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	<title>Arquivos Sam Worthington - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Sam Worthington - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: O Exorcismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2024 20:39:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um intervalo de um ano, Russell Crowe protagoniza o seu segundo filme sobre exorcismo. Sintoma de decadência ou simplesmente de uma tomada de rumo consciente e pragmática na carreira Crowe, O Exorcismo chega aos cinemas com baixíssimas expectativas. O filme sempre esteve longe de ser uma produção caprichada no gênero. Desde o princípio, estava mais para exemplar de um cinema B. A despeito de quebrar um pouco as baixas expectativas com uma abordagem surpreendente para sua história em seus primeiros minutos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um intervalo de um ano, Russell Crowe protagoniza o seu segundo filme sobre exorcismo. Sintoma de decadência ou simplesmente de uma tomada de rumo consciente e pragmática na carreira Crowe, <em><strong>O Exorcismo</strong></em> chega aos cinemas com baixíssimas expectativas. O filme sempre esteve longe de ser uma produção caprichada no gênero. Desde o princípio, estava mais para exemplar de um cinema B.</p>
<p>A despeito de quebrar um pouco as baixas expectativas com uma abordagem surpreendente para sua história em seus primeiros minutos, o desenvolvimento cumpre o destino dessa nova empreitada do ator no gênero: <em><strong>O Exorcismo</strong></em> é sim bem ruim. O grande culpado é um desenvolvimento pífio de narrativa que sabota a abordagem interessante de metalinguagem proposta pelo roteiro e faz o filme cair em uma sucessão de clichês, momentos risíveis de atuação e desenvolvimento ruim de história e personagens.</p>
<p>No longa, Crowe interpreta um ator tentando se recuperar de uma crise de depressão profunda depois que sua esposa morre vítima de um câncer. Vivendo com a única filha, Anthony Miller aceita interpretar um padre em um filme de terror sobre exorcismo depois que o ator que viveria o personagem morre nos sets da produção. Miller ainda está superando o alcoolismo, mas encontra no trabalho e na sua reconexão com o catolicismo uma forma de recolocar a sua vida nos trilhos. É claro que nesse meio tempo uma série de fenômenos estranhos tomam conta dos sets dessa produção: parte da equipe morre de forma violenta e misteriosa e o protagonista do longa passa a apresentar um comportamento esquisito.</p>
<p>A ideia de injetar elementos de metalinguagem na trama de <em><strong>O Exorcismo </strong></em>é um esforço bem-vindo dos roteiristas Joshua John Miller e M.A. Fortin. O mote dos realizadores é procurar referências em histórias que transformaram os bastidores de produções do horror como O Exorcista e Poltergeist em lendas da cultura pop contadas até hoje: eventos estranhos nos sets, mortes misteriosas, &#8220;maldições&#8221; que interromperam ou trouxeram obstáculos para a carreira da sua equipe etc. <em>O Exorcismo</em> parece &#8220;beber desta fonte&#8221; e apresenta um início bem promissor para o espectador.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18570" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-1-2.png" alt="O Exorcismo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-1-2.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-1-2-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/image-1-2-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>É uma pena que assim que o personagem de Russell Crowe entra nos sets da produção do fictício filme de terror as coisas para o longa degringolam. Na direção, Joshua John Miller não consegue ter timing para sustentar o suspense em suas cenas e parece também não ter muito traquejo na construção de uma atmosfera apavorante para o público. A maior parte dos recursos utilizados por Miller em suas cenas soam genéricos e não conseguem disfarçar as limitações da produção, como, por exemplo, a cena final que reúne parte do elenco principal para o exorcismo do personagem de Crowe ou mesmo a gravação do filme com o protagonista e a atriz interpretada por Chloe Bailey que evocam a referência visual óbvia em cada frame: O Exorcista de William Friedkin (até mesmo em sua direção de fotografia com tonalidades azuis). Completa falta de imaginação dos envolvidos.</p>
<p>Para completar, Miller parece não dirigir muito bem os seus atores. Russell Crowe, um artista que dispensa apresentações do seu currículo, está ruim, sofrendo com falas medíocres que flertam com uma psicologia barata. Interpretando a filha do ator, Ryan Simpkins também não salva o longa quando sua personagem assume um protagonismo diante da situação do pai. Além deles, atores como Sam Worthington e Adam Goldberg, que já estiveram em produções muito visadas na indústria, têm personagens que surgem e desaparecem de cena da forma mais abrupta possivel, sinalizando que talvez a situação para eles esteja mais difícil do que para Russell Crowe.</p>
