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	<title>Arquivos Pixar - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Pixar - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Divertida Mente 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 03:22:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Entender as emoções não é tarefa fácil. E por mais que Divertida Mente não se proponha a isso, o filme torna tudo mais leve e didático. É como uma grande sessão de terapia que nos abraça e nos desafia ao mesmo tempo. Depois do sucesso que foi o primeiro filme em 2015, voltamos quase 10 anos depois para conferir a chegada de Riley na fase de adolescência e todas as mudanças hormonais e emocionais que a puberdade traz. Ela agora [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entender as emoções não é tarefa fácil. E por mais que <strong><em>Divertida Mente</em></strong> não se proponha a isso, o filme torna tudo mais leve e didático. É como uma grande sessão de terapia que nos abraça e nos desafia ao mesmo tempo. Depois do sucesso que foi o primeiro filme em 2015, voltamos quase 10 anos depois para conferir a chegada de Riley na fase de adolescência e todas as mudanças hormonais e emocionais que a puberdade traz. Ela agora acredita que tem um maior controle e equilíbrio entre os seus sentimentos e vai se desafiar com uma viagem de fim de semana que é de garotas mais velhas.</p>
<p>Riley agora tem suas amigas e confidentes, uma relação boa com os pais. O que poderia dar errado? Aparentemente tudo. A Alegria está plena na torre de comando quando se depara com a chegada da equipe de reforma para destruir tudo e trazer novidades. Mas ela não sabe que novidades são essas e não está particularmente aberta a descobrir.</p>
<p>No entanto, uma nova emoção chega completamente sem aviso. A Ansiedade chega antes de várias outras emoções. Vergonha, Inveja e Tédio estão ali junto para causar o maior revertério na torre. E assim o fazem.</p>
<p>Não entrando em mais detalhes, o que mais me encanta no mundo de <strong><em>Divertida Mente</em></strong> é a leveza com que eles conseguem tratar de emoções tão intensas e conflituosas. Tudo o que a gente sente no dia a dia. E a chegada da Ansiedade só confirma isso. Todos temos ansiedade dentro de si e não sabemos lidar com ela em diversos momentos. Ela nos sufoca, dói, nos deixa atordoados. Sentir ansiedade não é fácil, mas faz parte da vida. E é isso que o filme quer deixar claro.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18289" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-3.png" alt="Divertida Mente 2" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-3.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-3-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/06/image-1-3-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Com a sutileza necessária, o longa vai se aprofundando em emoções, tal qual o primeiro filme, nos levando a tantas reflexões. E não digo que esse é melhor que o primeiro, porque não é. Mas é tão bom quanto. Uma sessão de terapia suave e gratuita. Riley se torna apenas um veículo para as nossa próprias reflexões e pensamentos. As suas dúvidas, as suas dores. O que percebemos é que precisamos acolher todas as emoções que nos são apresentadas, já que todas são válidas e necessárias.</p>
<p>Ainda que seja um ótimo filme para crianças, quem mais se beneficiam são os adultos que conseguem fazer todas as reflexões que Divertida Mente 2 nos propõe. Essa ideia de dividir as emoções em personagens que querem controlar a torre de comando é uma excelente metáfora para o que acontece dentro de nossas mentes, todos os dias. E é curioso perceber visualmente o que sentimos com frequência. Quem é a primeira emoção a se encantar pela Ansiedade? O Medo. E daí você já percebe a profundidade a que o longa se propõe.</p>
<p>Criei expectativas com <em><strong>Divertida Mente 2</strong></em> e elas se cumpriram. Eu sabia que não haveria a questão inusitada do primeiro, mas queria um bom trabalho. E eles me entregaram um excelente! É notório o suporte científico que a equipe de roteiro teve na criação, já que as peças se conectam perfeitamente com a realidade. Uma salva específica para a dublagem brasileira que deixa tudo ainda mais divertido. Vale a pena conferir essa versão!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Kelsey Mann</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Amy Poehler, Kensington Tallman, Maya Hawke</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/yAZxx8t9zig?si=OQtDYnr8QON-WI7A" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Elementos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jun 2023 19:14:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Disney]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dizem que os opostos se atraem. Mas será mesmo que eles conseguem conviver em harmonia? Elementos nos coloca para refletir sobre diversas questões de relacionamento, seja ele amoroso ou familiar. É mais uma animação da Pixar que oferece tudo para as crianças, em termos de divertimento, cores e formas, mas tem um apelo ainda maior para os adultos que conseguem entender todas as mensagens. Faísca é uma jovem espirituosa que vive no subúrbio da grande metrópole Elemento, que claramente foi [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dizem que os opostos se atraem. Mas será mesmo que eles conseguem conviver em harmonia? <strong><em>Elementos</em> </strong>nos coloca para refletir sobre diversas questões de relacionamento, seja ele amoroso ou familiar. É mais uma animação da Pixar que oferece tudo para as crianças, em termos de divertimento, cores e formas, mas tem um apelo ainda maior para os adultos que conseguem entender todas as mensagens.</p>
