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	<title>Arquivos Malévola - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Malévola - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Podcast #01 &#8211; Retrospectiva 2014: Parte 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jan 2015 20:55:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; 2015 tá só começando e nós já estamos aquecendo as turbinas comentando os filmes que mais esperamos nesse ano. Expectativas e dúvidas não faltam. Será que Minions vai vingar? E Cinquenta Tons de Cinza? Ainda há credibilidade nos contos de fadas em live action depois de tantos fiascos? O que esperar de Cinderela? Fanboys (and girls!), Jurassic World ou Star Wars &#8211; O Despertar da Força? E a Julianne Moore? Será que dessa vez ela finalmente leva o Oscar? [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/podcast-01-retrospectiva-2014-parte-2/">Podcast #01 &#8211; Retrospectiva 2014: Parte 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2536" aria-describedby="caption-attachment-2536" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/img_917988921.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-2536 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/img_917988921-620x200.jpg" alt="img_91798892" width="620" height="200" /></a><figcaption id="caption-attachment-2536" class="wp-caption-text">Podcast #01- Retrospectiva 2014: Parte 2</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>2015 tá só começando e nós já estamos aquecendo as turbinas comentando os filmes que mais esperamos nesse ano. Expectativas e dúvidas não faltam. Será que <strong><em>Minions </em></strong>vai vingar? E <strong><em>Cinquenta Tons de Cinza</em></strong>? Ainda há credibilidade nos contos de fadas em <em>live action </em>depois de tantos fiascos? O que esperar de <strong><em>Cinderela</em></strong>? Fanboys (and girls!), <strong><em>Jurassic World </em></strong>ou <strong><em>Star Wars &#8211; O Despertar da Força</em></strong>? E a Julianne Moore? Será que dessa vez ela finalmente leva o Oscar? Dos filmes da atriz, você está aguardando mais <strong><em>Still Alice </em></strong>ou <strong><em>Mapa para as Estrelas</em></strong>?</p>
<p>Ainda deu tempo de finalizar a retrospectiva 2014, iniciada na <a href="http://coisadecinefilo.com.br/podcast-01-retrospectiva-2014-parte-1/">parte 1 do podcast,</a> elencando os piores filmes do ano que passou e Enoe pôde falar enfim sua lista de melhores atuações do ano! Preparem-se, não sobrou pedra sobre pedra. A galera é a mesma, Marcela Gelinski, Wanderley Teixeira e Enoe Lopes Pontes. Esperamos que gostem e comentem sobre o programa nos nossos canais de comunicação já conhecidos!</p>
<p>Trechos do podcast:</p>
<p>00:00 &#8211; Piores filmes de 2014</p>
<p>26: 51 &#8211; Melhores atuações de 2014, segundo Enoe</p>
<p>28:16 &#8211; Perspectivas para 2015</p>
<p><strong>ATENÇÃO! CUIDADO COM EVENTUAIS SPOILERS SOBRE OS FILMES COMENTADOS!</strong></p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/microfono_thumb.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2531 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/12/microfono_thumb.png" alt="microfono_thumb" width="102" height="171" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ouça </strong><a href="https://www.copy.com/s/gz3DPflkeQhbq3I7/Podcast%20Retrospectiva%202014%20-%20Parte%202.wav" target="_blank">aqui </a><strong>o Podcast #01 &#8211; Retrospectiva 2014: Parte 2</strong></p>
<p><strong>ATENÇÃO! CUIDADO COM EVENTUAIS SPOILERS SOBRE OS FILMES COMENTADOS!</strong></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/podcast-01-retrospectiva-2014-parte-2/">Podcast #01 &#8211; Retrospectiva 2014: Parte 2</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
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		<title>Balanço: Temporada Blockbuster 2014</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/balanco-temporada-blockbuster-2014/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2014 23:50:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[A Culpa É Das Estrelas]]></category>
		<category><![CDATA[Angelina Jolie]]></category>
		<category><![CDATA[Cameron Diaz]]></category>
		<category><![CDATA[Capitão América 2 - O Soldado Invernal]]></category>
		<category><![CDATA[Guardiões da Galáxia]]></category>
		<category><![CDATA[Lucy]]></category>
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		<category><![CDATA[Planeta dos Macacos: O Confronto]]></category>
