<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Naomi Scott - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/naomi-scott/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/naomi-scott/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 31 Oct 2024 00:21:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Naomi Scott - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/naomi-scott/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Sorria 2</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-sorria-2/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-sorria-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 00:21:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Lukas Gage]]></category>
		<category><![CDATA[Naomi Scott]]></category>
		<category><![CDATA[Parker Finn]]></category>
		<category><![CDATA[Rosemarie DeWitt]]></category>
		<category><![CDATA[Sorria]]></category>
		<category><![CDATA[Sorria 2]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=18838</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na continuação de Sorria, o cineasta Parker Finn retorna à função de diretor e roteirista contando a história da cantora pop Skye Riley, a nova personagem amaldiçoada pela entidade que fez da vida da psiquiatra Rose Cotter um inferno. Skye é mais um elo da corrente formada por uma sucessão de mortes assistidas por personagens que têm alucinações com pessoas encarando-as bizarramente com um grande sorriso no rosto. Sorria 2 é bem mais robusto do que o primeiro longa da nova franquia [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-sorria-2/">Crítica: Sorria 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na continuação de <em>Sorria</em>, o cineasta Parker Finn retorna à função de diretor e roteirista contando a história da cantora pop Skye Riley, a nova personagem amaldiçoada pela entidade que fez da vida da psiquiatra Rose Cotter um inferno. Skye é mais um elo da corrente formada por uma sucessão de mortes assistidas por personagens que têm alucinações com pessoas encarando-as bizarramente com um grande sorriso no rosto.</p>
<p><em><strong>Sorria 2</strong></em> é bem mais robusto do que o primeiro longa da nova franquia de horror. Já estabelecida as bases desse universo, Parker Finn quer extrapolar alguns limites e explorar temáticas mais ambiciosas.  Há na continuação uma proposta temática bastante clara. Com a história da diva pop Skye Riley, interpretada por Naomi Scott (a princesa Jasmine do live action de Aladdin), Finn constrói uma eficiente representação da paranoia que o universo da fama pode causar na vida de uma celebridade e o triste destino que este tormento psicológico potencialmente concretiza.</p>
<p>Distorções sobre a própria imagem, desconfiança de pessoas próximas e adições fazem parte de uma série de distúrbios adquiridos pela protagonista de <em><strong>Sorria 2</strong></em>. Skye é uma jovem mobilizada pelas pressões de ser vista e demandada por todos através de lentes que a registram o tempo todo. A maldição do &#8220;sorriso&#8221; surge como uma alegoria para Parker Finn conduzir a temática das neuroses da fama injetando uma dose fantástica em uma vivência que, na prática, parece próxima do horror. Nesse sentido, <em>Sorria</em> 2 é fruto de uma construção bem mais sofisticada que o primeiro longa. Flertando, em alguns momentos, até com o fenômeno cultural de 2024 <em>A Substância</em>.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-18862" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-2-2.png" alt="Sorria 2" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-2-2.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-2-2-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2024/10/image-2-2-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Como no filme de 2022, Finn sabe oferecer ao gênero aquilo que ele demanda. O diretor sustenta com habilidade o suspense de suas sequências ao mesmo tempo que oferece um horror gráfico inventivo quando as coisas precisam ser reveladas. Parker Finn também conta com uma ótima atuação de Naomi Scott. A atriz sustenta muito bem todas as demandas físicas e emocionais que o papel exige. Estando presente durante a maior parte da projeção, era fundamental que Finn fizesse mais um acerto com a protagonista desta sequência (sucessora de Sosie Bacon, a psiquiatra do primeiro filme) e Scott faz um trabalho muito consistente como Skye, levando a personagem com muita credibilidade em todas as suas reações ao horror externo.</p>
