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	<title>Arquivos Priyanka Chopra - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Priyanka Chopra - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: O Tigre Branco (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 14:00:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Baseado no livro homônimo, de Aravind Adiga, O Tigre Branco narra a trajetória de um empresário indiano, que não mede esforços ou estratégias para chegar onde deseja. Através de uma narração do protagonista, idas e vindas de sua história são mostradas em mais de duas horas de projeção. Talvez, grande questão neste indicado ao Oscar 2021 de Melhor Roteiro Adaptado aqui seja como há uma sensação de desequilíbrio narrativo, pois algumas situações são prolongadas demasiadamente, enquanto o ponto de virada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Baseado no livro homônimo, de Aravind Adiga, <strong><em>O Tigre Branco</em></strong> narra a trajetória de um empresário indiano, que não mede esforços ou estratégias para chegar onde deseja. Através de uma narração do protagonista, idas e vindas de sua história são mostradas em mais de duas horas de projeção. Talvez, grande questão neste indicado ao <a href="https://coisadecinefilo.com.br/confira-a-lista-completa-de-indicados-ao-oscar-2021/"><em>Oscar 2021</em></a> de Melhor Roteiro Adaptado aqui seja como há uma sensação de desequilíbrio narrativo, pois algumas situações são prolongadas demasiadamente, enquanto o ponto de virada acontece já no terceiro ato. Desta maneira, há uma dificuldade em desenvolver o seu desfecho e é preciso correr para alcançar a conclusão.</p>
<p>Existe, também, o fato de que há uma prolixidade inserida na trama. O arco de Balram (Adarsh Gourav) é apresentado, trazendo fatos importantes de sua vida, como a sua infância ou a partida da vila na qual mora. A partir da sua ida para a capital, as sequências passam a se tornar repetitivas. O público consegue compreender as sensações de Balram, diante da falta de escrúpulos dos ricos e da crueldade do sistema social indiano. Assim, cenas com objetivos semelhantes são recorrentes, enxugá-las poderia ajudar na dinâmica da obra, deixando ela menos arrastada. Além disso, alguns saídas e resoluções são abruptas, como o retorno de Pinky para Nova Iorque. Neste esgarçamento ou nestas rupturas súbitas, o ritmo não se estabelece apropriadamente.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13927" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1323527.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="O Tigre Branco" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1323527.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1323527.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1323527.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/1323527.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>No entanto, alguns elementos em <strong><em>O Tigre Branco </em></strong>saltam aos olhos positivamente e tornam a sessão mais agradável. A principal delas é a atuação de Adarsh Gourav. Consciente das emoções que Balram busca exteriorizar e quais são os seus reais sentimentos, Adarsh revela uma criação complexa de personagem. Dosando os seus gestos, olhares e respirações, há no intérprete um equilíbrio de velocidades impressas no corpo e nas tonalidades do texto falado. As nuances nas modificações do tônus corporal faz com que o espectador reconheça quando ele está com ou sem as máscaras criadas por Balram, para a sobrevivência no mundo cruel.</p>
<p>Outro ponto que pode ser destacado é a consciência da direção em elevar a potência das circunstâncias postas no enredo. A decupagem acaba por trazer uma proximidade ou um afastamento em quem assiste a produção. Em alguns momentos, é como se fosse visto o olhar de Balram. Em outros,  é possível encontrar uma criação de distanciamento e até certo julgamento em relação à personagem é posto. Ainda que narrado em primeira pessoa e todo o acontecimento seja sob a perspectiva do protagonista, a câmera se distancia, fazendo com que reste esta impressão de observação externa.</p>
<p>Com elementos bem construídos, mas um roteiro mal resolvido, <strong><em>O Tigre Branco</em></strong> vale por tratar de problemáticas éticas e morais não apenas de uma país, mas do mundo como um todo. Mesmo que seja cansativo chegar até o fim da exibição!</p>
<p><strong>Direção</strong>: Ramin Bahrani</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Adarsh Gourav, Rajkummar Rao, Priyanka Chopra</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/igsPME8oEO0" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Baywatch &#8211; S.O.S. Malibu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2017 11:43:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandra Daddario]]></category>
		<category><![CDATA[Baywatch]]></category>
		<category><![CDATA[David Hasselhof]]></category>
		<category><![CDATA[Dwayne Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[Pamela Anderson]]></category>
		<category><![CDATA[Priyanka Chopra]]></category>