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		<category><![CDATA[Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agora que já estamos no segundo semestre de 2014 (o tempo passa rápido&#8230;), chegou a hora de começarmos a fazer os primeiros balanços do ano. Claro que o principal deles é o da temporada de verão norte-americana, conhecida por trazer em seu calendário as principais super-produções da indústria cinematográfica. Esse ano o rendimento foi bem menor que o potencialmente esperado, no entanto, o que predominou foi a qualidade dos principais títulos dos estúdios. Os melhores filmes Para quem estava cansado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Agora que já estamos no segundo semestre de 2014 (o tempo passa rápido&#8230;), chegou a hora de começarmos a fazer os primeiros balanços do ano. Claro que o principal deles é o da temporada de verão norte-americana, conhecida por trazer em seu calendário as principais super-produções da indústria cinematográfica. Esse ano o rendimento foi bem menor que o potencialmente esperado, no entanto, o que predominou foi a qualidade dos principais títulos dos estúdios.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/MV5BMzA2NDkwODAwM15BMl5BanBnXkFtZTgwODk5MTgzMTE@._V1_SX640_SY720_.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1664 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/MV5BMzA2NDkwODAwM15BMl5BanBnXkFtZTgwODk5MTgzMTE@._V1_SX640_SY720_-620x205.jpg" alt="MV5BMzA2NDkwODAwM15BMl5BanBnXkFtZTgwODk5MTgzMTE@._V1_SX640_SY720_" width="620" height="205" /></a></p>
<p><strong>Os melhores filmes<br />
</strong></p>
<p>Para quem estava cansado do marasmo  da Marvel e começava a perceber que, em função do projeto <em>Os Vingadores</em>, o estúdio uniformizava seus títulos foi surpreendido com dois dos melhores filmes do catálogo da empresa e , consequentemente, da temporada: <em>Capitão América 2 &#8211; O Soldado Invernal </em>e <em>Guardiões da Galáxia</em>. Ambos também figuram entre as produções mais rentáveis das férias. Até o momento, <em>Capitão América 2 </em>é a maior bilheteria de 2014, com mais de US$ 259 milhões no bolso (ainda que sua equação com o orçamento de US$ 170 milhões não compense o resultado), e <em>Guardiões da Galáxia </em>foi a melhor estreia do mês de agosto de todos os tempos, cravando mais de US$ 92 milhões somente no seu <em>debut.</em></p>
<p><strong><em>Capitão América 2 </em></strong>superou as expectativas para um filme da Marvel ao trazer um autêntico <em>thriller </em>com altas doses de conspiração política que, pela primeira vez, de fato, vira o universo de <em>Os Vingadores </em>de cabeça para baixo. A continuação nos faz ter esperança de que, dessa vez, exista uma justificativa plausível para a união dos <em>Vingadores </em>e que eles enfrentem um perigo realmente ameaçador. Dirigido por uma dupla improvável, Anthony e Joe Russo (ambos de comédias descartáveis como <em>Dois é bom, Três é demais</em>), <em>Capitão América </em><em>2 </em>apresenta tomadas irretocáveis tecnicamente e consegue dosar a gravidade necessária ao universo de Steve Rogers com a falta de compromisso inerente às tramas da Marvel. Enfim, um grande acerto. <strong><em>Guardiões da Galáxia</em></strong>, por sua vez, é o grande achado do estúdio nos últimos anos. Irreverente, levemente anárquico e muito divertido, o filme de James Gunn coloca o catálogo do estúdio em um outro nível. Beneficiado por ser um dos materiais menos conhecidos da Marvel, <em>Guardiões da Galáxia </em>encontrou uma assinatura própria nas mãos do seu diretor e do seu protagonista, Chris Pratt, definitivo como Peter Quill, ou melhor, Star Lord.</p>
<p>Apesar de não fazer parte do catálogo da Marvel Studios (por relações contratuais prévias com a Fox, a franquia não é controlada por Stan Lee e cia.), a trajetória de<strong> <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em></strong>pode ser adicionada a ótima campanha da marca de HQs nessa temporada cinematográfica. A Fox trouxe de volta Bryan Singer, que desde que deixou a direção dos filmes da saga em <em>X-Men 2</em> não fez nada que valha a pena destacar, e fez um dos melhores filmes da série cinematográfica, resgatando determinados elementos descartados em <em>X-Men &#8211; O Confronto Final</em>, mas mantendo o respeito com o caminho percorrido pelos mutantes no cinema até aqui, ao unir a jovem e a velha guarda do grupo de heróis. <em>X-Men &#8211; Dias de um Futuro Esquecido </em>nos faz querer que Singer fique por muitos anos no comando da saga pois ele é um dos realizadores que mais entendem o caráter singular dessa HQ da Marvel. Nas bilheterias norte-americanas, o longa de Singer teve dificuldades para ultrapassar o seu orçamento, mas teve a compensação no mercado internacional, o que garante com folga a longevidade da franquia. Com a crítica, não há o que se discutir, foi um dos projetos <em>X-Men </em>mais bem resenhados.</p>
<p>Completa a lista, <strong><em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto </em></strong>que segue o caminho do filme anterior, lançado em 2011. Também produzido pela Fox, <em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto </em>recebeu uma injeção de ânimo no orçamento e alcança um nível de perfeição técnica superior ao primeiro longa, ainda que peque em seu 3D. Como narrativa, <em>O Confronto </em>eleva <em>Planeta dos Macacos </em>ao patamar de uma das sagas com a melhor execução do seu conceito e da sua condução. Nada no filme é gratuito, desde a evolução dos seus personagens até as interessantes sequências de ação que preenchem o longa pontualmente. Com US$ 190 milhões arrecadados no mercado norte-americano, <em>Planeta dos Macacos &#8211; O Confronto</em> ainda promete ser um dos títulos mais lucrativos do estúdio nessa temporada.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/cameron-diaz-600x450.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1665 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/cameron-diaz-600x450-620x250.jpg" alt="cameron-diaz-600x450" width="620" height="250" /></a></p>
