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	<title>Arquivos No Limite do Amanhã - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos No Limite do Amanhã - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Balanço: Temporada Blockbuster 2014</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2014 23:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[A Culpa É Das Estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[Angelina Jolie]]></category>
		<category><![CDATA[Cameron Diaz]]></category>
		<category><![CDATA[Capitão América 2 - O Soldado Invernal]]></category>
		<category><![CDATA[Guardiões da Galáxia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agora que já estamos no segundo semestre de 2014 (o tempo passa rápido&#8230;), chegou a hora de começarmos a fazer os primeiros balanços do ano. Claro que o principal deles é o da temporada de verão norte-americana, conhecida por trazer em seu calendário as principais super-produções da indústria cinematográfica. Esse ano o rendimento foi bem menor que o potencialmente esperado, no entanto, o que predominou foi a qualidade dos principais títulos dos estúdios. Os melhores filmes Para quem estava cansado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Agora que já estamos no segundo semestre de 2014 (o tempo passa rápido&#8230;), chegou a hora de começarmos a fazer os primeiros balanços do ano. Claro que o principal deles é o da temporada de verão norte-americana, conhecida por trazer em seu calendário as principais super-produções da indústria cinematográfica. Esse ano o rendimento foi bem menor que o potencialmente esperado, no entanto, o que predominou foi a qualidade dos principais títulos dos estúdios.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/MV5BMzA2NDkwODAwM15BMl5BanBnXkFtZTgwODk5MTgzMTE@._V1_SX640_SY720_.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-1664 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/MV5BMzA2NDkwODAwM15BMl5BanBnXkFtZTgwODk5MTgzMTE@._V1_SX640_SY720_-620x205.jpg" alt="MV5BMzA2NDkwODAwM15BMl5BanBnXkFtZTgwODk5MTgzMTE@._V1_SX640_SY720_" width="620" height="205" /></a></p>
<p><strong>Os melhores filmes<br />
</strong></p>
<p>Para quem estava cansado do marasmo  da Marvel e começava a perceber que, em função do projeto <em>Os Vingadores</em>, o estúdio uniformizava seus títulos foi surpreendido com dois dos melhores filmes do catálogo da empresa e , consequentemente, da temporada: <em>Capitão América 2 &#8211; O Soldado Invernal </em>e <em>Guardiões da Galáxia</em>. Ambos também figuram entre as produções mais rentáveis das férias. Até o momento, <em>Capitão América 2 </em>é a maior bilheteria de 2014, com mais de US$ 259 milhões no bolso (ainda que sua equação com o orçamento de US$ 170 milhões não compense o resultado), e <em>Guardiões da Galáxia </em>foi a melhor estreia do mês de agosto de todos os tempos, cravando mais de US$ 92 milhões somente no seu <em>debut.</em></p>
<p><strong><em>Capitão América 2 </em></strong>superou as expectativas para um filme da Marvel ao trazer um autêntico <em>thriller </em>com altas doses de conspiração política que, pela primeira vez, de fato, vira o universo de <em>Os Vingadores </em>de cabeça para baixo. A continuação nos faz ter esperança de que, dessa vez, exista uma justificativa plausível para a união dos <em>Vingadores </em>e que eles enfrentem um perigo realmente ameaçador. Dirigido por uma dupla improvável, Anthony e Joe Russo (ambos de comédias descartáveis como <em>Dois é bom, Três é demais</em>), <em>Capitão América </em><em>2 </em>apresenta tomadas irretocáveis tecnicamente e consegue dosar a gravidade necessária ao universo de Steve Rogers com a falta de compromisso inerente às tramas da Marvel. Enfim, um grande acerto. <strong><em>Guardiões da Galáxia</em></strong>, por sua vez, é o grande achado do estúdio nos últimos anos. Irreverente, levemente anárquico e muito divertido, o filme de James Gunn coloca o catálogo do estúdio em um outro nível. Beneficiado por ser um dos materiais menos conhecidos da Marvel, <em>Guardiões da Galáxia </em>encontrou uma assinatura própria nas mãos do seu diretor e do seu protagonista, Chris Pratt, definitivo como Peter Quill, ou melhor, Star Lord.</p>
<p>Apesar de não fazer parte do catálogo da Marvel Studios (por relações contratuais prévias com a Fox, a franquia não é controlada por Stan Lee e cia.), a trajetória de<strong> <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em></strong>pode ser adicionada a ótima campanha da marca de HQs nessa temporada cinematográfica. A Fox trouxe de volta Bryan Singer, que desde que deixou a direção dos filmes da saga em <em>X-Men 2</em> não fez nada que valha a pena destacar, e fez um dos melhores filmes da série cinematográfica, resgatando determinados elementos descartados em <em>X-Men &#8211; O Confronto Final</em>, mas mantendo o respeito com o caminho percorrido pelos mutantes no cinema até aqui, ao unir a jovem e a velha guarda do grupo de heróis. <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em>nos faz querer que Singer fique por muitos anos no comando da saga pois ele é um dos realizadores que mais entendem o caráter singular dessa HQ da Marvel. Nas bilheterias norte-americanas, o longa de Singer teve dificuldades para ultrapassar o seu orçamento, mas teve a compensação no mercado internacional, o que garante com folga a longevidade da franquia. Com a crítica, não há o que se discutir, foi um dos projetos <em>X-Men </em>mais bem resenhados.</p>
