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	<title>Arquivos Sophia Lillis - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Dungeons &#038; Dragons &#8211; Honra Entre Rebeldes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Apr 2023 12:30:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os fãs de ficção fantástica torcem por um lançamento verdadeiramente empolgante há décadas. Com exceção do sucesso que ainda são as franquias Senhor dos Anéis e Harry Potter, nos cinemas, nada veio para preencher o vazio dos fãs do subgênero.  Nem mesmo os filmes que expandiram o universo bruxo ou a Terra Média foram capazes de reproduzir o mesmo frenesi no espectador. E esse vazio fez com que o anúncio de Dungeons &#38; Dragons: Honra Entre Rebeldes surgisse como uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os fãs de ficção fantástica torcem por um lançamento verdadeiramente empolgante há décadas. Com exceção do sucesso que ainda são as franquias <em>Senhor dos Anéis</em> e <em>Harry Potter</em>, nos cinemas, nada veio para preencher o vazio dos fãs do subgênero.  Nem mesmo os filmes que expandiram o universo bruxo ou a Terra Média foram capazes de reproduzir o mesmo frenesi no espectador. E esse vazio fez com que o anúncio de <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b> surgisse como uma luz no fim do túnel.</p>
<p>Contudo, assim como outras adaptações e/ou remakes de jogos &#8211; a exemplo do não tão bem recebido <i>Mortal Kombat</i> (2021) -, a nova produção da Paramount dividiu opiniões. Da divulgação da produção de <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes </i></b>até os trailers, muito se especulou e teorizou sobre o que poderia ser o filme. E em meio ao burburinho, os fãs de RPG e da série animada dos anos 1980 ficaram cada vez mais curiosos. Mas será que o tão aguardado lançamento da aventura medieval está a altura da ansiedade estabelecida pelo estúdio?</p>
<p>Ainda que o roteiro de Michael Gilio e dos co-diretores Jonathan Goldstein e John Francis Daley (ambos de <i>Noite de Jogo</i>, de 2018) não se debruce no aprofundamento de sua história ou personagens, <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b> é um longa-metragem divertido. A história consegue prender a atenção do espectador e cativar até mesmo os mais céticos com a produção.</p>
<p>O jogo entre os personagens feito por Gilio, Goldstein e Daley ajuda o resultado do projeto. Existe uma dosagem precisamente medida das participações e interações entre o elenco principal. E é esse equilíbrio entre o drama, a comédia e a aventura que fez de <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b> um filme interessante para o subgênero.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-16658 aligncenter" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-750x500.jpg" alt="Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes (2023)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/04/Dungeons-Dragons-Honra-Entre-Rebeldes-1-2.jpg 759w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>É evidente que a narrativa construída pelo trio nem se compara à complexidade e aprofundamento que as franquias citadas anteriormente. Isso, no entanto, não impede que o longa encontre seu lugar no mercado. Existe uma gama de fãs do jogo e de ficção fantástica que se sentem órfãos de ver na telona o seu tipo de jornada preferida e com <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes </i></b>isso volta a ser possível &#8211; e com qualidade.</p>
<p>A direção da dupla Goldstein e Daley é dinâmica o suficiente para esconder algumas falhas do roteiro ao mesmo tempo que não perde o <i>timing</i> da ação e comédia. Essa talvez seja a maior conquista dos diretores em <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b>. Conseguir manter o público entretido apesar das faltas. Afinal, é inevitável comparar com produções como <i>Game of Thrones</i> (2011 &#8211; 2019) ou <i>A Casa do Dragão</i> (2022-) e os diretores sabiam que o roteiro deles nem se equiparava a isso, por isso o investimento em outros elementos da produção.</p>
<p>Um enfoque maior nas relações entre os personagens distrai o espectador da falta de desenvolvimento dos vilões da história, por exemplo. A coesão em cena dos atores, porém, justifica essa escolha. Além disso, o filme preenche o seu universo com detalhes do mundo do RPG &#8211; sem contar com uma surpresa escondida para os fãs da série animada dos anos 1980. Assim, a narrativa se torna mais atrativa e próxima para que o resultado seja positivo para <b><i>Dungeons &amp; Dragons: Honra Entre Rebeldes</i></b>.</p>
<p>No fim das contas, a ansiedade dos fãs e a curiosidade do público como todo foi bem paga por essa produção que veio para ficar por algum tempo. Não só por vivermos na era das franquias, mas o universo RPG representado no filme permite que <b><i>Dungeons &amp; Dragons </i></b>possa ter uma vida longa nos cinemas. Para isso, entretanto, é preciso que as próximas histórias sejam melhor desenvolvidas. Mais camadas, momentos dramáticos, ação e referências. Essa é a fórmula para o sucesso e a longa vida da possível franquia medieval.</p>
