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	<title>Arquivos Owen Wilson - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Owen Wilson - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Case Comigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 17:00:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estreou nesta quinta-feira, 10 de fevereiro, o fofíssimo longa Case Comigo, uma comédia romântica cheia de música bacana, com os protagonistas interpretados por Jennifer Lopez (As Golpistas) e Owen Wilson (Extraordinário). Ultimamente tem sido cada vez mais difícil o lançamento de filmes deste gênero e, mais difícil ainda, é quando eles são bons e valem a pena. Ainda bem que este é justamente o caso da produção aqui em questão. Case Comigo conta a história de Kat, uma cantora super famosa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Estreou nesta quinta-feira, 10 de fevereiro, o fofíssimo longa <strong><em>Case Comigo</em></strong>, uma comédia romântica cheia de música bacana, com os protagonistas interpretados por Jennifer Lopez (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-golpistas/"><em>As Golpistas</em></a>) e Owen Wilson (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-extraordinario/"><em>Extraordinário</em></a>). Ultimamente tem sido cada vez mais difícil o lançamento de filmes deste gênero e, mais difícil ainda, é quando eles são bons e valem a pena. Ainda bem que este é justamente o caso da produção aqui em questão.</p>
<p><strong><em>Case Comigo </em></strong>conta a história de Kat, uma cantora super famosa que namora um outro cantor igualmente famoso e que vão se casar numa transmissão ao vivo, enquanto lançam a sua nova música <em>Marry Me</em> (nome original do filme). No entanto, minutos antes de subir ao palco, a popstar tem acesso a um vídeo de traição do amado, que se agarra com a sua assistente. Magoada, ela resolve não dar continuidade ao casamento com ele, mas toma a decisão impulsiva de escolher para casar um homem da plateia que estava com um cartaz de &#8220;Case Comigo&#8221;. A partir daí, podemos imaginar como a história se desenrola.</p>
<p>Se engana quem acha que para uma comédia romântica ser boa, tem que ser super inovadora e sem clichês. Acredito que o filme deste gênero que é bem sucedido é quando consegue fazer o &#8220;feijão com arroz&#8221; bem feito e unir uma dupla de protagonistas que tenha muita química em tela. E é isso que acontece aqui. Os passos que o roteiro dá são previsíveis e sem grandes surpresas, mas isso não frustra o espectador hora alguma. Ficamos empolgados em descobrir como aqueles clichês vão ser aplicados e é sempre de maneira bem feita.</p>
<p>A relação de Kat e Charlie começa como uma boa amizade e parceria. Ela sem tempo para nada, completamente dependente dos assistentes e com a vida exposta, enquanto ele é um professor de matemática comum, cansado da rotina, sem redes sociais e bem simples. Suas realidades opostas é que os unem para que consigam sustentar aquele casamento fake que será mantido por um tempo, como jogada comercial.</p>
<p>A química de Owen Wilson e Jennifer Lopez é realmente impressionante, tanto pela naturalidade quanto pela sensação de lar que eles passam. É como se fossem velhos amigos e amantes de muitos anos, conseguindo sustentar olhares amorosos e toques carinhosos. Uma delícia de acompanhar. Para além deles, os demais personagens tem características muito importantes que auxiliam na jornada do casal principal. O produtor paciente e atrapalhado, a assistente rabugenta, a amiga louca que tenta fazer ele ter mais energia na vida. Todos se combinam de uma forma que acrescentam ainda mais a trama.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15230" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/casa-comigo-owen-wilson-jennifer-lopez-divulgacao.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/casa-comigo-owen-wilson-jennifer-lopez-divulgacao.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/casa-comigo-owen-wilson-jennifer-lopez-divulgacao-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/casa-comigo-owen-wilson-jennifer-lopez-divulgacao-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/02/casa-comigo-owen-wilson-jennifer-lopez-divulgacao-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>A medida que o amor vai surgindo, os problemas de rotina e convivência também aparecem. Ele começa a ter ciúmes das atividades dela, especialmente quando ela precisa voltar a cantar junto com o ex-noivo traidor. Temos aqui uma tensão de uma possível volta do casal de artistas, mas de maneira muito sutil. Como uma dúvida que pode surgir na cabeça de pessoas comuns quando um ex volta afirmando que está regenerado.</p>
