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	<title>Arquivos O Ano mais Violento - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos O Ano mais Violento - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Perfil: Jessica Chastain</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2015 21:04:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[A Árvore da Vida]]></category>
		<category><![CDATA[A Hora Mais Escura]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias Cruzadas]]></category>
		<category><![CDATA[Interestelar]]></category>
		<category><![CDATA[Jessica Chastain]]></category>
		<category><![CDATA[O Ano mais Violento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Como a atriz se tornou uma das vozes femininas mais importantes da nova Hollywood &#160; &#160; Estávamos em 2011 e nada menos do que sete produções estreiam no cinema, todas elas encabeçadas pelo nome de uma única atriz: Jessica Chastain. O fato poderia ser encarado com naturalidade se estivéssemos falando de uma estrela hollywoodiana com mais tempo no mercado, como Angelina Jolie ou Meryl Streep, mas estamos falando de uma californiana, ruiva e de pele bem clara que na ocasião [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong> Como a atriz se tornou uma das vozes femininas mais importantes da nova Hollywood</strong></p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/mgid-uma-image-mtv.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-2839" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/mgid-uma-image-mtv-620x348.jpg" alt="mgid-uma-image-mtv" width="620" height="348" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estávamos em 2011 e nada menos do que sete produções estreiam no cinema, todas elas encabeçadas pelo nome de uma única atriz: Jessica Chastain. O fato poderia ser encarado com naturalidade se estivéssemos falando de uma estrela hollywoodiana com mais tempo no mercado, como Angelina Jolie ou Meryl Streep, mas estamos falando de uma californiana, ruiva e de pele bem clara que na ocasião ainda não tinha feito uma grande estreia no cinema. Ocorre que somente em 2011, Jessica Chastain interpretou a esposa de Brad Pitt em <em>A Árvore da Vida</em>, filme do cultuado diretor Terrence Malick (o longa venceu a Palma de Ouro em Cannes); protagonizou <em>O Abrigo</em>, título que revelou o cineasta Jeff Nichols; atuou ao lado de Helen Mirren  (<em>A Grande Mentira</em>) e Ralph Fiennes (<em>Coriolano</em>); e recebeu a primeira indicação ao Oscar da sua carreira, como atriz coadjuvante no longa <em>Histórias Cruzadas</em>, protagonizado por Emma Stone e Viola Davis.</p>
<figure id="attachment_2840" aria-describedby="caption-attachment-2840" style="width: 604px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/jessica-chastain-2895777_0x410.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2840 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/jessica-chastain-2895777_0x410-604x400.jpg" alt="jessica-chastain-2895777_0x410" width="604" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-2840" class="wp-caption-text">Revelação: Em 2011, Chastain foi apresentada ao grande público como a esposa de Brad Pitt em A Árvore da Vida, filme que venceu a Palma de Ouro em Cannes.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo Chastain, nada disso foi proposital. O que aconteceu com a atriz é que produções filmadas dois ou três anos antes de 2011 só ficaram prontas naquele ano e então Jessica acabou estreando nas telonas com a sensação de já ser uma veterana no cinema. <em>A Árvore da Vida</em>, por exemplo, como toda obra de Terrence Malick que se preze, levou quase dois anos no processo de pós-produção. Em maio 2011, o filme chegou a Cannes junto com outro longa estrelado pela atriz, o drama apocalíptico <em>O Abrigo</em>, apresentando  Chastain ao grande público. Nas duas produções, a interpretação da atriz foi muito elogiada.</p>
<p>Naquele mesmo ano, em agosto, <em>Histórias Cruzadas </em>chegava ao topo das bilheterias norte-americanas contando a história de duas empregas domésticas negras em meio a preconceituosa elite dos EUA da década de 1960. O papel de Chastain na produção era pequeno, mas foi o suficiente para a performance da atriz sobressair-se. Diferente das frágeis e introspectivas donas de casa que interpretou em <em>O Abrigo </em>e <em>A Árvore da Vida</em>, a Celia Foote de Chastain em <em>Histórias Cruzadas</em> era uma esposa alegre e sensual que ostentava um cabelo oxigenado e um avantajado derié e se tornava amiga da sua empregada, personagem da vencedora do Oscar Octavia Spencer. A popularidade de <em>Histórias Cruzadas </em>e a recepção da crítica a <em>O Abrigo </em>e <em>A Árvore da Vida </em>fez com que Jessica fosse lembrada pela Academia na cerimônia do Oscar por sua Celia Foote.</p>