<p><strong> Os piores filmes</strong></p>
<p>Como nem tudo são flores, o verão hollywoodiano também nos proporcionou algumas das maiores bombas do ano, seríssimos candidatos ao Framboesa de Ouro, deixando claro que mencionaremos apenas os títulos assistidos. Assim, já antevendo os clamores, <em>Juntos e</em> <em>Misturados</em>, por exemplo, não faz parte da lista encabeçada, é claro, por <strong><em>Transformers &#8211; A Era da Extinção</em></strong>, mais recente capítulo da franquia que é &#8220;prazer culposo&#8221; de 9 em cada 10 críticos de cinema. Digo &#8220;prazer culposo&#8221; porque não deixa de ser uma experiência proveitosa assistir os filmes de Michael Bay para aprender na prática o que não se deve fazer no cinema. <em>A Era da Extinção </em>segue os mesmos cacoetes da trilogia anterior protagonizada por Shia LaBeouf: o filme é desnecessariamente extenso, não tem a mínima sutileza e apresenta um roteiro praticamente nulo. O longa é seguido da comédia <strong><em>Mulheres ao</em> <em>Ataque </em></strong>que utilizou um elenco feminino encabeçado por Cameron Diaz e Leslie Mann para contar uma história extremamente machista, calcada em estereótipos femininos mofados que, ainda bem, já vemos com menos frequência nas telas. Podemos adicionar à seleção <strong><em>Transcendence &#8211; A Revolução</em></strong>, uma das maiores decepções do ano se levarmos em consideração as expectativas depositadas no longa por ser a primeira direção de Wally Pfister, diretor de fotografia dos filmes de Christopher Nolan. Pfister utilizou um elenco formado por Johnny Depp, Rebecca Hall, Morgan Freeman, Paul Bettany e Cillian Murphy para contar uma história com um conceito que se torna ainda mais frágil com o seu desfecho equivocado e confuso.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/shailene-woodley-hazel-grace-the-fault-in-our-stars.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1666 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/shailene-woodley-hazel-grace-the-fault-in-our-stars-620x244.jpg" alt="shailene-woodley-hazel-grace-the-fault-in-our-stars" width="620" height="244" /></a></p>
<p><strong>As mulheres de volta ao Box Office</strong></p>
<p>A temporada de férias 2014, por sua vez, foi celebrada pelo nicho feminino da indústria. Muitos títulos protagonizados por mulheres, alguns deles com mensagens de teor feminista, estão entre os títulos mais rentáveis do ano. Esse fato é enaltecido porque, tradicionalmente, o Box Office norte-americano é protagonizado por filmes de ação masculinos com apelo juvenil que colocam as mulheres sempre em segundo plano como objeto sexual já que o maior público pagante das bilheterias ainda é formado por adolescentes do sexo masculino.<strong> <em>Malévola</em></strong>, com <strong>Angelina Jolie</strong>, um dos títulos que integra essa fase de redefinição de arquétipos femininos da Disney, está no topo dessa lista, ocupando a quarta posição das maiores bilheterias do ano, perdendo apenas para seu extremo oposto <em>Transformers &#8211; A Era da Extinção</em><em> (3º), </em>a animação <em>Uma Aventura Lego </em>(2º) e <em>Capitão América 2 &#8211; O Soldado Invernal (1º)</em>. Essa nova safra bem-sucedida de <em>blockbusters </em>&#8220;femininos&#8221; também é protagonizada pela jovem <strong>Shailene Woodley</strong> que, de talento promissor em <em>Os Descendentes</em>, transformou-se em um dos maiores nomes da indústria atualmente com a repercussão de <strong><em>Divergente </em></strong>e <strong><em>A Culpa é das Estrelas</em></strong>, 11ª e 15ª posição no ranking geral das bilheterias. Completa o grupo <strong>Scarlett Johansson</strong>, que ocupou a primeira posição nas bilheterias da semana passada com o longa de Luc Besson <strong><em>Lucy</em></strong>.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Other-Woman-Style.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1667 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/Other-Woman-Style-620x298.jpg" alt="Other-Woman-Style" width="620" height="298" /></a></p>
<p><strong>Oh, Cameron&#8230;</strong></p>
<p>Apesar da temporada ter sido feminina, uma das suas representantes não se saiu tão bem assim com dois títulos em cartaz: <strong>Cameron Diaz</strong>. Com <strong><em>Mulheres ao</em> <em>Ataque</em></strong>, a atriz conseguiu o repúdio da crítica, sobretudo a feminina, como já dissemos, e  <strong><em>Sex Tape &#8211; Perdido da Nuvem </em></strong>, que acaba de ser lançado nos EUA,  seguiu o mesmo caminho.  Ou seja, a atriz precisa se reinventar com urgência ou escolher um agente melhor!</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/ed1-960x539.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1669 aligncenter" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/08/ed1-960x539-620x250.jpg" alt="ed1-960x539" width="620" height="250" /></a></p>
