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	<title>Arquivos Taissa Farmiga - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Taissa Farmiga - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: A Freira 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Sep 2023 23:08:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A continuidade excessiva de produções de uma mesma franquia é a derrocada de inúmeros sucessos do terror. O gênero já viu grandes nomes como O Massacre da Serra Elétrica (1974-2022), Halloween (1978-2022), A Hora do Pesadelo (1984-2010) e Atividade Paranormal (2007-2021) saírem da categoria de estrondosos resultados de bilheteria e crítica para fracassos assustadores. Não demorou muito para que o Universo Invocação do Mal também caísse nesse hall da infâmia. Totalizando nove produções, o universo estendido de histórias sobrenaturais não [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A continuidade excessiva de produções de uma mesma franquia é a derrocada de inúmeros sucessos do terror. O gênero já viu grandes nomes como <em>O Massacre da Serra Elétrica (1974-2022)</em>, <em>Halloween (1978-2022)</em>, <em>A Hora do Pesadelo (1984-2010)</em> e <em>Atividade Paranormal (2007-2021)</em> saírem da categoria de estrondosos resultados de bilheteria e crítica para fracassos assustadores. Não demorou muito para que o Universo Invocação do Mal também caísse nesse <em>hall</em> da infâmia.</p>
<p>Totalizando nove produções, o universo estendido de histórias sobrenaturais não tem um sucesso verdadeiro desde o lançamento de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-annabelle-2-a-criacao-do-mal/"><em>Annabelle 2: A Criação do Mal</em></a>, em 2017. Nesta quinta-feira (7), chega aos cinemas o nono episódio da saga de terror, <em><strong>A Freira 2</strong></em>, completando 10 anos de produções. No entanto, o que começou como um revigorante filme estrelado por Vera Farmiga e Patrick Wilson se tornou uma franquia multibilionária que tem dado prejuízos mais assustadores do que suas produções.</p>
<p>O mais novo lançamento da franquia é a continuação da história sobre Valak, a freira demoníaca. Retornando aos seus papéis, Bonnie Aarons, Taissa Farmiga e Jonas Bloquet estrelam <em><strong>A Freira 2</strong></em> ao lado de Anna Popplewell, Storm Reid e Katelyn Rose Downey. O retorno do trio, que o público já conhece desde o primeiro longa-metragem sobre Valak, é o primeiro sinal da falta de inventividade da produção. Assim como em filmes anteriores do universo, o projeto soa como algo desnecessário e repetitivo – ainda que alcance um resultado melhor do que <em><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-freira/">A Freira</a> (2018)</em>.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-17099 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/09/i636092.jpg" alt="A Freira 2" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/09/i636092.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/09/i636092-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/09/i636092-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/09/i636092-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Os problemas de <em><strong>A Freira 2</strong></em> estão diretamente ligados ao processo de franquialização das produções hollywoodianas. E, quando o assunto é terror, essas histórias penam ainda mais. O longa sofre porque está dentro de um universo cansado e não o renova. Ele também não é capaz de se sustentar sozinho como uma narrativa à parte porque se prende excessivamente ao que veio antes. É mais um filme tentando não se afogar no mar de mediocridade que se tornou a franquia iniciada pelo diretor James Wan.</p>
<p>A única inovação de <em><strong>A Freira 2</strong></em> é intensificar algumas cenas, tornando elas mais violentas – o que não é um ponto necessariamente positivo. As cenas mais gráficas em nada acrescentam na história e também não geram momentos aterrorizantes ao espectador. Na verdade, parece que elas existem única e exclusivamente para chamar mais atenção do público já que produções mais gráficas têm ganhado cada vez mais espaço nos últimos anos. É mais uma tentativa (falha e desnecessária) para tentar salvar o filme.</p>
<p>A verdade é que o Universo Invocação do Mal está em maus bocados há anos. A franquia tem se apoiado no sucesso do que ela já foi um dia para tentar manter viva a expectativa de que há esperança no futuro. Foi daí que veio <em><strong>A Freira 2</strong></em>. O retorno de Valak num contexto ainda mais obscuro seria uma opção para prender a atenção do público, no entanto não é o que eles conseguem como resultado.</p>
<p>Se o novo projeto da franquia tivesse sido o primeiro (e único) sobre a freira demoníaca, talvez fosse um sucesso. O espectador, porém, está desacreditado desde de tantos fracassos sucessivos. Fora que a mediocridade do terror apresentado em <em><strong>A Freira 2</strong></em> não colabora com uma mudança de perspectiva. Em um período onde <em>Fale Comigo (2023)</em> está nos cinemas, uma produção como essa, que se repete em exaustão, não tem muita chance, ainda que seja melhor do que a maioria das últimas produções do universo estendido.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Michael Chaves</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Bonnie Aarons, Taissa Farmiga, Jonas Bloquet, Bonnie Aarons, Anna Popplewell</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/0JZ8WGVSrwM?si=eoyRDx3xf4D2D76t" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Tudo o Que Tivemos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Apr 2019 21:14:21 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Tudo o que Tivemos</em></strong> parece ter uma premissa clichê no que diz respeito a dramas familiares, mas com o tempo se revela mais complexo do que sua aparência sugere. O longa escrito e dirigido por Elizabeth Chomko conta a história de uma família às voltas com os problemas de sua matriarca que sofre de Alzheimer. Interpretada por Blythe Danner, Ruth desaparece no meio da noite deixando todos preocupados, tanto que a filha do casal, Bridget, papel de Hilary Swank, retorna para a cidade dos seus pais. Nesse momento, ela e o irmão Nick, vivido por Michael Shannon, passam a conversar sobre a internação de Ruth num asilo, a contragosto do pai, e diversas rusgas familiares vêm à luz com esse reencontro.</p>
