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	<title>Arquivos Mark Wahlberg - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Mark Wahlberg - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: De Repente Uma Família</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Nov 2018 19:33:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[De Repente Uma Família]]></category>
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		<category><![CDATA[Mark Wahlberg]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A temática adoção é, por muitas vezes, romantizada no cinema e até na sociedade em geral. Falam sempre sobre como é maravilhoso dar um lar para uma criança que perdeu ou foi rejeitada pela família e como isso pode tornar todo mundo mais unido. É um gesto de amor. Mas como tudo na vida, tem seu lado difícil, negativo. De Repente Uma Família trata sobre essa temática de maneira bastante honesta e assertiva, ponderando não apenas as emoções positivas, como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A temática adoção é, por muitas vezes, romantizada no cinema e até na sociedade em geral. Falam sempre sobre como é maravilhoso dar um lar para uma criança que perdeu ou foi rejeitada pela família e como isso pode tornar todo mundo mais unido. É um gesto de amor. Mas como tudo na vida, tem seu lado difícil, negativo. <em><strong>De Repente Uma Família</strong></em> trata sobre essa temática de maneira bastante honesta e assertiva, ponderando não apenas as emoções positivas, como as negativas também.</p>
<p>Pete e Ellie são um casal bem resolvido com a vida e que não têm filhos. Quando estão chegando perto dos 40 anos, decidem que talvez seja o momento de aumentar a família. Eles acabam se encantando com a ideia de adotar uma criança e partem para o processo de adoção. No meio do caminho, acabam se deparando com três irmãos e, o que antes era um casal com um cachorro, de repente se torna pai, mãe e três filhos, de diferentes idades.</p>
<p>Este é um filme cuidadoso. Sim, ele pega uma temática que é constantemente romantizada e mostra o lado complicado e difícil da decisão de adotar. Ainda assim, faz isso de maneira tão leve e contundente, que deixa o espectador reflexivo e apaixonado.</p>
<p>Construindo a história do casal com muito apreço, o enredo primeiramente nos mostra como que a dinâmica amorosa funciona. Como que surgiu a ideia de adoção em um casal que não tem problema algum de fertilidade. Por si só, isso já acrescenta muito ao espectador. Sempre vemos histórias em filmes de casais que decidiram adotar porque não podiam ter filhos. Este não é o caso. Eles apenas queriam dar um lar para uma criança que precisava.</p>
<p>Quando começam o processo e vão para as reuniões, outros casais com diferentes histórias começam a ser inseridos. Cada um de um jeito, com objetivos diferentes e motivações distintas. Desde o começo do longa, o tom de humor é presente, mas de maneira muito leve. É para suavizar a sensação e dar um pouco menos de sobriedade ao tema. Ainda assim, apesar dos risos, sabemos que o assunto está sendo levado a sério e explorado da melhor forma.</p>
<p>Por conseguinte, somos apresentados a três crianças super simpáticas e sensíveis, que se tornaram os filhos de Pete e Ellie. De origem latina, o histórico deles é mostrado logo de início. Com idades diferentes (15, 10 e 5 anos &#8211; mais ou menos), cada pessoinha daquela é um universo. E cada uma reagiu de maneira diferente ao abandono parental.</p>
<p>Vamos conhecendo também como funciona o processo de adoção nos EUA, que se inicia com o acolhimento das crianças para depois, se tudo der certo, partir para a adoção definitiva. O filme nos mostra a dúvida que cresce nos pais, o medo de não dar certo e até a possibilidade da desistência. Enquanto isso, o espectador começa a se questionar sobre a relação difícil de adoção de crianças mais velhas, que já possui personalidade mais definida e um passado na história.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9621" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/11/3049053.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="De Repente Uma Família" width="610" height="348" /></p>
<p><em><strong>De Repente Uma Família</strong></em> fala sobre as dificuldades de adaptação dos dois lados. Sobre como é simples preparar um quarto para receber uma criança, mas como é difícil, da noite para o dia, ter uma outra pessoa dentro de sua casa. O entendimento de todos, como cada um funciona. Tudo isso é posto à prova no longa, que vai esmiuçando cada detalhe e particularidade deste processo incrível e difícil que é a adoção.</p>
