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	<title>Arquivos Sydney Sweeney - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Sydney Sweeney - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Imaculada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jun 2024 19:27:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ambientado em um convento na Itália, Imaculada é um terror que narra a história de uma americana que está prestes a se tornar freira. Quando jovem, Cecilia vivenciou um evento que a colocou em risco. Tendo saído com vida da situação, Cecilia passou a acreditar que sua conexão com Deus era forte e que tudo aquilo era um sinal de que estava predestinada a algo maior. A partir daqui, incluiremos alguns spoilers do filme porque acreditamos ser difícil abordar Imaculada sem expor alguns detalhes mais reveladores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ambientado em um convento na Itália, <strong><em>Imaculada </em></strong>é um terror que narra a história de uma americana que está prestes a se tornar freira. Quando jovem, Cecilia vivenciou um evento que a colocou em risco. Tendo saído com vida da situação, Cecilia passou a acreditar que sua conexão com Deus era forte e que tudo aquilo era um sinal de que estava predestinada a algo maior. A partir daqui, incluiremos alguns spoilers do filme porque acreditamos ser difícil abordar <em>Imaculada </em>sem expor alguns detalhes mais reveladores da sua trama.</p>
<p>Durante a convivência com as freiras, Cecilia, que como parte das jovens que decidem seguir uma vida religiosa é virgem, descobre esperar um filho. Logo, a gestação de Cecilia é tratada por freiras e padres daquele convento como um acontecimento e a jovem tem todo um tratamento especial, afinal, todos entendem que aquilo é um milagre e tem estreita conexão com a possibilidade de um retorno do messias. No final das contas, Cecilia acaba sendo objeto de um tratamento arriscado, um experimento soturno empreendido pelos religiosos do local.</p>
<p><strong><em>Imaculada </em></strong>guarda semelhanças com A Primeira Profecia outro título do gênero lançado este ano, também ambientado em um convento, na Itália, cuja trama gira em torno da gravidez de uma jovem freira, que, no final das contas, esconde um plano macabro para fortalecer a fé na Igreja Católica. No entanto, o roteiro de A Primeira Profecia e a direção enérgica da diretora Arkasha Stevenson trazem naquele longa um resultado bem superior ao de <em>Imaculada</em>. No caso, as comparações são inevitáveis e dão uma dimensão das faltas de <em>Imaculada</em>, um filme que parece estar repercutindo mais em função da estrela que o protagoniza, a atriz Sydney Sweeney, em ascensão desde Euphoria, do que pelas qualidades do projeto em si. Sweeney é um dos jovens talentos do momento e é previsível que muito se fale sobre qualquer projeto com seu nome no elenco, como é o caso de <em>Imaculada</em>.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18264" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-1.png" alt="Imaculada" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-1.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-1-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-1-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><strong><em>Imaculada </em></strong>está mais para um ensaio de um filme de terror, com ideias que parecem não ter recebido uma maior &#8220;lapidação&#8221; da parte dos seus envolvidos. A impressão que o filme causa no espectador é que a versão final do roteiro não recebeu uma revisão e o que é visto na tela é apenas um protótipo, a sugestão de um filme que não existe em sua completude. O desenvolvimento das personagens parece ficar no meio do caminho, assim como qualquer crítica do longa às políticas da Igreja Católica, resultando em um projeto que diz muito pouco para um espectador mais exigente do gênero e também para aqueles que buscam no filme uma sessão mais descompromissada, com muitas cenas de violência gore e alguma dose de ironia e humor típicas de títulos de baixo orçamento. <em>Imaculada</em> parece não agradar nenhum desses públicos.</p>
<p>O longa traz uma interpretação empenhada de Sydney Sweeney. A atriz entrega muito ao projeto, sobretudo no terceiro ato, mas isso não é o suficiente. Com &#8220;peças soltas&#8221; e anseios de abordagem temáticas nunca efetivamente exploradas, <strong><em>Imaculada </em></strong>gera indagações sobre as verdadeiras pretensões do projeto: o que o filme de Michael Mohan queria ser? Apenas uma história de terror ambientada em um convento? Nesse caso específico isso não é suficiente porque é &#8220;atravessado&#8221; por pautas que convocam o filme a discussões. Ao mesmo tempo, nessa seara do debate sobre os dogmas da igreja e suas implicações, o longa também é falho, superficial. O que ele é afinal? A que ele veio? Isso é um grande problema não solucionado pelo próprio <em>Imaculada</em>.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Michael Mohan</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Sydney Sweeney, Álvaro Morte, Simona Tabasco</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/Ii9PUSt7oHc?si=BTkKD0ZfXKRYPEhp" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Todos Menos Você</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Feb 2024 18:38:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Shipp]]></category>
