<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos T2 Trainspotting - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/t2-trainspotting/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/t2-trainspotting/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 06 Apr 2017 02:49:54 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos T2 Trainspotting - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/t2-trainspotting/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Power Rangers é o destaque nas estreias da semana (23). Confira o que entra em cartaz!</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/7514-2/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/7514-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Mar 2017 16:43:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Fragmentado]]></category>
		<category><![CDATA[Power Rangers]]></category>
		<category><![CDATA[T2 Trainspotting]]></category>
		<category><![CDATA[Travessia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=7514</guid>

					<description><![CDATA[<p>Power Rangers acompanha a trajetória de cinco adolescentes comuns, que descobrem dons extraordinários quando eles percebem que a sua pequena cidade, Angel Grove, e o mundo inteiro está a beira de ser extinto por uma ameaça alienígena. Escolhidos pelo destino, os jovens heróis descobrem rapidamente que eles são os únicos que podem salvar o planeta. Mas, para isso, eles terão que superar seus problemas da vida real e se unir como os Power Rangers. Fragmentado Direção: M. Night Shyamalan Elenco: [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/7514-2/">Power Rangers é o destaque nas estreias da semana (23). Confira o que entra em cartaz!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Power Rangers</strong> acompanha a trajetória de cinco adolescentes comuns, que descobrem dons extraordinários quando eles percebem que a sua pequena cidade, Angel Grove, e o mundo inteiro está a beira de ser extinto por uma ameaça alienígena. Escolhidos pelo destino, os jovens heróis descobrem rapidamente que eles são os únicos que podem salvar o planeta. Mas, para isso, eles terão que superar seus problemas da vida real e se unir como os Power Rangers.</p>
<div style="position: relative; height: 0; padding-bottom: 56.25%;"><iframe style="position: absolute; width: 100%; height: 100%; left: 0;" src="https://www.youtube.com/embed/PkjKyh92fEk?ecver=2" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></div>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7515" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/03/117664.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Fragmentado</strong><br />
<strong> Direção:</strong> M. Night Shyamalan<br />
<strong>Elenco:</strong> James McAvoy, Anya Taylor-Joy, Betty Buckley</p>
<p>O escritor, diretor e produtor M. Night Shyamalan (O Sexto Sentido, Sinais, Unbreakable) retorna ao mundo do terror com Fragmentado, um thriller original que se desenvolve em torno da mente fraturada e brilhante de um homem.nquanto Ea divisão mental daqueles que tem transtorno dissociativo de identidade tem fascinado e frustrado cientistas, acredita-se que alguns podem manifestar atributos físicos únicos para cada personalidade, um prisma psicológico e cognitivo em um ser humano. Embora Kevin (James McAvoy) tenha evidenciado 23 personalidades para sua psicóloga de confiança, Dr. Fletcher (Betty Buckley), ainda existe uma submergido que está programado para surgir e dominar todas as outras. Forçado a sequestrar três garotas lideradas pela teimosa e observadora Casey (Anya Taylor-Joy, A Bruxa), Kevin se vê em uma guerra pela sobrevivência entre todos os outros dentro dele – e também entre os que estão em torno dele – enquanto as barreiras dentro dele se quebram. Confira a crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-fragmentado/" target="_blank"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<div style="position: relative; height: 0; padding-bottom: 56.25%;"><iframe style="position: absolute; width: 100%; height: 100%; left: 0;" src="https://www.youtube.com/embed/7l4SzfMstLE?ecver=2" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></div>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7516" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/03/371006.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>T2 Transpointting</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Danny Boyle<br />
<strong>Elenco:</strong> Ewan McGregor, Ewen Bremner, Jonny Lee Miller</p>
<p>Renton (Ewan McGregor) retorna à cidade natal depois de vinte anos de ausência. Hoje, ele é um homem novo, com um emprego fixo e livre das drogas. Os amigos não tiveram a mesma sorte: Sick Boy (Jonny Lee Miller) comanda um comércio fracassado, Spud (Ewen Bremner) continua dependente de heroína e Begbie (Robert Carlyle) está na prisão. Aos poucos, Renton revela que sua realidade não é tão positiva quanto ele mostrava, e volta a praticar os crimes de antigamente. Sequência de Trainspotting &#8211; Sem Limites (1996), inspirada no livro &#8220;Porno&#8221;, de Irvine Welsh. Com informações do Adoro Cinema. Confira nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-t2-trainspotting/" target="_blank"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<div style="position: relative; height: 0; padding-bottom: 56.25%;"><iframe style="position: absolute; width: 100%; height: 100%; left: 0;" src="https://www.youtube.com/embed/pFHOzN3Yk1M?ecver=2" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></div>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7517" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/03/273424.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /><br />
<strong>Travessia</strong><br />
<strong> Direção:</strong> João Gabriel<br />
<strong>Elenco:</strong> Chico Diaz, Caio Castro, Camilla Camargo</p>
<p>Na trama, Roberto e Júlio são pai e filho que não se dão bem, principalmente após a morte da matriarca da família. E este conflito é passado a partir do desenvolvimento, em paralelo, das duas trajetórias, que estão sempre se buscando e se repelindo, em uma relação de amor e ódio. O roteiro é assinado pelo próprio diretor, junto a Paulo Tiago e a Maria Carolina.</p>