<p><em><strong>Case Comigo</strong></em> é repleto ainda de belas músicas interpretadas pela própria Jennifer Lopes e pelo parceiro musical Maluma, que é uma grata surpresa no quesito performance em cena. Mas não entendam como um filme de gênero musical. É apenas uma comédia romântica com muita música envolvida e nos momentos corretos.</p>
<p>Aproveito aqui para pontuar sobre o quão legal é ver uma comédia romântica com pessoas mais maduras, ao invés de apenas os dramas adolescentes que a Netflix propõe a maior parte do tempo, como se só o jovem pudesse encontrar um grande amor. Embora Jenny interprete uma mulher com menos de 40 anos (o que é impressionante já que ela tem 52 anos), a história deixa ali claro que aquela não é uma mulher bem novinha procurando um príncipe encantado. Trata-se de uma mulher adulta, segura de si e que está em busca do amor verdadeiro. E isso é muito bom de acompanhar.</p>
<p>Sabe aquele filme gostosinho de assistir, que passamos a sessão inteira sorrindo e querendo abraçar os personagens? É justamente essa a sensação de <em><strong>Case Comigo</strong></em>. Um feijão com arroz bem temperado, com ótimas atuações, músicas bacanas, roupas belíssimas e um amorzinho esperançoso para fazer nossos corações vibrarem. Vale muito a pena conferir!</p>
<p><strong>Direção:</strong> Kat Coiro</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jennifer Lopez, Owen Wilson, John Bradley, Sarah Silverman, Chloe Coleman, Maluma, Michelle Buteau, Stephen Wallem</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/1ww8uD9J76M" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Extraordinário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Dec 2017 21:18:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confesso que minha expectativa para esse filme era bem baixa. Ao assistir ao trailer, imaginei que ele fosse ser bem apelativo e criado com o intuito de fazer o espectador chorar. Então foi com surpresa que constatei que o longa não é assim. Embora o choro seja certo, o objetivo vai muito além de apenas emocionar. O fofíssimo Jacob Tremblay é o protagonista, no papel de Auggie Pullman, garotinho que nasceu com uma deformação facial e precisou passar por diversas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso que minha expectativa para esse filme era bem baixa. Ao assistir ao trailer, imaginei que ele fosse ser bem apelativo e criado com o intuito de fazer o espectador chorar. Então foi com surpresa que constatei que o longa não é assim. Embora o choro seja certo, o objetivo vai muito além de apenas emocionar.</p>
<p>O fofíssimo Jacob Tremblay é o protagonista, no papel de Auggie Pullman, garotinho que nasceu com uma deformação facial e precisou passar por diversas cirurgias para poder respirar melhor e ter uma vida mais comum. Como pais, temos Julia Roberts e Owen Wilson, uma dupla improvável que cria o ambiente familiar da história. O mote principal é que o menino vai para a escola pela primeira vez depois de estudar durante anos em casa. O maior medo de todos é o <em>bullying</em> que ele provavelmente vai sofrer no ambiente escolar.</p>
<p>O filme traz uma discussão muito importante sobre contextualizar as ações de todos. Em um estilo de capítulos, o enredo vai mostrando a visão de vários personagens fundamentais na história e a participação de cada um na vida de Auggie. E não apenas o círculo principal, que seria a família, mas os amigos também, explicando, de alguma forma, as ações de cada um.</p>
<p>Auggie não poderia ter sido interpretado por melhor ator. Jacob Tremblay ficou mais famoso depois de seu papel em <em>O Quarto de Jack</em> e arrasa na atuação (e na fofura). Ele é muito natural e expressivo, o que foi fundamental para o personagem, que usa máscara em determinados momentos e tem as expressões ligeiramente prejudicadas por conta da maquiagem da deformidade.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8513" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/12/3722861.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Julia Roberts é também muito adequada ao papel da mãe cuidadora e preocupada. E por mais que o casal pareça improvável, ela e Owen Wilson têm uma sintonia modesta e acolhedora. É possível sentir (e não apenas ver) o núcleo familiar formado por eles e os dois filhos.</p>
<p><em>Extraordinário</em> é de um cuidado tremendo com temas difíceis como o <em>bullying</em> e traumas infantis. Ele utiliza do personagem principal para falar disso, mas mostra também que ele não é o centro do universo. Que o mundo continua girando ao redor de Auggie, além dele. E isso é feito de forma muito natural e convincente.</p>
<p>A história também insere elementos reconfortantes, como a paixão do protagonista pelo universo Star Wars. Quando ele tem medo ou receio de algo, imagina os personagens para aliviar a tensão. Além disso, o roteiro humaniza as pessoas em seus contextos. Todos têm suas vontades, anseios, sonhos.</p>