<p>Completa a lista, <strong><em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto </em></strong>que segue o caminho do filme anterior, lançado em 2011. Também produzido pela Fox, <em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto </em>recebeu uma injeção de ânimo no orçamento e alcança um nível de perfeição técnica superior ao primeiro longa, ainda que peque em seu 3D. Como narrativa, <em>O Confronto </em>eleva <em>Planeta dos Macacos </em>ao patamar de uma das sagas com a melhor execução do seu conceito e da sua condução. Nada no filme é gratuito, desde a evolução dos seus personagens até as interessantes sequências de ação que preenchem o longa pontualmente. Com US$ 190 milhões arrecadados no mercado norte-americano, <em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto</em> ainda promete ser um dos títulos mais lucrativos do estúdio nessa temporada.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/cameron-diaz-600x450.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1665 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/cameron-diaz-600x450-620x250.jpg" alt="cameron-diaz-600x450" width="620" height="250" /></a></p>
<p><strong> Os piores filmes</strong></p>
<p>Como nem tudo são flores, o verão hollywoodiano também nos proporcionou algumas das maiores bombas do ano, seríssimos candidatos ao Framboesa de Ouro, deixando claro que mencionaremos apenas os títulos assistidos. Assim, já antevendo os clamores, <em>Juntos e</em> <em>Misturados</em>, por exemplo, não faz parte da lista encabeçada, é claro, por <strong><em>Transformers &#8211; A Era da Extinção</em></strong>, mais recente capítulo da franquia que é &#8220;prazer culposo&#8221; de 9 em cada 10 críticos de cinema. Digo &#8220;prazer culposo&#8221; porque não deixa de ser uma experiência proveitosa assistir os filmes de Michael Bay para aprender na prática o que não se deve fazer no cinema. <em>A Era da Extinção </em>segue os mesmos cacoetes da trilogia anterior protagonizada por Shia LaBeouf: o filme é desnecessariamente extenso, não tem a mínima sutileza e apresenta um roteiro praticamente nulo. O longa é seguido da comédia <strong><em>Mulheres ao</em> <em>Ataque </em></strong>que utilizou um elenco feminino encabeçado por Cameron Diaz e Leslie Mann para contar uma história extremamente machista, calcada em estereótipos femininos mofados que, ainda bem, já vemos com menos frequência nas telas. Podemos adicionar à seleção <strong><em>Transcendence &#8211; A Revolução</em></strong>, uma das maiores decepções do ano se levarmos em consideração as expectativas depositadas no longa por ser a primeira direção de Wally Pfister, diretor de fotografia dos filmes de Christopher Nolan. Pfister utilizou um elenco formado por Johnny Depp, Rebecca Hall, Morgan Freeman, Paul Bettany e Cillian Murphy para contar uma história com um conceito que se torna ainda mais frágil com o seu desfecho equivocado e confuso.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/shailene-woodley-hazel-grace-the-fault-in-our-stars.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1666 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/shailene-woodley-hazel-grace-the-fault-in-our-stars-620x244.jpg" alt="shailene-woodley-hazel-grace-the-fault-in-our-stars" width="620" height="244" /></a></p>
<p><strong>As mulheres de volta ao Box Office</strong></p>
<p>A temporada de férias 2014, por sua vez, foi celebrada pelo nicho feminino da indústria. Muitos títulos protagonizados por mulheres, alguns deles com mensagens de teor feminista, estão entre os títulos mais rentáveis do ano. Esse fato é enaltecido porque, tradicionalmente, o Box Office norte-americano é protagonizado por filmes de ação masculinos com apelo juvenil que colocam as mulheres sempre em segundo plano como objeto sexual já que o maior público pagante das bilheterias ainda é formado por adolescentes do sexo masculino.<strong> <em>Malévola</em></strong>, com <strong>Angelina Jolie</strong>, um dos títulos que integra essa fase de redefinição de arquétipos femininos da Disney, está no topo dessa lista, ocupando a quarta posição das maiores bilheterias do ano, perdendo apenas para seu extremo oposto <em>Transformers &#8211; A Era da Extinção</em><em> (3º), </em>a animação <em>Uma Aventura Lego </em>(2º) e <em>Capitão América 2 &#8211; O Soldado Invernal (1º)</em>. Essa nova safra bem-sucedida de <em>blockbusters </em>&#8220;femininos&#8221; também é protagonizada pela jovem <strong>Shailene Woodley</strong> que, de talento promissor em <em>Os Descendentes</em>, transformou-se em um dos maiores nomes da indústria atualmente com a repercussão de <strong><em>Divergente </em></strong>e <strong><em>A Culpa é das Estrelas</em></strong>, 11ª e 15ª posição no ranking geral das bilheterias. Completa o grupo <strong>Scarlett Johansson</strong>, que ocupou a primeira posição nas bilheterias da semana passada com o longa de Luc Besson <strong><em>Lucy</em></strong>.