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	<title>Arquivos O Retorno de Mary Poppins - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos O Retorno de Mary Poppins - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: O Retorno de Mary Poppins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jan 2019 18:36:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Ben Whishaw]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mente infantil é mais sagaz do que parece. O público mais novo se mostra cada dia mais exigente e, consequentemente, cobra do mercado cinematográfico novidades em suas tramas. O público mais novo leva a indústria cinematográfica ao infindável processo de inovação e criação. Por isso, os estúdios têm tentado fazer coisas novas nos últimos tempos, em função dessa cobrança do consumidor jovem. Algumas vezes a “saída criativa” encontrada pelas produtoras para captar a atenção desses espectadores não dá muito [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A mente infantil é mais sagaz do que parece. O público mais novo se mostra cada dia mais exigente e, consequentemente, cobra do mercado cinematográfico novidades em suas tramas. O público mais novo leva a indústria cinematográfica ao infindável processo de inovação e criação. Por isso, os estúdios têm tentado fazer coisas novas nos últimos tempos, em função dessa cobrança do consumidor jovem. Algumas vezes a “saída criativa” encontrada pelas produtoras para captar a atenção desses espectadores não dá muito certo – como foi o caso da terrível animação <em>Emoji: O Filme</em> (2017). Outras, a simples reinvenção de uma história é o suficiente para renovar uma franquia e retomar a atenção desse público – a exemplo de <em>Bumblebee</em> (2018) que conseguiu se desvincular dos fracassos recentes de <em>Transformers</em> e abriu um leque de oportunidades futuras para o universo dos <em>autobots</em>.</p>
<p>Existe ainda uma saída mais perigosa: a revisitação de uma narrativa. Seja através de uma releitura ou refilmagem, esse é um dos caminhos mais incertos quando se fala da criação de um produto comercial. O resultado é incerto, pode ser um sucesso estrondoso ou um fracasso completo. E é nessa categoria de reinvenção que o longa-metragem <em><strong>O Retorno de Mary Poppins</strong></em>, produzido pela Walt Disney Pictures, se encaixa. A sequência do musical clássico de 1964 teve a difícil missão de emplacar seu sucesso individual sem ser ofuscado pelo antecessor.</p>
<p>Anos após sua primeira aparição, Mary Poppins (Emily Blunt) surge para, mais uma vez, ajudar a família Banks. Agora, a babá encantada chega em meio ao caos na família, onde Michael Banks (Bem Whishaw) está a um passo da falência. Sua irmã, Jane (Emily Mortimer), tem feito de tudo para ajudá-lo desde que ele perdeu a esposa e passou a cuidar sozinho das crianças. Mary Poppins será o lampião de esperança na vida de Annabel (Pixie Davies), John (Nathanael Saleh) e Georgie (Joel Dawson) e os levará, ao lado do seu amigo Jack (Lin-Manuel Miranda), numa jornada repleta de magia e felicidade para que eles reencontrem os caminhos e ajudem a família nesse momento difícil.</p>
<p>Devido aos inúmeros louros do longa estrelado, na década de 1960, por Julie Andrews, a produção precisou achar o seu suporte em alguma coisa além da nostalgia para não se tornar uma réplica. Eis que a presença de Rob Marshall (<em>Chicago</em>, de 2002, e <em>Caminhos da Floresta</em>, de 2014) faz toda a diferença para a produção. O diretor, produtor e coreógrafo traz toda a sua experiência da Broadway para as suas obras cinematográficas. Unindo as duas artes, os resultados visuais de seus trabalhos são sempre impressionantes – até mesmo quando o filme não é um musical. Assim, Marshall traz à produção nostalgia, fantasia e teatralidade as quais servem de guia e pilar de sustentação para toda a narrativa.</p>
<p>Os problemas começam quando pensamos no roteiro. A premissa do filme está muito sustentada no passado. Não existe uma desvinculação real entre o primeiro longa e a sequência. David Magee (<em>Em Busca da Terra do Nunca</em>, de 2004), apesar de sua genialidade comprovada em outros trabalhos, seguiu um caminho ruim ao dar segmento a história da babá mais emblemático da literatura e do cinema. Seja por razões dos produtores ou estúdio, decalcar o argumento de Mary Poppins (1964) para criar a base de sua sequência foi uma escolha sofrível. O resultado é uma previsibilidade sem tamanho em cada um dos acontecimentos, além do mal uso de alguns personagens e situações – como Jane Banks e as questões da Grande Depressão.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9751" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/01/3378712.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="O Retorno de Mary Poppins" width="610" height="348" /></p>