<p>O longa traz muitas reflexões para o espectador, que mescla entre o choro e a risada gostosa na maior parte do tempo. Sim, choramos muito no filme, porque a história é realmente linda e emocionante. Mas este não é o objetivo principal dele, e sim uma consequência de uma história bem contada.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/OJWN2hP77_c" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Zoolander 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Mar 2016 12:51:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Stiller]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Quando Zoolander chegou aos cinemas em 2001, a criação do ator, diretor e roteirista Ben Stiller nessa sátira do universo da moda chamou a atenção não apenas pela maneira como mostrava o seu tema, mas também pela interessante figura que o ator havia entregue ao mundo, o super-modelo Derek Zoolander, um homem capaz de literalmente paralisar qualquer coisa com um único olhar, o &#8220;Blue Steel&#8221;. Levou quase quinze anos para que Stiller retornasse ao universo de Zoolander na continuação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4713" aria-describedby="caption-attachment-4713" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4713 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/zoolander-620x349.jpg" alt="zoolander" width="620" height="349" /><figcaption id="caption-attachment-4713" class="wp-caption-text">Fazendo graça: Penélope Cruz junta-se a Ben Stiller na continuação de Zoolander como uma agente especial e modelo de moda praia.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando <i>Zoolander </i>chegou aos cinemas em 2001, a criação do ator, diretor e roteirista Ben Stiller nessa sátira do universo da moda chamou a atenção não apenas pela maneira como mostrava o seu tema, mas também pela interessante figura que o ator havia entregue ao mundo, o super-modelo Derek Zoolander, um homem capaz de literalmente paralisar qualquer coisa com um único olhar, o &#8220;Blue Steel&#8221;. Levou quase quinze anos para que Stiller retornasse ao universo de Zoolander na continuação <i>Zoolander 2 </i>e as coisas parecem ter saído diferente do que o ator havia vivenciado no filme original. O longa sofreu alguns problemas nas bilheterias norte-americanas em sua estreia, enfrentando a dura concorrência de <i>Deadpool, </i>um dos filmes de maior arrecadação desse primeiro semestre, e as críticas a comédia não foram nada elogiosas. Em parte, a diferença da repercussão entre <i>Zoolander 2 </i>e o primeiro longa protagonizado pelo personagem se justifica, a continuação é mesmo inferior a comédia de 2001, mas não chega a ser completamente ruim como andam alardeando.</p>
<figure id="attachment_4714" aria-describedby="caption-attachment-4714" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4714 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/29edcaee3d65ad3a3c9ba61e1d68607a-620x349.jpg" alt="29edcaee3d65ad3a3c9ba61e1d68607a" width="620" height="349" /><figcaption id="caption-attachment-4714" class="wp-caption-text">Tipos impagáveis: Will Ferrell retorna como o interessante vilão Mugatu e Kristen Wiig rouba a cena em uma irreconhecível aparências graças ao trabalho de maquiagem do longa.</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p>Em <i>Zoolander 2</i>, Ben Stiller retorna ao personagem para contar como ele se encontra depois dos eventos do longa anterior. Aqui acompanhamos Zoolander e seu antigo rival das passarelas Hansel enfrentando as consequências do tempo no mundo da moda. Humilhados em um desfile e enfrentando sucessivos problemas pessoais, ambos somem dos holofotes e vivem bem longe da fama. Tudo muda quando um grupo de celebridades começa a ser assassinado por um misterioso <i>serial killer </i>e eles são recrutados por uma modelo de editoriais de roupas de praia para descobrir o que está por trás dos crimes.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A continuação ainda aposta na sátira ao mundo da moda em suas excentricidades e &#8220;calcanhares de Aquiles&#8221; e o trio Ben Stiller, Owen Wilson e Will Ferrell continuam valendo por suas interessantes criações para esse universo. Existe, porém, uma evidente perda de fôlego na construção dessa sátira, sobretudo quando temos como comparativo o uso que o primeiro filme fez sobre temas sérios que rondam o mundo dos super-modelos e das grifes de alta costura, como a utilização de mão de obra escrava pela indústria da moda em países com problemas políticos e sociais e a superficialidade das celebridades <i>fashionistas</i>. Dessa vez, tudo parece muito diluído em uma trama que mergulha sem concessões no absurdo, algo que o próprio longa faz questão de salientar quando o personagem de Will Ferrell, o vilão Mugatu, ironiza uma certa lenda antiga sobre o &#8220;modelo original&#8221; que mobiliza toda a trama do filme.</p>
