<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Miles Teller - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/miles-teller/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/miles-teller/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 May 2022 23:12:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Miles Teller - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/miles-teller/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Top Gun: Maverick</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-top-gun-maverick/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-top-gun-maverick/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 May 2022 23:12:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Bashir Salahuddin]]></category>
		<category><![CDATA[Charles Parnell]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Ed Harris]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Glen Powell]]></category>
		<category><![CDATA[Jennifer Connelly]]></category>
		<category><![CDATA[Jon Hamm]]></category>
		<category><![CDATA[Joseph Kosinski]]></category>
		<category><![CDATA[Lewis Pullman]]></category>
		<category><![CDATA[Miles Teller]]></category>
		<category><![CDATA[Monica Barbaro]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Cruise]]></category>
		<category><![CDATA[Top Gun: Maverick]]></category>
		<category><![CDATA[Val Kilmer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=15540</guid>

					<description><![CDATA[<p>Top Gun: Maverick estava aguardando um bom momento para chegar aos cinemas desde 2020, quando ele seria lançado mas a pandemia da Covid-19 veio acabando com os planos de todo mundo. De lá para cá, diversas datas de lançamento foram propostas e sempre frustradas. Confesso que nesse meio do caminho, eu fui perdendo a empolgação e simplesmente deixando ele de lado no quesito expectativa. Se isso favoreceu minha percepção do longa ou não, não temos como afirmar. Mas o fato [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-top-gun-maverick/">Crítica: Top Gun: Maverick</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Top Gun: Maverick</strong></em> estava aguardando um bom momento para chegar aos cinemas desde 2020, quando ele seria lançado mas a pandemia da Covid-19 veio acabando com os planos de todo mundo. De lá para cá, diversas datas de lançamento foram propostas e sempre frustradas. Confesso que nesse meio do caminho, eu fui perdendo a empolgação e simplesmente deixando ele de lado no quesito expectativa. Se isso favoreceu minha percepção do longa ou não, não temos como afirmar. Mas o fato é que o filme é sensacional e vai muito além do que eu poderia esperar.</p>
<p>Para mim, o grande destaque do primeiro <em>Top Gun: Ases Indomáveis</em> era a trilha sonora unida à belíssima fotografia. Tomadas de câmeras geniais que faziam com que o roteiro simplório se tornasse algo delicioso de assistir. Neste segundo longa, essa essência é mantida e podemos apreciar logo na primeira cena. Sim, a minha empolgação já surgiu no momento de abertura, com aquele estilo de música dos anos 1980, motos, aviões e óculos RayBan.</p>
<p>Pete Mitchell (Tom Cruise, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-missao-impossivel-efeito-fallout/"><em>Missão Impossível &#8211; Efeito Fallout</em></a>) está com mais de três décadas de experiência nas costas, mas ainda insiste em ficar na linha de frente dos caças, atuando como piloto. <em>Persona non grata</em> por alguns chefões da corporação, ele acaba sendo enviado para realizar um treinamento de jovens admitidos no Top Gun, que terão a difícil missão de desarmar a construção de uma usina nuclear. Para piorar a situação, ele tem que lidar com Rooster (Miles Teller, <em>Cães De Guerra</em>), filho de seu falecido parceiro das antigas, que morreu em uma missão ao seu lado.</p>
<p>O roteiro faz questão de nos ambientar novamente naquele cenário que foi apresentado no primeiro longa. Logo, um desavisado que não assistiu pode conferir este filme sem tanto prejuízo. Ainda assim, recomendo pois é super bacana. Como falei, cenários belíssimos, jogadas de câmera que nos fazem sentir o pôr do sol na pele, além da sensação quase 3D de voar em caças, tudo a partir do incrível trabalho da direção de Joseph Kosinski (<em>Oblivion</em>).