<p>Faísca é uma jovem espirituosa que vive no subúrbio da grande metrópole Elemento, que claramente foi criada e pensada para os demais elementos, deixando o fogo sempre de lado. Aliás, as pessoas ali, via de regra, têm preconceito com o fogo, já que ele é incompatível com a maioria. Desta forma, a protagonista cresceu escutando dos pais que elementos não se misturam e que o grande futuro dela seria assumir a loja de sucesso da família.</p>
<p>Tentando sempre dar o seu melhor para que seu pai tenha orgulho, Faísca acaba exagerando no estresse e causa um acidente em um dos dias mais importantes para a loja, a grande liquidação. Em meio ao caos, ela conhece Gota, um jovem água que cai por acidente no seu caminho e taxa a família por impostos atrasados. Na tentativa de resolver o problema sem que ninguém fique sabendo, a jovem se mete em várias circunstâncias que vão colocar toda a sua vida em xeque.</p>
<p>Do lado das relações familiares, temos uma garota que simplesmente não pensa por um minuto nas suas preferências e assume que aquilo que lhe foi imposto é a verdade. A sua imensa gratidão pelos esforços dos pais é confundida com uma devoção cega e ela acredita que precisa abdicar da vida em prol deles. Isso gera uma frustração velada, que &#8220;explode&#8221; como acessos de raiva e estresse, que ela simplesmente não entende por que não consegue controlar.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16823" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/C641B8A6-57AE-4199-9AF4-0F40312F3F51.png" alt="Elementos" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/C641B8A6-57AE-4199-9AF4-0F40312F3F51.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/C641B8A6-57AE-4199-9AF4-0F40312F3F51-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/C641B8A6-57AE-4199-9AF4-0F40312F3F51-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/06/C641B8A6-57AE-4199-9AF4-0F40312F3F51-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Já do lado amoroso, é o desconhecido que oferece maior perigo. Ela sempre escutou que água e fogo não se misturam, mas como poderia agora gostar tanto da companhia de uma Gota D&#8217;Água? Isso é impossível, a seu ver. Eles são incompatíveis. Ou não? A dúvida de abrir o olhar para um novo horizonte faz com que Faísca siga o seu ímpeto de desbravar novas verdades, mesmo sem a complacência de seus pais. Aliás, eles surtariam com essa descoberta.</p>
<p>Faísca é mais dura, objetiva e determinada. Gota deixa as emoções fluírem, consegue ver vários ângulos de um mesmo problema e é mais ponderado. Um completa o outro, no final das contas. Ele rapidamente se apaixona pela luz da garota, como nós quando olhamos por muito tempo para uma chama e ficamos encantados. O seu deslumbramento está nos detalhes de cada cena. Já ela o vê como uma ameaça, alguém que precisa temer e manter afastado.</p>
<p>À medida que o filme evolui, um vai dando espaço para que o outro mostre suas qualidades e eles aprendam com isso. Novas dúvidas vão surgindo na mente de Faísca, que começa a finalmente questionar aquele futuro que foi planejado para ela por outras pessoas. Ainda assim, como ir de encontro ao pais, sendo que eles fizeram tudo por ela?</p>
<p><strong><em>Elementos</em> </strong>nos mostra como é possível honrar nossos pais sem que a gente precise se anular para isso. Mostra ainda como dois diferentes podem viver uma linda história, quando há intenção e determinação para que essa parceria funcione. A Pixar, novamente, nos coloca para viver emoções adultas com uma roupagem divertida, leve e infantil. O deslumbre, posso afirmar, não fica apenas para as crianças. Definitivamente, uma gracinha de filme que vale a pena conferir!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Peter Sohn</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Leah Lewis, Mamoudou Athie, Mason Wertheimer</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/XpZterwuuc4" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Luca (Disney+)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jun 2021 23:06:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma máxima entre os cinéfilos que é a de que todo filme Disney/Pixar vai fazer o público chorar. Aqui, não seria diferente. Com uma história singela, mas que apresenta uma progressão cuidadosa, o filme toca o coração ao contar a história de Luca, um jovem que é, na verdade, uma criatura do fundo mar. Quando ele conhece um menino chamado Alberto, que assim como ele também não é humano, a aventura começa. Existe aqui um desenvolvimento lento,  no qual [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma máxima entre os cinéfilos que é a de que todo filme Disney/Pixar vai fazer o público chorar. Aqui, não seria diferente. Com uma história singela, mas que apresenta uma progressão cuidadosa, o filme toca o coração ao contar a história de <em><strong>Luca</strong></em>, um jovem que é, na verdade, uma criatura do fundo mar. Quando ele conhece um menino chamado Alberto, que assim como ele também não é humano, a aventura começa. Existe aqui um desenvolvimento lento,  no qual a amizade da dupla e a contextualização sobre a vida e os sentimentos do protagonista são postos em cena.</p>
<p>Devido a este fator, pode-se ficar uma impressão de que o primeiro ato do longa-metragem é um pouco arrastado e dilatado. Ele demora para engatar e a meia hora inicial se torna cansativa. No entanto, este fator não compromete a totalidade da obra, justamente porque através desta estratégia que todo sentimento de empatia e conexão com a narrativa são alcançados. Esta é uma produção sobre liberdade, amizade e a aceitação. Quando se olha para o princípio do enredo é notável a habilidade em pontuar os receios e as forças de cada personagem e como é isto que vai impulsionar a trama até o seu desfecho.</p>