<p>A trilha sonora do longa é bem elaborada, mas segue a mesma estrutura do filme de 1964. As músicas compõem a mesma função narrativa sem se diferir muito na estrutura. Apesar disso, o compositor Marc Shaiman foi indicado na categoria de “Melhor Trilha Sonora” no Critics&#8217; Choice Movie Awards e no Golden Globe Awards. Em contrapartida, a direção de Rob Marshall fará a diferença outra vez. Os números musicais são encantadores e passam a magia e alegria propostas pela película. A dinâmica teatralizada ao longo das performances consegue fazer com que o público esqueça dos defeitos da produção por alguns minutos.</p>
<p>A escolha do elenco é interessante. Emily Blunt, apesar de carregar uma responsabilidade absurda, consegue dar sua própria interpretação a personagem, se distanciando completamente de Andrews. O problema da Mary Poppins de Blunt é sua falta de destaque. Apesar de ser a personagem-título do longa, ela acabou sendo colocada de lado enquanto a personagem de Lin-Manuel Miranda acabou se tornando, ao lado das crianças, a peça fundamental da história. Do início ao fim da sessão, Jack será a persona que norteará os acontecimentos, ofuscando a presença de Poppins. Ambos receberam indicações por seus papeis em diversas premiações – dentre elas Critics&#8217; Choice Movie Awards, Golden Globe Awards e Satellite Awards.</p>
<p>As crianças são adoráveis e cumprem o seu papel com a sinceridade de todo ator mirim que carrega o talento da interpretação. Seu deslumbramento nas cenas é tão real quanto o do público. Já os irmãos Banks se esforçam, porém não conseguem ter o melhor tempo de tela possível. Os dois são bons atores, mas não tiveram oportunidades cênicas para desenvolver uma performance memorável. Jane Banks, vivida por Emily Mortimer, por exemplo, tem o seu papel jogado fora por um mal aproveitamento do roteiro. Julie Walters, Colin Firth, Meryl Streep e Dick Van Dyke fazem aparições cuja única função é agradar pela presença. Walters carrega pequenas falas humorísticas que ajudam a descontrair quando são percebidas; Firth tem um papel fraquíssimo que faz a sua presença em cena ser insignificante; Meryl aparece para ser Meryl e agradar a todos apenas pela sua existência ilustre; e Van Dyke não passa de um agrado aos fãs do musical original por reverem o ator dançando por um breve momento.</p>
<p><em>Mary Poppins Returns</em> (título original) carregou uma missão quase impossível de superar o seu antecessor e ser diferente dele. O resultado dessa tentativa de distanciamento e originalidade não é dos melhores, mas isso não tira o encanto do filme. A magia, felicidade e crença no impossível – as quais sempre foram a essência da história – seguem como norte da produção. Todo o encantamento das cenas musicais, canções e animações fazem a sessão valer a pena. É verdadeiramente leve e enriquecedor a maneira como a película recarrega o pensamento puro e infantil de que tudo na vida é possível quando se acredita. Marshall conseguiu, apesar de todos os percalços, trazer de volta a magia que reinventou os musicais há mais de 50 anos atrás.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vST_3HTWp3c" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Bumblebee é o destaque nas estreias desta semana (20/12). Confira o que entra em cartaz nos cinemas!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 21:11:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Bumblebee]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>1987. Refugiado num ferro-velho numa pequena cidade praiana da Califórnia, Bumblebee, um fusca amarelo aos pedaços, machucado e sem condição de uso, é encontrado e consertado pela jovem Charlie (Hailee Steinfeld), às vésperas de completar 18 anos. Só quando Bee ganha vida ela enfim nota que seu novo amigo é bem mais do que um simples automóvel. Confira a nossa crítica clicando aqui! O Retorno de Mary Poppins (25/12) Direção: Rob Marshall Elenco: Emily Blunt, Lin-Manuel Miranda, Ben Whishaw Numa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>1987. Refugiado num ferro-velho numa pequena cidade praiana da Califórnia, Bumblebee, um fusca amarelo aos pedaços, machucado e sem condição de uso, é encontrado e consertado pela jovem Charlie (Hailee Steinfeld), às vésperas de completar 18 anos. Só quando Bee ganha vida ela enfim nota que seu novo amigo é bem mais do que um simples automóvel. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-bumblebee/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/7GOjNHcGTxk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9692" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/12/3103797.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="O Retorno de Mary Poppins" width="610" height="348" /><br />