</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15542" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/TELEMMGLPICT000294973733_trans_NvBQzQNjv4Bq846cIGGs7OCx_eo6wOOKpDwWrqdWJa0xXOTcOWzh2VM.jpeg" alt="Top Gun: Maverick" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/TELEMMGLPICT000294973733_trans_NvBQzQNjv4Bq846cIGGs7OCx_eo6wOOKpDwWrqdWJa0xXOTcOWzh2VM.jpeg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/TELEMMGLPICT000294973733_trans_NvBQzQNjv4Bq846cIGGs7OCx_eo6wOOKpDwWrqdWJa0xXOTcOWzh2VM-360x240.jpeg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/TELEMMGLPICT000294973733_trans_NvBQzQNjv4Bq846cIGGs7OCx_eo6wOOKpDwWrqdWJa0xXOTcOWzh2VM-610x407.jpeg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/05/TELEMMGLPICT000294973733_trans_NvBQzQNjv4Bq846cIGGs7OCx_eo6wOOKpDwWrqdWJa0xXOTcOWzh2VM-720x480.jpeg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Cruise está completamente à vontade no papel de Maverick e temos a constante sensação de que ele curtiu muito a realização deste filme (mesmo que inicialmente ele fosse contra a retomada do projeto). Ele se entrega a todas as emoções do personagem, que sorri, chora, se diverte e se preocupa, sempre na mesma intensidade. O capitão carrega o peso do passado, mas isso não o torna uma pessoa sisuda.</p>
<p>A medida que o filme evolui (e tento aqui evitar os spoilers), acompanhamos mais da vida pessoal de Maverick, junto com a profissional. A retomada de uma relação antiga com a personagem de Jennifer Connelly (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-homem-aranha-de-volta-ao-lar/"><em>Homem-Aranha: De Volta ao Lar</em></a>), assim com a amizade profunda que tem com Iceman (Val Kilmer, <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-boneco-de-neve/"><em>Boneco de Neve</em></a>). Inclusive, essa dinâmica com Kilmer rende as cenas mais emocionantes do longa.</p>
<p>Um outro destaque é o entrosamento entre o grupinho de novatos que será liderado por ele. Uns tentando mostrar serviço, outros um pouco assustados. E Rooster no meio do caminho querendo ser o bad boy da turma, além de insubordinado. Vale um destaque aqui para o empenho de Teller para construir um corpo atlético, algo que eu não era nem capaz de imaginar em um ator como ele, que não focava nesse estilo. Foi uma surpresa curiosa.</p>
<p>O filme segue um estilo dos anos 1980 que muito me agrada, mais preocupado em inserir o espectador naquele universo, do que simplesmente apresentar cenas explosivas de ação que não levam ninguém à lugar algum. Não existe pressa em <em><strong>Top Gun: Maverick</strong></em> e esse é um dos maiores ganhos do longa. Ainda assim, as suas pouco mais de 2h de duração passam num piscar de olhos, mostrando que a união faz a força, especialmente quando juntamos roteiro, direção, fotografia e trilha sonora, tudo de boa qualidade.</p>
<p><em><strong>Top Gun: Maverick</strong></em> é um filme redondinho, com mesclagem de vários gêneros na medida certa, um elenco integrado e uma história simples o suficiente para não exigir muito do espectador, mas bem trabalhada para também não duvidar de sua capacidade mental. Uma grata surpresa que tive, já que não tinha grandes expectativas. Definitivamente se tornou um dos melhores filmes de ação dos últimos tempos, que acredito que irá agradar a maioria do público.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Joseph Kosinski</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Tom Cruise, Miles Teller, Jennifer Connelly, Jon Hamm, Glen Powell, Lewis Pullman, Charles Parnell, Bashir Salahuddin, Val Kilmer, Ed Harris, Monica Barbaro</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/9Jgua93Xhcw" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-top-gun-maverick/">Crítica: Top Gun: Maverick</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-top-gun-maverick/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: A Série Divergente &#8211; Convergente</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-serie-divergente-convergente/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-serie-divergente-convergente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2016 00:06:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Série Divergente - Convergente]]></category>
		<category><![CDATA[Ansel Elgort]]></category>
		<category><![CDATA[Divergente]]></category>
		<category><![CDATA[Jeff Daniels]]></category>
		<category><![CDATA[Miles Teller]]></category>
		<category><![CDATA[Naomi Watts]]></category>
		<category><![CDATA[Octavia Spencer]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Schwentke]]></category>
		<category><![CDATA[Shailene Woodley]]></category>
