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	<title>Arquivos Patrick Dempsey - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Patrick Dempsey - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Desencantada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Nov 2022 20:57:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Misturando live action e animação 2D, Encantada da Disney foi uma das produções mais bem-sucedidas de 2007. O longa de Kevin Lima, que em 1999 havia dirigido para o estúdio a animação Tarzan, conversava muito bem com os clássicos contos de fadas da Disney como Cinderela, Branca de Neve e os Sete Anões, A Bela Adormecida e A Bela e a Fera, em uma espécie de pastiche com as marcas narrativas desses trabalhos. A princesa Giselle, vinda do mundo animado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Misturando live action e animação 2D, Encantada da Disney foi uma das produções mais bem-sucedidas de 2007. O longa de Kevin Lima, que em 1999 havia dirigido para o estúdio a animação Tarzan, conversava muito bem com os clássicos contos de fadas da Disney como Cinderela, Branca de Neve e os Sete Anões, A Bela Adormecida e A Bela e a Fera, em uma espécie de pastiche com as marcas narrativas desses trabalhos. A princesa Giselle, vinda do mundo animado em 2D de Andalasia, era uma mistura de todas as princesas dos musicais clássicos do estúdio. Ao mesmo tempo que Encantada tinha bastante personalidade e carisma, com uma atuação primorosa de Amy Adams, possivelmente, uma das melhores de sua carreira, era uma empolgada homenagem à própria história da casa.</p>
<p>Muito se pediu uma continuação de Encantada e ela só está chegando para o público quinze anos depois do lançamento do original. Como aconteceu com Abracadabra, a Disney resolveu transformar <em><strong>Desencantada</strong> </em>em uma produção original do Disney Plus. A continuação até tenta resgatar os traços que garantiram o sucesso do filme anterior, como a performance de Amy Adams e os números musicais que reverenciam o legado Disney, mas ao trazer seus personagens urbanos para um reino fantástico parte do que fazia Encantada ser tão divertido (o choque de costumes de personagens do mundo dos contos de fadas na selva de pedra que é Nova York) se dilui, sobretudo, porque aqueles personagens, tanto os nativos de Andalasia como os novaiorquinos, já não estranham mais as diferenças gritantes entre os dois mundos, mas também porque o roteiro de Desencantada não colabora muito para contornar essa situação proporcionada pelo desfecho bem amarrado do primeiro longa.</p>
<p>A princípio, há um conflito central em <em><strong>Desencantada</strong></em>: com a adolescência de Morgan, Giselle (Adams) já não se entende mais como antes com a enteada. Tentando reverter esse conflito familiar, Giselle realiza um feitiço que torna a vida de todos um novo conto de fadas nos moldes da sua Andalasia. O problema é que o feitiço traz um revés para Giselle, ela gradualmente vai se transformando em uma madrasta má. A situação traz ainda mais problemas para a protagonista já que ela atiça a ira da verdadeira vilã daquele reino interpretada por Maya Rudolph.</p>
<p><em><strong>Desencantada</strong> </em>sofre pelo excesso de tramas e personagens e, ao mesmo tempo, deixa no público a terrível sensação de que, no fundo, não há nada a ser dito com aquela história. O conflito entre enteada e madrasta degringola em uma disputa de vilãs pela governança do reino. Há ainda o risco do desaparecimento de Andalasia, um interesse amoroso para Morgan e a crise de meia idade de Robert (Dempsey). Tudo isso, disputa o tempo inteiro a atenção do espectador e nenhuma dessas tramas sai ganhando nessa batalha porque todas são absolutamente desinteressantes, afinal, pulando de uma para outra, o máximo que Desencantada consegue fazer por elas é deixar claras as suas premissas, sem desenvolvê-las a contento.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16145" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/11/1905876.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Desencantada" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/11/1905876.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/11/1905876.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/11/1905876.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/11/1905876.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O mais chocante de tudo é que nem mesmo os números musicais de <em><strong>Desencantada</strong> </em>trazem algum interesse para o filme pois todos são dirigidos com uma impressionante falta de criatividade por Adam Shankman Friso &#8220;impressionante&#8221; porque Shankman é notório pela sua habilidade com musicais, já tendo conduzido com inventividade todos os números musicais de Hairspray em 2007. Aparentemente, estamos lidando com o diretor certo para esse projeto, afinal, assim como no filme de 2007 do diretor, os números musicais de <em>Desencantada</em> tem elementos de paródia, humor etc. O que vemos na tela é um compilado de performances musicais completamente protocolares.</p>
<p>Do elenco, Amy Adams é quem se salva com folga. Adams tem ótimos momentos quando oscila entre a Giselle que já conhecemos, bondosa e ingênua, e sua versão madrasta má, mostrando, mais uma vez, como é uma atriz cheia de recursos. O mesmo não pode ser dito dos seus colegas de elenco. Na verdade, a maioria sequer tem a oportunidade de mostrar algo mais interessante já que <em><strong>Desencantada</strong> </em>parece estar sempre disperso na tentativa de dar atenção a um ou outro núcleo isolado. O personagem de Patrick Dempsey passa a maior parte do filme entretido no plot improdutivo e anacrônico de se provar como o herói dessa história; James Marsden e Idina Menzel retornam como Edward e Nancy, mas não têm muito o que fazer na continuação; e Maya Rudolph interpreta uma vilã bem desinteressante se comparada com a ótima Rainha Narissa de Susan Sarandon no primeiro filme.</p>