<p>Ainda que recheado de momentos complicados, a adoção vai se mostrando também um processo de puro amor e construção. Um amor que não surge absolutamente do nada (como as mães de útero costumam afirmar), mas que vai sendo construído dia após dia, atitude após atitude. E da dúvida também, porque são todos humanos. Dúvida se eles realmente querem três crianças quebrando a rotina e se aquelas crianças querem eles como pais.</p>
<p>O filme fala ainda sobre o quão traumático o processo pode ser para as crianças, que muitas vezes voltam para orfanatos por desistência das famílias. Ou ainda como é difícil adotar crianças mais velhas, ou irmãos que não devem ser separados. Qualquer coisa parece se tornar um empecilho neste processo, o que torna tudo mais complicado.</p>
<p>A finalização do filme não é menos coerente e encantadora. Ela trabalha com nossas emoções com cuidado e clareza. Ficamos emotivos e animados, na mesma dosagem. A informação de que a história é baseada em um fato real transforma nossa percepção também. Ainda assim, é o elenco que nos conquista. Rose Byrne e Mark Wahlberg estão excelentes no papel dos pais, mostrando cada transição de sentimento, o medo, a força, o amor e a dúvida. Da parte das crianças, Gustavo Quiroz, Isabela Moner e Julianna Gamiz dão um show de performance e envolvem o público em cada tomada.</p>
<p><em><strong>De Repente Uma Família</strong></em> é um longa que fala sobre amor, provação e aceitação. Trata da adoção como temática importante que é, de maneira honesta e nada romantizada. Ela como ela efetivamente é. E esse é o que define a recepção do público, que se encanta a cada cena. Super recomendo!</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/P0c7ndA1IG0" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Todo o Dinheiro do Mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2018 20:06:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Plummer]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Wahlberg]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Williams]]></category>
		<category><![CDATA[Ridley Scott]]></category>
		<category><![CDATA[Todo o Dinheiro do Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma coisa não pode ser negada. É louvável a maneira como o veterano Ridley Scott conseguiu contornar a tormenta que tomou conta de Todo o Dinheiro do Mundo às vésperas do seu lançamento comercial, entregando uma obra que não foi afetada criativa e artisticamente por suas refilmagens. Para quem não está por dentro dos acontecimentos, Scott decidiu refilmar as cenas protagonizadas por Jean Paul Getty no filme porque Kevin Spacey, ator que o interpretava, se envolveu num número sem fim de denúncias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Uma coisa não pode ser negada. É louvável a maneira como o veterano Ridley Scott conseguiu contornar a tormenta que tomou conta de<b> </b><i><b>Todo o Dinheiro do Mundo</b> </i>às vésperas do seu lançamento comercial, entregando uma obra que não foi afetada criativa e artisticamente por suas refilmagens. Para quem não está por dentro dos acontecimentos, Scott decidiu refilmar as cenas protagonizadas por Jean Paul Getty no filme porque Kevin Spacey, ator que o interpretava, se envolveu num número sem fim de denúncias de assédio sexual em 2017. Em dezembro, o filme estrearia comercialmente e um mês antes Ridley Scott substituiu o ator por Christopher Plummer. É certo que o trabalho não foi muito tendo em vista que o personagem apesar de importante para o filme aparece pouco e na maioria das vezes sozinho. No entanto, há que se reconhecer a habilidade com que o diretor conseguiu sair rapidamente de uma saia justa como essa.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Todo esse contexto é sintomático de uma característica do próprio <i>Todo o Dinheiro do Mundo</i>. Trata-se de um filme que é cercado de indícios da habitual competência e adaptabilidade de Ridley Scott a qualquer gênero ou trama. Tendo passeado por ficções científicas (<i>Blade Runner</i>) e épicos (<i>Gladiador</i>), Scott sempre demonstrou ter a habilidade de atender às demandas de quaisquer roteiros que caiam em suas mãos. Com <i>Todo o Dinheiro do Mundo </i>não seria diferente, o filme destoa no tom, no gênero e na ambiência dos seus dois últimos títulos , por exemplo, <i>Alien: Covenant </i>e <i>Perdido em Marte</i>. Aqui, Scott se interessa pela história real da família Getty tendo como gatilho da sua trama o sequestro do jovem John Paul Getty de 16 anos nos anos de 1970 e o conflito entre a mãe do rapaz e seu sogro Jean Paul Getty, um magnata do petróleo que por avareza recusou pagar o resgate do neto.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-8643" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2018/01/1515112008575.