<figure id="attachment_2838" aria-describedby="caption-attachment-2838" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/418_1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2838 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/418_1-620x256.jpg" alt="418_1" width="620" height="256" /></a><figcaption id="caption-attachment-2838" class="wp-caption-text">Escolhas ecléticas: Da esquerda para a direita, Jessica em Histórias Cruzadas, A Hora mais Escura e Interestelar.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vale ressaltar que antes dos títulos já citados, Jessica já havia aparecido nas telonas em longas de pouca expressão que foram exibidos em festivais selecionados, como os dramas independentes <em>Jolene </em>e <em>Salomé</em>, dirigido por Al Pacino, praticamente um padrinho na carreira de Chastain.</p>
<p>Um ano depois do <em>boom </em>da atriz, a diretora Kathryn Bigelow retornaria aos cinemas com <em>A Hora mais Escura,</em> filme que contaria a caçada a Osama Bin Laden empreendida pelos EUA nos primeiros anos do século XXI. No papel de Maya, mulher que esteve à frente desse processo, Jessica recebeu sua segunda indicação ao Oscar, desta vez como melhor atriz.</p>
<p>O longa de 2012 deu vazão à faceta politizada de Chastain em uma Hollywood com sintomas de misoginia, homofobia e racismo. Com muita frequência a atriz vem à público posicionar-se sobre a ausência de papéis interessantes no cinema americano para as mulheres, sobretudo quando elas atingem a maturidade. Recentemente, ao receber um prêmio no Critic&#8217;s Choice Awards pelo conjunto de filmes que apresentou em 2014 &#8211; <em>Interestelar</em>, <em>O Ano mais Violento, Miss Julie </em>e <em>Dois Lados do Amor</em> &#8211;  , Chastain fez um discurso que dialogava com a ausência sentida de representantes de minorias (negros, mulheres, gays etc.)  entre os indicados ao Oscar daquele ano, fator evidenciado pela exclusão de <em>Selma </em>entre os indicados. No palco, Jessica falava:</p>
<p>&#8221; <span style="color: #303030;">Hoje é o aniversário de </span><a style="font-style: italic; color: #920149;" href="https://www.google.com.br/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=6&amp;cad=rja&amp;uact=8&amp;ved=0CEMQFjAF&amp;url=http%3A%2F%2Fbafon.pop.com.br%2Ftudo-sobre%2Fmartin-luther-king-jr%2F&amp;ei=L1a5VOifHMqpgwTSgYLwCw&amp;usg=AFQjCNFvakwBvqPojqwwWyjnw0E6E7MBOg">Martin Luther King Jr. </a><span style="color: #303030;">e isso me fez pensar sobre a nossa necessidade de fortalecer a diversidade em nossa indústria e de nos juntar contra quadros homofóbicos, sexistas, misóginos, anti-semitas e racistas. Eu sou uma pessoa otimista, não há o que eu possa fazer contra isso. Tenho esperança sobre o futuro do cinema, especialmente olhando para todas as belas pessoas nesta sala.&#8221;</span></p>
<p>Assista ao vídeo do discurso abaixo:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/1GWYaM0cXNQ" width="640" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além de posicionar-se em prol destas minorias em Hollywood, Chastain também apresenta-se como o modelo de estrela de cinema do novo século. A atriz é assídua em redes sociais como o Facebook, o que a aproxima ainda mais do público, e faz questão de atender com simpatia aos jornalistas em tapetes vermelhos, mostrando-se mais afetuosa e despojada que suas colegas veteranas. Agir desta forma em cerimônias glamourosas como o Oscar ou o Globo de Ouro, no entanto, não retira de Jessica características da antiga Hollywood, já que ela é uma das preferidas dos críticos de moda e dos estilistas mais renomados do nosso tempo. Jessica consegue ser parte do jogo, rendendo-se aos desfiles dos tapetes vermelhos e a toda a política das premiações, ao mesmo tempo que apresenta-se como alguém diferenciado nesse nicho, renunciando à frieza e o ar blasé das celebridades que fazem parte do mesmo universo que ela mas dizem que não compactuam com tudo isso. Talvez esta combinação de fatores dê pistas sobre a razão da atriz ter caído nas graças da indústria e de alguns dos melhores diretores de sua geração.</p>
<figure id="attachment_2897" aria-describedby="caption-attachment-2897" style="width: 569px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/jessica-guillermo.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2897 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/05/jessica-guillermo-569x400.jpg" alt="jessica guillermo" width="569" height="400" /></a><figcaption id="caption-attachment-2897" class="wp-caption-text">A Colina Escarlate: A atriz é dirigida pelo cineasta Guillermo DelToro (O Labirinto do Fauno)</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos próximos anos, ainda veremos muito de Jessica Chastain nas telonas. Entre os filmes com a atriz previstos para estrear estão o novo e esperado longa de horror do mexicano Guillermo Del Toro (<em>O Labirinto do Fauno</em>), <em>A Colina Escarlate</em>, no qual ela atua ao lado de Mia Wasikowska e Tom Hiddleston. Além dele, Jessica estará em <em>The Martian</em>, nova ficção-científica de Ridley Scott protagonizada por Matt Damon. Em 2016, ela se juntará a Charlize Theron, Emily Blunt e Chris Hemsworth em <em>O Caçador</em>, <em>prequel</em> do filme <em>Branca de Neve e o Caçador, </em>de 2012.</p>
