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	<title>Arquivos Simon Curtis - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Simon Curtis - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Downton Abbey 2 &#8211; Uma Nova Era</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 15:53:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Downton Abbey 2 &#8211; Uma Nova Era chega aos cinemas para aplacar o coração dos fãs mais fervorosos que sentem falta do universo da aclamada série (inclusive eu mesma). Então é importante deixar logo claro que este é um filme com pouco compromisso com o público geral, já que o foco maior é nos fãs que já conhecem a história e os personagens. Dentro deste âmbito, ele é muito bem sucedido. Depois da passagem da Rainha da Inglaterra por Downton, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Downton Abbey 2 &#8211; Uma Nova Era</em></strong> chega aos cinemas para aplacar o coração dos fãs mais fervorosos que sentem falta do universo da aclamada série (inclusive eu mesma). Então é importante deixar logo claro que este é um filme com pouco compromisso com o público geral, já que o foco maior é nos fãs que já conhecem a história e os personagens. Dentro deste âmbito, ele é muito bem sucedido.</p>
<p>Depois da passagem da Rainha da Inglaterra por Downton, a família agora lida com uma herança inesperada que surgiu para Violet, de um romance que ela teve no passado. Enquanto isso, a medida que a família atravessa por algumas dificuldades financeiras, eles resolvem aceitar a proposta de um estúdio que quer gravar um filme no local, aproveitando toda o luxo e imponência. É claro que família e empregados vão ficar completamente sem rumo com a mudança repentina na rotina.</p>
<p>O roteiro apresenta alguns pontos importante da evolução dos personagens. Mary lida com um casamento afastado onde o marido tem mais tempo para os carros do que para ela. Ainda assim, segue na firmeza desta união em prol do nome da família, algo que lhe é visivelmente custoso. Edith tenta retomar a carreira de jornalista depois de ter tido o segundo filho. Tom está recém casado construindo um novo lar para sua família. As dinâmicas são variadas e seguem o cerne da série, que não possuía tantos rompantes ou plot twists, já que o foco sempre foi no dia a dia dos personagens.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15461" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/FD1-gzYWUAgKr7n.jpg" alt="Downton Abbey 2 - Uma Nova Era" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/FD1-gzYWUAgKr7n.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/FD1-gzYWUAgKr7n-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/FD1-gzYWUAgKr7n-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/04/FD1-gzYWUAgKr7n-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Ainda que saibamos que esse é um filme criado unicamente por conta do sucesso do anterior, eles conseguiram fazer de uma forma que a história case perfeitamente e não pareça criada do nada. Existe continuidade e sentido em tudo ali. Algo esperado já que Julian Fellowes, responsável pela criação da série original, é também quem assina o roteiro aqui.</p>
<p>Retornar à Downton, com toda a sua imponência, trajes impecáveis e maneirismos é algo que realmente encanta o espectador mais fanático. A trilha sonora casa perfeitamente com a fotografia e o figurino, nos lembrando do quanto a série foi incrível. O fato de todo o elenco original topar essas empreitadas é também um detalhe importante, já que são muitos personagens e mesmo os coadjuvantes tem sua relevância e momento de destaque.</p>
<p>No final do filme, temos um desfecho honroso, esperado e necessário a uma das personagens. Nada menos do que toda a sua história até ali, nos fazendo enxugar lágrimas de um saudosismo que já vai ficando. Tudo feito de uma maneira leve para combinar com a aura de fim de tarde de verão que o filme tem.</p>
<p>Ainda que <em><strong>Downton Abbey 2 &#8211; Uma Nova Era</strong></em> seja um longa criado completamente para os seus fãs, não há nada que o desmereça por isso. Ao contrário, o eleva ao patamar de sustentar o sucesso e aclamação que foi a série. Se você assistiu, com certeza vai adorar o filme.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Simon Curtis</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Hugh Bonneville, Michelle Dockery, Elizabeth McGovern, Maggie Smith, Jim Carter, Penelope Wilton, Imelda Staunton, Tuppence Middleton</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/zJtgs_5SQyQ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: A Dama Dourada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2015 19:42:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Dama Dourada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hollywood é fascinada por histórias de lições de vida baseadas em eventos reais e tramas sobre o nazismo. Quando ambas se juntam então, é quase certo ganharão as telas. A Dama Dourada reúne estes dois elementos em um filme que se não é cinematograficamente revolucionário, sutil ou &#8220;original&#8221;, ao menos apresenta-se como uma narrativa &#8220;redondinha&#8221;, ou seja, correta e agradável a públicos com os mais diversificados repertórios. O filme traz Helen Mirren (eternizada como a rainha Elizabeth em A Rainha, desempenho [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3317" aria-describedby="caption-attachment-3317" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/woman-in-gold_0.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3317 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/woman-in-gold_0-620x350.jpg" alt="woman-in-gold_0" width="620" height="350" /></a><figcaption id="caption-attachment-3317" class="wp-caption-text">A Dama Dourada: Helen Mirren interpreta mulher que entrou em uma batalha judicial para reaver a obra que foi roubada de sua família pelos nazistas</figcaption></figure>