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		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Glen Powell]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trazendo como protagonistas dois dos jovens atores do momento em Hollywood, Glen Powell, recém-saído de Top Gun: Maverick, e Sydney Sweeney, que chamou a atenção por sua atuação na série da HBO Euphoria, a comédia romântica Todos Menos Você deseja ser veículo para catapultar ainda mais a carreira de ambos. O longa de Will Gluck, cuja experiência no gênero é marcada por Amizade Colorida de 2011 com Mila Kunis e Justin Timberlake, é centrado na tensão sexual entre protagonistas que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Trazendo como protagonistas dois dos jovens atores do momento em Hollywood, Glen Powell, recém-saído de Top Gun: Maverick, e Sydney Sweeney, que chamou a atenção por sua atuação na série da HBO Euphoria, a comédia romântica <strong><em>Todos Menos Você</em></strong> deseja ser veículo para catapultar ainda mais a carreira de ambos. O longa de Will Gluck, cuja experiência no gênero é marcada por Amizade Colorida de 2011 com Mila Kunis e Justin Timberlake, é centrado na tensão sexual entre protagonistas que vivem ao longo da narrativa a já conhecida dinâmica de &#8220;gato e rato&#8221; para enfim se reconhecerem como &#8220;almas gêmeas&#8221; um do outro entre o segundo e último ato da história, inspirando-se em <em>Muito barulho por nada</em> de William Shakespeare.</p>
<p>No longa, Sweeney e Powell vivem duas pessoas que se conhecem ao acaso e imediatamente sentem que aquela relação pode se desenvolver para além do encontro fortuito ou da amizade. Um mal entendido entre eles os repele e eles passam a odiar um ao outro. Acontece que eles vão se reencontrar tempos depois em razão do casamento da irmã dela e da melhor amiga dele. Em nome do carinho que sentem pelo casal, eles resolvem aparentar uma trégua, mas é claro que não conseguem esconder por muito tempo algumas picuinhas e eles são envolvidos em uma série de problemas ao longo dos preparativos e dos festejos matrimoniais na Austrália.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-17706" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-1-2.png" alt="Todos Menos Você" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-1-2.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-1-2-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-1-2-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/02/image-1-2-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Para os fãs de comédias românticas, é animador ver um filme do gênero chegar aos cinemas com um marketing tão expressivo, isso porque parte das realizações mais populares desse tipo de história nos últimos anos têm ficado restritas aos serviços de streaming, com raríssimas exceções como Podres de Ricos, por exemplo. No entanto, infelizmente, <strong><em>Todos Menos Você</em></strong> não faz muita justiça às suas expectativas. O longa de Will Gluck é completamente refém das fórmulas que procura seguir e que são próprias a esse tipo de história, sem se atrever a sequer surpreender pontualmente o espectador. A sensação é que o longa nunca abre espaço para o mínimo de espontaneidade e sequer aproveita o carisma e o talento da sua dupla de protagonistas. Powell e Sweeney têm, inegavelmente, potencial e sex appeal, mas produzem uma faísca tão artificial na tela que o resultado do filme comprova como parte do que se falava sobre a química do casal foi pura construção de marketing para convencer o público a se interessar pelo filme.</p>
<p>Em <strong><em>Todos Menos Você</em></strong>, as piadas são as de praxe, os diálogos também são aqueles de sempre e a estrutura da história não surpreende muito. Não era necessário que Gluck realizasse grandes rupturas com o gênero, ou seja, <strong><em>Todos Menos Você</em></strong> nem precisaria &#8220;inventar a roda&#8221; ao contar esse tipo de história. Acontece que seria fundamental imprimir algum tipo de faísca na dinâmica de &#8220;amor e ódio&#8221; entre Sydney Sweeney e Glen Powell, além de um certo incremento e &#8211; por que não &#8211; um fator originalidade na apropriação das marcas do gênero. No final das contas, o que <strong><em>Todos Menos Você</em></strong> oferece é a experiência mais protocolar e sem carisma possível de uma comédia romântica, uma colagem de tantas outras mais expressivas que já assistimos ao longo da extensa lista de exemplares marcantes do gênero.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Will Gluck</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Sydney Sweeney, Glen Powell, Alexandra Shipp</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/ZwsIPNJxZ_0?si=0owPtgqfxelkgcra" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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