<p>A construção destas figuras é bem elaborada, no sentido de que a personalidade de cada um é explorada, ainda que em menor ou maior grau. De certa maneira, se diminui a distância entre quem assiste com o longa, colocando traços como insegurança e inadequação social nas personagens, por exemplo. Além disso, existe uma vontade de colocar a inclusão social em pauta. Este intento não é completamente atingido, visto que não é convocada uma quantidade relevante de minorias sociais, mas é perceptível a busca por transmitir o discurso de quebra de preconceitos, a partir de suas metáforas e de seu universo de fantasia.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14201" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Luca1-1.jpg" alt="Luca " width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Luca1-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Luca1-1-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Luca1-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Luca1-1-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A elaboração da união entre Luca, Alberto e a nova parceira de diversão Giulia também fomenta o que está sendo contado. O amadurecimento e a superação das adversidades estão todas ligadas diretamente ao potencial do trio de se entender e se ajudar. É com este trabalho de criação de personagem que a Disney/Pixar emociona o espectador novamente. Ao se sentir tão próximo daquela realidade e encontrar identificações – seja na memória da infância e/ou no relacionamento dos pais com os filhos, para os adultos ou na atualidade, no que está sendo vivido, no presente, para as crianças –, as lágrimas chegam e a animação acalenta o coração. Não há aqui algo novo ou bem diferente sendo apresentado. O conteúdo é simples e segue uma dinâmica bem comum, na qual os acontecimentos são esperados, porém o como é feito é o seu grande ganho.</p>
<p>Nesta lógica, há, contudo, um incômodo. <em><strong>Luca</strong> </em>se passa na Itália e, nitidamente, a equipe sentiu a necessidade de colocar diversos clichês sobre o país, como o consumo intenso de macarrão e frases soltas em italiano. Este não é um traço tão terrível ao ponto de estragar a fruição. A utilização de tipos e personificações estereotipadas estão, costumeiramente, em animações. No entanto, em alguns momentos é enfadonho escutar expressões como “Santa Mozzarella” ou “Mamma Mia”. Até porque, Enrico Casarosa, diretor e um dos roteiristas do filme, é de Gênova. Logo, é curioso observar a presença destes chavões, pois Casarosa, talvez, pudesse trazer um olhar menos distanciado para as características de seu país. Ainda assim, esta é uma sessão que vale por ser calorosa, fofa e bem intencionada.</p>
<p><strong>Direção</strong>: Enrico Casarosa</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Jacob Tremblay, Maya Rudolph, Emma Berman</p>
<p><strong>Assista ao trailer<a href="https://coisadecinefilo.com.br/category/criticas/">!</a></strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/E7_4ZUpyoWM" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Procurando Dory</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Jul 2016 23:33:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho Animado]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
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		<category><![CDATA[Procurando Dory]]></category>
		<category><![CDATA[Procurando Nemo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manter a essência sem ser repetitivo. Foi exatamente isso que o diretor Andrew Stanton conseguiu fazer ao retomar os personagens de Procurando Nemo, 13 anos após o lançamento do primeiro filme. Com um discurso envolvente que atrai adultos e crianças, este segundo episódio já mostra enorme sucesso nos cinemas, atraindo multidões como há muito tempo não se via por aí. Desta vez, a divertida Dory finalmente consegue ter alguns flashes de memória do seu passado e começa a se perguntar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Manter a essência sem ser repetitivo. Foi exatamente isso que o diretor Andrew Stanton conseguiu fazer ao retomar os personagens de <em>Procurando Nemo</em>, 13 anos após o lançamento do primeiro filme. Com um discurso envolvente que atrai adultos e crianças, este segundo episódio já mostra enorme sucesso nos cinemas, atraindo multidões como há muito tempo não se via por aí.</p>
<p>Desta vez, a divertida Dory finalmente consegue ter alguns flashes de memória do seu passado e começa a se perguntar se ela não tem uma família perdida por aí, sentindo a sua falta. Na tentativa de lembrar das coisas e ir em busca de seus parentes, Dory acaba parando em um centro de reabilitação de animais e se perdendo de Marlin e Nemo. Eles ficam desesperados e resolvem partir ao resgate de sua amiga.</p>
<p>A proposta segue o mesmo estilo do primeiro filme, com um personagem se perdendo no mar e os demais indo atrás para ajudar a resgatar. Mas as sutis diferenças oferecidas pelo roteiro fazem com que não fique repetitivo nem com uma sensação de <em>dejá vu</em>. E o foco é realmente em Dory, mesmo que Marlin e Nemo apareçam bastante em cena. É uma continuação que faz sentido e não soa forçada.</p>
<p>A narrativa traz o passado de Dory com flashbacks de quando ela era pequena e recebia a ajuda dos pais para lidar com sua falta de memória. Existe uma inversão clara na proposta do longa que deu origem à história. Desta vez é a filha que vai em busca dos pais e não o contrário. Mas tudo funciona muito bem. O filme consegue ser extremamente apropriado para crianças e super atrativo para adultos, principalmente aqueles jovens que eram pré-adolescentes quando <em>Procurando Nemo</em> foi lançado no cinema.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6374" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/07/e03898fe7f6ada3f89fb0ea516f61374.jpg" alt="e03898fe7f6ada3f89fb0ea516f61374" width="610" height="348" /></p>