<p>Apelando para o pior desfecho possível em filmes do gênero, algo que convoca, inclusive, a lembrança de O Exorcista: O Devoto e o vexaminoso exorcismo ecumênico, <em><strong>O Exorcismo</strong></em> ainda é um filme que utiliza o mote da possessão demoníaca sem mais nem menos, com desleixo. Não há qualquer vinculação temática ou desenvolvimento para o mesmo, a possessão demoníaca é apenas jogada na trama. O personagem de Crowe simplesmente é possuído por um demônio e tudo aquilo parece ser assimilado como plausível sem que mobilize qualquer tipo de conflito ou dúvida nos demais personagens.</p>
<p>Os primeiros minutos de <em><strong>O Exorcismo</strong></em> enganam o espectador, dão a entender que talvez possamos nos surpreender com esta produção e que talvez exista alguma lógica artística na escolha do vencedor do Oscar por Gladiador. No fim das contas, acaba sendo exatamente aquilo que já era aguardado, um grande constrangimento em todas as suas frentes.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Joshua John Miller, M.A. Fortin</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Russell Crowe, Sam Worthington, David Hyde Pierce</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/NEdHqPWmZmA?si=zkbmTXXU9LVzdSaZ" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Fratura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Michel Gutwilen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2019 00:43:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Queira ou não, a burocracia faz parte do mundo e está com suas raízes fincadas em todas as relações sociais institucionais. Filas, espera, formulários, trocas de atendente durante a chamada telefônica, mais espera. Se, por um lado, ela impede a anarquia e mantêm as coisas funcionando, por outro, sua ineficiência e lentidão são capazes de despertar o pior de dentro em cada cidadão. De certa forma, Fratura é um grande pesadelo burocrático.  Bem, é claro que o novo filme de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400">Queira ou não, a burocracia faz parte do mundo e está com suas raízes fincadas em todas as relações sociais institucionais. Filas, espera, formulários, trocas de atendente durante a chamada telefônica, mais espera. Se, por um lado, ela impede a anarquia e mantêm as coisas funcionando, por outro, sua ineficiência e lentidão são capazes de despertar o pior de dentro em cada cidadão. De certa forma, </span><b><i>Fratura </i></b><span style="font-weight: 400">é um grande pesadelo burocrático. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Bem, é claro que o novo filme de Brad Anderson (</span><i><span style="font-weight: 400">O Operário</span></i><span style="font-weight: 400">, </span><i><span style="font-weight: 400">Beirute</span></i><span style="font-weight: 400">) não é apenas sobre isso. Na narrativa de </span><i><span style="font-weight: 400">thriller</span></i><span style="font-weight: 400"> psicológico, Ray (Sam Worthington, </span><i><span style="font-weight: 400">A Cabana</span></i><span style="font-weight: 400">) cruza a estrada com a esposa, Joanne (Lily Rabe, </span><i><span style="font-weight: 400">American Horror Story</span></i><span style="font-weight: 400">), e filha pequena, Peri (Lucy Capri). Após uma parada para abastecer, um cão vira-lata assusta a menina, que está na beira de um precipício, fazendo com que ela e pai (que pula para tentar salvá-la) caiam de uma considerável altura dentro da obra. Com diversas lesões, a família dirige urgentemente para o hospital mais próximo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Certamente, por conta do seu traumatismo, Ray não é um narrador 100% confiável. Mas, assim que adentra no hospital, sua ambientação sufocante e claustrofóbica, juntamente com um comportamento suspeito dos funcionários, causa um enorme desconforto. Após esperar esposa e filha realizarem um exame, o protagonista cai no sono e, para sua surpresa, ao acordar, não há registro das duas naquele local. A partir daí, a paranoia conduz o fio narrativo, enquanto Ray esclarecer o que realmente aconteceu com sua família.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A constante tensão de </span><b><i>Fratura</i></b><span style="font-weight: 400"> é um fruto de toda a ambientação construída por Anderson. Assim como em </span><i><span style="font-weight: 400">O Operário</span></i><span style="font-weight: 400">, o diretor adota uma paleta fria que traz um clima pesado ao ambiente, indo desde o céu nublado na estrada até todos os elementos cénicos do hospital. Já a trilha sonora de Anton Sanko (</span><i><span style="font-weight: 400">Filadélfia</span></i><span style="font-weight: 400">) aumenta a tensão através de um clássico som de piano nos momentos de maior suspeição. Além disso, constantes </span><i><span style="font-weight: 400">close-ups</span></i><span style="font-weight: 400"> nos rosto do protagonista realçam sua alienação e loucura.