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Other-Woman-Style.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1667 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Other-Woman-Style-620x298.jpg" alt="Other-Woman-Style" width="620" height="298" /></a></p>
<p><strong>Oh, Cameron&#8230;</strong></p>
<p>Apesar da temporada ter sido feminina, uma das suas representantes não se saiu tão bem assim com dois títulos em cartaz: <strong>Cameron Diaz</strong>. Com <strong><em>Mulheres ao</em> <em>Ataque</em></strong>, a atriz conseguiu o repúdio da crítica, sobretudo a feminina, como já dissemos, e  <strong><em>Sex Tape &#8211; Perdido da Nuvem </em></strong>, que acaba de ser lançado nos EUA,  seguiu o mesmo caminho.  Ou seja, a atriz precisa se reinventar com urgência ou escolher um agente melhor!</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/ed1-960x539.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1669 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/ed1-960x539-620x250.jpg" alt="ed1-960x539" width="620" height="250" /></a></p>
<p><strong>Prejuízos financeiros</strong></p>
<p>Dois títulos renderam abaixo do esperado em 2014. A comédia <strong><em>Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola </em></strong>de Seth MacFarlane não acompanhou o ótimo desempenho do filme anterior do humorista, <em>Ted</em>, ainda que contasse com um elenco atraente o suficiente para tanto (Charlize Theron, Liam Neeson, Amanda Seyfried&#8230;). O filme arrecadou somente US$ 42 milhões nos EUA, sendo que seu orçamento é de  US$ 40 milhões cravados. Já <strong><em>No Limite do Amanhã </em></strong>teve a baixa repercussão esperada nos EUA em função das últimas performances de Tom Cruise nas bilheterias locais. O novo filme do ator arrecadou US$98 milhões, sendo que custou US$ 170 milhões para a Warner. No entanto, o filme teve uma ótima arrecadação internacional, o que acabou compensando no final das contas.</p>
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		<title>Crítica: No Limite do Amanhã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 May 2014 22:19:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Doug Liman]]></category>
		<category><![CDATA[Emily Blunt]]></category>
		<category><![CDATA[No Limite do Amanhã]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Cruise]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Ao ter seu sangue contaminado por um alienígena em campo de batalha, Bill Cage (Tom Cruise) desenvolve a estranha habilidade de reiniciar o seu dia a cada momento em que morre. Aos poucos, Cage, com a ajuda da habilidosa oficial Rita Vrataski (Emily Blunt), conecta o evento a uma possível solução para a interminável batalha entre humanos e alienígenas desde que essas criaturas passaram a dominar a Terra. Sim, esta é mais uma ficção-científica com Tom Cruise, e por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1075" aria-describedby="caption-attachment-1075" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/001.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1075 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/001-620x348.jpg" alt="001" width="620" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-1075" class="wp-caption-text">Funcionário padrão: &#8220;No Limite do Amanhã&#8221; é mais uma obra que traz Tom Cruise fazendo o que sabe fazer melhor.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao ter seu sangue contaminado por um alienígena em campo de batalha, Bill Cage (Tom Cruise) desenvolve a estranha habilidade de reiniciar o seu dia a cada momento em que morre. Aos poucos, Cage, com a ajuda da habilidosa oficial Rita Vrataski (Emily Blunt), conecta o evento a uma possível solução para a interminável batalha entre humanos e alienígenas desde que essas criaturas passaram a dominar a Terra. Sim, esta é mais uma ficção-científica com Tom Cruise, e por mais que tenhamos um diretor relativamente interessante no comando, sabemos que existe o dedo do ator em cada decisão tomada no projeto. E não, não esperem por nada extraordinário que fuja da banalidade em <em>No Limite do Amanhã</em>. É uma fita escapista relativamente divertida no esquema que o ator costuma estabelecer em suas recentes produções.</p>