</div>
<figure id="attachment_4715" aria-describedby="caption-attachment-4715" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4715 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/02/720x405-MCDZOOL_EC019_H-620x349.jpg" alt="720x405-MCDZOOL_EC019_H" width="620" height="349" /><figcaption id="caption-attachment-4715" class="wp-caption-text">Mudança de tom: Sátira cede espaço ao humor dos absurdos.</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p>Além das participações especiais de estilistas, personalidades conhecidas das passarelas e alguns atores em evidência ou que andam fora de circulação na indústria (sim, Billy Zane está de volta como Billy Zane!), <i>Zoolander 2 </i>tem no seu elenco a adição de Penélope Cruz, como a modelo de biquinis e agente especial Valentina, e Kristen Wiig, irreconhecível através de uma interessante composição e um curioso trabalho de maquiagem na sua versão hilária de Donatella Versacce, a sinistra Alexania Atoz. É de Wiig alguns dos melhores momentos do filme, sem dúvida.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Perdendo um pouco da sagacidade e inteligência que o primeiro filme apresentava como uma sátira ao mundo <i>fashion</i>, <i>Zoolander 2 </i>se redime pela consciência que tem dos absurdos da sua própria história. Evidente que é um filme menor que o longa de 2001, mas a continuação protagonizada, dirigida e co-roteirizada por Ben Stiller acerta ao entender isso e não ter vergonha de acolher e fazer humor com as suas próprias limitações. Retornos são sempre complicados, ainda mais depois de tantos anos passados desde que a primeira obra fora lançada nos cinemas, mas <i>Zoolander 2 </i>tem alguns ótimos momentos e mantém as características dos seus personagens centrais, porém com uma abordagem levemente diferenciada. Entendendo isso, é relaxar e se divertir com o desfile de tipos concebidos por Ben Stiller e seu grupo de talentosos atores.</p>
</div>
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		<title>Crítica: Um Amor A Cada Esquina</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-um-amor-a-cada-esquina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2015 14:40:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um filme independente com atores do circuito blockbuster de cinema. Como seria isso? Um Amor A Cada Esquina coloca essa possibilidade à prova e mostra que, além de ser possível, o resultado sai bem interessante para o espectador. O enredo fala sobre uma jovem aspirante a atriz que ganha a vida como garota de programa, sempre idealizando seu sonho maior. Em uma de suas noites de trabalho, ela encontra com um diretor teatral, que, além de tratá-la muito bem, faz [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Um-amor-a-cada-esquina-1_0.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3869" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Um-amor-a-cada-esquina-1_0.jpg" alt="Um-amor-a-cada-esquina-1_0" width="610" height="348" /></a></p>
<p>Um filme independente com atores do circuito <em>blockbuster</em> de cinema. Como seria isso? <em>Um Amor A Cada Esquina</em> coloca essa possibilidade à prova e mostra que, além de ser possível, o resultado sai bem interessante para o espectador.</p>
<p>O enredo fala sobre uma jovem aspirante a atriz que ganha a vida como garota de programa, sempre idealizando seu sonho maior. Em uma de suas noites de trabalho, ela encontra com um diretor teatral, que, além de tratá-la muito bem, faz uma proposta irrecusável: 30 mil dólares para ela deixar a prostituição. Isabella aceita a oferta e começa a se dedicar à carreira de atriz. O que ela não poderia imaginar é que em uma audição para uma peça, ela ia se deparar justamente com este diretor, que está acompanhado da esposa, que também é artista.</p>
<p>Com um estilo de narrativa diferente, onde a personagem principal é entrevistada por uma jornalista e vai falando abertamente sobre os primórdios da sua carreira como atriz, os fatos vão acontecendo sempre sob sua perspectiva, situação que ela deixa clara principalmente ao falar de sua terapeuta e o ex-cliente perseguidor.</p>
<p>O diretor Peter Bogdanovich é contemporâneo de Martin Scorsese, Francis Ford Coppola e Steven Spielberg, da geração “Nova Hollywood”, mas não obteve todo o sucesso dos demais. Seu filme de maior sucesso é de 1971, <em>A Última Sessão de Cinema</em>. Ele retorna, com <em>Um Amor A Cada Esquina</em>, 12 anos depois de sua última produção. Um estilo bem diferente, é verdade.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/sftw.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-3870" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/10/sftw.jpg" alt="sftw" width="610" height="348" /></a></p>