		<category><![CDATA[Theo James]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=5099</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Mesmo que alguns fãs da série de livros não gostem da comparação, é fato incontestável. Como obra cinematográfica, a franquia Divergente surgiu a rebote do sucesso financeiro de Jogos Vorazes quando o longa protagonizado por Jennifer Lawrence foi lançado nos cinemas em 2012. O filme era o primeiro a representar um filão que hoje já se instalou na indústria cinematográfica: a distopia adolescente. Em seu terceiro capítulo, intitulado A Série Divergente &#8211; Convergente, no entanto, a &#8220;saga&#8221; evidencia os sinais [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-serie-divergente-convergente/">Crítica: A Série Divergente &#8211; Convergente</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p>Mesmo que alguns fãs da série de livros não gostem da comparação, é fato incontestável. Como obra cinematográfica, a franquia <i>Divergente </i>surgiu a rebote do sucesso financeiro de <i>Jogos Vorazes </i>quando o longa protagonizado por Jennifer Lawrence foi lançado nos cinemas em 2012. O filme era o primeiro a representar um filão que hoje já se instalou na indústria cinematográfica: a distopia adolescente. Em seu terceiro capítulo, intitulado <i>A Série Divergente &#8211; Convergente</i>, no entanto, a &#8220;saga&#8221; evidencia os sinais de seu desgaste e até mesmo da fragilidade de alguns conceitos apresentados sobre esse universo lá no primeiro filme. A sensação é que <i>Divergente </i>perdeu o fôlego da sua própria trama ou nunca teve o potencial para a longevidade que supostamente apresentava no primeiro capítulo da franquia. O que fica como herança em <i>Convergente</i>, um terreno que começara a ser pavimentado no segundo longa, é uma trama frouxa, que se estendeu ao máximo que sua capacidade permitia.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A trama de <i>Convergente </i>basicamente acompanha a sua protagonista Tris, uma Shailene Woodley ainda batalhando por um material que faça jus ao seu potencial como atriz, em sua jornada fora das cercas que aprisionam todos em Chicago. Ela parte nessa descoberta com Quatro (o galã canastrão Theo James), seu irmão Caleb (Ansel Elgort), Peter (Miles Teller), Christina (Zöe Kravitz) e Tori (Maggie Q) e encontra um homem misterioso dedicado a entender o que existe por trás das divisões dos grupos apresentadas desde o primeiro filme da franquia.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<figure id="attachment_5101" aria-describedby="caption-attachment-5101" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-5101 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/convergent-620x333.jpg" alt="convergent" width="620" height="333" /><figcaption id="caption-attachment-5101" class="wp-caption-text">Exageros: Tecnicamente, franquia alcançou ambições maiores que já não nos fazem lembrar do primeiro longa da saga.</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p>A sensação de que a trama de <i>Divergente </i>anda em círculos se concretiza nesse terceiro capítulo da série. Assim como acontecia em <i>Insurgente</i>, <i>Convergente </i>sofre do mal do grande orçamento. Com o sucesso financeiro do primeiro longa, o caixa disponibilizado para a equipe aumentou e isso foi convertido em uma produção megalomaníaca em seus efeitos especiais (todos ruins, diga-se de passagem) e cenários, tornando os filmes da série cada vez mais distantes do seu longa de origem, que se tinha lá os seus defeitos, ao menos conseguia reconhecer-se como uma produção de ambições moderadas, ciente das suas limitações etc. O que <i>Jogos Vorazes </i>conseguiu em economia de ação e aquisição de tensão dramática e política nas duas partes de <i>A Esperança</i>, a franquia <i>Divergente </i>conseguiu de barulho e pretensão em cima da sua própria história, narrativa e visualmente, tanto em <i>Insurgente </i>quanto nesse terceiro longa, <i>Convergente</i>.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>O que o longa acaba conseguindo é perder-se em suas próprias ambições como <i>blockbuster</i>, não conseguindo sustentar-se como uma peça de puro entretenimento, tampouco resgatar determinadas preocupações e discursos que estão no cerne da sua trama original. Desse mal, os fãs de <i>Jogos Vorazes</i>, por exemplo, não tem do que reclamar. Com uma trama que já não tem mais o que explorar e passa sempre a sensação de uma longa e desnecessária espera para o seu derradeiro capítulo no quarto filme da franquia, <i>Convergente </i>ainda desperdiça o seu ótimo elenco, que oscila entre as presenças completamente descartáveis de atores do calibre de Naomi Watts, Octavia Spencer e Jeff Daniels, todos tirando &#8220;leite de pedra&#8221; ao interpretarem personagens rasos, e o subaproveitamento de jovens talentos como Shailene Woodley, cuja heroína aborrecida já não apresenta mais conflitos tão interessantes quanto aqueles esboçados no primeiro longa, Ansel Elgort e Miles Teller, absurdamente <i>over </i>como o dúbio Peter.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<figure id="attachment_5102" aria-describedby="caption-attachment-5102" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-5102 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2016/03/7781896822_ap1-d51-23595-r-620x307.jpg" alt="7781896822_ap1-d51-23595-r" width="620" height="307" /><figcaption id="caption-attachment-5102" class="wp-caption-text">Desperdício: Atores como Naomi Watts e Miles Teller são desperdiçados no filme.