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		<title>Estreias da Semana: 2 a 8 de abril</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2015 17:47:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[O Ano mais Violento]]></category>
		<category><![CDATA[Um Momento Pode Mudar Tudo]]></category>
		<category><![CDATA[Velozes e Furiosos 7]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas estreias dessa semana, o sétimo episódio da série Velozes e Furiosos com a última participação de Paul Walker. Vale a pena conferir, pois o filme está incrível. Além dele, O Ano Mais Violento e Um Momento Pode Mudar Tudo. Confira as sinopses e os trailers! Velozes e Furiosos 7 Direção: James Wan Elenco: Vin Diesel, Paul Walker, Jason Statham, Michelle Rodriguez O sétimo filme da série traz o último episódio com Paul Walker, que faleceu de acidente de carro [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nas estreias dessa semana, o sétimo episódio da série <strong><em>Velozes e Furiosos</em></strong> com a última participação de Paul Walker. Vale a pena conferir, pois o filme está incrível. Além dele, <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ano-mais-violento/"><strong><em>O Ano Mais Violento</em> </strong></a>e <strong><em>Um Momento Pode Mudar Tudo</em></strong>. Confira as sinopses e os trailers!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/04/velozes-e-furiosos-7.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2778" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/04/velozes-e-furiosos-7.jpg" alt="velozes-e-furiosos-7" width="610" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Velozes e Furiosos 7</strong><br />
<strong> Direção:</strong> James Wan<br />
<strong>Elenco:</strong> Vin Diesel, Paul Walker, Jason Statham, Michelle Rodriguez</p>
<p>O sétimo filme da série traz o último episódio com Paul Walker, que faleceu de acidente de carro no final das filmagens. A família de Don o ajuda a superar a morte de um amigo, enquanto ele busca por vingança. O longa casa perfeitamente com o terceiro, Desafio em Tókio. Vale a pena conferir.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/pgodQwuynaY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/04/011480.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2779" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/04/011480.jpg" alt="011480" width="610" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>O Ano Mais Violento</strong><br />
<strong> Direção:</strong> J. C. Chandor<br />
<strong>Elenco:</strong> Oscar Isaac, Jessica Chastain, David Oyelowo, Albert Brooks</p>
<p>Nova Iorque, 1981. Em um dos invernos mais violentos da história da cidade, o imigrante Abel Morales (Oscar Isaac) e sua esposa, Anna (Jessica Chastain), tentam prosperar nos negócios, mas não conseguem escapar da corrupção, decadência e brutalidade que dominam a região. Com informações do Adoro Cinema. Confira nossa crítica <a href="http://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ano-mais-violento/">clicando aqui</a>!</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/VUnmVK_WLN8" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/04/momentomudatudotop.jpg"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2780" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/04/momentomudatudotop.jpg" alt="momentomudatudotop" width="610" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Um Momento Pode Mudar Tudo</strong><br />
<strong> Direção:</strong> George C. Wolfe<br />
<strong>Elenco:</strong> Hilary Swank, Emmy Rossum, Josh Duhamel, Stephanie Beatriz</p>
<p>Bec (Emmy Rossum) é uma universitária meio perdida, que está se relacionando com um professor casado e perdendo o interesse no seu futuro acadêmico. Ela começa um novo trabalho, cuidando de Kate (Hilary Swank), uma mulher que sofre de uma doença terminal. Aos poucos, a jovem vai aprendendo a aproveitar o mundo, mas acaba se afastando cada vez mais da sua antiga vida. Com informações do Adoro Cinema.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Oe2n4t8-BdA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: O Ano mais Violento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2015 20:31:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[J.C. Chandor]]></category>
		<category><![CDATA[Jessica Chastain]]></category>