<p>Além disso, a inserção de novos personagens tão carismáticos quanto os principais apenas favorece ainda mais a trama. Destiny, uma tubarão-baleia com problema de visão que compartilha do baleiês com Dory é uma grata união com Bailey, a beluga com problemas de emissão de sons naturais de sua espécie. Cada um tem sua dificuldade, mas convivem normalmente entre si e acredito que isso passa uma mensagem importante para as crianças. Embora o público dê risada do tubarão batendo a cabeça no aquário, por exemplo, os personagens a acolhem muito bem e sem preconceitos, formando um grupo unido e único. Junto a eles, temos Hank, o polvo extremamente mal humorado que, no final das contas, é quem mais ajuda Dory na sua saga por encontrar seus pais.</p>
<p>Claro que existem muitas semelhanças, mas não vejo isso como um problema, afinal, até o nome do filme dá a pista de que a proposta se assemelha com seu anterior. E a conexão que é feita é minuciosa e assertiva. Até as frases que Dory fala no primeiro filme são justificadas no segundo, como o clássico “Continue a nadar”.</p>
<p>Além de divertido, <em>Procurando Dory</em> dá uma linda lição de amor entre amigos e família, mostrando que precisamos persistir nos nossos sonhos, por mais improvável que eles pareçam. Mostra ainda que nosso lar não é necessariamente onde está nossa família, e sim, onde mora nosso coração.</p>
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		<title>5 momentos Pixar que nos fizeram chorar nos cinemas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2016 13:03:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Animações]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Divertida Mente]]></category>
		<category><![CDATA[Monstros S.A.]]></category>
		<category><![CDATA[Pixar]]></category>
		<category><![CDATA[Toy Story 2]]></category>
		<category><![CDATA[Toy Story 3]]></category>
		<category><![CDATA[Up - Altas Aventuras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assistir a um filme da Disney/Pixar e não derramar uma lágrima sequer por alguma cena é colocar em dúvida a existência de um coração pulsando dentro de você. Virou praticamente uma marca do estúdio de animação a inserção de cenas de profundo envolvimento emocional do público com seus personagens e que fazem dos seus filmes obras diferenciadas. Tais sequências transformam os filmes Pixar em longas que quebram a definição pejorativa de desenhos animados como filmes voltados apenas para públicos infantis ou &#8220;descartáveis&#8221; peças de entretenimento (como se isso fosse [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Assistir a um filme da Disney/Pixar e não derramar uma lágrima sequer por alguma cena é colocar em dúvida a existência de um coração pulsando dentro de você. Virou praticamente uma marca do estúdio de animação a inserção de cenas de profundo envolvimento emocional do público com seus personagens e que fazem dos seus filmes obras diferenciadas. Tais sequências transformam os filmes Pixar em longas que quebram a definição pejorativa de desenhos animados como filmes voltados apenas para públicos infantis ou &#8220;descartáveis&#8221; peças de entretenimento (como se isso fosse pouco&#8230;). Aproveitando que <i>Procurando Dory </i>está chegando aos cinemas, selecionamos 5 momentos Pixar que nos fizeram cair no berreiro.</p>
</div>
<p><b># 05. Flashback de Jessie</b>  (Toy Story 2)</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Toy Story 2 </i>introduz a <i>cowgirl </i>Jessie no universo dos brinquedos de Andy e faz isso de maneira exemplar. Conservada como peça de colecionador, Jessie guarda as marcas do trauma de ter sido deixada de lado por sua dona. Em um <i>flashback </i>ao som da melancólica canção &#8220;When She Loved Me&#8221;, Jessie relembra essa relação cheia de mágoas&#8230;</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ElhbTsKsros" width="640" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><b># 04. Despedida de Boo</b> (Monstros S.A.)</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Protegendo a pequenina Boo durante todo <i>Monstros S.A.</i>, Mike e Sulley têm que se despedir da garota quando enfim conseguem levá-la de volta ao seu quarto. E no momento mais emocionante da sequência, Boo despede-se do seu &#8220;gatinho&#8221; Sulley.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/iEKH92xP3sA" width="640" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><b># 03. Bing Bong é deixado para trás no Vale do Esquecimento</b> (Divertida Mente)</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Quando Bing Bong, o amigo imaginário de Riley, e a Alegria caem no Vale do Esquecimento em <i>Divertida Mente </i>o filme chega ao seu momento mais cortante. Em um gesto em prol da própria Riley, Bing Bong aceita ser apagado da vida da menina  e ajuda Alegria a dar continuidade em sua jornada rumo a sala de controle.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/_Pfvjq7trZ8" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><b># 02. Flashback dos Fredricksen</b> (Up: Altas Aventuras)</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">Mal começa e <i>Up: Altas Aventuras </i>já coloca o espectador frente a frente com uma das cenas mais emocionantes de toda a filmografia Pixar. Em um <i>flashback </i>que apresenta a vida de Carl Fredricksen ao lado da companheira  Ellie, tudo ao som da inesquecível composição de Michael Giacchino para o filme, <i>Up </i>amolece e conquista o coração de muita gente.</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;"></div>
</div>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/lLprjxFhs8s" width="640" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><b># 01. Andy doa sua coleção de brinquedos</b> (Toy Story 3)</p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Quem acompanha os filmes da franquia <i>Toy Story </i>desde criança teve as diversas fases da história caminhando em paralelo com as etapas da sua própria vida. Nesse sentido, <i>Toy Story 3 </i>é sobre o rito de passagem mais significativo pelo qual todos nós temos que enfrentar: sair da infância e entrar nessa roda viva que é a vida adulta. Na cena final de <i>Toy Story 3</i>, Andy parte para a Universidade e deixa toda a sua coleção de brinquedos para a garotinha Bonnie. Adeus, amigão&#8230;</p>
