<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Premonição - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/premonicao/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/premonicao/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 22 Jan 2026 13:04:49 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Premonição - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/premonicao/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica Premonição 6 &#8211; Laços de Sangue</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-premonicao-6-lacos-de-sangue/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-premonicao-6-lacos-de-sangue/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 10:49:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Stein]]></category>
		<category><![CDATA[Anna Lore]]></category>
		<category><![CDATA[Brec Bassinger]]></category>
		<category><![CDATA[Filme de Terror]]></category>
		<category><![CDATA[Final Destination]]></category>
		<category><![CDATA[Final Destination: Bloodlines]]></category>
		<category><![CDATA[franquia]]></category>
		<category><![CDATA[Guy Busick]]></category>
		<category><![CDATA[Kaitlyn Santa Juana]]></category>
		<category><![CDATA[Lori Evans Taylor]]></category>
		<category><![CDATA[New Line Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Owen Patrick Joyner]]></category>
		<category><![CDATA[Premonição]]></category>
		<category><![CDATA[Premonição 6]]></category>
		<category><![CDATA[Premonição 6: Laços de Sangue]]></category>
		<category><![CDATA[Richard Harmon]]></category>
		<category><![CDATA[Rya Kihlstedt]]></category>
		<category><![CDATA[Splatter]]></category>
		<category><![CDATA[Teo Briones]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
		<category><![CDATA[Tony Todd]]></category>
		<category><![CDATA[Warner Bros Pictures]]></category>
		<category><![CDATA[Zach Lipovsky]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=19445</guid>

					<description><![CDATA[<p>Depois de 14 anos sem um novo filme da traumatizante franquia Premonição, os fãs de terror recebem, nesta quinta-feira (15), um presente: um novo e bom filme da sua franquia splatter favorita. Premonição 6: Laços de Sangue chega aos cinemas como uma renovação total para seu universo narrativo. Para que finalmente o New Line Cinema entendeu o que sempre esteve presente como cerne da franquia e resolveu trabalhá-lo &#8211; como já deveria ter feito há mais de 20 anos. Talvez [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-premonicao-6-lacos-de-sangue/">Crítica Premonição 6 &#8211; Laços de Sangue</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de 14 anos sem um novo filme da traumatizante franquia <strong><em>Premonição</em></strong>, os fãs de terror recebem, nesta quinta-feira (15), um presente: um novo e bom filme da sua franquia <em>splatter</em> favorita. <strong><em>Premonição 6: Laços de Sangue</em></strong> chega aos cinemas como uma renovação total para seu universo narrativo. Para que finalmente o New Line Cinema entendeu o que sempre esteve presente como cerne da franquia e resolveu trabalhá-lo &#8211; como já deveria ter feito há mais de 20 anos. Talvez este não se torne necessariamente o longa-metragem favorito da franquia, mas ele é, sem sombra de dúvidas, o melhor executado dentre os seis filmes.</p>
<p><strong><em>Premonição 6: Laços de Sangue </em></strong>entrega uma narrativa cíclica e fechada em si. O roteiro de Guy Busick (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-abigail/"><em>Abigail</em></a>, de 2024) e Lori Evans Taylor (<em>O Nascimento do Mal</em>, de 2022) consegue amarrar a sua nova história com seus antecessores de forma coesa e interessante. A proposta de conectar todos os acontecimentos anteriores para uma espécie de embate final entre os últimos sobreviventes e a Morte é  bem conduzida e o resultado é surpreendente. Não é exagero pensar que o sexto filme seja o melhor executado da franquia. Existe um esmero de produção, proposta, narrativa e execução que jamais antes foi visto em consonância.</p>
<p>O produto final ser mais completo que os anteriores é um mérito do trabalho de Busick e Taylor, ao mesmo tempo que também carrega os louros dos diretores Zach Lipovsky e Adam Stein (<em>Aberrações</em>, de 2018). A dupla consegue produzir o longa com mais identidade e que é capaz que equilibrar bem o tom cômico com a tensão o horror gráfica das mortes sangrentas. Esse quarteto entre diretores e roteiristas foi capaz de fazer com que <strong><em>Premonição 6: Laços de Sangue</em></strong> alcançasse o ápice de seu potencial.</p>