<p>No elenco principal, temos Imogen Poots e Owen Wilson, como o casal protagonista. Kathryn Hahn e Jennifer Aniston também são boas adições ao longa, com seus papéis mais histéricos e dramáticos. Elas interpretam a esposa traída e a terapeuta psicótica, respectivamente. Tem ainda o excelente Rhys Ifans (que nunca esquecerei com seu papel de Spike em <em>Um Lugar Chamado Notting Hill</em>) e Will Forte. A dinâmica do grupo é muito clara e simples, dando um tom bem pessoal ao filme.</p>
<p>A comédia flui com muita leveza e entretém o espectador a todo momento. É atrativo e intrigante, fazendo a pessoa querer saber sempre o que vai acontecer na próxima cena. A risada é garantida e tem uma boa finalização. No entanto, não é nenhuma narrativa memorável e exclusiva, que marca quem assiste. As atuações são ótimas e a sintonia do elenco sustenta a maior parte do roteiro.</p>
<p>No final das contas, cumpre bem um objetivo não pretensioso. Fiquei com a sensação de dever cumprido e satisfeita com o resultado. É divertido!</p>
<p>Bônus: curiosidade para os amantes de Jennifer Aniston e do seu personagem na série <em>Friends</em>. Neste filme, seu namorado se chama Joshua e seu cachorro, Chip, uma referência a dois namorados da personagem Rachel, em <em>Friends</em>.</p>
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		<title>Crítica: Vício Inerente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2015 21:55:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Benicio DelToro]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquin Phoenix]]></category>
		<category><![CDATA[Josh Brolin]]></category>
		<category><![CDATA[Owen Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Thomas Anderson]]></category>
		<category><![CDATA[Reese Whiterspoon]]></category>
		<category><![CDATA[Vício Inerente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Provavelmente uma das tarefas mais ingratas que já tive foi escrever sobre um filme do Paul Thomas Anderson que não gostei, no caso, seu mais recente longa Vício Inerente. Anderson é um dos meus cineastas favoritos, portanto me deparar com uma obra do diretor que não mexa comigo é particularmente difícil. Vício Inerente quebra este pacto que estabeleci com filmes como Boogie Nights, Magnólia, Sangue Negro, O Mestre e até mesmo o seu subvalorizado Embriagado de Amor, obras marcadas pela inventividade e energia narrativa do seu realizador. Vício Inerente traz [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2771" aria-describedby="caption-attachment-2771" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/04/inherent-vice.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2771 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/04/inherent-vice-620x348.jpg" alt="inherent-vice" width="620" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-2771" class="wp-caption-text">Trip: Joaquin Phoenix e a novata Katherine Waterson em cena de &#8220;Vício Inerente&#8221;</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div style="color: #000000;">
<p>Provavelmente uma das tarefas mais ingratas que já tive foi escrever sobre um filme do Paul Thomas Anderson que não gostei, no caso, seu mais recente longa <i>Vício Inerente</i>. Anderson é um dos meus cineastas favoritos, portanto me deparar com uma obra do diretor que não mexa comigo é particularmente difícil. <i>Vício Inerente </i>quebra este pacto que estabeleci com filmes como <i>Boogie Nights</i>, <i>Magnólia</i>, <i>Sangue Negro</i>, <i>O Mestre </i>e até mesmo o seu subvalorizado <i>Embriagado de Amor</i>, obras marcadas pela inventividade e energia narrativa do seu realizador. <i>Vício Inerente </i>traz o mesmo Paul Thomas Anderson desses projetos, um diretor preocupado em testar a linguagem cinematográfica através de ângulos narrativos improváveis, porém, pela primeira vez, o realizador concebe tão e somente um exercício de estilo, o que é uma pena.</p>
</div>
<div style="color: #000000;">
<p>Baseado no cultuado romance policial de Thomas Pynchon, <i>Vício Inerente </i>é ambientado na Califórnia da década de 1970 e tem início quando Shasta Fey vai ao encontro do seu ex-namorado, o detetive Larry &#8220;Doc&#8221; Sportello, para lhe pedir um favor. Ela quer que &#8220;Doc&#8221; a ajude a sair de uma trama que envolve o seu amante, um magnata do ramo imobiliário, sua esposa e o homem com quem ela o trai. A dupla pede a ajuda de Shasta para que eles consigam dar um sumiço no empresário e ficar com todo o patrimônio dele. O caso leva &#8220;Doc&#8221; a um enredo muito mais complicado que envolve um esquema de venda de drogas, o FBI e um saxofonista impedido de ver a sua família.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<figure id="attachment_2772" aria-describedby="caption-attachment-2772" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/04/inherent_vice-1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2772 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/04/inherent_vice-1-620x345.jpg" alt="INHERENT VICE" width="620" height="345" /></a><figcaption id="caption-attachment-2772" class="wp-caption-text">&#8220;Cameos&#8221; : Reese Whiterspoon integra um elenco de peso que faz participações no longa</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div style="color: #000000;">