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dirigido por Robert Schwentke, que esteve por trás de filmes como <i>Plano de Voo</i>, <i>RED &#8211; Aposentados e Perigosos</i> e do próprio <i>Insurgente</i>, <i>Convergente </i>é um filme cansativo que só faz sublinhar o desgaste da sua franquia. Para quem acompanha e é fã da série cinematográfica desde o início, esse retorno sobre o filme pode não fazer muita diferença, mas para quem acompanhava a &#8220;saga&#8221; fora dessa esfera dos <i>fandons </i>e aguardava uma recuperação de fôlego após o irregular segundo filme, o que ficará é a decepção.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-serie-divergente-convergente/">Crítica: A Série Divergente &#8211; Convergente</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-serie-divergente-convergente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Quarteto Fantástico</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-quarteto-fantastico/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-quarteto-fantastico/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2015 23:38:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Jamie Bell]]></category>
		<category><![CDATA[Josh Trank]]></category>
		<category><![CDATA[Kate Mara]]></category>
		<category><![CDATA[Marvel]]></category>
		<category><![CDATA[Michael B. Jordan]]></category>
		<category><![CDATA[Miles Teller]]></category>
		<category><![CDATA[Quarteto Fantástico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=3239</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160; Logo quando saíram as primeiras imagens, teasers e trailers do reboot de Quarteto Fantástico, a primeira impressão que tivemos sobre o trabalho do diretor Josh Trank (de Poder sem Limites) era a de que ele estava levando a popular família de super-heróis da Marvel para um terreno mais sombrio e sério, ou seja, algo bem diferente do tom bem-humorado dado por Tim Story em Quarteto Fantástico (2005) e Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado (2007), que, apesar das duras [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-quarteto-fantastico/">Crítica: Quarteto Fantástico</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3240" aria-describedby="caption-attachment-3240" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Fantastic-Four-Movie-2015-Images.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3240 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Fantastic-Four-Movie-2015-Images-620x348.jpg" alt="Fantastic-Four-Movie-2015-Images" width="620" height="348" /></a><figcaption id="caption-attachment-3240" class="wp-caption-text">Mudança de tom: Josh Trank confere uma abordagem mais &#8220;séria&#8221; a Quarteto Fantástico</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Logo quando saíram as primeiras imagens, <i>teasers </i>e <i>trailers </i>do <i>reboot </i>de <i>Quarteto Fantástico</i>, a primeira impressão que tivemos sobre o trabalho do diretor Josh Trank (de <i>Poder sem Limites</i>) era a de que ele estava levando a popular família de super-heróis da Marvel para um terreno mais sombrio e sério, ou seja, algo bem diferente do tom bem-humorado dado por Tim Story em <i>Quarteto Fantástico </i>(2005) e <i>Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado </i>(2007), que, apesar das duras críticas, dizem alguns (não conheço bem as HQs), estava mais próximo do espírito dos personagens. O que a gente não esperava era que esta releitura (prefiro chamar assim) da abordagem de <i>Quarteto Fantástico </i>fosse o menor dos problemas já que o primeiro ato até funciona e promete entregar um filme, no mínimo, promissor. Os problemas do longa surgem quando o elemento &#8220;fantástico&#8221; entra em ação e Trank e seus co-roteiristas (entre eles Simon Kinberg, de <i>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido</i>) não conseguem lidar com o &#8220;arroz e feijão&#8221; das histórias de super-heróis, transformando-o em uma sobreposição de clichês constrangedoramente cafonas.</p>
</div>
<div>