</div>
</div>
</div>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/6b9XBmeA_rM" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Procurando Nemo: 5 lições que aprendemos com o clássico Pixar</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/procurando-nemo-5-licoes-que-aprendemos-com-o-classico-pixar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2016 20:54:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Animações]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Pixar]]></category>
		<category><![CDATA[Procurando Dory]]></category>
		<category><![CDATA[Procurando Nemo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é difícil entender as razões pelas quais Procurando Nemo é uma das animações mais amadas do cinema. Na sua essência, o longa de 2003 da Disney/Pixar é uma fábula e, como tal, conseguimos extrair dela ensinamentos morais básicos que podemos carregar e aplicar para diversas situações das nossas vidas. Pela mesma trilha, por exemplo, caminharam títulos eternos no imaginário de crianças e adultos, como O Rei Leão na década de 1990 ou Bambi nos anos de 1940. Aproveitando que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não é difícil entender as razões pelas quais <i>Procurando Nemo </i>é uma das animações mais amadas do cinema. Na sua essência, o longa de 2003 da Disney/Pixar é uma fábula e, como tal, conseguimos extrair dela ensinamentos morais básicos que podemos carregar e aplicar para diversas situações das nossas vidas. Pela mesma trilha, por exemplo, caminharam títulos eternos no imaginário de crianças e adultos, como <i>O Rei Leão </i>na década de 1990 ou <i>Bambi </i>nos anos de 1940. Aproveitando que a continuação do clássico Pixar está chegando aos cinemas esta semana, selecionamos alguns aprendizados básicos que extraímos da animação de Andrew Stanton e Lee Unkrich e que não esqueceremos tão cedo.</p>
<p><b># 05. Não leve a vida tão a sério</b></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Ao longo da jornada empreendida pelo peixe-palhaço Marlin na sua procura por seu filho Nemo, o protagonista do filme percebe que as situações mais difíceis tornam-se administráveis quando a gente relaxa um pouquinho e consegue ter algum nível de diversão com elas. Quando Marlin e Dory encontram um cardume que dá informações sobre um caminho do possível paradeiro de Nemo, o grupo, diante da recusa do peixe-palhaço de participar de uma brincadeira de adivinhação, aconselha o protagonista a relaxar mais mesmo nos momentos mais tensos. Esse tipo <i>insight </i>surge em outras situações, como na cena em que Marlin e Dory encontram as &#8220;deboístas&#8221; tartarugas e quando o peixe-palhaço consegue se divertir na arriscada sequência em que eles têm que se esquivar de um grupo de águas-vivas. Ao final da sua jornada, Marlin torna-se um peixe destravado e até consegue contar piadas, algo que sua excessiva tensão e preocupação com as responsabilidades da vida não deixavam.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6338" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/procurandonemorelax.gif" alt="procurandonemorelax" width="500" height="286" /></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6337" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/procurandonemoagua.gif" alt="procurandonemoagua" width="500" height="290" /></p>
<p><b># 04. Baixe a guarda e confie um pouco nos seus amigos</b></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Marlin só consegue encontrar o seu filho Nemo quando passa a aceitar a ajuda daqueles que ele e Dory encontram pelo caminho. A jornada de procura por Nemo faz Marlin entender que, em determinadas situações, àquelas nas quais nós mesmos não sabemos lidar com um problema ou desconhecemos os caminhos que desembaraçam os seus nós, uma ajudinha pode ser bem-vinda. Marlin consegue entender isso quando, por medo, não segue o palpite de Dory e acaba entrando em uma enrascada com as águas-vivas, o que quase custa a vida da sua amiga desmemoriada. Esse episódio traz uma mudança na postura do peixe-palhaço. Momentos depois, Marlin já segue um conselho de Dory e, perto do final do filme, deixa Nemo pôr em prática um plano para salvar a peixinha azul e um cardume quando eles são capturados por um navio pesqueiro.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6339" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/procurandonemo.gif" alt="procurandonemo" width="500" height="213" /></p>
<p><b># 03. Tente todas as possibilidades, persista</b></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&#8220;Continue a nadar, continue a nadar&#8230;&#8221;. Com essa música-grude criada por Dory, Marlin entende que nenhuma jornada, por mais extenuante que seja, vale a desistência. Devemos sempre tentar ir aos limites das nossas possibilidades. Esse &#8220;Hakuna Matata&#8221; das novas gerações é cantado por Dory quando Marlin esmorece diante das dificuldades encontradas no caminho da sua busca por Nemo e culmina em decisões importantes que o protagonista do filme toma mais adiante na história, como no momento em que eles chegam a Sydney e o peixe-palhaço, dentro da boca de um pelicano diz: &#8220;Não cheguei tão longe para ser engolido por um pelicano!&#8221;.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6340" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/procurandonemocontinueanadar.gif" alt="procurandonemocontinueanadar" width="500" height="237" /></p>
