<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Mel Gibson - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/mel-gibson/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/mel-gibson/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Sat, 02 Dec 2017 14:03:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Mel Gibson - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/mel-gibson/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Pai em Dose Dupla 2</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-pai-em-dose-dupla-2/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-pai-em-dose-dupla-2/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Nov 2017 16:23:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Wahlberg]]></category>
		<category><![CDATA[Mel Gibson]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Pai em Dose Dupla 2]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Will Ferrell]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=8463</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pai em Dose Dupla 2 é o tipo de filme que eu assisto para relaxar e sair da tensão do dia a dia. Ele é para ser leve, engraçado e despretensioso. E é exatamente o que esse episódio se propõe e cumpre. Desta vez, Brad e Dusty resolveram suas diferenças e vivem em completa harmonia. Essa calmaria fica ameaçada pela chegada do pai de ambos para passar o Natal. A dupla começa a ver que essa paz é, na verdade, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-pai-em-dose-dupla-2/">Crítica: Pai em Dose Dupla 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pai em Dose Dupla 2</em> é o tipo de filme que eu assisto para relaxar e sair da tensão do dia a dia. Ele é para ser leve, engraçado e despretensioso. E é exatamente o que esse episódio se propõe e cumpre. Desta vez, Brad e Dusty resolveram suas diferenças e vivem em completa harmonia. Essa calmaria fica ameaçada pela chegada do pai de ambos para passar o Natal. A dupla começa a ver que essa paz é, na verdade, uma fachada muio bem criada.</p>
<p>O filme já sofre uma adição de personagens interessante, com a presença de Mel Gibson e John Lithgow. Os dois funcionam bem e em sincronia, criando um núcleo principal muito bom. E é engraçado ver que Gibson ficou bem no papel de pai de Mark Wahlberg, mesmo que a diferença dos dois seja de apenas 15 anos.</p>
<p>Acho que o principal ganho do filme é que ele não se leva a sério. E não é para se levar mesmo. Não há grandes discussões em jogo, apenas a relação de pai, padrasto e filhos. Algo que é interessante, mas feito de forma nenhum pouco séria.</p>
<p>Apesar dessa característica, a narrativa é coesa e tem uma história linear. Não é como se fossem um monte de cenas aleatórias forçadas para o espectador rir. Aliás, o riso é sincero. Não é um besteirol escrachado. É, definitivamente, um filme de comédia e ponto. Aliás, uma comédia para família, visto que as crianças vão curtir também.</p>
<p>O longa tem uma ou outra cena machista, mas se redime mais adiante, quando começa a dar mais poder às personagens femininas. Não incluímos nesse pacote Alessandra Ambrósio, que interpreta a namorada de Dusty e é um peso morto a maior parte do filme.</p>
<p>No enredo principal, são colocadas em xeque questões de relações familiares, como o amor entre pai e filho, intimidade das relações, inserção de novas figuras, como o caso do padrasto. E isso é feito com cuidado, impondo um equilíbrio e apreciação de todos os lados.</p>
<p>Pai em Dose Dupla 2 não é um grande filme, mas funciona bem dentro do que se propõe e isso é suficientemente bom. Boas atuações, um clima de Natal bem gostoso e uma risada garantida. Não vejo como isso poderia dar errado.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/YDKXXbdaF5o" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-pai-em-dose-dupla-2/">Crítica: Pai em Dose Dupla 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-pai-em-dose-dupla-2/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Até o Último Homem</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-o-ultimo-homem/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-o-ultimo-homem/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jan 2017 11:44:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Andrew Garfield]]></category>
		<category><![CDATA[Até o Último Homem]]></category>
		<category><![CDATA[Mel Gibson]]></category>
		<category><![CDATA[Sam Worthington]]></category>
		<category><![CDATA[Vince Vaughn]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=7284</guid>

					<description><![CDATA[<p>Até o Último Homem nos traz a história de um soldado relutante. Ao servir o seu país durante a Segunda Guerra Mundial, o norte-americano Desmond Doss (Andrew Garfield), apesar do apelo do exército, não quer ir ao front de batalha com uma arma em punho, deseja salvar vidas prestando serviço como médico. Esse contraponto entre um cenário de extrema violência gráfica e um olhar pacifista para o conflito é o que o filme de Mel Gibson tem de singular, mas [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-o-ultimo-homem/">Crítica: Até o Último Homem</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>Até o Último Homem </i>nos traz a história de um soldado relutante. Ao servir o seu país durante a Segunda Guerra Mundial, o norte-americano Desmond Doss (Andrew Garfield), apesar do apelo do exército, não quer ir ao <i>front </i>de batalha com uma arma em punho, deseja salvar vidas prestando serviço como médico. Esse contraponto entre um cenário de extrema violência gráfica e um olhar pacifista para o conflito é o que o filme de Mel Gibson tem de singular, mas também de mais contraditório.