</span></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11547" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Fratura-750x500.jpg" alt="Fratura" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Fratura.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Fratura-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Fratura-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nesse sentido, Sam Worthington executa perfeitamente seu papel. O ator de </span><i><span style="font-weight: 400">Avatar</span></i><span style="font-weight: 400"> consegue fazer com que o público acredite, assim como ele, que está acontecendo uma grande conspiração no hospital. Sua forte atuação é marcada por uma fala agitada, micro explosões de temperamento, um olhar fixo para o além. De resto, todos os outros personagens alternam entre momentos de sobriedade com falas e olhares extremamente cínicas e dúbias, contribuindo para um mal-estar geral.    </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No entanto, atuações e a magnética </span><i><span style="font-weight: 400">mise-en-scène </span></i><span style="font-weight: 400">de Brad Anderson apenas ajudam a mascarar o fraco roteiro de </span><b><i>Fratura</i></b><span style="font-weight: 400">. Escrito por Alan McElroy (</span><i><span style="font-weight: 400">Tekken</span></i><span style="font-weight: 400">), o terceiro ato é marcado por um didatismo, através de <em>flashbacks,</em> estragando qualquer ambiguidade anteriormente criada pelo diretor. Quando o mistério é descoberto, revela-se uma resolução clichê vista melhor executada em diversos filmes — e a citação de quais filmes, entregaria o próprio mistério. </span></p>
<p><em><strong>Fratura</strong></em> é mais um projeto de Brad Anderson com a Netflix, que, mais uma vez, mostra ser um excelente manipulador de ritmo, tensão e atmosfera. Apesar do roteiro não ajudá-lo, a parceria do diretor e do ator Sam Worthington cria uma imersiva jornada de confusão mental dentro de um ambiente perturbado. Para alguns, hospitais podem ser lugar que representa a concepção da vida. Já na visão de Anderson, não há nada mais assustador do que estar diante de formulários para preencher antes de ser atendido, filas de espera que não se baseiam na importância de cada lesão, separação de familiares através de áreas restritas, falta de transparência dos profissionais na hora do atendimento, seguros que não cobrem. É o pesadelo da burocracia hospitalar.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Brad Anderson<br />
<strong>Elenco:</strong> Sam Worthington, Lily Rabe, Stephen Tobolowsky, Adjoa Andoh, Lucy Capri</p>
<p><strong>Assista ao <a href="https://coisadecinefilo.com.br/category/trailers/">trailer</a>!</strong></p>
<p>[youtube https://www.youtube.com/watch?v=bAY3EKllJaE&amp;w=750&amp;h=500]</p>
<p>Confira o longa <em><strong>Fratura</strong> </em>diretamente na <a href="https://www.netflix.com/watch/80223997?trackId=13752289&amp;tctx=0%2C0%2Cc1487ba2fbe179d272ca768907bb4a3503faa8cb%3Aa36ea60e2022da9285c7ec4df894622dcc6778bc%2C%2C" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em><strong>Netflix</strong></em></a>!</p>
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		<title>Crítica: A Cabana</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-cabana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Mar 2017 18:28:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Cabana]]></category>
		<category><![CDATA[Alice Braga]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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		<category><![CDATA[Octavia Spencer]]></category>
		<category><![CDATA[Radha Mitchell]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>A Cabana </i>é daquelas obras que querem desde o primeiro segundo de sua projeção passar uma mensagem ao seu público. No caso em questão, o filme, baseado no livro homônimo de William P. Young, trata da importância do perdão através da história de um homem vítima de um trágico evento em sua família. Há um conflito central, o protagonista interpretado por Sam Worthington (de <i>Até o Último Homem </i>e <i>Avatar</i>) vem de um lar extremamente religioso, mas não consegue acreditar em Deus como sua mulher, apesar de respeitar a sua fé e ir com ela e seus filhos todos os finais de semana a Igreja, acontece que quando ocorre a tragédia familiar o patriarca não consegue perdoar a si mesmo e muito menos Deus pelo ocorrido. Isso muda quando ele recebe um convite para ir até uma cabana e lá encontra um grupo de pessoas liderado por uma mulher chamada Elouise, vivida por Octavia Spencer (ganhadora do Oscar por <i>Histórias Cruzadas</i>), que está disposto a ensiná-lo uma forma de lidar melhor com sua dor.