<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Paolla Oliveira - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/paolla-oliveira/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/paolla-oliveira/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 16 Apr 2026 13:36:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Paolla Oliveira - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/paolla-oliveira/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>22º Fantaspoa: Herança de Narcisa</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/22o-fantaspoa-heranca-de-narcisa/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/22o-fantaspoa-heranca-de-narcisa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 13:32:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Festivais]]></category>
		<category><![CDATA[22º Fantaspoa]]></category>
		<category><![CDATA[Clarissa Appelt]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Fantaspoa]]></category>
		<category><![CDATA[Herança de Narcisa]]></category>
		<category><![CDATA[Paolla Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Henrique Müller]]></category>
		<category><![CDATA[Rosamaria Murtinho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=20604</guid>

					<description><![CDATA[<p>Alguns longas-metragens poderiam ser curtas e esse é o caso de Herança de Narcisa, de Clarissa Appelt e Daniel Dias. A grande questão aqui é a prolixidade versus a ausência de desenvolvimento narrativo. Ana (Paolla Oliveira) e o irmão, Diego (Pedro Henrique Müller), estão de luto, pois a mãe da dupla faleceu. Primeiramente, é preciso destacar como a dinâmica entre os dois atores funciona. Eles brincam com o realismo/naturalismo, procurando dizer o texto da forma mais cotidiana possível, o que [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/22o-fantaspoa-heranca-de-narcisa/">22º Fantaspoa: Herança de Narcisa</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Alguns longas-metragens poderiam ser curtas e esse é o caso de <em>Herança de Narcisa</em>, de </span><span style="font-weight: 400;">Clarissa Appelt e Daniel Dias. A grande questão aqui é a prolixidade versus a ausência de desenvolvimento narrativo.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Ana (Paolla Oliveira) e o irmão, Diego (Pedro Henrique Müller), estão de luto, pois a mãe da dupla faleceu. Primeiramente, é preciso destacar como a dinâmica entre os dois atores funciona.<br />
</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Eles brincam com o realismo/naturalismo, procurando dizer o texto da forma mais cotidiana possível, o que ajuda a aliviar os efeitos negativos dos diálogos.</span><span style="font-weight: 400;"> Um grande exemplo é a sequência da piscina.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Falta organicidade nas falas escritas, que parecem sempre destacar que as personagens estão dentro de um filme de terror. </span>Mas, a previsibilidade do texto verbal incomoda menos do que as das ações dramáticas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Passo por passo, o público consegue visualizar os acontecimentos da obra, o que cansa, de verdade. Ainda assim, o mais grave aqui é a redundância. Diversas cenas parecem iguais, em termos de dramaturgia.</p>
<p>Dentro da jornada da heroína, já é possível compreender a situação que ela estava vivendo em poucos minutos de projeção. No entanto, diversas reiterações ocorrem, nais quais se vê Ana perambulando pela residência, no escuro, com uma música de tensão.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Essa atmosfera de “Dia da Marmota” cessa com a chegada de Diego, que finalmente faz a trama andar, trazendo novidades para o enredo. </span>É através dos movimentos dele que os segredos de Ana são revelados (mesmo que sejam óbvios, pelo menos a história anda).</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Contudo, a figura de Diego também é desperdiçada quando sua estadia no casarão também se transforma em falas e atos repetidos. Todavia, quando a exaustão em relação à presença do rapaz ocorre, ele parte para novas aventuras em sua vida pessoal.</span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-20613" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_6531.jpeg" alt="" width="588" height="330" /></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">No entanto, <em>Herança de Narcisa</em> não aproveita a saída do rapaz para investigar as emoções de Ana, de seu passado com sua mãe, seus sentimentos sobre sua gravidez, qual é a maldição que assola a morada de sua mãe (existe uma?) ou qualquer outra coisa.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Pelo contrário, o filme convoca mais elementos que dão sensação de <em>déjà vu</em>. </span>Neste universo, a direção parece confusa junto com o roteiro. Apesar de alguns quadros serem bem pensados, principalmente os do final do longa, a impressão que fica é a de que Dias e Appelt não sabem construir tensão.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">A encenação deve criar um sentido específico para que o terror funcione. Existem duas vias para que uma produção deste gênero funcione: protagonista e/ou personagens que a plateia cria empatia e torce ou decupagem que favorece a suspensão.</span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Paolla e Pedro geram a impressão de proximidade com a plateia e fica fácil torcer por eles, logo de cara, quando aparecem na tela. Mas, o que a direção faz disso? Muitos planos fechados, focados na emoção de Ana, mas que não aumentam o suspense. </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Se fossem quadros mais abertos, talvez, funcionasse melhor. De fato, fica difícil saber se uma direção melhor, ajeitaria os desconfortos gerados pelo roteiro. Ainda assim, caso a iluminação fosse mais bem feita, a obra já elevaria seu potencial qualitativo.</span></p>