<figure id="attachment_19447" aria-describedby="caption-attachment-19447" style="width: 750px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-19447" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Premonicao-6-2-750x500.jpg" alt="Premonição 6: Laços de Sangue (2025)" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Premonicao-6-2-750x500.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Premonicao-6-2-1536x1024.jpg 1536w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Premonicao-6-2-2048x1365.jpg 2048w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Premonicao-6-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Premonicao-6-2-720x480.jpg 720w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Premonicao-6-2-770x513.jpg 770w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Premonicao-6-2-1400x933.jpg 1400w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption id="caption-attachment-19447" class="wp-caption-text">Kaitlyn Santa Juana em cena de &#8216;Premonição 6: Laços de Sangue (2025)&#8217;</figcaption></figure>
<p>Uma vez entendida e incorporada a verdadeira essência da franquia, a produção deu a largada para um infinito de novas possibilidades técnicas e artísticas para um projeto que, até então, era extremamente formulaico. A abertura de <strong><em>Premonição 6: Laços de Sangue</em></strong>, por exemplo, já coloca o espectador imerso numa atmosfera diferente. O ritmo da cena de abertura é interessante e cadenciado e isso permite que o resultado final seja com uma das sequências de desastre mais impactantes da franquia. A técnica atrelada a uma boa ideia &#8211; que é bem executada &#8211; resulta num longa fora da curva para os padrões da franquia.</p>
<p>Apesar do roteiro de <strong><em>Premonição 6: Laços de Sangue </em></strong>saber conduzir bem a ambiência, o encadeamento dos eventos e ter mortes surpreendentemente criativas e traumatizantes, ainda existe um problema que se perpetua no projeto: o desenvolvimento dos personagens. Mesmo que neste filme o elenco tenha uma ótima química em cena &#8211; e a escolha deles serem todos da mesma família ajuda -, a franquia nunca foi conhecida por ter arcos narrativos de personagens bem desenvolvidos e isso se mantém. Ainda que exista a evidente sinergia entre os atores e atrizes e as entregas sejam satisfatórias &#8211; diferente de antecessores como <em>Premonição (2000)</em> e <em>Premonição 4 (2009)</em> -, ainda falta.</p>
<p>Independente dessa falta de aprofundamento nos personagens, o elenco de <strong><em>Premonição 6: Laços de Sangue</em></strong> é capaz de captar a atenção do público para si. Isso faz com que cada morte choque o espectador porque, quer queira, quer não, os personagens se tornaram relevantes para ele. Essa percepção mostra que, ainda que falte um aprofundamento, o sexto longa consegue fazer algo que muitos dos seus antecessores não conseguiram. No mais, o texto ajuda a fazer com que o trem não descarrilhe em nenhum momento e ainda dá aos fãs um adeus à altura do eterno Candyman, o ator Tony Todd (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-lenda-de-candyman/"><em>A Lenda de Candyman</em></a>, de 2021), que está na franquia desde o primeiro longa.</p>
<p>Com toda a sua expertise na execução, <strong><em>Premonição 6: Laços de Sangue </em></strong>se torna um suspiro aliviado aos fãs mais desacreditados. O longa ainda prova que pode ter algo de bom para sair dessa onda em reviver franquias do passado que estavam dadas como finalizadas. O roteiro do sexto filme mostra que, com respeito ao projeto e entendimento do seu terreno, é possível criar algo novo, bom e próprio. O que fica agora é saber quais serão os próximos capítulos de <strong><em>Premonição</em></strong> ou se este longa foi a despedida que o público merecia da lista da Morte.</p>
<p><strong>Direção: </strong>Zach Lipovsky e Adam Stein</p>
<p><strong>Elenco: </strong>Kaitlyn Santa Juana, Teo Briones, Richard Harmon, Owen Patrick Joyner, Rya Kihlstedt, Anna Lore, Brec Bassinger e Tony Todd</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/TTwbsctteuw?si=uofPppnzsSdagdeS" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-premonicao-6-lacos-de-sangue/">Crítica Premonição 6 &#8211; Laços de Sangue</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-premonicao-6-lacos-de-sangue/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Especial: Universo Invocação do Mal</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/especial-universo-invocacao-do-mal/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/especial-universo-invocacao-do-mal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jun 2019 20:57:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[A Hora do Pesadelo]]></category>
		<category><![CDATA[A Maldição da Chorona]]></category>