<p><b># 02. Criamos os nossos filhos para o mundo</b></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Ao final de <i>Procurando Nemo </i>entendemos que o filme é um conto que opõe as noções de prudência e medo. Através da relação de superproteção entre Marlin e seu filho compreendemos como cada um desses personagens representam esses conceitos. A Marlin falta a coragem para enfrentar as situações corriqueiras da vida. O peixe-palhaço é uma figura tensa, freada pelo medo de encarar as coisas e isso acaba se refletindo na maneira como cria o seu filho. Em um determinado diálogo entre Marlin e Dory, nos atentamos para os efeitos dessa superproteção. Nele, Marlin diz: &#8220;Eu só queria que nada acontecesse ao meu filho&#8221;. Imediatamente, Dory responde: &#8220;Se você não deixar nada acontecer a ele, daí nada vai acontecer a ele&#8221;. Ou seja, para os nossos rebentos ganharem asas e conseguirem seus próprios objetivos, todo pai deve entender que a exposição ao risco é parte desse processo. A vida é um grande risco.  Por sua vez, ao não obedecer o pai e graças a sua teimosia, Nemo acaba entrando em uma grande enrascada. Falta ao filhote de peixe-palhaço a prudência que possivelmente não o levaria a uma situação tão perigosa como a que vive no filme.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6341" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/procurandonemo1.gif" alt="procurandonemo1" width="500" height="200" /></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-6342" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/06/procurandonemo3.gif" alt="procurandonemo3" width="500" height="281" /></p>
<p><b># 01. Falar um idioma é importante</b></p>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Um dos maiores ensinamentos dessa fábula tem muito a dizer a crianças e adultos de todas as idades:  saber um idioma, seja ele qual for, pode te tirar de uma enrascada. Não há nada comprovado e o longa não traz evidências disso, mas nada me tira da cabeça que Dory e Marlin só conseguiram sair de dentro daquela baleia porque a azulzinha fala fluentemente o baleiês em suas diversas variações. &#8220;Procurando Neeeemoooooo&#8230;&#8221;</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/oqaIjq-0WbU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><em>Procurando Dory </em>estreia dia 30 de junho nos cinemas de todo o país.</p>
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		<item>
		<title>Pixar divulga trailer encantador de O Bom Dinossauro. Confira!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2015 12:16:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[O Bom Dinossauro]]></category>
		<category><![CDATA[Pixar]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Pixar parece não achar suficiente nos deixar extasiados com o longa Divertida Mente e vai lançar, ainda este ano, o igualmente promissor O Bom Dinossauro. O trailer, lançado esta semana, é simplesmente encantador e deixa no espectador a vontade nata de conferir mais essa obra-prima nos cinemas. A trilha sonora foi tão cuidadosamente escolhida, que emociona quem assiste. Agora, imagine o filme! O desenho animado inicia a história mostrando que o asteroide que atingiu a Terra e exterminou os [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/The-Good-Dinosaur-TRAILER-2-61.jpg"><img decoding="async" class=" size-full wp-image-3175 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/The-Good-Dinosaur-TRAILER-2-61.jpg" alt="The-Good-Dinosaur-TRAILER-2-6" width="600" height="393" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/The-Good-Dinosaur-TRAILER-2-61.jpg 600w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/The-Good-Dinosaur-TRAILER-2-61-100x65.jpg 100w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/07/The-Good-Dinosaur-TRAILER-2-61-260x170.jpg 260w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<p>A Pixar parece não achar suficiente nos deixar extasiados com o longa <em>Divertida Mente</em> e vai lançar, ainda este ano, o igualmente promissor <em>O Bom Dinossauro</em>. O trailer, lançado esta semana, é simplesmente encantador e deixa no espectador a vontade nata de conferir mais essa obra-prima nos cinemas. A trilha sonora foi tão cuidadosamente escolhida, que emociona quem assiste. Agora, imagine o filme!</p>
<p>O desenho animado inicia a história mostrando que o asteroide que atingiu a Terra e exterminou os dinossauros nunca caiu, fazendo com que os animais continuem vivendo normalmente no planeta, junto com os humanos. O foco é em Arlo, um apatossauro jovem que perdeu a família em um episódio traumático e segue em uma jornada de descobertas. No caminho, ele se depara com um garotinho que o ajuda a embarcar nessa caminhada cheia de aventuras, mostrando os lindos laços construídos de amizade.</p>
<p>A direção é de Peter Sohn, que promete superar seu histórico. Ele já trabalhou em <em>Ratatouille</em> e <em>Universidade Monstros</em>, ambos também da Pixar. Arlo, o bom dinossauro, vai ganhar a voz do novato Lucas Neff. Tem ainda ninguém menos que Neil Patrick Harris, nosso eterno Barney de How I Met Your Mother. O elenco será completo com Frances McDormand, Judy Greer, Bill Hader e John Lithgow.</p>
<p>Enquanto nos EUA o público poderá conferir o longa ainda este ano, no dia 25 de novembro, no Brasil <em>O Bom Dinossauro</em> só chega as telonas no dia 7 de janeiro de 2016. Um golpe na nossa ansiedade, mas certamente valerá a pena a espera.</p>
<p>Confira o trailer de <strong><em>O Bom Dinossauro</em></strong>:</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vxevns18u0U" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Divertida Mente</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-divertida-mente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2015 15:18:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Amy Poehler]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Divertida Mente]]></category>
		<category><![CDATA[Pete Docter]]></category>
		<category><![CDATA[Pixar]]></category>
