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	<title>Arquivos Russell Brand - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Russell Brand - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Morte no Nilo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Feb 2022 21:37:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mais um livro da aclamada escritora Agatha Christie chega aos cinemas prometendo deixar os fãs de mistério em polvorosa. O remake Morte no Nilo (o primeiro foi em 1978) traz um elenco de peso para contar a história de uma rica herdeira que é morta no cruzeiro de sua lua de mel, onde foi com a família. Claro que o grande detetive Hercule Poirot pega o caso para desvendar responsável pelo assassinato frio e vil da bonita jovem. Gal Gadot [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-morte-no-nilo/">Crítica: Morte no Nilo</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um livro da aclamada escritora Agatha Christie chega aos cinemas prometendo deixar os fãs de mistério em polvorosa. O remake <strong><em>Morte no Nilo</em></strong> (o primeiro foi em 1978) traz um elenco de peso para contar a história de uma rica herdeira que é morta no cruzeiro de sua lua de mel, onde foi com a família. Claro que o grande detetive Hercule Poirot pega o caso para desvendar responsável pelo assassinato frio e vil da bonita jovem.</p>
<p>Gal Gadot (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mulher-maravilha/"><em>Mulher-Maravilha</em></a>) faz o papel principal de Linnet Ridgeway. Logo no início da exibição ela rouba o então noivo da melhor amiga, vivida por Emma Mackey (<em>Sex Education</em>). Já começamos aí com um grande motivo para desconfiar da moça, já que ela fica visivelmente transtornada com a rasteira que levou. Paralelo a isso, conhecemos um pouco mais da história de Poirot, interpretado mais uma vez pelo próprio diretor do filme, Kenneth Branagh (<em>Belfast</em>).</p>
<p>Branagh acerta nas duas funções, ao tomar decisões inteligentes com relação a condução da direção e ao humanizar mais o detetive. Ainda que ele mantenha aquele ar de invencibilidade nato de Poirot, conseguimos ver mais camadas, como um sofrimento constante dentro de si por amores não vividos o suficiente.</p>
<p>Temos a oportunidade aqui de ver Russel Brand no papel de uma pessoa normal. É chocante vê-lo de cabelo cortado e barba feita, como um ser humano comum. E ele o faz muito bem e de maneira convincente, mostrando seu potencial como ator. Ele interpreta o papel do antigo amor de Linnet, que amargura o término até hoje, tornando-o mais um forte suspeito.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15247" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/2540049.jpg" alt="Morte no Nilo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/2540049.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/2540049-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/2540049-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/2540049-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Aliás, como é um clássico de Christie, todos se tornam suspeitos em algum momento. As motivações vão aparecendo aos poucos e se revelando para o detetive. <em><strong>Morte no Nilo</strong></em> poderia, porém, ter dedicado mais tempo à parte da investigação e menos tempo a construção daquele cenário como um todo. Embora seja importante acompanhar a conexão dos personagens e como eles vão parar no cruzeiro, quando chegamos na morte em si, metade do filme já passou e o restante é muito corrido.</p>
<p>O roteiro poderia, por exemplo, ser um pouco menos caótico na parte em que os mistérios são investigados. Mais conexão entre os fios tornariam as coisas mais tensas para o espectador, assim como um estilo de filmagem menos confuso. É sabido que essa é uma estratégia de tornar a situação mais excitante, mas, neste caso, o tiro saiu pela culatra, já que acabou prejudicando o ritmo da projeção.</p>
<p>A edição do filme foi sábia ao não explorar demais a figura de Armie Hammer (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-me-chame-pelo-seu-nome/"><em>Me Chame Pelo Seu Nome</em></a>), principalmente depois dos escândalos de estupro e canibalismo envolvendo o nome dele. O mesmo vale para o marketing quase inexistente em cima da figura de Letitia Wright (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-pantera-negra/"><em>Pantera Negra</em></a>), depois que ela se mostrou antivacina e está atrasando até hoje as gravações de <em>Pantera Negra 2</em>. Se você não tem mais como cortar as pessoas dos filmes, ao menos não dê tanto ibope para elas. E foi isso que foi feito aqui.</p>