<p>Conforme o longa chega ao seu desfecho, a narrativa de <em><strong>Sorria 2</strong></em> se perde um pouco em meio a twists que desgastam a experiência, é verdade. No entanto, é exemplar como o segundo filme leva uma série cinematográfica de grande apelo comercial a lugares extremamente ambiciosos no âmbito da realização artística e da proposição de temas que &#8220;conversam&#8221; com a realidade.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Parker Finn</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Naomi Scott, Rosemarie DeWitt, Lukas Gage</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/_e-yvJV9NpM?si=MSicAnw5R-GpxgTC" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-sorria-2/">Crítica: Sorria 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-sorria-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Especial: As Melhores Panteras de Todos os Tempos</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/especial-as-melhores-panteras-de-todos-os-tempos/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/especial-as-melhores-panteras-de-todos-os-tempos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Nov 2019 21:48:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Lista]]></category>
		<category><![CDATA[As Panteras]]></category>
		<category><![CDATA[As Panteras Detonando]]></category>
		<category><![CDATA[Charlie's Angels]]></category>
		<category><![CDATA[Drew Barrymore]]></category>
		<category><![CDATA[Elizabeth Banks]]></category>
		<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Jaclyn Smith]]></category>
		<category><![CDATA[Naomi Scott]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=11934</guid>

					<description><![CDATA[<p>Segue em cartaz, em Salvador, o novo filme de As Panteras, reboot da clássica série de TV da década de 1970/80 e dos filmes dos anos 2000. A nova projeção chega com uma busca de repaginação e procura se afinar com os discursos contemporâneos, na medida em que Hollywood permite. Dirigido por Elizabeth Banks (A Escolha Perfeita 2) – que também está no elenco -, o longa traz diálogos de empoderamento, ao lado de cenas incessantes de ação, com um ponto [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-as-melhores-panteras-de-todos-os-tempos/">Especial: As Melhores Panteras de Todos os Tempos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segue em cartaz, em Salvador, o novo filme de <strong><em><a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-panteras/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">As Panteras</a>,</em></strong> <em>reboot</em> da clássica série de TV da década de 1970/80 e dos filmes dos anos 2000. A nova projeção chega com uma busca de repaginação e procura se afinar com os discursos contemporâneos, na medida em que Hollywood permite.</p>
<p>Dirigido por Elizabeth Banks (<em>A Escolha Perfeita 2</em>) – que também está no elenco -, o longa traz diálogos de empoderamento, ao lado de cenas incessantes de ação, com um ponto alto em seu <em>plot twist</em>. No entanto, o trio escolhido desta geração (Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska) não possui tanta química. Juntamente a liga que fica ausente, a montagem da projeção aponta para uma possível insegurança. Além disso, as reviravoltas constantes quebram o ritmo da produção, podendo deixar o espectador entediado.</p>
<p>Apesar de ser uma obra mediana, a exibição tem um ganho que é o carisma de algumas personagens. Esta simpatia que envolve o universo de <em>As Panteras</em> é algo notável desde o seu seriado de 1976. Pensando nisto, o <strong>Coisa de Cinéfilo</strong> elencou as melhores <em>Angels (&#8220;panteras&#8221; em inglês) </em>de todos os tempos. A decisão foi de selecionar uma de cada geração, para tornar o especial mais diverso.</p>
<h5><strong>Confira o Especial: As Melhores Panteras de Todos os Tempos!</strong></h5>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11969" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Annie-Ilonzeh-1226x0-c-default.jpg" alt="As Melhores Panteras de Todos os Tempos" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Annie-Ilonzeh-1226x0-c-default.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Annie-Ilonzeh-1226x0-c-default-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/Annie-Ilonzeh-1226x0-c-default-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>4 – Kate Prince (série de 2011):</strong></h5>
<p>Apesar da falta de sucesso do seriado, Kate (Annie Ilonzeh) é uma personagem agradável dentro de um enredo perdido e sem grande personalidade. A jovem é uma policial dedicada e focada, que traz um olhar mais sério para o trio. Porém, é Prince que é a mais esperta e rápida para desvendar os mistérios que acontecem ao seu redor.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11967" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/charlieangelmovienewnew-1.jpg" alt="As Melhores Panteras de Todos os Tempos" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/charlieangelmovienewnew-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/charlieangelmovienewnew-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/charlieangelmovienewnew-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>3 – Elena Houghlin (filme de 2019):</strong></h5>