<p><strong>Direção: </strong>Jonathan Goldstein e John Francis Daley</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Chris Pine, Michelle Rodriguez, Regé-Jean Page, Justice Smith, Hugh Grant e Sophia Lillis</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe width="750" height="500" src="https://www.youtube.com/embed/4sN3bTR3NaU?si=yQFpQus9tXJqRqrV" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Crítica: It &#8211; Capítulo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2019 16:07:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A história do palhaço Pennywise chega ao segundo e último episódio com It &#8211; Capítulo 2, pelas mãos do diretor Andy Muschietti, o mesmo responsável pelo primeiro longa, It &#8211; A Coisa. A história se passa 27 anos depois que as crianças do Clube dos Otários destruíram a Coisa e fizeram um pacto perpétuo para sempre protegerem uns aos outros e a cidade, caso ele voltasse. Quase todos os integrantes do grupo saíram de Derry depois dos eventos fatídicos e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-it-capitulo-2/">Crítica: It &#8211; Capítulo 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A história do palhaço Pennywise chega ao segundo e último episódio com <strong><em>It &#8211; Capítulo 2, </em></strong>pelas mãos do diretor Andy Muschietti, o mesmo responsável pelo primeiro longa, <em>It &#8211; A Coisa</em>. A história se passa 27 anos depois que as crianças do Clube dos Otários destruíram a Coisa e fizeram um pacto perpétuo para sempre protegerem uns aos outros e a cidade, caso ele voltasse.</p>
<p>Quase todos os integrantes do grupo saíram de Derry depois dos eventos fatídicos e seguiram sua vida em outras cidades. Isso permitiu que eles esquecessem a maior parte dos acontecimentos daquele período. Menos Mike (Isaiah Mustafa), que continuou morando no mesmo lugar e lembrando constantemente de tudo que passou.</p>
<p>No primeiro filme, o grupo de crianças funcionava perfeitamente bem. O elenco era muito equilibrado, com ótimas atuações de todos e características peculiares de cada personagem. Nos envolvemos individualmente com eles, o que poderia tornar difícil a tarefa do segundo filme de inserir novos atores para os mesmos personagens.</p>
<p>Um dos pontos altos de <strong><em>It &#8211; Capítulo 2</em></strong> é, definitivamente, o <em>casting</em>. Conseguiram escolher precisamente os atores que eram fisicamente mais parecidos com as crianças e que pudessem transmitir as mesmas sensações, com as características peculiares de cada um. E isso, por si só, já torna o filme bom, já que acertou no ponto principal.</p>
<p>James McAvoy (<em>Fragmentado</em>) e Jessica Chastain (<em>A Hora Mais Escura</em>) são nomes mais fortes do elenco e que conseguem vestir bem as personalidades de seus papéis, mesmo que eles acabem tendo um pouco menos de holofote do que poderiam. O destaque fica mesmo por conta de James Ransone (<em>A Rebelião</em>) e Bill Hader (série <em>Barry</em>), que são definitivamente o foco nas cenas em que aparecem. Não apenas a construção de personagem está bem feita, como a história que cruza os dois de maneira sutil e assertiva.</p>
<p>O roteiro acerta ainda em esmiuçar os personagens na individualidade, além do grupo como um todo. Cada um tem seu medo particular, seus traumas e marcas na vida que justifiquem seus comportamentos e decisões. Isso traz mais realidade para a história e fluidez para os atos.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11208" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/os-otarios-estao-mais-velhos-em-it-capitulo-2-1567516790225_v2_1920x1080-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/os-otarios-estao-mais-velhos-em-it-capitulo-2-1567516790225_v2_1920x1080.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/os-otarios-estao-mais-velhos-em-it-capitulo-2-1567516790225_v2_1920x1080-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/09/os-otarios-estao-mais-velhos-em-it-capitulo-2-1567516790225_v2_1920x1080-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Pontos polêmicos são tratados ao longo da trama, como a homofobia, o suicídio, o <em>bullying</em>, relacionamentos abusivos, etc. Falta um pouco de cuidado em alguns pontos, com excessivas piadas de gordo, uma relativa falta de tato com o suicídio ou o simples ignorar de um casamento abusivo. No entanto, ao tocar nestes assuntos, mesmo que não da melhor forma, as temáticas já propõe um debate necessário e um olhar do espectador para pontos constantemente deixados de lado.</p>
<p>O filme se demora demais em momentos desnecessários, alongando cenas que não têm tanta representatividade. Tudo isso rendeu um longa de quase 2h50, que poderia muito bem ter 30 minutos a menos de duração, sem nenhum prejuízo. Por mais que seja intercalado com cenas de susto e muito nojo, a experiência fica prejudicada e cansativa no meio da história.</p>
<p>Como filme de terror, um ponto muito importante é o susto e o medo que implica no espectador. Neste quesito, um ótimo acerto. Cenas nojentas e repugnantes, sustos em momentos certeiros e o medo que transpassa por toda a narrativa, fazem com que <em><strong>It &#8211; Capítulo 2</strong> </em>cumpra o seu objetivo principal de causar horror. Mesmo assim, ele contem pinceladas de riso e romance que funciona como um respiro necessário na narrativa.</p>
<p>O mote principal do longa é o medo e como ele pode aniquilar sonhos, transformar vidas e destinos. A finalização de filme é outro ponto alto. Eles conseguem fazer de maneira grandiosa e honesta, respeitando toda a trajetória que foi construída até ali e dando o devido desfecho aos personagens.</p>
<p>Com um pouco de excesso de nostalgia, o roteiro mescla os adultos com as crianças, unificando cada dupla e nutrindo um carinho entre as partes. Tanto quanto poderia se esperar. Mesmo que funcione muito bem, o sentimento de que o primeiro filme é melhor fica conosco o tempo todo.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Andy Muschietti<br />
<strong>Elenco:</strong> Bill Skarsgård, James McAvoy, Jessica Chastain, Bill Hader, Jay Ryan, Isaiah Mustafa, James Ransone, Andy Bean, Jaeden Martell, Sophia Lillis, Wyatt Oleff, Jack Dylan Grazer, Finn Wolfhard, Chosen Jacobs, Jeremy Ray Taylor</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/9hTiR6qD3Ow" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-it-capitulo-2/">Crítica: It &#8211; Capítulo 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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