<p>Para contar esta trama policial que insere o <i>noir </i>no universo <i>hippie </i>e de conspirações políticas dos EUA dos anos 1970, Paul Thomas Anderson tenta se aproximar do espírito do livro de Thomas Pynchon realizando um trabalho cujo êxito merece inquestionavelmente o reconhecimento. Todo o longa é marcado por uma ausência de linearidade narrativa e até mesmo pela falta de logicidade, características que são antíteses por excelência do gênero no qual o filme se enquadraria, o suspense ou o filme policial. O objetivo de Pynchon &#8211; e, de quebra, Anderson &#8211; é conferir à história a perspectiva que o seu narrador, &#8220;Doc&#8221; Sportello, tem dos eventos que presencia, e claro que é uma perspectiva completamente alucinógena tal qual os efeitos do coquetel pesado de drogas que ele consome. O grande problema é que, a despeito desta coerência, esse exercício narrativo de Anderson acaba entrando em atrito com a própria linguagem cinematográfica e <i>Vício Inerente </i>assume um discurso auto-indulgente e torna-se um filme com mais de duas horas de duração que exigem paciência do espectador sem conseguir estabelecer nenhum vínculo com o público, que nem mesmo se sente envolvido com a trama na tentativa de decifrá-la já que, no fim das contas, muito mais do que lançar pistas visuais todo e qualquer movimento da história tem sua dose de &#8220;trip&#8221; <i>non sense </i>do protagonista, ou seja, não necessariamente requer uma tentativa de leitura, é simplesmente um delírio narrativo .</p>
</div>
<div style="color: #000000;">
<p>Desde <i>Magnólia</i> Anderson não trabalhava com um elenco tão grande. Há participações pontuais e muito positivas de Owen Wilson, Reese Whiterspoon, Benicio Del Toro, Maya Rudolph, Jena Malone e Eric Roberts. Ainda assim, o centro da história é o personagem de Joaquin Phoenix, que nem foi a primeira opção para viver &#8220;Doc&#8221; (a primeira foi Robert Downey Jr.), mas que mostra-se como uma daquelas escalações que caem como uma luva no personagem. Phoenix tem dois grandes parceiros de cena nesse filme: Josh Brolin, interessante como o policial &#8220;Pé Grande&#8221; Bjornsen; e a revelação do longa, Katherine Waterson, encarnando com precisão a versão <i>femme fatale </i>do romance de Pynchon, a confusa, &#8220;indefesa&#8221; e irresistível Shasta Fey.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<figure id="attachment_2773" aria-describedby="caption-attachment-2773" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/04/inherent-vice-owen-wilson-joaquin-phoenix.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2773 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/04/inherent-vice-owen-wilson-joaquin-phoenix-620x371.jpg" alt="inherent-vice-owen-wilson-joaquin-phoenix" width="620" height="371" /></a><figcaption id="caption-attachment-2773" class="wp-caption-text">Conspirações e muitas drogas: Trama policial envolve um esquema complexo de venda de drogas e personagens reféns dele, como é o caso daquele vivido por Owen Wilson.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;">No final das contas, </span><i style="color: #000000;">Vício Inerente </i><span style="color: #000000;">não é uma grande tragédia cinematográfica como alguns anunciam, está longe de ser e provavelmente merece ser constantemente revisitado. Por enquanto, e particularmente, o que pode ser dito é que é um filme de acesso emperrado que parece preferir enclausurar-se na definição de exercício narrativo do que estabelecer algum diálogo com o público. Se nos longas anteriores de Anderson o espectador de alguma forma se sentia tocado por personagens cuja humanidade e empatia transbordavam na tela, em </span><i style="color: #000000;">Vício Inerente </i><span style="color: #000000;">essas figuras e a história que protagonizam parecem rarefeitos. Assim, a filmografia do diretor até então, marcada por histórias que mesmo depois dos créditos finais deixavam suas marcas no espectador, tem um grande corte com </span><i style="color: #000000;">Vício Inerente</i><span style="color: #000000;"> uma mera &#8220;piração&#8221; ou &#8220;trip&#8221; coletiva de Anderson, Pynchon e &#8220;Doc&#8221; Sportello, É isso, apenas uma &#8220;trip&#8221;.</span></p>