		<category><![CDATA[Walt Disney]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Desde que surgiu como um dos &#8220;braços&#8221; da Disney com o lançamento de Toy Story em 1995, a Pixar sempre se apresentou ao público como uma companhia que antes de produzir desenhos animados estava interessada em contar histórias e a animação era meramente um formato. John Lasseter e cia. colecionaram verdadeiras obras-primas animadas em terceira dimensão como a própria trilogia Toy Story, Procurando Nemo, Monstros S.A., Os Incríveis, Ratatouille, Wall-E, Up &#8211; Altas Aventuras. É verdade que, nos últimos anos, o estúdio ficou um pouco desacreditado com [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-divertida-mente/">Crítica: Divertida Mente</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3030" aria-describedby="caption-attachment-3030" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/iso.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3030 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/iso-620x334.jpg" alt="iso" width="620" height="334" /></a><figcaption id="caption-attachment-3030" class="wp-caption-text">Turbulência emocional: Raiva, Nojinho, Alegria, Medo e Tristeza se estranham na sala de comando das emoções de Riley.</figcaption></figure>
<div style="color: #000000;">
<p>&nbsp;</p>
<p>Desde que surgiu como um dos &#8220;braços&#8221; da Disney com o lançamento de <i>Toy Story </i>em 1995, a Pixar sempre se apresentou ao público como uma companhia que antes de produzir desenhos animados estava interessada em contar histórias e a animação era meramente um formato. John Lasseter e cia. colecionaram verdadeiras obras-primas animadas em terceira dimensão como a própria trilogia <i>Toy Story</i>, <i>Procurando Nemo</i>, <i>Monstros S.A.</i>, <i>Os Incríveis</i>, <i>Ratatouille</i>, <i>Wall-E, Up &#8211; Altas Aventuras</i>. É verdade que, nos últimos anos, o estúdio ficou um pouco desacreditado com a recepção modesta de <i>Valente </i>e seguiu o destino comum das grandes empresas de cinema, preferindo investir no retorno financeiro seguro de continuações pouco expressivas de seu legado, como <i>Carros 2 </i>e <i>Universidade Monstros</i>, mas nada que maculasse sua tradição. A criatividade continuava gerando frutos nos escritórios do estúdio com <i>Divertida Mente</i>, filme que inaugura uma nova fase de obras originais do estúdio.</p>
</div>
<div style="color: #000000;">
<p>De uma forma geral, os filmes da Pixar sempre deram prioridade à emoção, até mesmo quando traziam como personagens como brinquedos ou robôs. Quem não se emocionou com a cena final de <i>Toy Story 3, </i>na qual Andy doa toda a sua coleção de brinquedos para uma garotinha? Como não se comover com a sequência que mostra a relação de Carl Fredricksen e sua esposa ao som da trilha de Michael Giacchino em <i>Up &#8211; Altas Aventuras </i>? Confessa também que o romance entre os robôs Wall-E e Eva fez descer (ou quase fez descer) uma lágrima dos seus olhos em <i>Wall-E</i>? Pois é, estas mesmas mentes que conseguem preencher de amor tudo aquilo que tocam fizeram um filme sobre as emoções de uma pré-adolescente e o resultado não poderia ser menos do que sublime.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<figure id="attachment_3031" aria-describedby="caption-attachment-3031" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/inside-out-1.png"><img decoding="async" class="wp-image-3031 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/inside-out-1-620x348.png" alt="inside-out-1" width="620" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-3031" class="wp-caption-text">Amadurecimento: Adolescência de Riley é marcada por um grande conflito interno.</figcaption></figure>
<div style="color: #000000;">
<p>&nbsp;</p>
<p><i>Divertida Mente </i>conta a história da garota Riley e das emoções que habitam o seu corpo. Administrado pelo sentimento da Alegria, o interior de Riley nos é apresentado como um universo complexo e rico em memórias e afetividade. Tudo começa a sofrer uma drástica transformação quando Riley chega na adolescência e ela tem que se mudar com os seus pais para São Francisco. As emoções da menina entram em parafuso e quando, por um acidente de percurso, os sentimentos da Alegria e da Tristeza saem da sala de comando das emoções de Riley, todas as suas ações passam a ser decididas pela Raiva, pelo Medo e pelo Nojinho. Para fazer a vida de Riley voltar ao prumo, Alegria e Tristeza terão que empreender uma longa jornada de volta ao comando das ações da garota.</p>
</div>
<div style="color: #000000;">
<p>Mais uma vez a Pixar realiza um trabalho primoroso ao fazer o improvável: apresentar as emoções como personagens complexos e transformar a mente de uma adolescente em um universo com gramática própria, porém traduzindo seus elementos com muita inteligência e criatividade através de associações brilhantes com o mundo humano. A transformação da esfera dos sonhos em um típico estúdio de  Hollywood, por exemplo, é apenas uma das sacadas geniais do filme. <i>Divertida Mente </i>é um longa mais inteligente do que aparenta ser, o que já é um indício de sofisticação e uma surra em quem pensa que para fazer um cinema vibrante basta desejar se fazer incompreensível pela sua plateia. Toda a jornada empreendida pela Alegria e pela Tristeza apresenta-se como uma grande aventura, nos moldes de um cinema de gênero, no entanto, quer dizer muito mais do que a superfície revela. O filme mostra uma garota tentando organizar os seus sentimentos, sendo necessário para tanto o conflito, a reestruturação do seu quadro de referências e das suas memórias.</p>
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<figure id="attachment_3032" aria-describedby="caption-attachment-3032" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/pixar-inside-out.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3032 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/pixar-inside-out-620x352.jpg" alt="INSIDE OUT" width="620" height="352" /></a><figcaption id="caption-attachment-3032" class="wp-caption-text">Alegria e Tristeza: O momento mais complicado de Riley é marcado pela tentativa de retorno desses sentimentos à consciência da garota.</figcaption></figure>