<p><strong>Prejuízos financeiros</strong></p>
<p>Dois títulos renderam abaixo do esperado em 2014. A comédia <strong><em>Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola </em></strong>de Seth MacFarlane não acompanhou o ótimo desempenho do filme anterior do humorista, <em>Ted</em>, ainda que contasse com um elenco atraente o suficiente para tanto (Charlize Theron, Liam Neeson, Amanda Seyfried&#8230;). O filme arrecadou somente US$ 42 milhões nos EUA, sendo que seu orçamento é de  US$ 40 milhões cravados. Já <strong><em>No Limite do Amanhã </em></strong>teve a baixa repercussão esperada nos EUA em função das últimas performances de Tom Cruise nas bilheterias locais. O novo filme do ator arrecadou US$98 milhões, sendo que custou US$ 170 milhões para a Warner. No entanto, o filme teve uma ótima arrecadação internacional, o que acabou compensando no final das contas.</p>
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		<title>Crítica: Malévola</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-malevola/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jun 2014 13:30:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Angelina Jolie]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Elle Fanning]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Malévola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Acredito que quando se cria uma expectativa muito grande em cima de um filme, a chance dele dar errado ou decepcionar cresce proporcionalmente. Verdade ou mentira, o fato é que Malévola entrou exatamente nesta estatística e colocou muita gente para sair triste do cinema. Em primeiro lugar é bom lembrar que esta é uma releitura da clássica história infantil eternizada pelos estúdios de desenho animado da Disney. Na animação, Malévola é uma feiticeira má que se revolta ao descobrir [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_1095" aria-describedby="caption-attachment-1095" style="width: 530px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/cenas-inéditas-de-malévola-são-reveladas-em-trailer-japonês-angelina-jolie-sobre-pop-2014-capa.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1095 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/cenas-inéditas-de-malévola-são-reveladas-em-trailer-japonês-angelina-jolie-sobre-pop-2014-capa.jpg" alt="cenas-inéditas-de-malévola-são-reveladas-em-trailer-japonês-angelina-jolie-sobre-pop-2014-capa" width="530" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-1095" class="wp-caption-text">Angelina Jolie encarna perfeitamente no papel de Malévola</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Acredito que quando se cria uma expectativa muito grande em cima de um filme, a chance dele dar errado ou decepcionar cresce proporcionalmente. Verdade ou mentira, o fato é que <em>Malévola</em> entrou exatamente nesta estatística e colocou muita gente para sair triste do cinema.</p>
<p>Em primeiro lugar é bom lembrar que esta é uma releitura da clássica história infantil eternizada pelos estúdios de desenho animado da Disney. Na animação, Malévola é uma feiticeira má que se revolta ao descobrir que não foi convidada para o batizado da princesa que nasceu e resolve se vingar da família real, jogando uma maldição na menina. Desesperados, rei e rainha pedem a ajuda de três fadas para esconder a criança pelos seus primeiros dezesseis anos, tentando desta forma preservar a bebê do feitiço. A vilã então passa anos procurando a herdeira do trono, na tentativa de concretizar a praga.</p>
<p>Acredito que seja problemático colocar uma antagonista como papel principal de uma trama. A função de uma vilã é ponderar a bondade da protagonista e tentar criar um outro lado da moeda. Uma vez que você coloca o personagem do mal no centro da trama, surge o problema. Mas infelizmente, esse é o menor dos problemas deste longa. Ele tinha a chance de ser muito bom se trabalhassem direito o lado vil da, então, protagonista. Ao contrário, eles resolvem humanizar Malévola e perdem completamente esta dosagem.</p>
<p><em>Malévola</em> começa com uma boa descrição e contextualização de como a vilã se tornou má do jeito que pretende ser. E isso é extremamente animador. Faz com que o espectador acredite que muitas perguntas deixadas pelo desenho animado sejam respondidas. No entanto, o problema começa quando o longa leva muito tempo nessa explicação. O roteiro aprofunda demais, cria cenas desnecessariamente longas e demora além da conta para entrar na parte principal e conhecida de todos, que é a Bela Adormecida.</p>