<p>Como alguns projetos que ganham continuação tardia, talvez fosse certo não ouvir os apelos dos fãs no caso de Encantada. <em><strong>Desencantada</strong> </em>mostra porque os contos de fada devem terminar no &#8220;felizes para sempre&#8221;: não há nada de produtivo depois disso. Aqui, tudo soa como &#8220;enrolação&#8221; ou apego nostálgico. A continuação de Encantada mostra como o público e a indústria tem que aprender que para o bem dos seus próprios produtos e para a renovação de memórias afetivas (o que não significa &#8220;jogar no lixo&#8221; o passado), temos que aceitar o fim das coisas antes que sua reciclagem seja motivo de lembranças amargas como é o caso de <em>Desencantada</em>.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Adam Shankman</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Amy Adams, Patrick Dempsey, James Marsden, Idina Menzel, Maya Rudolph, Gabriella Baldacchino, Yvette Nicole Brown, Jayma Mays</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/_AHMUyDNdIc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Bebê de Bridget Jones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2016 03:49:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Bridget Jones]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;When I was young, I never needed anyone, and making love was just for fun. Those days are gone&#8221;. Sim, sim, sim, é assim que o terceiro episódio de Bridget Jones nos cinemas começa, com muita Celine Dion tocando e nós já amamos desde o primeiro segundo de produção. Aliás, como não amar o retorno de uma das personagens mais icônicas de Hollywood, com todas as suas particularidades que fazem qualquer mulher ou homem se identificar? A produção de Sharon [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #808080;"><em>&#8220;When I was young, I never needed anyone, and making love was just for fun. Those days are gone&#8221;</em></span>. Sim, sim, sim, é assim que o terceiro episódio de Bridget Jones nos cinemas começa, com muita Celine Dion tocando e nós já amamos desde o primeiro segundo de produção. Aliás, como não amar o retorno de uma das personagens mais icônicas de Hollywood, com todas as suas particularidades que fazem qualquer mulher ou homem se identificar? A produção de Sharon Maguire mostra logo para o que veio, sem fazer arrodeios e sem arriscar em novos estilos das comédias românticas atuais. Podemos perder um pouco no quesito inovação, talvez, mas à medida que a narrativa engrena, ninguém nem lembra disso.</p>
<p>Como não poderia deixar de ser (aliás, poderia, mas ainda bem que não foi o caso), Maguire, que também foi diretora do primeiríssimo longa lá de 2001, retoma a essência da personagem, seu jeito desastrado, seus medos, suas falas inconvenientes. É como se a gente conseguisse reviver tudo outra vez, especialmente depois do segundo episódio, que, embora tenha agradado, foge um pouco à regra.</p>
<p>Falando um pouco da sinopse, Bridget Jones está na casa dos 40 anos e não alcançou o sucesso amoroso que esperava. Ela terminou com Mark há algum tempo e ele chegou a casar com outra mulher. Logo no início desta trama, ela ainda tem que lidar com a morte de Daniel, com quem também já não se envolvia há anos.</p>
<p>Nós precisamos falar muito sobre Renée Zellweger. Sim, é impossível imaginar uma Bridget melhor do que ela e, após um período um pouco afastada dos filmes, fiquei receosa do resultado deste longa. Mas acredito que uma vez Bridget, sempre Bridget. Ela encarna o personagem tão perfeitamente que parece que nem se passaram 15 anos desde o primeiro longa (sim, também fiquei chocada com tantos anos). E claro que os sinais da idade se mostram e isso apenas acrescenta mais charme à personagem e seu estilo confuso. A sua dualidade de sempre pode ser vista em tantos momentos que é como se você realmente conhecesse a personagem pessoalmente.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6737" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/09/053951.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="BRIDGET JONES' BABY" width="610" height="348" /></p>
<p>Sua relação com Mark consegue sustentar o cansaço de uma relação de vai-e-vem e o encanto do amor verdadeiro. E é possível imaginar o quão difícil é esta dinâmica. Contracenar com Colin Firth definitivamente ajuda, principalmente quando ele traz toda a elegância e frieza de um britânico típico. O tempo, por sinal, foi generoso com ele.</p>
<p>Se sentimos falta de Hugh Grant e seu inconstante Daniel Cleaver? Certamente! Mas a compensação foi justa e bem representada por Patrick Dempsey. E é aí que reside o diferencial deste longa. Bridget não briga mais entre um romântico frio e um safado apaixonado. Ela está entre dois homens românticos e apaixonados, tornando tudo ainda mais confuso para ela.</p>
<p>Um ponto muito importante do filme é que, assim como <em>Casamento Grego</em> conseguiu fazer com sua continuação 15 anos depois, <em>O Bebê de Bridget Jones</em> também reuniu o elenco original, desde os principais aos coadjuvantes, o que claramente favoreceu para a atmosfera e o clima do longa como um todo. É muito bom ver personagens divertidos como a mãe, o pai e os amigos, interagindo de forma memorável com a protagonista.</p>