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<p><span style="color: #000000;">Semelhante a </span><i style="color: #000000;">Toy Story</i><span style="color: #000000;">, </span><i style="color: #000000;">Divertida Mente </i><span style="color: #000000;">é um filme sobre o rito de passagem e sobre a importância de não negligenciarmos nossas emoções, incluindo, entre elas, a Tristeza, tão negada, sufocada e mal vista por uma ilusória necessidade de governança da Alegria ou felicidade constante em nossas vidas. O desfecho deste perspicaz e tocante filme Pixar sugere que não importa o tipo de sentimento que nos guie nos momentos cruciais das nossas vidas, temos que manifestá-los, por mais contraditório que sejam. O controle e a censura das emoções como forma de instaurar a ordem e  um pensamento mais reflexivo e ponderado sobre a vida é uma ilusão, muitas vezes é deixar-se levar pelas emoções é necessário e redentor. </span></p>
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		<title>Divertida Mente é a promessa do ano da Pixar e deve chegar ao Oscar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2015 11:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Divertida Mente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já pensou de nossas emoções fossem pequenos seres individuais dentro de nossas cabeças? Pois a Pixar imaginou justamente isso. Com seu poder de criação bastante aflorado, o estúdio conseguiu, mais uma vez, encantar o público com o lançamento de um filme que é uma overdose de criatividade, graciosidade e ensinamentos. Tudo isso não apenas para as crianças, mas para os adultos também. O longa de animação Divertida Mente conta a história da pequena Riley. A menina de 11 anos está [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3001" aria-describedby="caption-attachment-3001" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/insideout-divertidamente-0002.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3001 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/insideout-divertidamente-0002.jpg" alt="insideout-divertidamente-0002" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-3001" class="wp-caption-text">As emoções Alegria, Tristeza, Nojinho, Raiva e Medo guiam a vida da menina Riley</figcaption></figure>
<p>Já pensou de nossas emoções fossem pequenos seres individuais dentro de nossas cabeças? Pois a Pixar imaginou justamente isso. Com seu poder de criação bastante aflorado, o estúdio conseguiu, mais uma vez, encantar o público com o lançamento de um filme que é uma overdose de criatividade, graciosidade e ensinamentos. Tudo isso não apenas para as crianças, mas para os adultos também.</p>
<p>O longa de animação Divertida Mente conta a história da pequena Riley. A menina de 11 anos está passando por uma grande mudança em sua vida, quando seus pais resolvem mudar de cidade. Enquanto tudo isso acontece, as emoções que habitam sua cabeça ficam confusas e a Alegria e a Tristeza acabam se perdendo da cabine de controle. Agora as duas emoções têm que lutar para conseguir retornar à sala de controle dos sentimentos para recolocar a vida de Riley em ordem.</p>
<p>Só o enredo já é fofo o suficiente para atrair os olhares dos espectadores de plantão. Mas não foram só eles que gostaram. O filme foi ovacionado no Festival de Cannes deste ano, tornando-se uma aposta fortíssima para o Oscar de 2016. O roteiro é composto por três escritores, Pete Docter, Meg LeFauve e Josh Cooley, que conseguiram transpor para as telonas um universo não explorado.</p>
<p>É interessante perceber que o filme tem um lado completamente psicológico. O enredo dá forma, cores e brilho às emoções, que são divididas em Alegria, Tristeza, Raiva, Medo e Nojinho. Cada uma tem um estilo e protagoniza um papel no cérebro da pequena Riley. A questão emocional é muito forte e traz um potencial instrutivo para o longa.</p>
<p>O diretor é ninguém menos que Pete Docter, responsável pela direção de Up &#8211; Altas Aventuras e Monstros S.A., e pelos roteiros de Wall-E e Toy Story. Com esse acervo e potencial, o público pode criar expectativas à vontade, pois elas não devem ser frustradas.</p>
<figure id="attachment_3004" aria-describedby="caption-attachment-3004" style="width: 610px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/pixar-divertidamente.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-3004" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/06/pixar-divertidamente.jpg" alt="Alegria e Tristeza se perdem na sala de controle" width="610" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-3004" class="wp-caption-text">Alegria e Tristeza se perdem na sala de controle</figcaption></figure>
<p>Os dubladores também foram muito acertados e prometem entreter muito os espectadores. Na versão legendada, Amy Poehler lidera com a Alegria, seguida de Bill Hader (Medo), Mindy Kaling (Nojinho), Lewis Black (Raiva) e Phyllis Smith (Tristeza). Na dublagem brasileira, Miá Mello, Otaviano Costa, Dani Calabresa, Leo Jaime e Katiuscia Canoro dividem a tarefa.</p>
<p>O filme mostra a necessidade de se ponderar as emoções, não deixando de lado a importância da tristeza, que acaba salvando o dia. É muito corajoso e audacioso, principalmente se tratando de uma animação infantil. Os adultos, no entanto, parece que terão forte identificação com a trama.</p>
<p>Tido como um dos melhores filmes da Pixar, que é responsável por longas de sucesso como Procurando Nemo e Toy Story, Divertida Mente tem tudo para encantar o público e atrair multidões aos cinemas.</p>
<p>Para se ter uma ideia do nível de aceitação do filme, no site Rotten Tomatoes a avaliação está 100%, enquanto no IMDB ultrapassa os 90% de aprovação. Os críticos estão aprovando massivamente o filme, afirmando ainda que é um dos melhores do ano até o momento.</p>
<p>Depois disso, acho melhor comprar sua sessão de cinema antecipada, pois vai ser o maior sucesso!</p>
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