<figure id="attachment_1096" aria-describedby="caption-attachment-1096" style="width: 530px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/maleficent-elle-fanning.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1096" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/maleficent-elle-fanning.jpg" alt="Elle Fanning também assume toda a suavidade de Aurora" width="530" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-1096" class="wp-caption-text">Elle Fanning também assume toda a suavidade de Aurora</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Claro que a decisão de explicar tudo acaba humanizando a vilã de uma forma interessante, mostrando que ela não nasceu simplesmente ruim e que acontecimentos da vida é que endureceram seu coração. Legal, se não fosse o fato de que o motivo disso tudo foi um homem que decepcionou Malévola. Toda a personalidade e feminismo sustentados pela vilã do desenho animado, que é autossuficiente, amedrontadora e manda e desmanda na corte, cai por terra deixando ela como, literalmente, uma mal amada.</p>
<p>Aí você pensa que o filme já está suficientemente decepcionante, quando a coisa vai piorando. É de se imaginar que um longa sobre uma vilã que assume o papel principal e que tem um trailer super sombrio com uma trilha sonora macabra, tenha a protagonista como alguém movido pelo ódio e pela vingança, distribuindo terror por onde passa. Chega a ser triste pensar que no alto dos seus quase 100 minutos, Malévola é efetivamente má por três minutos, no máximo. Para se ter uma ideia, ela faz amizade com Aurora. Percebe-se, por aí, o andamento da trama.</p>
<p>Então, chegamos a outro problema. Você tem um filme protagonizado por uma vilã que não age como vilã, trazendo uma narrativa morna e sem um ápice esperado. A todo momento o espectador espera que ela vire a casaca e mostre que estava fingindo. Para tristeza geral da nação, isso não acontece, bestificando ainda mais a personagem.</p>
<figure id="attachment_1097" aria-describedby="caption-attachment-1097" style="width: 530px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/elle-fanning-maleficent.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1097" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/elle-fanning-maleficent.jpg" alt="A história da Bela Adormecida se perde na bestificação da vilã" width="530" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-1097" class="wp-caption-text">A história da Bela Adormecida se perde na bestificação da vilã</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Claro que <em>Malévola</em> não é de todo ruim. O filme em si é bom. A qualidade dos efeitos especiais é muito boa, casando perfeitamente com os atores e dando fluidez, neste sentido, ao longa. A trilha sonora também é bem escolhida. Toda a direção de fotografia acertou bastante nos cenários e a escolha de trajes para Malévola, intercalando quando ela agia para o bem ou para o mal (embora efetivamente a diferença fosse mínima), foi uma decisão acertada do pessoal do figurino.</p>
<p>No quesito atores, ótima escolha de elenco. Elle Fanning encarna lindamente no papel de Aurora, trazendo toda a inocência da personagem, beleza nata e suavidade nos gestos. Destaque muito especial para Angelina Jolie, que se adequou perfeitamente no papel da “vilã”, pontuando todas as variações de sentimentos e personalidade. De verdade, ela está idêntica à personagem do desenho animado e a maquiagem usada foi extremamente acertada. O resto do elenco também atua bem e compõe o grupo.</p>
<p>É incrível, no entanto, a capacidade de esquecimento que o enredo tem. Em muitos momentos os personagens simplesmente somem sem explicação alguma e reaparecem como se nada tivesse acontecido, cenas depois. Quando Aurora se perde na floresta e faz amizade com ninguém menos que Malévola, as três fadas que tomam conta dela não dão por sua falta hora nenhuma. O mesmo acontece com o príncipe Felipe, coitado, que surge por dois segundos e é completamente esquecido o resto do longa.</p>
<p>Lamentavelmente, nada disso consegue se sobressair por conta de um roteiro muito mal formulado e de caráter duvidoso. A maneira como a vilã foi retratada vai de encontro com toda a noção de encarnação do mal que ela propõe inicialmente, levando o espectador a um filme com enredo infantil, apesar de a proposta ser completamente diferente. É engraçado afirmar isso, mas o desenho animado traz uma antagonista de forma muito mais contundente e assustadora do que o próprio longa <em>Malévola</em>, que propôs uma releitura sob a perspectiva do mal. Uma triste decepção.</p>
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		<title>Estreias da Semana – 29 de maio a 4 de junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2014 17:11:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estreias]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Estreia]]></category>
		<category><![CDATA[Estreias da Semana]]></category>
		<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Malévola]]></category>
		<category><![CDATA[No Limite do Amanhã]]></category>