<p>O filme de Chomko é bem intencionado em sua proposta. Ao longo da história questões mal resolvidas entre mãe e filha, irmãos etc. surgem e nisso todos os personagens ganham camadas, especialmente a protagonista vivida por Hilary Swank, cuja trajetória ganha outro sentido ao final da projeção, já que revela um amadurecimento pessoal na medida em que observa com mais atenção o relacionamento afetuosamente estabelecido entre os pais ao longo dos anos. Isso é acompanhado por um desempenho certeiro da atriz.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10457" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/0125858.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Tudo o que Tivemos" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/0125858.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/0125858.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/0125858.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O problema de <em><strong>Tudo o que Tivemos</strong></em> é que Chomko parece não conseguir criar um ritmo adequado para o seu filme. A realizadora não sustenta o espectador tempo o suficiente até que o drama mostre de fato a que veio. Até conseguir ganhar &#8220;corpo&#8221;, o longa se garante demais em longas discussões entrecruzadas entre os integrantes da família que parecem não ter um objetivo preciso. A própria personagem de Swank demora a desabrochar na história e até lá soa como um fantasma perambulando por esse núcleo familiar sem dizer a que veio. É um filme que, na maior parte do tempo, &#8220;não se ajuda&#8221;.</p>
<p>Chomko parece não ter <em>timing</em> cinematográfico e deixa o espectador refém de diálogos aborrecidos e sem propósito muito claro. É um filme delicado e discreto, mas falta nele uma consciência do tempo em que sua história precisa de fato fluir. Parece bobagem, mas como experiência espectatorial isso é fundamental. Falta consciência de comunicação e a história e as personagens perdem muito com isso.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Elizabeth Chomko<br />
<strong>Elenco:</strong> Hilary Swank, Michael Shannon, Blythe Danner, Taissa Farmiga, Robert Foster, Josh Lucas, Sarah Sutherland, William Smillie, Aimee Garcia</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/U0-UmorvB4w" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Freira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Sep 2018 22:33:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Freira]]></category>
		<category><![CDATA[Annabelle 2: A Criação do Mal]]></category>
		<category><![CDATA[Invocação do Mal]]></category>
		<category><![CDATA[Invocação do Mal 2]]></category>
		<category><![CDATA[Taissa Farmiga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tendo Annabelle como seu momento mais fraco, de uma maneira geral, a leva de filmes derivados da franquia Invocação do Mal inaugurada por James Wan tem conseguido se manter criativamente relevante no cenário das produções comerciais de terror. Como nos longas da boneca amaldiçoada, A Freira utiliza outro elemento importante dos filmes do casal Warren, interpretados por Vera Farmiga e Patrick Wilson: a religiosa representada  no quadro que assompra a paranormal Lorraine. O resultado do projeto não é tão interessante quanto Annabelle 2, mas também foge por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Tendo <i>Annabelle </i>como seu momento mais fraco, de uma maneira geral, a leva de filmes derivados da franquia <i>Invocação do Mal </i>inaugurada por James Wan tem conseguido se manter criativamente relevante no cenário das produções comerciais de terror. Como nos longas da boneca amaldiçoada,<b> <i>A Freira </i></b>utiliza outro elemento importante dos filmes do casal Warren, interpretados por Vera Farmiga e Patrick Wilson: a religiosa representada  no quadro que assompra a paranormal Lorraine. O resultado do projeto não é tão interessante quanto <i>Annabelle 2</i>, mas também foge por completo do resultado de <i>Annabelle</i>, se revelando um capítulo morno na história desses filmes, ainda que tenha seus acertos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O filme se passa na Romênia, logo depois da Segunda Guerra Mundial, onde num convento localizado na proximidade de uma pequena cidade uma freira comete suicídio. O Vaticano acaba encaminhando para o local um padre experiente e uma noviça para que eles possam investigar os mistérios macabros que marcam a história do lugar. Chegando no local os dois acabam vivenciando uma série de eventos paranormais que se revelam como manifestações da presença de Valak, um poderoso demônio agora libertado que se materializa na aparência de uma freira.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-9328" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/09/A-Freira_.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p><i>A Freira </i>é dirigido por Corin Hardy (<i>A Maldição da Floresta</i>) com uma burocracia decepcionante para um projeto que possui elementos tão ricos como seu cenário (a lendária Romênia, terra do Conde Drácula) e seu contexto histórico. Ainda assim, a condução não é marcada por nenhuma derrapada a ponto de ser convertida num filme execrável.</p>
<p>Do ponto de vista da construção da sua história, o longa consegue se localizar na série de filmes lançada por Wan, com inserções que nos remetem a <i>Invocação do Mal </i>no início e no desfecho. No entanto, <i>A Freira</i> perde inúmeras oportunidades para oferecer uma trama mais robusta, se apoiando basicamente nas manifestações sobrenaturais que aparecem para suas personagens e no tradicional cacoete dos sustos, que, nesse caso, produzem muito pouco efeito. Corin Hardy conta com atores interessantes no elenco, como Taissa Farmiga (irmã da Vera de <i>Invocação do Mal</i>) e Demián Bichir, mas o filme não traz nenhum momento particular que os faça brilhar.</p>
<p>No final das contas, <i>A Freira </i>se apoia numa história sem grande inventividade, oferecendo menos para a mitologia da criatura que os filmes anteriores desse universo. O resultado é uma grande promessa que não se cumpre, mas ainda assim proporciona uma sessão minimamente relevante se vivenciada como a experiência coletiva no cinema que produções desse gênero acabam se tornando.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4V44ew-laC4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
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