<p>O diretor por trás de <em>No Limite do Amanhã </em>é Doug Liman, realizador irregular que tem no seu currículo produções competentes como <em>A Identidade Bourne</em>, o primeiro da série, e o drama político, pouco conhecido, infelizmente, <em>Jogo de Poder</em>, com Naomi Watts e Sean Penn. Por outro lado, Liman foi responsável por <em>Sr. e Sra. Smith</em>, filme que só ficou para a história por unir Brad Pitt e Angelina Jolie na profissão e no matrimônio, e por <em>Jumper</em>, aquele filme sobre jovens super-dotados que se teletransportam protagonizado por Hayden Christensen, enfim, o tipo de projeto que todo diretor que ter seu nome desvinculado para todo o sempre. Portanto, Liman é muito mais um executor tomando decisões lineares e previsíveis que algumas vezes salvam o projeto, mas por outras vezes o detona, já que não consegue neutralizar falhas visíveis de roteiro, por exemplo.</p>
<figure id="attachment_1078" aria-describedby="caption-attachment-1078" style="width: 621px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/002.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1078" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/002.jpg" alt="002" width="621" height="370" /></a><figcaption id="caption-attachment-1078" class="wp-caption-text">Coube como uma luva: Inusitada escalação de Emily Blunt para a protagonista foi uma das escolhas mais acertadas do projeto.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dito isso, <em>No Limite do Amanhã </em>está mais para o primeiro grupo de filmes de Doug Liman, ainda que seja bem inferior aos outros dois títulos mencionados. O filme revela-se como uma ficção-científica pouco pretensiosa que entretém na medida certa e sabe até onde deve ir, evitando criar uma trama complexa demais que não será capaz de sustentar mais adiante. Como nos demais exemplares da carreira de Liman, o filme não é nenhum espetáculo técnico ou artístico (a exceção da ótima sequência na qual Cruise e alguns soldados descem de um helicóptero e caem em uma praia para uma batalha, semelhante a cena de abertura de <em>O Resgate do Soldado Ryan</em>), e era isso mesmo que os seus envolvidos pretendiam, evitar os riscos. Cruise, Liman e a Warner queriam fazer uma fita quadradinha e correta em seus propósitos e conseguiram.</p>
<p>É interessante notar que, pela primeira vez em anos, vemos Tom Cruise interpretar um sujeito deslocado em um ambiente que exige dele uma grande habilidade física. Aqui, o ator vive um assessor de imprensa das Forças Armadas obrigado a se juntar ao grupo de militares. E ainda que um ator mais jovem e que inspirasse o mínimo de credibilidade em seu amadorismo e insegurança naquela situação fosse o ideal, Cruise dá conta do recado, afinal, esse tipo de produção é sua zona de conforto. Quem surpreende a plateia mesmo é Emily Blunt, muito interessante em um papel que não costuma ser ofertado a ela. Blunt vive com muita naturalidade essa heroína de ação sem perder a feminilidade e o lado humano da personagem. Uma escolha inusitada, mas assumida com muita confiança e talento pela atriz.</p>
<figure id="attachment_1079" aria-describedby="caption-attachment-1079" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/emily-blunt-new-edge-of-tomorrow-still-with-tom-cruise-051.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1079 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/emily-blunt-new-edge-of-tomorrow-still-with-tom-cruise-051-620x361.jpg" alt="" width="620" height="361" /></a><figcaption id="caption-attachment-1079" class="wp-caption-text">Na média: Filme não é memorável, mas é uma fita de entretenimento competente.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>No Limite do Amanhã </em>é exatamente aquilo que se esperava dele. Um filme de ficção-científica e de ação protagonizado por Tom Cruise que mostra-se como um exemplar correto do gênero nas mãos de um dos últimos atores de Hollywood que conseguem se sustentar nos moldes antigos de produção (aquele que tem o ator no centro do seu processo criativo e empresarial). Particularmente, preferia ver Cruise se arriscar mais, sair dessa zona de conforto representada por filmes como <em>Oblivion </em>e <em>No Limite do Amanhã</em>, que são bons, mas nada mais que isso. Quem sabe um dia o ator de <em>Nascido em 4 de Julho</em>, <em>Magnólia </em>e <em>Jerry Maguire </em>desperte desse estado de calmaria longo e profundo em que se encontra há bastante tempo e nos surpreenda? A gente torce para isso.</p>
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		<title>Estreias da Semana – 29 de maio a 4 de junho</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/estreias-da-semana-29-de-maio-a-4-de-junho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2014 17:11:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Estreia]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Malévola]]></category>
		<category><![CDATA[No Limite do Amanhã]]></category>