<div style="position: relative; height: 0; padding-bottom: 56.25%;"><iframe style="position: absolute; width: 100%; height: 100%; left: 0;" src="https://www.youtube.com/embed/4iT96QxA4uQ?ecver=2" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/7514-2/">Power Rangers é o destaque nas estreias da semana (23). Confira o que entra em cartaz!</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/7514-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: T2 Trainspotting</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-t2-trainspotting/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-t2-trainspotting/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Mar 2017 23:18:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Danny Boyle]]></category>
		<category><![CDATA[Ewan McGregor]]></category>
		<category><![CDATA[Ewen Bremner]]></category>
		<category><![CDATA[Jonny Lee Miller]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Carlyle]]></category>
		<category><![CDATA[T2 Trainspotting]]></category>
		<category><![CDATA[Trainspotting]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=7510</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nem que se dedicasse ao extremo, o diretor Danny Boyle conseguiria em T2 Trainspotting um resultado semelhante ao do filme cuja história dá prosseguimento, Trainspotting: Sem Limites, de 1996. O impacto cultural daquele longa de vinte anos atrás não é resgatado por esta continuação, afinal o Boyle de hoje (vencedor do Oscar por Quem quer ser um Milionário? e requisitado pela indústria) não é o mesmo diretor indie da década de 1990, nem o cinema é o mesmo daquela época, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-t2-trainspotting/">Crítica: T2 Trainspotting</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Nem que se dedicasse ao extremo, o diretor Danny Boyle conseguiria em <i>T2 Trainspotting </i>um resultado semelhante ao do filme cuja história dá prosseguimento, <i>Trainspotting: Sem Limites</i>, de 1996. O impacto cultural daquele longa de vinte anos atrás não é resgatado por esta continuação, afinal o Boyle de hoje (vencedor do Oscar por <i>Quem quer ser um Milionário? </i>e requisitado pela indústria) não é o mesmo diretor <i>indie</i> da década de 1990, nem o cinema é o mesmo daquela época, fazendo com que o que fora apresentado como arrojado tempos atrás em <i>Trainspotting </i>seja considerado repetição atualmente. Com uma trama baseada no livro homônimo de Irvine Welsh, o filme de 1996<i> </i>contava a história de um grupo de rapazes de Edimburgo na Escócia viciados em heroína, construindo uma jornada de recuperação de um deles, Renton, papel de Ewan McGregor. O filme é cultuado até hoje por conseguir captar o espírito de uma geração e dimensionar para as telas o vício pelas drogas, com imagens lisérgicas e montagem &#8220;nervosa&#8221; que acompanhava uma câmera igualmente inquieta.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Tentando explorar o consumo do sexo (prostituição, pornôs na internet etc.) como a compulsão dos nossos tempos, <i>T2 Trainspotting </i>até deixa a desejar nesse quesito, já que usa isso apenas como pano de fundo para o seu interesse primeiro, seus personagens. Baseado em <i>Pornô, </i>também de Irvine Welsh, o esforço de dimensionar sensorialmente um vício cede lugar para a narrativa desse grupo de agora quarentões tentando ajustar mágoas e dívidas do passado. Acontece que, ainda que explore pouco esse universo do comércio sexual que o cerca, sendo bastante tímido nesse departamento, a continuação dirigida por Danny Boyle não deixa de ser menos interessante por demonstrar um engajado movimento de levar seus personagens a lugares nunca antes visitados, oferecendo um ponto de vista amadurecido sobre suas vidas, escolhas, relações, um mergulho profundo e consciente que talvez a juventude de vinte anos atrás não poderia proporcionar</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>T2 Trainspotting</i> acompanhamos Renton retornando a Edimburgo com a vida refeita e livre das drogas. Após os eventos do primeiro filme, os demais rapazes não tiveram o mesmo destino, lidando com atividades clandestinas, passando por dificuldades para superar o vício e cheios de problemas familiares. Na medida que Renton retorna ao convívio social com seus amigos, ele revela o verdadeiro motivo da sua volta.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-7512 size-thumbnail" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/03/t2-jb-01780-edit-610x343.jpg" alt="" width="610" height="343" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em seus aspectos formais, <i>T2 Trainspotting </i>resgata a abordagem do longa de 1996, abusando de uma montagem acelerada e de diversificadas propostas de câmera. Enquanto lá isso tudo surgia como um experimentalismo de Boyle, que bebia da proposição de um cinema inclinado para a estética clipeira, aqui esses artifícios surgem como uma forma de demarcar o território para que o espectador reconheça aquele <i>modus operandi </i>de contar uma história nos moldes <i>Trainspotting</i>, algo que, inclusive já foi exaustivamente apropriado. Como já destacado, <i>T2 Trainspotting </i>cresce aos olhos do espectador pelo olhar que tem para seus personagens e sua história vinte anos depois, uma perspectiva que retoma o passado para avançar na sua reflexão a respeito de novas preocupações, entre elas a paternidade e o legado que esses personagens deixarão para os seus filhos.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p> No lugar de uma continuação que resgata tramas e sujeitos por mero fetiche nostálgico, o longa tem como mérito trazer os mesmos personagens de antes porém com uma perspectiva diferente de si, algo que acaba justificando a existência da sequência não apenas por um ponto de vista mercadológico ou pelo apelo afetivo  que o primeiro longa tem com seus fãs. Em <i>Trainspotting</i> e ao longo da própria carreira de Danny Boyle, o que antes era anarquia estética e narrativa, hoje é cosmetizado pelo próprio cineasta, foi banalizado por um incontável número de filmes que o sucedeu e é usado aqui como assinatura. Diferente do longa de 1996, <i>T2 Trainspotting </i>não afirma seu brilho pelo arrojo formal, mas pela sua narrativa, demonstrando uma compreensão mais madura de Boyle para aqueles personagens que ajudou a dar forma vinte anos atrás com os icônicos desempenhos de Ewan McGregor, Ewen Bremner, Robert Carlyle e Jonny Lee Miller (ainda ótimos), uma mudança de prioridade válida, pertinente e bem aplicada pelo cineasta.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/pFHOzN3Yk1M" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-t2-trainspotting/">Crítica: T2 Trainspotting</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-t2-trainspotting/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