		<category><![CDATA[O Ano mais Violento]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar Isaac]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O ano é 1981. Estamos no rigoroso inverno de Nova York e o cineasta J. C. Chandor pretende trazer para o espectador a história do casal Morales que prosperaram nos negócios de transporte de petróleo e tentam sobreviver em meio a um universo corrupto e perigoso dominado por homens poderosos que pretendem limá-los da atividade. O resultado é o injustamente esquecido na última temporada de premiações O Ano mais Violento, um dos trabalhos mais interessantes e vibrantes do realizador J.C. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-ano-mais-violento/">Crítica: O Ano mais Violento</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2758" aria-describedby="caption-attachment-2758" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/03/2a2b434d999e1e7dbc401d72b2ee1ef4.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2758 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/03/2a2b434d999e1e7dbc401d72b2ee1ef4.jpg" alt="2a2b434d999e1e7dbc401d72b2ee1ef4" width="620" height="356" /></a><figcaption id="caption-attachment-2758" class="wp-caption-text">Conto sobre a corrupção: Casal Morales tentam manter o controle em meio a falta de ética da concorrência</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div style="color: #000000;">
<p>O ano é 1981. Estamos no rigoroso inverno de Nova York e o cineasta J. C. Chandor pretende trazer para o espectador a história do casal Morales que prosperaram nos negócios de transporte de petróleo e tentam sobreviver em meio a um universo corrupto e perigoso dominado por homens poderosos que pretendem limá-los da atividade. O resultado é o injustamente esquecido na última temporada de premiações <i>O Ano mais Violento</i>, um dos trabalhos mais interessantes e vibrantes do realizador J.C. Chandor, de <i>Margin Call </i>e <i>Até o Fim</i>.</p>
</div>
<div style="color: #000000;">
<p>Narrando um conto sobre a corrupção e a ética, J.C. Chandor torna <i>O Ano mais Violento </i>uma espécie de retorno à escola cinematográfica norte-americana da década de 1970 e seus melhores exemplares, como <i>O Poderoso Chefão</i>, guardadas as devidas proporções. O filme é marcado pelas negociatas perigosas e personagens de caráter nebuloso que circundam o seu protagonista, Abel Morales, interpretado por Oscar Isaac, um imigrante que vive o seu sonho americano ao prosperar no trabalho mas que a todo momento tem o seu caráter testado em prol da sua própria sobrevivência e de sua família.</p>
</div>
<figure id="attachment_2759" aria-describedby="caption-attachment-2759" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/03/A-Most-Violent-Year2.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2759 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/03/A-Most-Violent-Year2.jpg" alt="A Most Violent Year2" width="620" height="322" /></a><figcaption id="caption-attachment-2759" class="wp-caption-text">Atuação poderosa: Jessica Chastain domina todas as cenas do filme como Anna Morales</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;">O grande mérito de J. C. Chandor é manter a tensão da sua trama e a atenção do espectador através de uma atmosfera que sugere a iminência do perigo a todo momento ao invés de preencher seus quadros com cenas de violência gráfica. Com muita elegância o diretor traz para o seu filme planos interessantes e utiliza recursos como a trilha sonora e a edição a favor da sua narrativa, jamais se colocando a frente dela. O resultado é um filme com uma trama bem amarrada, personagens consistentes, mas sempre dúbio, deixando o espectador em um estado de insegurança permanente já que nunca se tem a certeza sobre o desfecho da história e o destino dos seus personagens. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_2760" aria-describedby="caption-attachment-2760" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/03/la-et-mn-violent-year-best-picture-national-board-of-review-20141201.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2760 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/03/la-et-mn-violent-year-best-picture-national-board-of-review-20141201-620x372.jpg" alt="la_ca_1125_most_violent_year" width="620" height="372" /></a><figcaption id="caption-attachment-2760" class="wp-caption-text">Carreira ascendente: Oscar Isaac em mais um papel de grande visibilidade nas telonas. O próximo passo? A saga Star Wars.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<div style="color: #000000;">
<p>&nbsp;</p>