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O problema de <i>A Cabana </i>não é o fato dele ser um filme com um evidente viés religioso (isso não é demérito em momento algum), a grande fragilidade do título está em ser didático demais na afirmação do seu caráter de história com lições de moral. É como se <i>A Cabana </i>não confiasse na capacidade que o seu espectador tem de tirar conclusões e interpretações a respeito daquilo que assiste. Nada é sutil no filme, dos personagens que evidenciam os traços do seu caráter divino nos nomes e vestimentas esvoaçantes aos cenários que evocam paisagens campestres, tudo está ali para fazer com que o espectador saia da sala de cinema sem a menor sombra de dúvida possível a respeito do que o longa intenta passar. Isso acaba tornando a experiência de contemplar sua narrativa demasiadamente enfadonha.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"> <img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7532" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/03/acabana03.jpg" alt="" width="610" height="348" /></div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Mais difícil ainda é dar credibilidade a Mack Phillips, protagonista da história que está passando por um difícil e dilacerante processo de libertação pós-trauma. O australiano Sam Worthington não consegue passar a menor credibilidade para o público ao assumir a pele de um homem que tenta assimilar um drama tão agudo e que é o tempo inteiro reforçado pelos diálogos dos personagens. Worthington tem uma presença apática em cena, quando chora cobre o rosto com as duas mãos, quando a história exige uma reação a feridas expostas ele não consegue expressar sua dor a contento, fica tudo na superficialidade, nos dizeres enfáticos e nas costas da tal mensagem do filme.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Apesar dos esforços de Octavia Spencer em um papel fundamental para <i>A Cabana </i>avançar e mostrar um desejo de ser mais do que um drama familiar, encarar em profundidade a jornada de autodescoberta de um protagonista que se revela opaco ao seu espectador é praticamente impossível e no mínimo desafiador. No texto do filme ainda é possível extrair alguma questões pertinentes para serem debatidas após a sessão independente daquilo que o espectador tenha como crença ou não, mas o excesso de ênfase sabota um pouco o projeto e isso é reflexo inclusive das suas dispensáveis duas horas de duração, poderia ser uma obra mais enxuta com meia hora menos de história.</p>
</div>
<p><strong>Assista ao trailer do filme</strong></p>
<div style="position: relative; height: 0; padding-bottom: 56.25%;"><iframe style="position: absolute; width: 100%; height: 100%; left: 0;" src="https://www.youtube.com/embed/7iII9pPrUUA?ecver=2" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></div>
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		<item>
		<title>Crítica: Até o Último Homem</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-o-ultimo-homem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jan 2017 11:44:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Andrew Garfield]]></category>
		<category><![CDATA[Até o Último Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Mel Gibson]]></category>
		<category><![CDATA[Sam Worthington]]></category>
		<category><![CDATA[Vince Vaughn]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até o Último Homem nos traz a história de um soldado relutante. Ao servir o seu país durante a Segunda Guerra Mundial, o norte-americano Desmond Doss (Andrew Garfield), apesar do apelo do exército, não quer ir ao front de batalha com uma arma em punho, deseja salvar vidas prestando serviço como médico. Esse contraponto entre um cenário de extrema violência gráfica e um olhar pacifista para o conflito é o que o filme de Mel Gibson tem de singular, mas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Até o Último Homem </i>nos traz a história de um soldado relutante. Ao servir o seu país durante a Segunda Guerra Mundial, o norte-americano Desmond Doss (Andrew Garfield), apesar do apelo do exército, não quer ir ao <i>front </i>de batalha com uma arma em punho, deseja salvar vidas prestando serviço como médico. Esse contraponto entre um cenário de extrema violência gráfica e um olhar pacifista para o conflito é o que o filme de Mel Gibson tem de singular, mas também de mais contraditório.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Contado como uma odisseia heróica por seu realizador, <i>Até o Último Homem </i>trará a tradicional jornada do seu protagonista com o objetivo de enaltecer os seus feitos. No caso do filme, Desmond Doss, recusando-se a matar pessoas durante a batalha de Okinawa, conseguiu driblar a ameaça do exército japonês sozinho, resgatando os seus companheiros um a um. A maneira como Gibson se aproxima desse feito é protocolar, o espectador verá um certo apagamento da humanidade dos japoneses, que sequer possuem falas (eles simplesmente estão lá para atacar o grupo de americanos), algo que podemos relevar tendo em vista aquilo que é prioridade para seu diretor na história, o ponto de vista de Doss.