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		<title>Cinco (ou seis) atores que mais trabalharam com Wes Anderson</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2014 22:32:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Anjelica Huston]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Murray]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Schwartzman]]></category>
		<category><![CDATA[Luke Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Owen Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Wes Anderson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grande Hotel Budapeste, mais novo filme de Wes Anderson, está prestes a estrear nos cinemas brasileiros. Conhecido como um dos diretores mais metódicos dos EUA e que exploram universos e personagens excêntricos, Anderson é um daqueles cineastas cujos filmes são associados imediatamente a sua assinatura em menos de cinco minutos de projeção.  Entre as marcas do realizador estão o seu rigor estético em todas as demandas cinematográficas, mas vale notar que Anderson é um daqueles diretores que têm uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Grande Hotel Budapeste</em>, mais novo filme de<strong> Wes Anderson</strong>, está prestes a estrear nos cinemas brasileiros. Conhecido como um dos diretores mais metódicos dos EUA e que exploram universos e personagens excêntricos, Anderson é um daqueles cineastas cujos filmes são associados imediatamente a sua assinatura em menos de cinco minutos de projeção.  Entre as marcas do realizador estão o seu rigor estético em todas as demandas cinematográficas, mas vale notar que Anderson é um daqueles diretores que têm uma lista de atores cativos em suas produções. Listamos os cinco intérpretes que mais trabalharam com o cineasta:</p>
<figure id="attachment_1363" aria-describedby="caption-attachment-1363" style="width: 685px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/life-aquatic-with-steve-zissou-3.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1363" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/life-aquatic-with-steve-zissou-3.jpg" alt="life-aquatic-with-steve-zissou-3" width="685" height="415" /></a><figcaption id="caption-attachment-1363" class="wp-caption-text">Bill Murray em &#8220;A Vida Marinha com Steve Zissou&#8221;</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>#01. Bill Murray </strong></p>
<p style="text-align: center;">Total = 6 filmes</p>
<p> Bill Murray foi o ator que mais trabalhou com Wes Anderson, com um total de seis parcerias em longas metragens que começaram com <em>Três é Demais </em>e desde então seguiram ininterruptamente nos projetos seguintes do diretor: <em>Os Excêntricos Tenenbaums</em>, <em>A Vida Marinha com Steve Zissou, Viagem a Darjeeling</em>, a animação <em>O Fantástico Sr. Raposo</em>, <em>Moonrise Kingdom </em>e o recente <em>O Grande Hotel Budapeste</em>. Mesmo que seja uma pequena participação, Murray sempre está lá. Em entrevista recente a revista Rolling Stone, o cineasta disse que sempre que começa a pensar no roteiro do seu próximo filme tem como obrigação criar um personagem para Bill Murray.</p>
<figure id="attachment_1364" aria-describedby="caption-attachment-1364" style="width: 688px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/owenwilsonbottlerocket1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1364" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/owenwilsonbottlerocket1.jpg" alt="MSDBORO EC011" width="688" height="420" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/owenwilsonbottlerocket1.jpg 2000w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/owenwilsonbottlerocket1-750x459.jpg 750w" sizes="(max-width: 688px) 100vw, 688px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1364" class="wp-caption-text">Os Wilson em &#8220;Pura Adrenalina&#8221;</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>#02. Os irmãos Owen e Luke Wilson</strong></p>
<p style="text-align: center;">Total = Owen em 5 filmes e Luke em 4</p>
<p> Owen e Luke Wilson são outros atores frequentes na filmografia de Wes Anderson. Os irmãos Wilson começaram a trabalhar com o realizador em 1994, quando Anderson concebeu o curta-metragem <em>Bottle Rocket </em>sobre dois nerds tentando se virar como bandidos, o principal tema da produção era a banalidade do crime. O filme inspirou o cineasta a realizar o seu primeiro longa <em>Pura Adrenalina</em>, com os mesmos personagens vividos pelos Wilson no curta. O público não comprou muito a fita, mas a crítica especializada logo caiu de amores pelo cineasta e começou a esperar com ansiedade pelo que ele faria em seguida. Os roteiros do curta e do longa foram escritos por Anderson e Owen Wilson, que logo estaria em outros quatro filmes do diretor, <em>Os Excêntricos Tennenbaums</em>, <em>A Vida Marinha com Steve Zissou</em><em>, Viagem a Darjeeling </em>e <em>O Fantástico Sr. Raposo</em>.</p>