<p>Os méritos do filme também recaem na sua dupla de protagonistas. Cada vez mais presente no cinema norte-americano, mesclando projetos como este e <i>Inside Llewyn Davis</i> até <i>Star Wars: Episódio VII &#8211; O Despertar da Força </i>e <i>X-Men: Apocalipse</i>, a serem lançados em breve, Oscar Isaac tem um desempenho certeiro como o conflituoso Abel Morales, sempre se equilibrando na sua retidão moral, uma tarefa complicada e que ganha nuances questionáveis no decorrer da trama. Isaac conduz bem essa natureza &#8220;existencialista&#8221; do personagem sem transformá-lo em uma figura excessivamente frágil, o que entediaria o espectador e dissolveria as pretensões do longa. Já Jessica Chastain chama o filme para si ao viver Anna Morales, esposa do protagonista. E quando afirmamos isso, apontamos uma qualidade no desempenho da atriz e não um defeito. Na pele de Anna, Chastain nos apresenta uma mulher enérgica e de sangue frio que não entra em tantos conflitos éticos quanto o marido quando o que está em jogo é a prosperidade dos negócios da família. Sem cair na caricatura da <i>femme fatale</i>, Chastain está impecável em <i>O Ano mais Violento</i>, o que nos faz pensar quão injusta foi sua ausência na seleção de indicadas a melhor atriz coadjuvante no Oscar passado.</p>
</div>
<div style="color: #000000;">
<p>Fazendo a transição de revelação a promissor cineasta da sua geração, J.C. Chandor faz de <i>O Ano mais Violento </i>o grande filme da sua carreira. Com uma direção elegante, nostálgica e uma dupla de atores afiada como Oscar Isaac e Jessica Chastain, o longa é um dos grandes títulos do ano que passou e tem grande potencial para ser revisitado e devidamente reconhecido com o tempo.</p>
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		<title>Podcast #01 &#8211; Retrospectiva 2014: Parte 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2015 20:55:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; 2015 tá só começando e nós já estamos aquecendo as turbinas comentando os filmes que mais esperamos nesse ano. Expectativas e dúvidas não faltam. Será que Minions vai vingar? E Cinquenta Tons de Cinza? Ainda há credibilidade nos contos de fadas em live action depois de tantos fiascos? O que esperar de Cinderela? Fanboys (and girls!), Jurassic World ou Star Wars &#8211; O Despertar da Força? E a Julianne Moore? Será que dessa vez ela finalmente leva o Oscar? [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2536" aria-describedby="caption-attachment-2536" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/img_917988921.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-2536 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/img_917988921-620x200.jpg" alt="img_91798892" width="620" height="200" /></a><figcaption id="caption-attachment-2536" class="wp-caption-text">Podcast #01- Retrospectiva 2014: Parte 2</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>2015 tá só começando e nós já estamos aquecendo as turbinas comentando os filmes que mais esperamos nesse ano. Expectativas e dúvidas não faltam. Será que <strong><em>Minions </em></strong>vai vingar? E <strong><em>Cinquenta Tons de Cinza</em></strong>? Ainda há credibilidade nos contos de fadas em <em>live action </em>depois de tantos fiascos? O que esperar de <strong><em>Cinderela</em></strong>? Fanboys (and girls!), <strong><em>Jurassic World </em></strong>ou <strong><em>Star Wars &#8211; O Despertar da Força</em></strong>? E a Julianne Moore? Será que dessa vez ela finalmente leva o Oscar? Dos filmes da atriz, você está aguardando mais <strong><em>Still Alice </em></strong>ou <strong><em>Mapa para as Estrelas</em></strong>?</p>
<p>Ainda deu tempo de finalizar a retrospectiva 2014, iniciada na <a href="http://coisadecinefilo.com.br/podcast-01-retrospectiva-2014-parte-1/">parte 1 do podcast,</a> elencando os piores filmes do ano que passou e Enoe pôde falar enfim sua lista de melhores atuações do ano! Preparem-se, não sobrou pedra sobre pedra. A galera é a mesma, Marcela Gelinski, Wanderley Teixeira e Enoe Lopes Pontes. Esperamos que gostem e comentem sobre o programa nos nossos canais de comunicação já conhecidos!</p>
<p>Trechos do podcast:</p>
<p>00:00 &#8211; Piores filmes de 2014</p>
<p>26: 51 &#8211; Melhores atuações de 2014, segundo Enoe</p>
<p>28:16 &#8211; Perspectivas para 2015</p>
<p><strong>ATENÇÃO! CUIDADO COM EVENTUAIS SPOILERS SOBRE OS FILMES COMENTADOS!</strong></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/microfono_thumb.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2531 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/microfono_thumb.png" alt="microfono_thumb" width="102" height="171" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ouça </strong><a href="https://www.copy.com/s/gz3DPflkeQhbq3I7/Podcast%20Retrospectiva%202014%20-%20Parte%202.wav" target="_blank">aqui </a><strong>o Podcast #01 &#8211; Retrospectiva 2014: Parte 2</strong></p>
<p><strong>ATENÇÃO! CUIDADO COM EVENTUAIS SPOILERS SOBRE OS FILMES COMENTADOS!</strong></p>
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