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Contado como uma odisseia heróica por seu realizador, <i>Até o Último Homem </i>trará a tradicional jornada do seu protagonista com o objetivo de enaltecer os seus feitos. No caso do filme, Desmond Doss, recusando-se a matar pessoas durante a batalha de Okinawa, conseguiu driblar a ameaça do exército japonês sozinho, resgatando os seus companheiros um a um. A maneira como Gibson se aproxima desse feito é protocolar, o espectador verá um certo apagamento da humanidade dos japoneses, que sequer possuem falas (eles simplesmente estão lá para atacar o grupo de americanos), algo que podemos relevar tendo em vista aquilo que é prioridade para seu diretor na história, o ponto de vista de Doss.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>A sequência da batalha em Hacksaw Ridge, que dá título ao filme e representa o cume de um monte rochoso onde os americanos encontram seus adversários japoneses e do qual Doss envia os combatentes feridos através de cordas para baixo, onde está localizada uma base dos EUA, é muito bem orquestrada por Gibson. O diretor consegue modelar sua ação de modo que o espectador tenha clareza a respeito de tudo que está acontecendo. Nesse departamento do seu filme, Gibson, contudo, opta por um dúbio realismo. A sequência, que dura cerca de uma hora, é tão brutal que abre brechas para questionarmos o olhar do realizador para tudo aquilo, já que, em certos momentos, no lugar da mera exposição de uma realidade o diretor parece contemplar com um certo prazer o mar de sangue dos seus corpos mutilados utilizando à exaustão recursos como o <i>slow motion</i>. Esse olhar, inclusive, proporciona ao filme um choque com o discurso pacifista do seu próprio protagonista. Claro que em um contexto de guerra, não dá para aliviar as coisas, mas dá para mostrar o conflito sem apreciá-lo enquanto estética e Gibson é relativamente dúbio sobre seu posicionamento a respeito disso.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7286" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/01/hacksaw0008.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Há um grande e inegável mérito em <i>Até o Último Homem </i>e ele reside no trabalho do seu ator principal Andrew Garfield. Resgatado daquele <i>reboot </i>sem futuro do <i>Homem-Aranha</i>, Garfield confere credibilidade e humanidade a Desmond, uma integridade que consegue driblar até mesmo o caráter dúbio do próprio filme de Gibson. O ator nos apresenta a uma figura humana e passível de admiração sem escorregar na caricatura do &#8220;bom moço&#8221;, armadilha fácil para um profissional menos atento que ele. Ao longo do filme, há também ótimos desempenhos do elenco de coadjuvantes, Hugo Weaving, Vince Vaughn e Sam Worthington.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Longe de ser tão bem realizado quanto exemplares anteriores da carreira de Gibson como diretor, <i>Até o Último Homem </i>nos apresenta a história de um personagem que desperta interesse no público pelo posicionamento que tem frente a guerra. Talvez, inconscientemente, o seu diretor não compartilhe do mesmo ponto de vista que ele, mas ao menos temos a mediação da impecável atuação de Andrew Garfield para atenuar as eventuais contradições do longa, conferindo humanidade e sensibilidade a um ambiente dominado pela brutalidade. Em recente entrevista (a mesa redonda da <i>Variety </i>para diretores na temporada de prêmios), Gibson creditou o êxito do filme a performance de Grafield, um achado na percepção do realizador. Ao final de <i>Até o Último Homem </i>não há exagero nenhum em dizer que tal qual Desmond Doss naquele contexto de conflito armado, Garfield atuou como o resquício de humanidade e sensibilidade que o olhar habitualmente problemático do seu diretor para a violência sempre precisa.</p>
<p><strong>Assista ao trailer do filme:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/R4cmOy0V8UA" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
</div>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-o-ultimo-homem/">Crítica: Até o Último Homem</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ate-o-ultimo-homem/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Memória: Paixão de Cristo, de Mel Gibson</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/memoria-paixao-de-cristo-de-mel-gibson/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/memoria-paixao-de-cristo-de-mel-gibson/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2014 15:16:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[A Paixão de Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Mel Gibson]]></category>
		<category><![CDATA[Monica Bellucci]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://coisadecinefilo.com.br/?p=305</guid>