		<category><![CDATA[Annabelle]]></category>
		<category><![CDATA[Annabelle 3: De Volta para Casa]]></category>
		<category><![CDATA[Atividade Paranormal]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cloverfield]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Invocação do Mal]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Mortais]]></category>
		<category><![CDATA[O Chamado]]></category>
		<category><![CDATA[O Grande Roubo do Trem]]></category>
		<category><![CDATA[O Grito]]></category>
		<category><![CDATA[Pânico]]></category>
		<category><![CDATA[Premonição]]></category>
		<category><![CDATA[Premonição 4]]></category>
		<category><![CDATA[Psicose]]></category>
		<category><![CDATA[Sexta-Feira 13]]></category>
		<category><![CDATA[Sobrenatural]]></category>
		<category><![CDATA[Terror]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=10761</guid>

					<description><![CDATA[<p>A sétima arte transborda uma essência do real e imaginário. Os desejos, medos, verdades, fatos e fascínios humanos são expressos nas obras cinematográficos desde o seu início. O “mal”, por exemplo, sempre foi um fator de encantamento presente no cinema. Em O Grande Roubo do Trem (1903), o diretor estadunidense Edwin S. Porter traz na sequência final uma cena que marcou a história das películas. Porter espantou o público ao colocar o vilão da história para atirar contra a câmera, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-universo-invocacao-do-mal/">Especial: Universo Invocação do Mal</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sétima arte transborda uma essência do real e imaginário. Os desejos, medos, verdades, fatos e fascínios humanos são expressos nas obras cinematográficos desde o seu início. O “mal”, por exemplo, sempre foi um fator de encantamento presente no cinema. Em <em>O Grande Roubo do Trem</em> (1903), o diretor estadunidense Edwin S. Porter traz na sequência final uma cena que marcou a história das películas. Porter espantou o público ao colocar o vilão da história para atirar contra a câmera, estabelecendo o primeiro contato direto entre o espectador e o mal. Desde então, a &#8220;semente do mal&#8221; estava plantada no imaginário das pessoas e preparada para crescer e desabrochar num futuro não tão distante.</p>
<p>O cinema transformou-se ao longo do tempo e, atrelado a ele, a maneira como o mal era representado também mudou. Esse foi de bandidos do faroeste à arqui-inimigos de heróis, cientistas insanos, monstros folclóricos até chegar numa nova era. O mal passou a ser representado de maneira sedutora e identificativa. O marco dessa mudança é a grande obra de Alfred Hitchcock, <em>Psicose</em> (1960), que, por ser maneirista, trazia um mocinho impotente, dando espaço para que o vilão ganhasse todos os holofotes. A partir da aparição de Norman Bates, o público começou a se apegar, tentar compreender e até mesmo amar os representantes maléficos nas películas.</p>
<p>Na década de 1970, com consolidação dos <em>slasher</em>, a indústria do medo ganhou força total para focar nessa apreciação do mal. O sucesso das produções levou os estúdios a investirem em novas possibilidades para o universo criando a cultura das franquias. Os monstros e assassinos de qualquer subgênero de terror passaram a ter um tempo de tela maior e, consequentemente, foi oficializado o amor do espectador pelos vilões. Michael Myers, Freddy Krueger, Ghostface e Hannibal Lecter são alguns dos maiores exemplos de “malvados favoritos” do público.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10768" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/355389e56e-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/355389e56e.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/355389e56e-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/355389e56e-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Com direito a onze longas sobre Myers, doze sobre Jason e nove do Krueger – sendo que um dos filmes é um crossover entre <em>A Hora do Pesadelo</em> e <em>Sexta-Feira 13</em> – o gênero viu suas bilheterias caírem gradativamente. A expansão dessas histórias se mostrou frágil, confusa e, na maior parte dos casos, mal elaborada. A produção de filmes com as personagens queridas deixou de ser o suficiente para manter os fãs do gênero satisfeitos. Dessa forma, as franquias, as quais pareciam ser a melhor coisa que já aconteceu com o gênero, tornaram-se seu maior mal.</p>