<p class="separator">
<p class="separator">Hollywood é fascinada por histórias de lições de vida baseadas em eventos reais e tramas sobre o nazismo. Quando ambas se juntam então, é quase certo ganharão as telas. <i>A Dama Dourada</i> reúne estes dois elementos em um filme que se não é cinematograficamente revolucionário, sutil ou &#8220;original&#8221;, ao menos apresenta-se como uma narrativa &#8220;redondinha&#8221;, ou seja, correta e agradável a públicos com os mais diversificados repertórios.</p>
<p class="separator">O filme traz Helen Mirren (eternizada como a rainha Elizabeth em <i>A Rainha</i>, desempenho que lhe rendeu um Oscar) na pele de Maria Altmann, uma judia austríaca que fugiu para os Estados Unidos a tempo de não sofrer nos campos nazistas, mas que deixou para trás os seus pais e toda a coleção de obras de arte que eles tinham e que foram roubadas por Hitler e cia. Anos depois, motivada por recentes casos bem sucedidos de restituição de patrimônios artísticos tomados dos seus antigos donos pelo nazismo, Maria Altmann resolve exigir do governo da Áustria que lhe devolvam um dos quadros mais valiosos da coleção de seus pais e que, por sua vez, pertencia a sua tia, a modelo da obra: a famosa &#8220;A Dama Dourada&#8221; de Gustav Klimt.</p>
<figure id="attachment_3318" aria-describedby="caption-attachment-3318" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/womaningold0001.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3318 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/womaningold0001-620x359.jpg" alt="WOMAN IN GOLD" width="620" height="359" /></a><figcaption id="caption-attachment-3318" class="wp-caption-text">Flashbacks: Tatiana Maslany ao lado de Max Irons. Atriz do seriado Orphan Black vive protagonista na juventude</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p class="separator">O filme conta com a direção de Simon Curtis. Puxando a sua filmografia descobrimos que ele também dirigiu <i>Sete Dias com Marilyn</i> e percebemos a mesma linearidade em seu <i>modos operandi</i> aqui. Nada de grandes movimentos ou rupturas de linguagem, <i>A Dama Dourada </i>mostra um certo tradicionalismo na maneira de contar sua trama, que pode parecer monótona para alguns, mas também pode ser encarado como o movimento calculado de um diretor despretensioso que parece saber até onde pode ir com a sua habilidade de contar histórias.</p>
<p class="separator">Curtis coloca parte do seu filme nas mãos de Helen Mirren, que surge aqui com a sua habitual segurança e competência, fazendo com que estabeleçamos uma simpatia imediata por Altmann. A inglesa divide a responsabilidade da protagonista com Tatiana Maslany (de <i>Orphan Black</i>), que está tão bem quanto Mirren e segura as pontas em momentos bem delicados do filme. Ryan Reynolds tem um desempenho interessante como o advogado que ajuda Maria a reaver &#8220;A Dama Dourada&#8221;. O elenco ainda traz Katie Holmes e Daniel Brühl, cujos personagens têm muito pouco a oferecer ao filme (Brühl ainda tem uma participação mais determinante que Holmes até).</p>
<figure id="attachment_3319" aria-describedby="caption-attachment-3319" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/resized_99265-woman-in-gold2_56-19498_t630.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3319 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/resized_99265-woman-in-gold2_56-19498_t630-620x373.jpg" alt="resized_99265-woman-in-gold2_56-19498_t630" width="620" height="373" /></a><figcaption id="caption-attachment-3319" class="wp-caption-text">Participação insossa: Intérprete da mulher de Ryan Reynolds, Katie Holmes tem presença apagada na história.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><i>A Dama Dourada</i>  é um drama convencional, mas que não chega a ser incomodo para públicos mais exigentes. O filme até faz uso de alguns recursos antiquados ou preguiçosos, existem alguns diálogos expositivos (para demonstrar a importância do quadro, o personagem de Daniel Brühl fala &#8220;É a Monalisa da Áustria!&#8221;, tá, já entendemos que é uma obra importante) e a questionável ideia de que os Estados Unidos são a terra da liberdade, restituindo uma ordem a um cenário de desordem provocado por governos estrangeiros maquiavélicos. Tudo isso incomoda um pouco, é verdade. Mas o saldo é mais positivo que negativo já que o filme usa seus chavões com uma certa moderação e, no geral, o longa acaba sendo uma experiência agradável garantida, sobretudo, por uma Helen Mirren em ótima forma.</p>
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