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A sequência da batalha em Hacksaw Ridge, que dá título ao filme e representa o cume de um monte rochoso onde os americanos encontram seus adversários japoneses e do qual Doss envia os combatentes feridos através de cordas para baixo, onde está localizada uma base dos EUA, é muito bem orquestrada por Gibson. O diretor consegue modelar sua ação de modo que o espectador tenha clareza a respeito de tudo que está acontecendo. Nesse departamento do seu filme, Gibson, contudo, opta por um dúbio realismo. A sequência, que dura cerca de uma hora, é tão brutal que abre brechas para questionarmos o olhar do realizador para tudo aquilo, já que, em certos momentos, no lugar da mera exposição de uma realidade o diretor parece contemplar com um certo prazer o mar de sangue dos seus corpos mutilados utilizando à exaustão recursos como o <i>slow motion</i>. Esse olhar, inclusive, proporciona ao filme um choque com o discurso pacifista do seu próprio protagonista. Claro que em um contexto de guerra, não dá para aliviar as coisas, mas dá para mostrar o conflito sem apreciá-lo enquanto estética e Gibson é relativamente dúbio sobre seu posicionamento a respeito disso.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7286" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/01/hacksaw0008.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
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<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Há um grande e inegável mérito em <i>Até o Último Homem </i>e ele reside no trabalho do seu ator principal Andrew Garfield. Resgatado daquele <i>reboot </i>sem futuro do <i>Homem-Aranha</i>, Garfield confere credibilidade e humanidade a Desmond, uma integridade que consegue driblar até mesmo o caráter dúbio do próprio filme de Gibson. O ator nos apresenta a uma figura humana e passível de admiração sem escorregar na caricatura do &#8220;bom moço&#8221;, armadilha fácil para um profissional menos atento que ele. Ao longo do filme, há também ótimos desempenhos do elenco de coadjuvantes, Hugo Weaving, Vince Vaughn e Sam Worthington.</p>
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<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Longe de ser tão bem realizado quanto exemplares anteriores da carreira de Gibson como diretor, <i>Até o Último Homem </i>nos apresenta a história de um personagem que desperta interesse no público pelo posicionamento que tem frente a guerra. Talvez, inconscientemente, o seu diretor não compartilhe do mesmo ponto de vista que ele, mas ao menos temos a mediação da impecável atuação de Andrew Garfield para atenuar as eventuais contradições do longa, conferindo humanidade e sensibilidade a um ambiente dominado pela brutalidade. Em recente entrevista (a mesa redonda da <i>Variety </i>para diretores na temporada de prêmios), Gibson creditou o êxito do filme a performance de Grafield, um achado na percepção do realizador. Ao final de <i>Até o Último Homem </i>não há exagero nenhum em dizer que tal qual Desmond Doss naquele contexto de conflito armado, Garfield atuou como o resquício de humanidade e sensibilidade que o olhar habitualmente problemático do seu diretor para a violência sempre precisa.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/R4cmOy0V8UA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Evereste</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-evereste/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2015 22:59:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Baltasar Kormákur]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Elizabeth Debicki]]></category>
		<category><![CDATA[Emily Watson]]></category>
		<category><![CDATA[Evereste]]></category>
		<category><![CDATA[Jake Gyllenhaal]]></category>
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		<category><![CDATA[John Hawkes]]></category>
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		<category><![CDATA[Sam Worthington]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3559" aria-describedby="caption-attachment-3559" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/85342243_everest.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3559 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/85342243_everest-620x331.jpg" alt="_85342243_everest" width="620" height="331" /></a><figcaption id="caption-attachment-3559" class="wp-caption-text">Viagem arriscada: Grupo de alpinistas liderado por Jason Clarke enfrenta uma nevasca rumo ao Evereste</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
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<p><i>Evereste </i>é um filme relativamente esquisito. Tal afirmação, parte de uma impressão pessoal mas que encontra eco e razão de ser na própria estrutura do longa. <i>Evereste </i>é estranho porque ao narrar a história de um grupo que faz uma expedição para escalar o monte Evereste e centrar suas atenções na gana que essas pessoas nutrem por esta meta completamente insana, jamais oferece ao público uma resposta concreta sobre a paixão dos seus personagens principais por uma jornada tão perigosa. Isso é ainda mais complicado se o filme encontrar uma plateia completamente indiferente a tal jornada, ela continuará gélida àqueles personagens já que, em momento algum consegue compreendê-los.</p>