		<category><![CDATA[Os Homens São de Marte... E É Pra Lá Que Eu Vou]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas estreias desta semana, o super aguardado Malévola, filme que traz a visão da vilã, interpretada por Angelina Jolie, sobre a história infantil e do clássico da Disney, A Bela Adormecida. Temos ainda a ficção científica No Limite do Amanhã, que conta com Tom Cruise e Emily Blunt no elenco. Para fecha, a comédia nacional Os Homens São de Marte&#8230; E É Pra Lá Que Eu Vou, que promete levar o espectador a gargalhada. Tem para todos os gosto! Malévola [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nas estreias desta semana, o super aguardado <em>Malévola</em>, filme que traz a visão da vilã, interpretada por Angelina Jolie, sobre a história infantil e do clássico da Disney, <em>A Bela Adormecida</em>. Temos ainda a ficção científica <em>No Limite do Amanhã</em>, que conta com Tom Cruise e Emily Blunt no elenco. Para fecha, a comédia nacional <em>Os Homens São de Marte&#8230; E É Pra Lá Que Eu Vou</em>, que promete levar o espectador a gargalhada. Tem para todos os gosto!</p>
<figure id="attachment_1054" aria-describedby="caption-attachment-1054" style="width: 530px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/maxresdefault1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1054 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/maxresdefault1.jpg" alt="maxresdefault" width="530" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-1054" class="wp-caption-text">Angelina Jolie encarna o papel da bruxa Malévola</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>Malévola</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Robert Stromberg<br />
<strong>Elenco:</strong> Angelina Jolie, Elle Fanning, Brenton Thwaites, Juno Temple</p>
<p>O longa é baseado no clássico da Disney que conta a história de Aurora, uma princesa que foi amaldiçoada por uma bruxa má que, revoltada por ter sido excluída pela família real das comemorações do nascimento da menina, resolveu colocar um feitiço para que a menina morresse ao completar 16 anos. Focado na antagonista, este longa segue um caráter sombrio e promete uma visão bem diferente do famoso desenho animado. Neste filme, Malévola faz com que Aurora tenha que decidir entre defender o reino dos humanos e o reino da floresta.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="//www.youtube.com/embed/1rKe8jkPxo4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<figure id="attachment_1055" aria-describedby="caption-attachment-1055" style="width: 530px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/marte.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1055 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/marte.jpg" alt="marte" width="530" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-1055" class="wp-caption-text">Mônica Martelli vive a protagonista em busca do amor</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>Os Homens São de Marte&#8230; E É Pra Lá Que Eu Vou</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Marcus Baldini<br />
<strong>Elenco:</strong> Mônica Martelli, Paulo Gustavo, Daniele Valente, Marcos Palmeira, Eduardo Moscovis, Humberto Martins</p>
<p>Aos 39 anos, Fernanda está desesperada para encontrar o amor. Sua longa experiência no ramo não conseguiu mudar seu status de solteira, mesmo trabalhando diretamente com organização de casamentos. O longa mostra sua busca ensandecida por um homem perfeito e pelo amor, mostrando situações hilárias que qualquer mulher pode se identificar. O filme é uma adaptação de uma peça homônima que fez bastante sucesso e passou oito anos em cartaz no Brasil.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="//www.youtube.com/embed/uALTiN5x5Jc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<figure id="attachment_1056" aria-describedby="caption-attachment-1056" style="width: 530px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/tom-cruise-e-emily-blunt.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1056" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/tom-cruise-e-emily-blunt.jpg" alt="Cruise e Blunt fazem o casal da trama" width="530" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-1056" class="wp-caption-text">Cruise e Blunt fazem o casal da trama</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>No Limite do Amanhã</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Doug Liman<br />
<strong>Elenco:</strong> Tom Cruise, Emily Blunt, Bill Paxton, Brendan Gleeson</p>
<p>A sci-fi conta a história de Bill Cage, um homem que é obrigado a se alistar nas Forças Armadas depois que a Terra é tomada por alienígenas e vai direto para linha de frente de combate. Inexplicavelmente ele acaba preso no tempo, condenado a reviver esta data repetidamente. Ele acaba adquirindo conhecimento sobre a situação e antecipando os movimentos, tendo a chance de mudar o rumo da batalha, com o apoio da guerreira Rita Vrataski.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="//www.youtube.com/embed/EA6EWWwDbtY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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