<p>É gritante o carisma de Naomi Scott durante seu tempo na tela. Este fator se engrandece  com o longa morno que ela está trabalhando. A sua Elena &#8211; que ainda não é espiã totalmente, mas é bastante sagaz &#8211; traz um equilíbrio entre comicidade, ação e tensão. Scott maneja diversas facetas para sua personagem, ainda que esta seja majoritariamente atrapalhada. Aqui, a escolha por ela não se dá por alguma forte complexidade da Houghlin, porém pela habilidade da atriz de trazer traços de sentidos mais amplos e de ser extremamente divertida!</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11966" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/jaclyn-smith-charlies-angels.jpg" alt="As Melhores Panteras de Todos os Tempos" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/jaclyn-smith-charlies-angels.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/jaclyn-smith-charlies-angels-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/jaclyn-smith-charlies-angels-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>2 – Kelly Garrett (série original, de 1976-1981):</strong></h5>
<p>Dona das tiradas mais engraçadas do seriado, a personagem de Jaclyn Smith equilibrava a dinâmica do trio formado por ela, Jill (Farrah Fawcett) e Sabrina (Kate Jacson). A sua presença era mais leve e despojada e era ela quem apontava as questões e soluções quando as suas colegas não conseguiam ver. Além disso, a sua jornada, pensando em suas participações nas produções mais recentes das Angels, a colocou em um alto posto, finalizando sua jornada com muito estilo.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone wp-image-11965 size-full" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/MV5BZGE2MTY5OGQtNGQ2MS00ZGEwLWEwZmMtOWJmYmJhMGI1NmQwXkEyXkFqcGdeQXVyNzc5NjM0NA@@._V1_SX1777_CR001777740_AL_.jpg" alt="Dylan Sanders" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/MV5BZGE2MTY5OGQtNGQ2MS00ZGEwLWEwZmMtOWJmYmJhMGI1NmQwXkEyXkFqcGdeQXVyNzc5NjM0NA@@._V1_SX1777_CR001777740_AL_.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/MV5BZGE2MTY5OGQtNGQ2MS00ZGEwLWEwZmMtOWJmYmJhMGI1NmQwXkEyXkFqcGdeQXVyNzc5NjM0NA@@._V1_SX1777_CR001777740_AL_-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/MV5BZGE2MTY5OGQtNGQ2MS00ZGEwLWEwZmMtOWJmYmJhMGI1NmQwXkEyXkFqcGdeQXVyNzc5NjM0NA@@._V1_SX1777_CR001777740_AL_-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<h5 style="text-align: center;"><strong>1 – Dylan Sanders (filmes de 2000 e 2003):</strong></h5>
<p>Engraçada, ágil e responsável por sempre unir o trio com afeto e perspicácia, o papel de Drew Barrymore é o mais bacana não apenas dos longas que atuou, mas de todos tempos! Ainda que as projeções dirigidas por McG não exalem pura qualidade técnica, a intérprete criou um papel um tanto icônico, principalmente pela empatia que causava no espectador, com sua voz rouca e postura meio rebelde. Ela é a primeira Angel que demonstra certo tipo de vulnerabilidade, ainda que possa dar a volta por cima em poucos segundos e demonstrar uma força ainda mais intensa que a de suas colegas. Os seus conflitos também eram os mais profundos, revelando camadas em seu passado e presente. Barrymore, além de performar a melhor Pantera, também é uma entusiasta da série original. Ela foi produtora em todas as obras do tema, desde o filme dos anos 2000<a href="https://www.netflix.com/browse">.</a></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/especial-as-melhores-panteras-de-todos-os-tempos/">Especial: As Melhores Panteras de Todos os Tempos</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/especial-as-melhores-panteras-de-todos-os-tempos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: As Panteras</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-panteras/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-panteras/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2019 21:59:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[As Panteras]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Djimon Hounson]]></category>
		<category><![CDATA[Elizabeth Banks]]></category>
		<category><![CDATA[Ella Balinska]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Kristen Stewart]]></category>
		<category><![CDATA[Naomi Scott]]></category>
		<category><![CDATA[Noah Centineo]]></category>
		<category><![CDATA[Patrick Stewart]]></category>
		<category><![CDATA[Sam Claflin]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=11830</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na época em que o girl power ainda nem tinha esse nome, As Panteras já era uma história que trazia mulheres no poder, em posição de luta, comumente associada ao masculino. Mesmo que não tivesse exatamente o objetivo de ser uma bandeira do feminismo, a série de 1976 já era. O mesmo vale para o filme lançado em 2000, com ‎Drew Barrymore, Cameron Diaz e Lucy Liu. Debochado, divertido e sem se levar tão a sério. Essa era uma boa [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-panteras/">Crítica: As Panteras</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na época em que o <em>girl power</em> ainda nem tinha esse nome, <em>As Panteras</em> já era uma história que trazia mulheres no poder, em posição de luta, comumente associada ao masculino. Mesmo que não tivesse exatamente o objetivo de ser uma bandeira do feminismo, a série de 1976 já era. O mesmo vale para o filme lançado em 2000, com ‎Drew Barrymore, Cameron Diaz e Lucy Liu.</p>