</div>
<div>
<p>O longa de Baltasar Kormákur (de longas esquecíveis como <i>Dose Dupla </i>e <i>Contrabando</i>) se passa em 1996 e acompanha dois grupos de alpinistas liderados por guias com estilos completamente diferentes, um interpretado por Jason Clarke e outro por Jake Gyllenhaal. Eles enfrentam uma nevasca que coloca a vida de todos em risco para chegar ao cume do monte Evereste. Assim, alcançar a meta da aventura mostra-se infinitamente mais fácil do que o retorno para casa.</p>
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<figure id="attachment_3551" aria-describedby="caption-attachment-3551" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Everest-Jake-Gyllenhaal.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3551 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/Everest-Jake-Gyllenhaal-620x349.jpg" alt="Everest+Jake+Gyllenhaal" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3551" class="wp-caption-text">Grande elenco, poucas possibilidades: O filme traz muitos atores conhecidos, como Jake Gyllenhaal e Keira Knightley, que são subaproveitados</figcaption></figure>
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<p>O filme de Kormákur é muito eficiente naquilo que tem mais que a obrigação de ser competente: a produção de grandes sequências de tensão no Evereste utilizando efeitos visuais e sonoros de ponta. Nada menos do que o esperado para um filme do seu porte. Em outro departamento, no entanto, <i>Evereste </i>acaba revelando-se um filme arrastado, com um material humano pouco interessante e que se sustenta em dramas familiares pouco esmiuçados pelo roteiro, mas que surgem na tela como algo muito precioso ao andamento da trama. Há um emaranhado de dilemas familiares que são mal explicados pelo filme (o núcleo do ator Josh Brolin, por exemplo, que tem uma relação complicada com sua esposa vivida por Robin Wright), mas que, por alguma estranha razão, estão lá e entram em ebulição com viagem ao Evereste.</p>
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<div>
<p>Escrito pelo vencedor do Oscar Simon Beaufoy (<i>Quem quer ser um milionário?</i>) e pelo indicado ao mesmo prêmio William Nicholson (<i>Gladiador</i>), o roteiro desse filme é tão problemático que, como já antecipamos, jamais deixa claro uma informação fundamental para que o espectador se envolva com a trajetória dos seus personagens: a motivação do grupo para empreender uma jornada tão arriscada. Tudo é simplificado com explicações subentendidas do tipo &#8220;tesão pela aventura&#8221;. Desculpem, mas é muito pouco para entender decisões fundamentais que alguns personagens tomam ao longo do filme. Como resultado, <i>Evereste </i>acaba contando com as relações amorosas para causar o mínimo de empatia no espectador,  o que também não funciona já que, com pouquíssimo tempo em cena, alguns personagens sequer conseguem mostrar a que veio, é o caso das esposas vividas por Robin Wright e Keira Knightley, que cumprem a cota &#8220;Penélope&#8221; de <i>A</i> <i>Odisseia</i> ao viverem mulheres que ficam em casa esperando o retorno dos seus amados. E não é só Wright e Knightley que saem perdendo tamanha a falta de tratamento do roteiro com a história, todos os atores são vítimas dessa característica de <i>Evereste</i>, a falta de densidade do seu script, incluindo aqueles que seriam os seus protagonistas, Jason Clarke, Jake Gyllenhaal e Josh Brolin.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_3561" aria-describedby="caption-attachment-3561" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/everest-nuova-featurette-sull-avventuroso-set-del-film-v3-228962-1280x7201.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3561 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/09/everest-nuova-featurette-sull-avventuroso-set-del-film-v3-228962-1280x7201-620x349.jpg" alt="everest-nuova-featurette-sull-avventuroso-set-del-film-v3-228962-1280x720" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3561" class="wp-caption-text">Resultado insatisfatório: Filme é tecnicamente eficiente, mas falha como narrativa</figcaption></figure>
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<p>Seguindo a tradição de filmes com um elenco estelar subaproveitado, <i>Evereste </i>não consegue sustentar toda a sua qualidade técnica com personagens e trama que jamais envolvem emocionalmente o público. Assim, todo o seu drama humano, que é sugerido como o foco do filme de Kormákur, é absolutamente oco, estéril e genérico. Entre outras questões mal resolvidas do roteiro, não dá para simplificar a motivação dos personagens para enfrentar o que enfrentam rumo ao Evereste como um insano tesão pelo perigo, tampouco sustentar duas horas de filme com conflitos amorosos tão rasos.</p>
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