		<category><![CDATA[Zac Efron]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de tratarmos de Baywatch é preciso que deixemos alguns parâmetros de nossa avaliação bem claros. Ninguém aqui está cobrando que Baywatch traga reflexões profundas sobre a existência humana ou sobre os atuais conflitos políticos e sociais do mundo, tampouco que seu diretor Seth Gordon (do irregular Quero Matar Meu Chefe) demonstre sinais em seu filme de que seu cinema possui paralelos com os de um Jean-Luc Godard ou Stanley Kubrick da vida. Olhamos para Baywatch a partir das demandas que o próprio filme acaba chamando para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Antes de tratarmos de <i>Baywatch </i>é preciso que deixemos alguns parâmetros de nossa avaliação bem claros. Ninguém aqui está cobrando que <i>Baywatch </i>traga reflexões profundas sobre a existência humana ou sobre os atuais conflitos políticos e sociais do mundo, tampouco que seu diretor Seth Gordon (do irregular <i>Quero Matar Meu Chefe</i>) demonstre sinais em seu filme de que seu cinema possui paralelos com os de um Jean-Luc Godard ou Stanley Kubrick da vida. Olhamos para <i>Baywatch </i>a partir das demandas que o próprio filme acaba chamando para si.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A expectativa que tivemos desde os primeiros trailers era a de que <i>Baywatch </i>fizesse justiça aos predicados do tipo de cinema ao qual si vinculou, um tipo de comédia que, tal qual a série homônima dos anos de 1990, não tinha compromisso algum com a seriedade, oferecendo ao espectador um autêntico besteirol americano. Não que o diretor Seth Gordon, os roteiristas e seu elenco não nos consiga oferecer esse tipo de entretenimento, em partes localizadas da projeção eles conseguem, mas, por uma estranha razão, essa transposição &#8220;tardia&#8221; do seriado para as telonas em outros tantos momentos parece esquecer do seu pacto inicial com o espectador e assume contornos mais sisudos, transformando-se ocasionalmente em um filme de ação/ espionagem e não em uma comédia de ação, como seria mais apropriado.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Em <i>Baywatch</i>, Dwayne Johnson dá vida a Mitch um salva-vidas que se dedica ao seu trabalho em funções que vão além da sua obrigação. Além de ficar vigilante com as atividades dos banhistas, Mitch se preocupa em manter sua zona de atuação o mais afastada possível de atividades ilícitas. Em suas missões, o salva-vidas conta com uma equipe bem treinada e que se articula em diversas frentes para manter a ordem na baía (sério, não deveríamos encarar com seriedade uma premissa dessas). A rotina do grupo é abalada com a chegada de um novo salva-vidas, o ex-atleta olímpico Matt Brody, interpretado por Zac Efron. Mesmo com dificuldade para se adaptar à rotina do grupo, Brody acaba se tornando parceiro de Mitch na investigação de um esquema de tráfico de drogas que tem se proliferado na região.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7764" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/06/Zack-Efron-Jon-Bass-Dwayne-Johnson-Baywatch-1.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A estranha execução de Gordon em <i>Baywatch </i>parece situá-lo num lugar de vacilação. A impressão que o filme por vezes nos dá é a de que o diretor não deixou o seu humor adolescente conduzir a história, tratando o besteirol com uma timidez. Oras, se <i>Baywatch </i>apela para a escatologia e muitas vezes para a autorreferência, fazendo piada das marcas esdrúxulas do seriado (da icônica câmera lenta para a C.J. de Pamela Anderson ao estranhamento causado pelo fato de uma equipe de salva-vidas se envolver em tramas policiais) não dá para entender as razões que fizeram Gordon deixar de investir de maneira mais extrema nesse caminho, reservando um espaço desnecessário ao desenrolar de uma trama investigativa que não acrescenta em nada à experiência do espectador.  Gordon desperdiça uma potencial química entre Dwayne Johnson e Zac Efron, que é perceptível e que em diversos momentos sustenta o filme, para desenvolver arcos narrativos de redenção para o segundo e neutralizar a veia cômica involuntária do primeiro.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Assim, o que fica de <i>Baywatch </i>é a sensação de oportunidade desperdiçada. Todas as peças parecem estar no lugar para fazer uma engrenagem interessante funcionar, mas seu realizador tem receios e recua demais não percebendo a demanda real do projeto. Por não ter ido ao extremo na premissa que o próprio filme propõe, a de não ter compromisso algum com filtros e normas de &#8220;boa conduta&#8221; e rir dos seus próprios absurdos, <i>Baywatch </i>fica num meio termo que não lhe favorece. O filme é divertido e tem bons <i>insights </i>na sua adaptação, sobretudo quando investe no diálogo com as referências do seriado, mas insiste em uma timidez no tratamento desse tom que faz o espectador ficar completamente indiferente ao seu resultado final.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/h14Mhq_MZaI" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-baywatch-s-o-s-malibu/">Crítica: Baywatch &#8211; S.O.S. Malibu</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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