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Apesar de correto e feito com disciplina pelo seu diretor, é preciso notar que, como alguns exemplares na carreira do realizador, <i>Todo o Dinheiro do Mundo</i> também sofre por um aspecto decorrente da mesma adaptabilidade de Scott que mencionamos anteriormente: o seu olhar burocrático ou protocolar para certas histórias. Como em outros dos longas de Ridley Scott, ainda que exiba uma história tecnicamente competente e com pouquíssimos elementos que possam depor contra o seu resultado, <i>Todo o Dinheiro do Mundo </i>parece um filme que não tem pulso ou &#8220;sangue&#8221; que corra por suas veias. Ainda que crítico e claramente tendo algo de pertinente a dizer sobre seu tema central, a ganância, Scott insiste em se manter distante de sua trama e dos seus personagens, o que faz com que o longa não renda uma experiência minimamente envolvente para um espectador que passa mais de duas horas acompanhando a sua sucessão de acontecimentos. <i> </i></p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;">Atores como Michelle Williams e Christopher Plummer estão bem em seus papéis, mas poderiam estar melhores caso Scott buscasse se aproximar um pouquinho mais das relações afetivas (ou ausências de relações afetivas) da família Getty. Está claro que a frieza com que Scott conduz o sequestro do neto de Getty e toda a tensa relação dele com sua nora está vinculado àquilo que o realizador tem a dizer sobre o próprio personagem de Plummer, um sujeito que praticamente se isolou do mundo para preservar sua riqueza. A proposta de Scott parece ser a seguinte: tornar <i>Todo o Dinheiro do Mundo </i>um filme frio sobre a natureza corruptora do dinheiro porque assim eram as relações que o velho Getty estabeleceu com os membros da sua família. No entanto, em alguns momentos, isso acaba sendo um problema para a obra, sobretudo quando envolve outros personagens como Gail Harris (Williams), uma mulher evidentemente no limite das suas emoções pelo sequestro do filho, mas com quem, muitas vezes, o público não consegue estabelecer elos mais fortes justamente pela insistente frieza com que Scott se relaciona com sua história e protagonistas.</p>
<p class="separator" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><i>Todo o Dinheiro do Mundo </i>é correto pela usual competência do seu diretor, o filme é um <i>thriller </i>sombrio e<i> </i>cheio de tensão com um olhar mordaz para as relações sociais e familiares pertencentes às esferas por onde circulam as grandes fortunas do mundo, mas também é um longa que não marca o espectador por características que também são próprias à filmografia de Ridley Scott. Incapaz de provocar empatia no público com a trama do resgate desesperado de um filho por sua mãe, o filme tem muito a dizer sobre os temas que aborda. No entanto, às vezes isso é muito pouco para garantir a atenção do espectador e fazer com que sua obra marque de alguma forma o cinema ou a biografia do seu realizador.</p>
<p data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p style="text-align: center;" data-blogger-escaped-style="clear: both; text-align: justify;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/VvwrUWiKZKc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Pai em Dose Dupla 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Nov 2017 16:23:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Comédia]]></category>
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		<category><![CDATA[Will Ferrell]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pai em Dose Dupla 2 é o tipo de filme que eu assisto para relaxar e sair da tensão do dia a dia. Ele é para ser leve, engraçado e despretensioso. E é exatamente o que esse episódio se propõe e cumpre. Desta vez, Brad e Dusty resolveram suas diferenças e vivem em completa harmonia. Essa calmaria fica ameaçada pela chegada do pai de ambos para passar o Natal. A dupla começa a ver que essa paz é, na verdade, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pai em Dose Dupla 2</em> é o tipo de filme que eu assisto para relaxar e sair da tensão do dia a dia. Ele é para ser leve, engraçado e despretensioso. E é exatamente o que esse episódio se propõe e cumpre. Desta vez, Brad e Dusty resolveram suas diferenças e vivem em completa harmonia. Essa calmaria fica ameaçada pela chegada do pai de ambos para passar o Natal. A dupla começa a ver que essa paz é, na verdade, uma fachada muio bem criada.</p>
<p>O filme já sofre uma adição de personagens interessante, com a presença de Mel Gibson e John Lithgow. Os dois funcionam bem e em sincronia, criando um núcleo principal muito bom. E é engraçado ver que Gibson ficou bem no papel de pai de Mark Wahlberg, mesmo que a diferença dos dois seja de apenas 15 anos.</p>