<p>Quase não se enxerga o que acontece na casa. A criação de um ambiente sombrio não significa impossibilitar o espectador de ver o que se passa no ecrã. Além disso, a luz não constrói significado mais profundo e não está a serviço da narrativa.</p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Desta forma, ainda que Paolla e Pedro estejam dignos, com uma boa lógica de contracena, falta estrutura basilar de roteiro para <em>Herança de Narcisa</em>. Seguindo caminhos óbvios, sendo repetitivo e não imprimindo um grande resultado visual, o filme é uma experiência complicada. </span></p>
<p style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">É difícil de finalizar a exibição, mas se vocês gostar muito do trabalho da Paolla, tudo bem, pode ser uma projeção ok.</span></p>
<p><strong>Direção</strong>: Clarissa Appelt e Daniel Dias</p>
<p><strong>Elenco</strong>: Paolla Oliveira, Rosamaria Murtinho, Pedro Henrique Müller</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="Herança de Narcisa | Teaser Oficial" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/qrCV8lWSSIA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/22o-fantaspoa-heranca-de-narcisa/">22º Fantaspoa: Herança de Narcisa</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/22o-fantaspoa-heranca-de-narcisa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Alguém Como Eu</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-alguem-como-eu/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-alguem-como-eu/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 May 2018 09:01:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Alguém Como Eu]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Paolla Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Pereira]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=8937</guid>

					<description><![CDATA[<p>A comédia romântica nacional Alguém Como Eu chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 24, com uma premissa um tanto comum, mas relativamente bem executada. Paolla Oliveira interpreta uma mulher de sucesso no mundo da publicidade que mora no Rio de Janeiro. No entanto, toda a realização que tem na profissão ela não encontra na vida amorosa e, embora tente, não consegue se firmar num relacionamento. Após cenas frustradas de um quase romance, ela recebe a proposta de ir morar em [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alguem-como-eu/">Crítica: Alguém Como Eu</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A comédia romântica nacional <em>Alguém Como Eu</em> chega aos cinemas nesta quinta-feira, dia 24, com uma premissa um tanto comum, mas relativamente bem executada. Paolla Oliveira interpreta uma mulher de sucesso no mundo da publicidade que mora no Rio de Janeiro. No entanto, toda a realização que tem na profissão ela não encontra na vida amorosa e, embora tente, não consegue se firmar num relacionamento.</p>
<p>Após cenas frustradas de um quase romance, ela recebe a proposta de ir morar em Portugal e acaba aceitando, como uma nova oportunidade de mudar a sua vida. Chegando lá, a protagonista se encontra com o personagem de Ricardo Pereira, português bonitão que logo se torna interesse amoroso de Helena. Mas nem tudo são flores quando a rotina vai surgindo na vida do casal.</p>
<p>Embora um pouco monótono em alguns momentos, o filme tem um ritmo interessante e entretém o espectador. É gostoso de acompanhar a evolução da personagem, principalmente quando se trata da sua percepção de vida. Helena vai se dando conta de que talvez os seus relacionamentos amorosos não deem certo porque ela projeta no outro um ideal de perfeccionismo que ela tem dela mesma.</p>
<p>É claro que a parte em que ela começa a visualizar uma mulher no namorado é um tanto dispensável. Aliás, acho que o próprio diretor percebeu isso ao sumir com a moça na mesma rapidez com que a inseriu na trama. No entanto, se pararmos para pensar na dualidade que este elemento propõe, a coisa fica mais interessante. Ela queria tanto que o namorado fosse mais parecido com ela, que acabou passando a ver uma mulher no lugar.</p>
<p>O filme toma cuidado de não ser machista, pelo menos na maior parte. Ela é feliz e satisfeita, mas quer um relacionamento amoroso e sofre por não conseguir isso. Ainda assim, claramente é ela quem manda e desmanda em tudo, tirando esse elemento de submissão feminina que vemos em muitos filmes.</p>
<p>O final, é bem verdade, poderia ser menos clichê. Ele beira o óbvio desde o começo e não traz nenhum elemento surpresa para o espectador. Mas como o ritmo do filme não é lá tão animado, então não chega a frustrar. Pode-se dizer que <em>Alguém Como Eu</em> é um filme bem mamão com açúcar, mas não vejo isso como algo ruim. Às vezes precisamos de filmes assim para dar uma relaxada e esse longa cumpre isso muito bem.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/GvqxcMcH2G8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-alguem-como-eu/">Crítica: Alguém Como Eu</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-alguem-como-eu/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