					<description><![CDATA[<p>Há dez anos atrás estreava um dos filmes mais controversos da década passada, a versão do australiano Mel Gibson para o flagelo vivido por Jesus Cristo em seus últimos dias, A Paixão de Cristo. Cercado de polêmicas, A Paixão de Cristo mostrava as últimas 12 horas de Jesus da maneira mais crua e violenta possível, uma perspectiva bem distante das suavizações que costumavam ser dadas à passagem da sua crucificação na Bíblia. A Paixão de Cristo foi o primeiro filme de Gibson após o [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/memoria-paixao-de-cristo-de-mel-gibson/">Memória: Paixão de Cristo, de Mel Gibson</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/The-Passion-Mel-Gibson-640x264.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-306 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/The-Passion-Mel-Gibson-640x264.png" alt="The-Passion-Mel-Gibson-640x264" width="562" height="264" /></a></p>
<p>Há dez anos atrás estreava um dos filmes mais controversos da década passada, a versão do australiano Mel Gibson para o flagelo vivido por Jesus Cristo em seus últimos dias, <em>A Paixão de Cristo</em>. Cercado de polêmicas, <em>A Paixão de Cristo </em>mostrava as últimas 12 horas de Jesus da maneira mais crua e violenta possível, uma perspectiva bem distante das suavizações que costumavam ser dadas à passagem da sua crucificação na Bíblia.</p>
<p><em>A Paixão de Cristo </em>foi o primeiro filme de Gibson após o ator e diretor vencer o Oscar com <em>Coração Valente </em>em 1996. Católico ortodoxo, Gibson utilizou no filme as línguas faladas na época: o aramaico, o latim e o hebraico. Além disso, escolheu como protagonista Jim Caviezel, ator que tem a mesma inclinação religiosa que a sua.</p>
<p>No entanto, a influência religiosa de Gibson no projeto não ficou apenas nesses detalhes. Determinadas passagens do filme foram interpretadas como uma mensagem aberta contra os judeus, culpando-os de todo o mal sofrido por Cristo em seus últimos momentos. No Brasil, segundo informações do jornal <em>Folha de S. Paulo </em>da época, o longa rendeu manifestos de repúdio de 12 entidades representantes da comunidade judaica, que consideraram o filme anti-semita.</p>
<p>Orçado em cerca de US$ 25 milhões de dólares, <em>A Paixão de Cristo</em> rendeu cerca de US$ 611 milhões nas bilheterias mundiais.</p>
<p><strong>Os envolvidos dez anos depois</strong></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/mel_gibson.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-311 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/mel_gibson-620x360.jpg" alt="mel_gibson" width="620" height="360" /></a></p>
<p><strong>Mel Gibson</strong></p>
<p>Após o sucesso de <em>A Paixão de Cristo</em>, Mel Gibson retornou ao comando de um outro longa-metragem somente em 2006 com <em>Apocalypto</em>, filme igualmente violento sobre a civilização maia, que obteve um considerável sucesso, não tão grande quanto o filme antecessor do diretor. No entanto, desde aquela época o nome de Gibson esteve mais em evidência devido aos seus escândalos pessoais. No final do mesmo ano em que lançou <em>Apocalypto</em>, o ator e diretor foi preso por dirigir alcoolizado e desferiu ofensas a judeus durante a apreensão. Em 2009, o australiano se envolveu em outro escândalo, desta vez com sua mulher, a cantora russa Oksana Grigorieva. Chegou à imprensa uma gravação telefônica do ator a Grigorieva na qual Gibson  lhe fazia ameaças e ofensas.  Desde então, ele tenta com  relativo êxito apagar sua imagem negativa, seja com a ajuda de amigos, como  a atriz Jodie Foster (que conheceu nos sets de <em>Maverick</em>, de 1994), seja através de interpretações relativamente bem sucedidas, como em <em>Um Novo Despertar</em>, não por acaso, dirigido pela mesma Foster.<a title="Oksana Grigorieva (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Oksana_Grigorieva&amp;action=edit&amp;redlink=1"><br />
</a></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/Jim+Caviezel+Escape+Plan+Premieres+NYC+FBudVyIbykJl.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-312 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/Jim+Caviezel+Escape+Plan+Premieres+NYC+FBudVyIbykJl.jpg" alt="Jim+Caviezel+Escape+Plan+Premieres+NYC+FBudVyIbykJl" width="594" height="350" /></a></p>
<p><strong>Jim Caviezel</strong></p>
<p>Tido como uma das grandes promessas de Hollywood naquele ano, Jim Caviezel não vingou. O ator protagonizou fitas insiginificantes como <em>Déjà Vu </em>e <em>Os Desconhecidos</em>. Imediatamente, migrou para a TV, cujo trabalho de maior destaque é a série <em>Person of Interest </em>(Pessoa de Interesse), ainda no ar.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/5df0755f-1011-4b59-91cd-83f09f1705d3..jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-313 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/5df0755f-1011-4b59-91cd-83f09f1705d3.-620x361.jpg" alt="5df0755f-1011-4b59-91cd-83f09f1705d3." width="620" height="361" /></a></p>
<p><strong>Monica Bellucci</strong></p>
<p>A intérprete de Maria Madalena flertava com Hollywood na época em que fez <em>A Paixão de Cristo. </em>No entanto, por decisão própria, a carreira da italiana ficou mais na Europa do que nos Estados Unidos, tendo ocasionalmente aparecido em longas como <em>Os Irmãos Grimm</em> e <em>O Aprendiz de Feiticeiro</em>.</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/memoria-paixao-de-cristo-de-mel-gibson/">Memória: Paixão de Cristo, de Mel Gibson</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/memoria-paixao-de-cristo-de-mel-gibson/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