<p>Acho que o principal ganho do filme é que ele não se leva a sério. E não é para se levar mesmo. Não há grandes discussões em jogo, apenas a relação de pai, padrasto e filhos. Algo que é interessante, mas feito de forma nenhum pouco séria.</p>
<p>Apesar dessa característica, a narrativa é coesa e tem uma história linear. Não é como se fossem um monte de cenas aleatórias forçadas para o espectador rir. Aliás, o riso é sincero. Não é um besteirol escrachado. É, definitivamente, um filme de comédia e ponto. Aliás, uma comédia para família, visto que as crianças vão curtir também.</p>
<p>O longa tem uma ou outra cena machista, mas se redime mais adiante, quando começa a dar mais poder às personagens femininas. Não incluímos nesse pacote Alessandra Ambrósio, que interpreta a namorada de Dusty e é um peso morto a maior parte do filme.</p>
<p>No enredo principal, são colocadas em xeque questões de relações familiares, como o amor entre pai e filho, intimidade das relações, inserção de novas figuras, como o caso do padrasto. E isso é feito com cuidado, impondo um equilíbrio e apreciação de todos os lados.</p>
<p>Pai em Dose Dupla 2 não é um grande filme, mas funciona bem dentro do que se propõe e isso é suficientemente bom. Boas atuações, um clima de Natal bem gostoso e uma risada garantida. Não vejo como isso poderia dar errado.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/YDKXXbdaF5o" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Horizonte Profundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2016 14:33:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
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		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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		<category><![CDATA[Horizonte Profundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Transformar uma tragédia da vida real em roteiro de cinema não é novidade na indústria cinematográfica. A história por si só já traz um apelo maior para o espectador, que adentra na sala de cinema com aquele ar de veracidade, tendendo a sofrer muito mais com os personagens. Claro que várias pessoas esquecem que muitos longas são apenas adaptações, podendo ter mudanças importantes na história. Mas ainda assim, o apelo certamente é maior. Finalizar com fotos das pessoas verdadeiras, então, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Transformar uma tragédia da vida real em roteiro de cinema não é novidade na indústria cinematográfica. A história por si só já traz um apelo maior para o espectador, que adentra na sala de cinema com aquele ar de veracidade, tendendo a sofrer muito mais com os personagens. Claro que várias pessoas esquecem que muitos longas são apenas adaptações, podendo ter mudanças importantes na história. Mas ainda assim, o apelo certamente é maior. Finalizar com fotos das pessoas verdadeiras, então, é um golpe de misericórdia.</p>
<p>Em <em>Horizonte Profundo</em>, o enredo nos apresenta Mike Williams, trabalhador que fica embarcado em uma plataforma de petróleo no Golfo do México, que foi palco de um dos maiores desastres e vazamentos da história dos EUA.</p>
<p>O longa se inicia apresentando os personagens de forma um tanto óbvia e previsível. É notório o clima de tensão no ar que se cria perante o espectador, que já sabe o que vai acontecer. O último abraço na família, o último beijo nos filhos, etc. E o diretor Peter Berg explora muito este ponto. Até demais, se ouso dizer. Embora a película tenha muita ação, os pontos de dramas são exacerbados.</p>
<p>A escolha de elenco também é um pouco entediante. Embora funcione bem de maneira geral, não tem destaques ou performances incríveis e diferenciadas. Mark Wahlberg segue sendo aquele cara forte que salva a pátria no final das contas. John Malkovich com seu ar de vilão frustrado e indeterminado. Fora Kate Hudson, coitada, que é tão coadjuvante que o espectador nem lembra que ela existe. Bem confusa esta configuração.</p>
<p><em>Horizonte Profundo</em> tem boas cenas de ação, no entanto, que entretém e envolvem o espectador. A história, de fato, é muito interessante e rende um bom roteiro. Julgo dizer que este bom roteiro não existiu, mas também não é tão ruim assim. Peca pelo artifício de não deixar o público respirar e, consequentemente, raciocinar direito o que está acontecendo na tela.</p>
<p>No mais, é um clássico hollywoodiano que explora absolutamente do nada as relações dos personagens, onde o mocinho salva a mocinha no último segundo, antes do mundo acabar. Forçado demais e completamente desnecessário. Fico imaginando em que momento o roteirista ou diretor julgou que aquilo seria uma boa ideia. Mas enfim, não deixa de ser um film bem interessante.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/wLtwlALZN2Y" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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