<p>A trama de <i>Quarteto Fantástico </i>traz a já conhecida origem dos heróis, aqui, quatro jovens enviados em uma missão fora da Terra. A expedição dá errado e eles retornam com alterações no próprio corpo: Reed Richards (Miles Teller, de <i>Whiplash)</i> ganha elasticidade, Sue Storm (Kate Mara, de <i>Transcendence</i>) pode tornar-se invisível e criar campos de força, o irmão dela, Johnny Storm (Michael B. Jordan, de <i>Fruitvale Station</i>), passa a ter o corpo coberto por chamas, e Ben Grimm (Jamie Bell, o eterno <i>Billy Elliot</i>), amigo de infância de Reed, transforma-se em um gigante rochoso apelidado de Coisa. Suas novas características, inicialmente encaradas como deformidades a serem curadas com a ajuda do próprio Reed Richards, passam a lhes ser úteis no enfrentamento de um grande vilão, o Doutor Destino (Toby Kebbel, de <i>O Conselheiro do Crime</i>), um companheiro de expedição que não retornou da viagem e tinha sido considerado morto por todos.</p>
</div>
<figure id="attachment_3242" aria-describedby="caption-attachment-3242" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Miles-Teller-as-Reed-Richards-in-Fantastic-Four.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3242 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Miles-Teller-as-Reed-Richards-in-Fantastic-Four-620x333.jpg" alt="Miles-Teller-as-Reed-Richards-in-Fantastic-Four" width="620" height="333" /></a><figcaption id="caption-attachment-3242" class="wp-caption-text">Reed Richards: Líder do Quarteto é vivido por Miles Teller, do oscarizado Whiplash</figcaption></figure>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Funcionando como um recomeço da franquia nos cinemas, <i>Quarteto Fantástico </i>tenta alterar tudo aquilo que havia sido criticado na série de filmes anterior e que, curiosamente, a tornava singular em meio a um universo de super-heróis cada vez mais sisudos (uma conclusão que só cheguei com o tempo e a maturidade). O novo <i>Quarteto Fantástico </i>é mais sombrio e sério sim, mas evoca uma complexidade e densidade dramática que fica apenas no discurso e no seu visual. O roteiro de Josh Trank, Simon Kinberg e Jeremy Slater nunca conseguem ir além nos temas que sugerem no primeiro ato e que até parecem promissores, como a forte amizade entre Richards e Grimm, a relação amorosa de Richards e Sue Storm e os conflitos de Johnny Storm com o seu pai, o Dr. Franklin Storm.</p>
</div>
<div>
<p>Quando os personagens ganham poderes, então, o filme se revela um verdadeiro projeto mal sucedido, para não dizer o pior. Trank e seus roteiristas simplificam as emoções dos seus personagens e suas dinâmicas são recheadas por clichês do sub-gênero &#8220;filmes de super-heróis&#8221; materializados no pior personagem de todo o longa, o Dr. Destino, péssimo não apenas na sua caracterização como incômodo em seus propósitos e motivações simplistas. Destino é reduzido ao lugar-comum de um vilão interessado em destruir o mundo, algo que lhe é motivado pela vontade de se isolar de todos e expresso por frases que parecem soltas de um seriado animado de super-heróis genérico. Do aparecimento ou ressurgimento do vilão em diante, os protagonistas do longa são consumidos pelo mesmo tom canastrão presente em toda participação de Destino, até mesmo a morte de um personagem importante, e que poderia ser o cume dramático do longa, é tratada com o tom de uma novela mexicana e a frivolidade de um filme antiquado de ação.</p>
</div>
<figure id="attachment_3243" aria-describedby="caption-attachment-3243" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/fantastic-four-2015-images-dimension.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-3243 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/fantastic-four-2015-images-dimension-620x349.jpg" alt="fantastic-four-2015-images-dimension" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-3243" class="wp-caption-text">Promessa: Filme não consegue sustentar o que sugere desenvolver ao longo do seu primeiro ato e cai em clichês</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>A impressão que fica é que existiu o toque impertinente e equivocado de um estúdio sempre interessado em simplificar tudo através de uma subestimação da inteligência e do gosto do seu público, mas isto é só especulação de quem já assistiu esta novela se repetir em tantos outros longas promissores e que mudam de tom da água para o vinho no meio do caminho. O que quer que tenha acontecido no processo de concepção do novo <i>Quarteto Fantástico, </i>o que fica é uma promessa abandonada precocemente para abraçar um amontoado de cafonices que já foram superadas, não cabem mais nos exemplares da temporada de <i>blockbusters </i>e<i> </i>que só mancham a credibilidade tradicionalmente questionada deste tipo de produção. <i> </i></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-quarteto-fantastico/">Crítica: Quarteto Fantástico</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-quarteto-fantastico/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Namoro ou Liberdade perde pontos por não se assumir como comédia machista</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/namoro-ou-liberdade-perde-pontos-por-nao-se-assumir-como-comedia-machista/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/namoro-ou-liberdade-perde-pontos-por-nao-se-assumir-como-comedia-machista/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2014 18:12:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Estreia]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Machista]]></category>