<p>Claro que o filme tem altos e baixos. A barriga falsa da gravidez de Bridget certamente é um dos pontos baixos, de tão mal feita que é. Além disso, algumas repetições dispensáveis e alguns diálogos previsíveis. Mas como você pode imaginar, nada que tire o brilho e o glamour de uma das melhores personagens da ficção cinematográfica. (Sim, posso ter deixado minha paixão pelo longa falar mais alto, o que fez vista grossa em alguns defeitos).</p>
<p>Quando a sessão acabou e os sorrisos tomavam conta de todos os jornalistas da sessão, eu literalmente me senti de volta à minha pré-adolescência, com todas as confusões femininas e crises amorosas. E uma sensação dessa, definitivamente, só Bridget Jones pode nos oferecer.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/ZQtx7CE47oY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Esquenta: Veja entrevistas com o elenco de O Bebê de Bridget Jones!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2016 20:55:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Firth]]></category>
		<category><![CDATA[Emma Thompson]]></category>
		<category><![CDATA[O Bebê de Bridget Jones]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Dempsey]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Completando 15 anos e com mais um título prestes a ser lançado, a franquia Bridget Jones conquistou fãs ao redor do mundo, que volta e meia relembra alguns dos melhores momentos dos filmes em vídeos, gifs e memes. Renée Zellweger e Colin Firth, protagonistas da série cinematográfica, também têm os seus momentos preferidos nos longas da jornalista inglesa criada pela autora Helen Fielding. Para ambos, as cenas de briga entre o advogado Mark Darcy e o cafajeste Daniel Cleaver estão entre os melhores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Completando 15 anos e com mais um título prestes a ser lançado, a franquia <em>Bridget Jones </em>conquistou fãs ao redor do mundo, que volta e meia relembra alguns dos melhores momentos dos filmes em vídeos, gifs e memes. Renée Zellweger e Colin Firth, protagonistas da série cinematográfica, também têm os seus momentos preferidos nos longas da jornalista inglesa criada pela autora Helen Fielding. Para ambos, as cenas de briga entre o advogado Mark Darcy e o cafajeste Daniel Cleaver estão entre os melhores momentos dos longas. Confira o que Renée e Colin falam sobre as cenas de briga:</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/IwvgJp_M9_k" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p><em>O Bebê de Bridget Jones </em>estreia quinta-feira (29) em todo o país com Renée Zellweger e Colin Firth retornando a seus papeis originais e a adição de Patrick Dempsey e Emma Thompson ao elenco. A direção é de Sharon Maguire de <em>O Diário de Bridget Jones</em>, de 2001. Para uma conferida nos detalhes da nova produção, assista aos vídeos abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/byqU33_zcps" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/WfQIbfvVyWE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: left;">Não perca! Em breve, nossa crítica sobre <em>O Bebê de Bridget Jones</em>!</p>
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		<title>Renée Zellweger surge na primeira imagem de O Bebê de Bridget Jones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2015 22:07:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Firth]]></category>
		<category><![CDATA[O Bebê de Bridget Jones]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Dempsey]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tem vezes que uma única foto é o suficiente para fazer bater um coração cinéfilo. Nesta sexta-feira (02) foi divulgada a primeira imagem oficial (acima) de O Bebê de Bridget Jones, filme que marca o retorno de Renée Zellweger ao icônico personagem que a lançou ao estrelado em O Diário de Bridget Jones de 2001. O filme é o terceiro longa da franquia e também trará o retorno de Colin Firth como Mark Darcy. Hugh Grant, no entanto, não encarnará Daniel. No seu [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/030797.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-3741 " src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/030797-267x400.jpg" alt="030797" width="499" height="748" /></a></p>
<p>Tem vezes que uma única foto é o suficiente para fazer bater um coração cinéfilo. Nesta sexta-feira (02) foi divulgada a primeira imagem oficial (acima) de <em>O Bebê de Bridget Jones</em>, filme que marca o retorno de Renée Zellweger ao icônico personagem que a lançou ao estrelado em <em>O Diário de Bridget Jones </em>de 2001.</p>
<p>O filme é o terceiro longa da franquia e também trará o retorno de Colin Firth como Mark Darcy. Hugh Grant, no entanto, não encarnará Daniel. No seu lugar entra o ator Patrick Dempsey, que fará um novo rival de Darcy na disputa pelo coração de Bridget Jones.</p>
<p>No longa, Bridget enfrenta mudanças em sua vida decorrentes da sua primeira gravidez. A direção de <em>O Bebê de Bridget Jones </em>será de Sharon Maguire, que conduziu o primeiro filme da série. O filme estreia em 2016 e as filmagens já começaram.</p>
<p>O filme também marca o retorno de Zellweger ao cinema após um intervalo de cinco anos do seu último filme. A vencedora do Oscar poderá ser vista ainda em <em>The Whole Truth</em>, ao lado de Keanu Reeves, e <em>Same Kind os Different as me</em>, com Greg Kinnear e Jon Voight.</p>
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