<p><strong>Morte no Nilo</strong> é um longa de mistério eficiente e até melhor que <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-assassinato-no-expresso-do-oriente/"><em>Assassinato no Expresso do Oriente</em></a>, que tinha muito mais falhas. Porém ficamos com a sensação de que falta algo e acredito que seria um pouco mais de tensão para o espectador. Falta ansiedade e agonia no filme. Ainda assim, vale muito a pena conferir no cinema.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Kenneth Branagh</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Kenneth Branagh, Gal Gadot, Emma Mackey, Armie Hammer, Annette Bening, Tom Bateman, Rose Leslie, Sophie Okonedo, Letitia Wright, Russell Brand</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/aatVI5h1cbI" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Trolls</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2016 04:55:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Anna Kendrick]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Justin Timberlake]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cores, cores e muitas cores. Assim passam as cenas de Trolls, entre várias cantorias e bichinhos bonitinhos e fofinhos. Quem era criança nos anos 80 e 90 lembra daqueles bonequinhos com o cabelo enorme que eram febre na época. Pois então, pegaram eles e transformaram em um filme. Vamos lá! O filme não é lá uma obra-prima da Pixar que faz a gente refletir sobre todos os problemas da vida e pensar em questões existenciais como Divertida Mente, por exemplo. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cores, cores e muitas cores. Assim passam as cenas de <em>Trolls</em>, entre várias cantorias e bichinhos bonitinhos e fofinhos. Quem era criança nos anos 80 e 90 lembra daqueles bonequinhos com o cabelo enorme que eram febre na época. Pois então, pegaram eles e transformaram em um filme.</p>
<p>Vamos lá! O filme não é lá uma obra-prima da Pixar que faz a gente refletir sobre todos os problemas da vida e pensar em questões existenciais como <em>Divertida Mente</em>, por exemplo. Mas isso não significa que não tenha seu mérito. E é um grande mérito, por sinal. A história é bem construída, tem uma trilha sonora bem bacana que agrada tanto as crianças quantos os adultos que se identificam. É de uma pureza infantil, um sorriso sincero, uma narrativa envolvente. Fofo é um termo bastante apropriado para este longa.</p>
<p>A explosão de cores remete à época do auge dos bonecos e também nos lembra estéticas discursivas utilizadas em <em>Shrek</em>, com sutilezas que passam despercebidas para a maioria das crianças, mas podem ser notadas pelos adultos. Ainda assim, eles atualizam com a voz de Justin Timberlake, que compõe a trilha sonora (uma pena que a sessão foi dublada e perdemos a performance original. Mas você pode conferir <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ru0K8uYEZWw" target="_blank"><em><strong>aqui</strong></em></a>!). Ouvimos uma chance de concorrente ao Oscar, talvez.</p>
<p>Além disso, o enredo do filme traz discussões bem interessantes como a questão da felicidade à todo custo, o excesso dela até, a &#8220;compra&#8221; da felicidade, a determinação de ser feliz, o medo de ser feliz, etc. E é tudo feito de maneira tão sutil, que a reflexão só repercute algum tempo depois no espectador. A união de opostos pelo bem comum também é uma pauta abordada com cuidado e primor no longa, sempre de forma divertida e leve. As cenas são recheadas de alegria e amor, focando sempre nas crianças.</p>
<p>Fica muito claro em <em>Trolls</em> que o filme foi feito para as crianças, que certamente vão amar e se divertir muito, além de absorver grandes aprendizados. Mas claro que os adultos vão adorar também, por consequência. É de uma fofura sem tamanho esse filme e merece sua atenção. Leve a criançada!</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/D8N_X7JJeaI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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