		<category><![CDATA[Os Homens São de Marte... E É Pra Lá Que Eu Vou]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas estreias desta semana, o super aguardado Malévola, filme que traz a visão da vilã, interpretada por Angelina Jolie, sobre a história infantil e do clássico da Disney, A Bela Adormecida. Temos ainda a ficção científica No Limite do Amanhã, que conta com Tom Cruise e Emily Blunt no elenco. Para fecha, a comédia nacional Os Homens São de Marte&#8230; E É Pra Lá Que Eu Vou, que promete levar o espectador a gargalhada. Tem para todos os gosto! Malévola [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nas estreias desta semana, o super aguardado <em>Malévola</em>, filme que traz a visão da vilã, interpretada por Angelina Jolie, sobre a história infantil e do clássico da Disney, <em>A Bela Adormecida</em>. Temos ainda a ficção científica <em>No Limite do Amanhã</em>, que conta com Tom Cruise e Emily Blunt no elenco. Para fecha, a comédia nacional <em>Os Homens São de Marte&#8230; E É Pra Lá Que Eu Vou</em>, que promete levar o espectador a gargalhada. Tem para todos os gosto!</p>
<figure id="attachment_1054" aria-describedby="caption-attachment-1054" style="width: 530px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/maxresdefault1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1054 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/maxresdefault1.jpg" alt="maxresdefault" width="530" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-1054" class="wp-caption-text">Angelina Jolie encarna o papel da bruxa Malévola</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>Malévola</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Robert Stromberg<br />
<strong>Elenco:</strong> Angelina Jolie, Elle Fanning, Brenton Thwaites, Juno Temple</p>
<p>O longa é baseado no clássico da Disney que conta a história de Aurora, uma princesa que foi amaldiçoada por uma bruxa má que, revoltada por ter sido excluída pela família real das comemorações do nascimento da menina, resolveu colocar um feitiço para que a menina morresse ao completar 16 anos. Focado na antagonista, este longa segue um caráter sombrio e promete uma visão bem diferente do famoso desenho animado. Neste filme, Malévola faz com que Aurora tenha que decidir entre defender o reino dos humanos e o reino da floresta.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="//www.youtube.com/embed/1rKe8jkPxo4" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<figure id="attachment_1055" aria-describedby="caption-attachment-1055" style="width: 530px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/marte.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1055 size-full" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/marte.jpg" alt="marte" width="530" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-1055" class="wp-caption-text">Mônica Martelli vive a protagonista em busca do amor</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>Os Homens São de Marte&#8230; E É Pra Lá Que Eu Vou</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Marcus Baldini<br />
<strong>Elenco:</strong> Mônica Martelli, Paulo Gustavo, Daniele Valente, Marcos Palmeira, Eduardo Moscovis, Humberto Martins</p>
<p>Aos 39 anos, Fernanda está desesperada para encontrar o amor. Sua longa experiência no ramo não conseguiu mudar seu status de solteira, mesmo trabalhando diretamente com organização de casamentos. O longa mostra sua busca ensandecida por um homem perfeito e pelo amor, mostrando situações hilárias que qualquer mulher pode se identificar. O filme é uma adaptação de uma peça homônima que fez bastante sucesso e passou oito anos em cartaz no Brasil.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="//www.youtube.com/embed/uALTiN5x5Jc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<figure id="attachment_1056" aria-describedby="caption-attachment-1056" style="width: 530px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/tom-cruise-e-emily-blunt.jpg"><img decoding="async" class="size-full wp-image-1056" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/tom-cruise-e-emily-blunt.jpg" alt="Cruise e Blunt fazem o casal da trama" width="530" height="330" /></a><figcaption id="caption-attachment-1056" class="wp-caption-text">Cruise e Blunt fazem o casal da trama</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>No Limite do Amanhã</strong><br />
<strong> Direção:</strong> Doug Liman<br />
<strong>Elenco:</strong> Tom Cruise, Emily Blunt, Bill Paxton, Brendan Gleeson</p>
<p>A sci-fi conta a história de Bill Cage, um homem que é obrigado a se alistar nas Forças Armadas depois que a Terra é tomada por alienígenas e vai direto para linha de frente de combate. Inexplicavelmente ele acaba preso no tempo, condenado a reviver esta data repetidamente. Ele acaba adquirindo conhecimento sobre a situação e antecipando os movimentos, tendo a chance de mudar o rumo da batalha, com o apoio da guerreira Rita Vrataski.</p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="//www.youtube.com/embed/EA6EWWwDbtY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Memória: A Bela Adormecida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 May 2014 20:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[A Bela Adormecida]]></category>