		<category><![CDATA[Michael B. Jordan]]></category>
		<category><![CDATA[Miles Teller]]></category>
		<category><![CDATA[Namoro ou Liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Zac Efron]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=524</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em tempos de discussões sobre o machismo e feminismo, o diretor Tom Gormican (“Para Maiores”) traz um filme que passeia nesta seara com certo cuidado. A distinção já acontece no nome do filme (digo na tradução brasileira) que coloca em polos opostos a possibilidade de um relacionamento e o ato de manter a liberdade. Durante todo o filme, este duelo é mostrado de uma forma bem realista e objetiva. O longa peca, no entanto, por não conseguir se definir como [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/namoro-ou-liberdade-perde-pontos-por-nao-se-assumir-como-comedia-machista/">Namoro ou Liberdade perde pontos por não se assumir como comédia machista</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/cena-do-filme-namoro-ou-liberdade-de-tom-gormican-1395164334757_956x500.jpg"><img decoding="async" class="size-large wp-image-527 aligncenter" alt="cena-do-filme-namoro-ou-liberdade-de-tom-gormican-1395164334757_956x500" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/03/cena-do-filme-namoro-ou-liberdade-de-tom-gormican-1395164334757_956x500-620x324.jpg" width="620" height="324" /></a></p>
<p><span style="line-height: 1.5em;">Em tempos de discussões sobre o machismo e feminismo, o diretor Tom Gormican (“</span><em style="line-height: 1.5em;">Para Maiores</em><span style="line-height: 1.5em;">”) traz um filme que passeia nesta seara com certo cuidado. A distinção já acontece no nome do filme (digo na tradução brasileira) que coloca em polos opostos a possibilidade de um relacionamento e o ato de manter a liberdade. Durante todo o filme, este duelo é mostrado de uma forma bem realista e objetiva. O longa peca, no entanto, por não conseguir se definir como comédia exclusiva, sua proposta inicial. Com cenas de romance, ele torna-se facilmente uma comédia romântica, o que pesa negativamente para seu enredo base.</span></p>
<p>A história fala sobre dois amigos (Zac Efron e Miles Teller) que resolvem fixar uma aposta com um terceiro colega (Michael B. Jordan), depois que este foi traído pela esposa. Eles se unem e afirmam que vão ficar solteiros pelo maior tempo possível, apoiando o recém-corno. Para eles, que já possuíam um histórico de cafajestagem, não foi tão difícil assim continuar fazendo o que eles já faziam. No entanto, como esperado, todos começam a se envolver e esconder os relacionamentos dos outros para não perder a aposta.</p>
<p>Machista define grande parte das cenas do filme, no entanto, o que declina mais é que é um machismo extremamente mal trabalhado. O diretor não assume o filme como masculino e resolve salpicar momentos de fofura ao longo do roteiro. O resultado é um meio termo indeciso que tenta agradar a homens e mulheres, mas não cumpre exatamente seu objetivo. Existem algumas cenas forçadas e desnecessárias, como o atropelo de um dos rapazes, quando ele corre para se desculpar da namorada, numa alusão clara sobre como aquela seria uma má decisão. Logo depois, o jovem se declara para a amada arrancando um “ohn” dela. Em cima do muro define.</p>
<p>Surpreende no contexto, no entanto, o uso de uma trilha sonora bem interessante e combinada com os momentos, trazendo mais suavidade e romantismo às cenas. Ponto positivo por um lado, já que agrada a quem aprecia este componente técnico, mas negativo por outro, já que, novamente, tira o foco da proposta do diretor, que é uma comédia puramente dita.</p>
<p>Ainda assim, o filme flui com muita naturalidade e é bem amarrado, conseguindo atrair o olhar do espectador e fazendo-o rir em muitos momentos (talvez nem tantos assim). Apesar de não ser um excelente filme, muito menos um excelente filme de comédia, “<em>Namoro ou Liberdade</em>” consegue entreter aqueles que procuram se distrair e relaxar um pouco do estresse do dia a dia.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/namoro-ou-liberdade-perde-pontos-por-nao-se-assumir-como-comedia-machista/">Namoro ou Liberdade perde pontos por não se assumir como comédia machista</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/namoro-ou-liberdade-perde-pontos-por-nao-se-assumir-como-comedia-machista/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