<p>Somente depois da estreia do primeiro filme da franquia <em>Pânico</em>, dirigida por Wes Craven, o universo do horror conseguiu retomar o seu lugar de destaque. O terror voltou a ter força e passou a produzir cada vez mais filmes com uma atenção voltada para suas novas possibilidades de subgêneros. Os horizontes foram verdadeiramente expandidos e novos nomes como James Wan contribuíram para fortificar essa nova fase. Fazer franquias, contudo, nunca deixou de ser uma realidade da indústria. O sucesso de bilheteria de um projeto diferente imediatamente acarreta na possibilidade da produção de continuações.</p>
<p>Desde a retomada do terror, o gênero tem vivido sucessos e falhas com a escolha de continuar a contar uma mesma história. As franquias <em>Premonição</em>, <em>O Chamado</em>, <em>Jogos Mortais</em>, <em>O Grito</em>, <em>Atividade Paranormal</em>, <em>Cloverfield</em>, <em>Sobrenatural</em> são exemplos de produções que começaram e continuaram por conta da sua inovação e criatividade, mas que, com o tempo, perderam a qualidade. A essência das produções é fortemente atacada com a extensão de sua narrativa. As possibilidades são levadas ao limite, a ponto de, em casos como <em>Premonição 4</em> (2009), alcançarem o ridículo.</p>
<p>Existem outros casos, contudo, que parecem ter achado a fórmula para o sucesso. <em>Invocação do Mal</em> (2013) começou a sua caminhada na indústria como um filme solo que permitia diversas possibilidades de criação – sejam elas sequências ou <em>spin-offs</em>. O sucesso estrondoso do longa-metragem permitiu que a Warner Bros. investisse amplamente na expansão do universo do filme criando uma espécie de franquia ramificada de <em>The Conjuring</em> (título original), o qual funciona basicamente como o Universo Compartilhado Marvel. Hoje, o <em>Conjuring Universe</em> pode ser lido com uma composição de duas franquias estabelecidas (<em>Invocação do Mal</em> e <strong><em>Annabelle</em></strong>), uma em processo de consolidação e expansão (<em>A Freira</em>) e dois <em>spin-offs</em> que podem render continuações (<em>A Maldição da Chorona</em> e <em>The Crooked Man</em>, o qual ainda não tema data de estreia).</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10767" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2171122-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2171122.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2171122-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/06/2171122-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Apesar de representarem um universo em comum, a caminhada dos filmes foi diferente. <em>The Conjuring</em> tem uma trajetória linear e vitoriosa quando se pensa no sucesso de bilheteria e crítica. Por outro lado, a franquia <strong><em>Annabelle</em></strong> começou seu percurso com um longa cuja arrecadação foi boa, mas sem o mesmo resultado na recepção da crítica. O primeiro filme da franquia é tecnicamente previsível e infantil em suas escolhas narrativas. A construção da atmosfera carrega um certo desleixo quando comparada com <em>Invocação do Mal</em>. A sua sequência conseguiu, para alegria dos fãs, consertar os erros do antecessor e desenvolver o medo que envolve a personagem da boneca.</p>
<p>Quanto aos <em>spin-offs</em>, tanto <em>A Freira</em> (2018) como <em>A Maldição da Chorona</em> (2019) seguem um caminha semelhante ao do primeiro <strong><em>Annabelle</em></strong>. O roteiro é fraco e tem suas falhas, os momentos de maior tensão são quebrados por <em>jump scare</em> previsíveis e a entidade central da trama não tem sua história pregressa bem trabalhada. Esses últimos resultados abaixo da média deixam os fãs do <em>Conjuring Universe</em> preocupados com a próxima estreia.</p>
<p>O final do mês de junho será presenteado com o lançamento mundial do terceiro capítulo da história da boneca <strong><em>Annabelle</em></strong>. Na próxima quinta-feira (26), os fãs de terror poderão enfim assistir o confronto entre os Warren e todo o mal que há em sua casa. A possibilidade de pôr as maiores figuras do universo de <em>Invocação do Mal</em> juntas é a própria <em>Guerra Infinita</em> do terror. <strong><em>Annabelle 3: De Volta para Casa</em></strong>, dirigido e co-roteirizado por Gary Dauberman, divide a opinião do público. Existe uma parcela de fãs que está eufórica com a possibilidade da interação entre os artefatos sobrenaturais e os demonologistas, contudo, existem aqueles que temem pela qualidade do filme. O histórico recente do universo e de franquias de terror não garante a qualidade esperada pelo espectador. Apesar de Wan e a Warner prometerem uma experiência de terror inesquecível, as dúvidas só serão anuladas com a estreia da produção.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-universo-invocacao-do-mal/">Especial: Universo Invocação do Mal</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/especial-universo-invocacao-do-mal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