		<category><![CDATA[Malévola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Antes do pôr-do-sol, no seu 16º aniversário, ao tocar seu dedo no fuso de uma roca ela cairá em sono profundo e morrerá!&#8221; Com essas palavras, a pérfida feiticeira Malévola amaldiçoa a princesa Aurora no dia em que seus pais comemoram o seu nascimento com todo o reino. Ao longo dos seus 75 minutos de duração, o clássico da Disney de 1959 acompanha a saga da princesa adormecida com toda a pompa que se espera do estúdio que anos antes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both;">
<figure id="attachment_975" aria-describedby="caption-attachment-975" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/Sleeping-disneyscreencaps.com-7189.jpeg"><img decoding="async" class="wp-image-975 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/Sleeping-disneyscreencaps.com-7189-620x303.jpeg" alt="Sleeping-disneyscreencaps.com-7189" width="620" height="303" /></a><figcaption id="caption-attachment-975" class="wp-caption-text">Terceira princesa da Disney: A Aurora de &#8220;A Bela Adormecida&#8221; segue a tradição de &#8220;Branca de Neve e os Sete Anões&#8221;, de 1937, e &#8220;Cinderela&#8221;, de 1950.</figcaption></figure>
</div>
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<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;">&#8220;Antes do pôr-do-sol, no seu 16º aniversário, ao tocar seu dedo no fuso de uma roca ela cairá em sono profundo e morrerá!&#8221;</div>
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<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;">Com essas palavras, a pérfida feiticeira Malévola amaldiçoa a princesa Aurora no dia em que seus pais comemoram o seu nascimento com todo o reino. Ao longo dos seus 75 minutos de duração, o clássico da Disney de 1959 acompanha a saga da princesa adormecida com toda a pompa que se espera do estúdio que anos antes trouxera <em>Branca de Neve e os Sete Anões </em>e <em>Cinderela</em>. Como já antecipado, <em>A Bela Adormecida </em>é a história da princesa Aurora, separada de seus pais por obra de um feitiço lançado contra ela. Aurora é criada por três fadas  que dão a ela o nome de Rosa, mantendo a verdadeira identidade da princesa em segredo para que Malévola não descubra seu paradeiro. Quando completa 16 anos, Aurora encontra por acaso, na floresta, o príncipe Felipe, a quem foi prometida desde bebê. Esse encontro, no entanto, pode trazer riscos a princesa já que a expõe às ações de Malévola. No dia do seu casamento, a feiticeira atrai Aurora até a roca, concretizando a maldição lançada anos atrás. Somente o beijo de Felipe quebrará a maldição e colocará um fim nas maldades de Malévola.</div>
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<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"></div>
<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;">A trama é baseada no clássico homônimo dos irmãos Grimm, grande fonte de inspiração para a Disney em seus primeiros anos. Na verdade, os irmãos Grimm apenas materializaram em um conto uma história que foi passada de geração a geração pela tradição oral na Europa. Além do longa da Disney, a versão mais popular de <em>A Bela Adormecida </em>é a do balé de Tchaikovsky, de 1890, que por sinal serviu mais de inspiração para o clássico Disney que o próprio trabalho dos irmãos Grimm, muito mais soturno que a animação. Nas suas diversas versões, Aurora já recebeu o nome de Talia ou simplesmente &#8220;princesa&#8221;, sem um nome específico. Há uma mudança ou outra feita pela Disney no filme como o número de fadas presente na comemoração do rei ao nascimento de Aurora (eram 12 no original e não 3), ou então o fato das fadas terem levado Aurora para a floresta sem o consentimento dos pais na história original, o que não acontece no filme.</div>
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<figure id="attachment_976" aria-describedby="caption-attachment-976" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/Sleeping-beauty-disneyscreencaps_com-7079.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-976 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/Sleeping-beauty-disneyscreencaps_com-7079-620x315.jpg" alt="Sleeping-beauty-disneyscreencaps_com-7079" width="620" height="315" /></a><figcaption id="caption-attachment-976" class="wp-caption-text">Personagem emblemática: Reforçando o maniqueísmo das animações clássicas Disney, Malévola proporcionou uma série de interpretações sobre o lugar da mulher na sociedade da década de 1950.</figcaption></figure>
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<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"><em>A Bela Adormecida </em>pode até seguir a tradição dos contos de fadas Disney.  Há uma princesa, uma grande vilã, um príncipe, números musicais e muito rigor técnico. No entanto, poucas pessoas sabem que<span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">, apesar do sucesso que o longa de animação faz hoje<em>, A Bela Adormecida </em>sempre esteve longe de ser um dos &#8220;produtos&#8221; mais queridos do estúdio. A animação enfrentou problemas de bilheteria e críticas negativas na ocasião de seu lançamento. Hoje, passados 50 anos de sua estreia nas telonas, o filme tem seu espaço como uma das empreitadas mais ousadas e bem executadas esteticamente pelo estúdio. O filme </span>não poupou esforços do departamento responsável pelo design de produção, trazendo para a fita alguns dos cenários e caracterizações mais apuradas entre as animações da Disney.</div>