<strong>O Retorno de Mary Poppins (25/12)</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Rob Marshall<br />
<strong>Elenco:</strong> Emily Blunt, Lin-Manuel Miranda, Ben Whishaw</p>
<p>Numa Londres abalada pela Grande Depressão, Mary Poppins (Emily Blunt) desce dos céus novamente com seu fiel amigo Jack (Lin-Manuel Miranda) para ajudar Michael (Ben Whishaw) e Jane Banks (Emily Mortimer), agora adultos trabalhadores, que sofreram uma perda pessoal. As crianças Annabel (Pixie Davies), Georgie (Joel Dawson) e John (Nathanael Saleh) vivem com os pais na mesma casa de 24 anos atrás e precisam da babá enigmática e o acendedor de lampiões otimista para trazer alegria e magia de volta para suas vidas. Com informações do Adoro Cinema.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vST_3HTWp3c" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9688" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/12/3075224.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Minha Vida em Marte" width="610" height="348" /><br />
<strong>Minha Vida em Marte (25/12)</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Susana Garcia<br />
<strong>Elenco:</strong> Mônica Martelli, Paulo Gustavo, Marcos Palmeira</p>
<p>Fernanda (Monica Martelli) está casada com Tom (Marcos Palmeira), com quem tem uma filha de cinco anos, Joana (Marianna Santos). O casal está em meio ao desgaste causado pelo convívio por muitos anos, o que gera atritos constantes. Quem a ajuda a superar a crise é seu sócio Aníbal (Paulo Gustavo), parceiro inseparável durante a árdua jornada entre salvar o casamento ou pôr fim a ele. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-minha-vida-em-marte/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqui</strong></em></a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/mEbvVIE8cQ0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9685" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/12/1172324.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Conquistar, Amar e Viver Intensamente" width="610" height="348" /><br />
<strong>Conquistar, Amar e Viver Intensamente</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Christophe Honoré<br />
<strong>Elenco:</strong> Vincent Lacoste, Pierre Deladonchamps, Denis Podalydès</p>
<p>Jacques (Pierre Deladonchamps) é um escritor e dramaturgo que vive em Paris. Arthur (Vincent Lacoste) é um jovem estudando em Rennes. Eles se encontram na esquina entre um teatro e cinema. Eles vivem uma história em um período complicado dos anos 90, onde o amor paira sobre a morte e a ternura luta contra o desespero, porém, a vida continua contra todas as probabilidades. Confira a nossa crítica <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-conquistar-amar-e-viver-intensamente/" target="_blank" rel="noopener"><em><strong>clicando aqu</strong></em></a>i!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/QPdS42oWKDM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9693" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/12/2215854.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Detetives do Prédio Azul 2 - O Mistério Italiano" width="610" height="348" /><br />
<strong>Detetives do Prédio Azul 2 &#8211; O Mistério Italiano</strong><br />
<strong>Direção:</strong> Vivianne Jundi<br />
<strong>Elenco:</strong> Claudia Neto, Letícia Braga, Anderson Lima</p>
<p>Desta vez, os Detetives do Prédio Azul são desafiados a atravessar um oceano para concluir uma investigação e salvar um grupo de crianças enganadas por dois bruxos disfarçados de produtores de um concurso musical. Seguindo pistas, Pippo (Pedro Henriques Motta), Sol (Leticia Braga) e Bento (Anderson Lima) encaram uma viagem de vassoura até a Itália, onde, não por acaso, também acontece o maior evento de magia do mundo – a Expo-Bruxo. Com a missão de salvar a implicante feiticeira Berenice (Nicole Orsini) e as outras crianças enganadas por Máximo (Diogo Vilella) e Mínima Buongusto (Fabiana Karla), o trio é ajudado por Nonno Giuseppe (Antonio Pedro), o avô italiano de Pippo. A bordo do tuk-tuk do avô, Pippo e seus amigos prometem desvendar mais um mistério e provar que para os Detetives do Prédio Azul nada acaba em pizza.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/LrvgDvjlLQc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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