<figure id="attachment_1371" aria-describedby="caption-attachment-1371" style="width: 652px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/The-Royal-Tenenbaums-anjelica-huston-35220672-1200-872.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1371" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/The-Royal-Tenenbaums-anjelica-huston-35220672-1200-872.jpg" alt="The-Royal-Tenenbaums-anjelica-huston-35220672-1200-872" width="652" height="393" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/The-Royal-Tenenbaums-anjelica-huston-35220672-1200-872.jpg 1200w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/The-Royal-Tenenbaums-anjelica-huston-35220672-1200-872-750x452.jpg 750w" sizes="(max-width: 652px) 100vw, 652px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1371" class="wp-caption-text">Anjelica Huston em &#8220;Os Excêntricos Tennenbaums&#8221;</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong># 03. Anjelica Huston</strong></p>
<p style="text-align: center;">Total = 3 filmes</p>
<p> Entre as atrizes, Anjelica Huston é a mais constante na carreira do cineasta. O primeiro filme do diretor com a atriz foi <em>Os Excêntricos Tennenbaums</em>, no qual ela dava vida a matriarca Etheline Tennenbaum. O filme, além de ser o maior sucesso comercial da carreira do diretor, rendeu a ele sua primeira indicação ao Oscar na categoria roteiro original, dividindo a nomeação com Owen Wilson que, a semelhança de <em>Pura Adrenalina</em>, compartilhou a função de roteirista com o cineasta. Já Anjelica Huston, que antes de <em>Tennenbaums</em> amargou empreitadas pouco interessantes no cinema, repetiria a dose com o diretor em <em>A Vida Marinha com Steve Zissou </em>e <em>Viagem a Darjeeling. </em></p>
<figure id="attachment_1366" aria-describedby="caption-attachment-1366" style="width: 652px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/jason.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1366" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/jason.jpg" alt="Neu im Kino: Tragikomödie &quot;Rushmore&quot; mit Jason Schwartzman" width="652" height="419" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/jason.jpg 1920w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/jason-100x65.jpg 100w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/jason-750x481.jpg 750w" sizes="(max-width: 652px) 100vw, 652px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1366" class="wp-caption-text">Jason Schwartzman em &#8220;Três é Demais&#8221;.</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong># 04. Jason Schwartzman </strong></p>
<p style="text-align: center;">Total = 3 filmes</p>
<p> Jason Schwartzman, a semelhança dos irmãos Wilson, foi outra cria de Wes Anderson. O ator começou a trabalhar com o diretor em <em>Três é Demais </em>de 1998, segundo longa do cineasta, e desde então repetiu a parceria em outras duas ocasiões, <em>Viagem a Darjeeling </em>e <em>O Grande Hotel Budapeste</em>. Em <em>Três é Demais</em>, o ator interpretava um adolescente que era brilhante mas péssimo aluno no colégio, preferindo se dedicar a atividades como a apicultura nos seus tempos vagos. Tudo muda quando o personagem de Schwartzman se apaixonava por sua professora, interpretada por Olivia Williams (de <em>O Escritor Fantasma</em>). O longa foi a estreia do ator nos cinemas e ficou conhecido como o filme-base para solidificar a estética de Anderson em seus longas seguintes.</p>
<figure id="attachment_1367" aria-describedby="caption-attachment-1367" style="width: 623px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/ahluwahliawaris.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1367" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/ahluwahliawaris.jpg" alt="ahluwahliawaris" width="623" height="378" /></a><figcaption id="caption-attachment-1367" class="wp-caption-text">Waris Ahluwalia em &#8220;Viagem a Darjeeling&#8221;.</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong># 05. Waris Ahluwalia</strong></p>
<p style="text-align: center;">Total = 3 filmes</p>
<p style="text-align: left;">Uma das mais curiosas parcerias de Wes Anderson é com o ator e designer indiano Waris Ahluwalia. A estreia de Ahluwalia no cinema foi com Anderson em <em>A Vida Marinha com Steve Zissou</em>, de 2004. O ator mora nos EUA desde os cinco anos de idade  e atualmente é sócio da House of Waris, famosa empresa de design sediada em Nova York, além de esporadicamente trabalhar como modelo, flertar com a gastronomia e ter uma vida social ativa e eclética nas principais rodas da sociedade norte-americana, cultivando amigos que vão de Lindsay Lohan a Tilda Swinton.  A parceria de Waris e Anderson se repetiu em <em>Viagem a Darjeeling </em>e <em>O Grande Hotel Budapeste</em>.</p>
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