<p>Debochado, divertido e sem se levar tão a sério. Essa era uma boa fórmula para a história das <em>Charlie&#8217;s Angels</em>, que funcionava muito bem como entretenimento. No caso deste longa atual, talvez o calcanhar de Aquiles seja exatamente este: não se deixar levar pelo excesso que a trama pede.</p>
<p>Na pele do trio principal, temos Kristen Stewart (<em>Para Sempre Alice</em>), Naomi Scott (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aladdin/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Aladdin</em></a>) e a novata Ella Balinska. As três têm uma ótima harmonia em cena, com as características específicas de cada personagem. Kristen está excelente no papel de Sabina, misturando sarcasmo com divertimento nato. Ela não leva aquela situação tão a sério e procura se divertir no meio das lutas. Já Ella é uma grata surpresa, com toda a naturalidade de quem já está acostumada com a câmera. Naomi nos oferece grandes momentos da personagem, mostrando um crescimento gradativo na qualidade de atriz.</p>
<p>A medida que a história evolui e vamos nos envolvendo cada vez mais com as personagens, a trama vai ficando um pouco mais densa. As cenas de luta são muito bem orquestradas e nos oferecem um ótimo entretenimento. Os personagens são bons, a história é atraente.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-11832" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/3435550.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="As Panteras" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/3435550.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/3435550.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/11/3435550.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O problema de <strong><em>As Panteras</em></strong> é que a sensação que temos é de que ele está constantemente no freio. As piadas poderiam ser mais debochadas, as personagens mais incisivas, as lutas mais frenéticas. Ele é lapidado demais para um filme que se propõe, desde o início, a ter uma lente mais escrachada. O que é uma grande surpresa, principalmente por ter sido dirigido por Elizabeth Banks (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jogos-vorazes-a-esperanca-o-final/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Jogos Vorazes</em></a>). Ela que é a rainha do sarcasmo, parece ter se polido demais neste projeto.</p>
<p>O vilão também demora a se mostrar. Como é característica das tramas das Angels, ficamos sempre na dúvida sobre quem será aquele que vai trair a união e se voltar contra as mocinhas. No entanto, no meio do caminho, personagens são esquecido ou subaproveitados, como é o caso de Brok (Sam Claflin, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-como-eu-era-antes-de-voce/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Como Eu Era Antes de Você</em></a>). O mais engraçado neste quesito acaba sendo Noah Centineo (<em>Para Todos os Garotos que Já Amei</em>), que surge apenas para ser atraente. Funcionou bem, por sinal.</p>
<p>Tudo isso acaba sendo uma sátira às questões do masculino e feminino. O filme tem o cuidado de tratar expositivamente sobre o poder da mulher, o fato de ela poder ocupar qualquer espaço. Isso fica bem claro desde a primeira cena, com um discurso direcionado para o tema, e coroa com o recorte final.</p>
<p><em><strong>As Panteras</strong></em> é um bom divertimento, mas que perde muito potencial por não se permitir ir além. Ótimo elenco, história interessante, que são prejudicados por diálogos expositivos demais e uma clara falta de ápice ao final. Nas cenas pós-crédito, temos homenagens às personagens anteriores, que vale a pena conferir. Ainda mais depois que o filme acaba tão repentinamente.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Elizabeth Banks<br />
<strong>Elenco:</strong> Kristen Stewart, Naomi Scott, Ella Balinska, Elizabeth Banks, Noah Centineo, Sam Claflin, Patrick Stewart, Djimon Hounson</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/fQS-Q4_qNSw" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-panteras/">Crítica: As Panteras</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-as-panteras/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Aladdin</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-aladdin/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-aladdin/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2019 18:37:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Aladdin]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Disney]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Guy Ritchie]]></category>
		<category><![CDATA[Marwan Kenzari]]></category>
		<category><![CDATA[Mena Massoud]]></category>
		<category><![CDATA[Naomi Scott]]></category>
