectos fazem a sessão valer a pena. A seleção de uma atriz para o papel principal é de fundamental importância, justamente porque o carisma e o talento de uma intérprete podem colaborar intensamente para a qualidade do projeto.</p>
<p>Weaving imprime força para sua criação e consegue mesclar sutileza, doçura, frieza e força. Em um instante ela consegue passar por todas estas emoções e retornar para algum ponto necessário. A sua Grace é a única que não se planifica e vai crescendo enquanto a trama avança. A sua atuação acaba equilibrando a atmosfera histriônica criada em algumas partes, algo que é proposital, claro, mas que deixa quase uma estafa, evitada pelas escolhas cênicas e processuais de Samara. Assim, em termos gerais, <strong><em>Casamento Sangrento</em></strong> acaba sendo uma produção divertida e leve. Sem criar muitas expectativas é possível ter um entretenimento digno.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Matt Bettinelli-Olpin, Tyler Gillett</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Samara Weaving, Andie MacDowell, Adam Brody, Mark O&#8217;Brien, Henry Czerny, </p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/romYQvllHTA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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