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<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;">O roteiro em si segue a inocência predominante nas tramas da época, oferecendo personagens unidimensionais. Aurora, Malévola, Felipe, as fadas e os demais personagens têm motivações bem definidas, simplistas. Como já mencionado, o trabalho de Clyde Geronimi e sua equipe se destacava pelo visual e a caracterização dos personagens chamava mais atenção do que suas personalidades em si. Ou seja, o visual delas, aliado a suas posições na história, denunciava muito mais sobre suas personalidades do que a trama, sobretudo a rancorosa Malévola. Como personificação do mal, a vilã vestia uma manta negra que formava asas de morcegos em suas mangas além de chifres que cobriam a sua cabeça. Como contraponto, os demais personagens do reino tinham um guarda-roupa colorido, incluindo a loira princesa Aurora, que usava tons sugestivos como o rosa e o azul claro.</div>
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<figure id="attachment_977" aria-describedby="caption-attachment-977" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/sleeping.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-977 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/sleeping-620x288.jpg" alt="sleeping" width="620" height="288" /></a><figcaption id="caption-attachment-977" class="wp-caption-text">Protagonista ausente: Apesar de estar sempre no foco da ação, Aurora passa a maior parte do tempo alheia a qualquer evento da trama.</figcaption></figure>
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<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;">Em função de reforçar maniqueísmos, ao longo do tempo, diversas leituras foram feitas sobre o conto transformado em animação pela Disney. A principal delas é de que <em>A Bela Adormecida </em>traz as negações ao espaço da mulher em nossa sociedade ao longo de décadas. Ao contrário do que muitos pensam, a cordata princesa Aurora não seria o centro dessa trama, mas sim a sua principal inimiga, a vilã Malévola (dai a pertinência desse novo longa da Disney levar o nome da feiticeira). Aurora é a heroína passiva e prendada, à espera do despertar para a vida social através do casamento e que, além de tudo isso, está durante toda a trama alheia aos acontecimentos que a cercam e que dizem respeito a ela mesma. Em contrapartida, Malévola vive só sem a expectativa de um romance e faz o que faz porque se sentiu excluída de um reino dominado essencialmente por homens que não a tornaram parte de um dos principais eventos da região, a comemoração pelo nascimento da princesa.</div>
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<div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;">Claro que toda essa interpretação ganha novos contornos se pensarmos na maneira como Malévola foi retratada em <em>A Bela Adormecida</em> de 1959. A vilã, como já mencionado, era a encarnação do mal e se apresentava fisicamente como uma espécie de demônio materializado. Tudo torna-se ainda mais significativo se pensarmos que no final dos anos de 1950, o mundo vivia o auge dos movimentos feministas. Seria Walt Disney então contra a emancipação feminina, sobretudo se juntarmos os estereótipos de <em>A Bela Adormecida </em>aos de <em>Cinderela </em>e <em>Branca de Neve e os Sete Anões</em>? Sua intenção era demonizar a independência feminina através dessas diferenças entre Aurora e Malévola? Ou o contrário, a perspectiva da Disney seria a representação da forma como as instâncias da sociedade enxergavam o movimento feminista da época? Difícil saber com precisão a resposta para tais perguntas.</div>
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<figure id="attachment_978" aria-describedby="caption-attachment-978" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/4bd846e17d60ef2c11ade8ed1974917e.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-978 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/05/4bd846e17d60ef2c11ade8ed1974917e-620x315.jpg" alt="4bd846e17d60ef2c11ade8ed1974917e" width="620" height="315" /></a><figcaption id="caption-attachment-978" class="wp-caption-text">Estética apurada: Com a supervisão de artistas plásticos, &#8220;A Bela Adormecida&#8221; é uma das mais intensas experiências visuais dos estúdios Disney.</figcaption></figure>
</div>
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<div class="separator" style="clear: both;">A expectativa que fica é de que <em>Malévola</em>, com foco declarado na personagem mais enigmática e que acabou se tornando o cerne de toda essa celeuma, apare algumas arestas e deixe as coisas bem mais claras nesse departamento, mas também são apenas expectativas já que o que o filme realmente será só saberemos após a sua estreia no dia 29 de maio nas principais salas de todo o país.</div>
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