		<category><![CDATA[Nasim Pedrad]]></category>
		<category><![CDATA[Navid Negahban]]></category>
		<category><![CDATA[Numan Acar]]></category>
		<category><![CDATA[Will Smith]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=10608</guid>

					<description><![CDATA[<p>Este é o ano das produções da Disney, principalmente no quesito live-action. Temos a grande expectativa por O Rei Leão, que estreia em 18 de julho, e agora é a vez de Aladdin. A animação de 1992 foi o maior sucesso e rendeu milhões em bilheteria. Sendo assim, as crianças daquela época que agora são adultos, tendem a correr para os cinemas para conferir o resultado. A promessa me pareceu animadora desde o começo. Aladdin é um dos longas mais [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aladdin/">Crítica: Aladdin</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o ano das produções da Disney, principalmente no quesito <em>live-actio</em>n. Temos a grande expectativa por <em>O Rei Leão</em>, que estreia em 18 de julho, e agora é a vez de <em><strong>Aladdin</strong></em>. A animação de 1992 foi o maior sucesso e rendeu milhões em bilheteria. Sendo assim, as crianças daquela época que agora são adultos, tendem a correr para os cinemas para conferir o resultado.</p>
<p>A promessa me pareceu animadora desde o começo. <strong><em>Aladdin</em> </strong>é um dos longas mais simpáticos da Disney, não só pelos personagens carismáticos, como pela história envolvente dos protagonistas e a representatividade deles. Temos amizade, romance, ação, comédia, tudo isso em um único filme. Então, por que não se empolgar pelo <em>live-actio</em>n, não é mesmo?</p>
<p>Para a minha grata surpresa, o resultado é bastante positivo. A começar pela escolha de elenco que foi bem acertada. Mena Massoud (<em>Jack Rya</em>n) interpreta Aladdin e era uma de minhas maiores preocupações. No desenho, o personagem tem aquela pinta de malandro do bem, meio sedutor e gentil ao mesmo tempo. É um tom difícil de alcançar, mas que Massoud conseguiu com maestria. O mesmo podemos dizer de Naomi Scott (<em>Power Rangers</em>), no papel de Jasmine. Ela passeia pela personagem com muita suavidade e naturalidade.</p>
<p>Aliás, todo o elenco está incorporado. A maioria dos atores tem alguma estrada na carreira, mas com papéis secundários e pouco conhecidos. Então é praticamente uma surpresa atrás da outa quando vemos os momentos de cada um. Tudo isso guiado muito bem por Will Smith (<em>Eu Sou a Lenda</em>), que faz o melhor Gênio que poderíamos imaginar. Ele literalmente colocou no bolso toda a polêmica em torno da sua escolha para o personagem.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10610" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3226789.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3226789.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3226789.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/3226789.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Além deste ponto alto do filme com relação ao elenco, temos o universo criado, em cada detalhe. São cores e mais cores, tecidos, decoração, texturas. Tudo pensado para criar o ambiente real de Agrabah, seja no meio do povo ou no palácio. Uma das cenas mais bonitas e divertidas de se ver é a que o Gênio apresenta o Príncipe Ali ao Sultão, dançando e cantando no meio do povo, fazendo uma performance digna de escola de samba.</p>
<p>E sim, temos muita música. Não tinha como ser diferente e era isso que queríamos. O longa original é completamente cantado e com lindas canções originais. Eles mantiveram todo este encanto no filme e ainda acrescentaram algumas poucas músicas para dar um clima mais atual. A cena da música &#8220;O Mundo Ideal&#8221;, em que o casal principal se apaixona cantando no tapete mágico, é primorosa e emocionante.</p>
<p><em><strong>Aladdin</strong> </em>poderia ter mais elementos atuais e que o diferenciassem mais da animação. Até para que ele tivesse uma personalidade própria e não dependesse tanto do primeiro. No entanto, o resultado é tão bom que serve como um acalento ao coração daqueles que curtiam o filme na infância. Sim, é positivo que ele respeite a história do original e seja praticamente igual.</p>
<p>O diretor Guy Ritchie não possuía muita experiência neste tipo de produção, sendo mais voltado para ação. No entanto, ele se livrou de qualquer premissa que tivesse e nos apresentou um trabalho incrível, divertido e simpático. Tudo aquilo que <strong><em>Aladdin</em> </strong>era na animação e continua sendo neste <em>live-action</em>.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Guy Ritchie<br />
<strong>Elenco:</strong> Will Smith, Mena Massoud, Naomi Scott, Marwan Kenzari, Numan Acar, Nasim Pedrad, Navid Negahban</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/vPmSpAz1ZIA" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-aladdin/">Crítica: Aladdin</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-aladdin/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
