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	<title>Arquivos M. Night Shyamalan - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos M. Night Shyamalan - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Batem à Porta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2023 02:14:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Batem à Porta é mais um filme do diretor M. Night Shyamalan (Vidro) que tinha tudo para ser incrível e desanda em dado momento, devido às escolhas equivocadas que o cineasta faz. E digo isso de maneira lamentosa, pois gosto muito do trabalho dele, de modo geral, então tinha certa expectativa quanto a esse filme. Imagine que você, seu marido e filha estão curtindo as férias em uma cabana no meio do mato, quando de repente chegam quatro pessoas com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Batem à Porta</strong></em> é mais um filme do diretor M. Night Shyamalan (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vidro/"><em>Vidro</em></a>) que tinha tudo para ser incrível e desanda em dado momento, devido às escolhas equivocadas que o cineasta faz. E digo isso de maneira lamentosa, pois gosto muito do trabalho dele, de modo geral, então tinha certa expectativa quanto a esse filme.</p>
<p>Imagine que você, seu marido e filha estão curtindo as férias em uma cabana no meio do mato, quando de repente chegam quatro pessoas com porretes e machados na mão, pedindo para entrar na casa, pois têm algo muito importante para discutir. É assim que começa de maneira super interessante o filme. O espectador fica vidrado na telona o tempo inteiro, tentando acompanhar o desdobrar da narrativa.</p>
<p>Com boas escolhas de câmeras e enfoques geniais, a tensão rapidamente se instala. O quarteto nada fantástico afirma que o apocalipse está próximo e que o casal com a menina são os únicos capazes de reverter a situação. Para isso, vão precisar escolher voluntariamente um dos três para executar. Os invasores não podem interferir nem matá-los. Mas a cada negativa que o casal com a filhinha der, uma catástrofe acontecerá e um integrante do quarteto morre violentamente.</p>
<p>Claro que o casal principal trata tudo com um grande surto, uma seita de loucos. E é justamente essa dúvida que o roteiro quer plantar na mente do espectador. Será que tudo aquilo é verdade? Será que o apocalipse se aproxima? Ou será que é apenas um surto de loucura de um grupo e a qualquer momento teremos isso revelado? <strong><em>Batem à Porta</em></strong> não poupa energia para deixar o espectador completamente atordoado com as possiblidade e é isso que torna o filme muito bom de assistir.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-16402" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Batem-a-Porta.jpg" alt="Batem à Porta" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Batem-a-Porta.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Batem-a-Porta-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Batem-a-Porta-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2023/02/Batem-a-Porta-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Mas então por que comecei o texto dizendo que esse é mais um equívoco de Shyamalan? Bom, porque as escolhas de finalização do filme são completamente equivocadas. Primeiro que o casal principal, é importante dizer, é gay. O problema é que, com isso, paira uma pauta possível de homofobia no ar. E isso segue até o final, quando um dos personagens faz um discurso de honra e pagar o preço. Algo completamente incabível no ano que estamos e com a sociedade atual.</p>
<p>Ao invés de seguir um caminho de que &#8220;o sacrifício é vago&#8221; ou de &#8220;nada podemos fazer para impedir a destruição da sociedade&#8221; &#8211; que seria incrível e acertado &#8211; o diretor toma o caminho mais simplório, óbvio e pouco atraente. Mesclando com isso, temos detalhes péssimos no roteiro, como protagonistas com escolhas completamente duvidosas, falhas que revelam muito além do que deveriam dos personagens, como se eles duvidassem brevemente da qualidade mental do espectador.</p>
<p>Não há como dizer que <strong><em>Batem à Porta</em></strong> é um filme ruim, de fato. Mas é frustrante o suficiente para nos fazer pensar se vale a pena recomendar ou não. Há quem goste de obviedades, é claro. Mas não deveríamos esperar (muito menos, receber) isso de um diretor do cacife de M. Night Shyamalan.</p>
<p><strong>Direção:</strong> M. Night Shyamalan</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Jonathan Groff, Ben Aldridge, Dave Bautista, Kristen Cui, Nikki Amuka-Bird, Rupert Grint, Abby Quinn</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/QMsj7g2EyPU" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Vidro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 15:09:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce Willis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em novembro de 2000, o público foi introduzido a um universo de super-heróis nada convencional. Corpo Fechado trouxe um olhar único para o subgênero – o qual, atualmente, detém a maior arrecadação do cinema. M. Night Shyamalan criou uma alternativa para a mesmice das produções heroicas. A proposta inovadora de trazer uma história de super-herói envolvida por uma narrativa de suspense, com diálogos profundos e jogos de inteligência elevou o longa-metragem a um lugar de destaque na época. Apesar dessa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em novembro de 2000, o público foi introduzido a um universo de super-heróis nada convencional. <em>Corpo Fechado</em> trouxe um olhar único para o subgênero – o qual, atualmente, detém a maior arrecadação do cinema. M. Night Shyamalan criou uma alternativa para a mesmice das produções heroicas. A proposta inovadora de trazer uma história de super-herói envolvida por uma narrativa de suspense, com diálogos profundos e jogos de inteligência elevou o longa-metragem a um lugar de destaque na época.</p>
<p>Apesar dessa estrutura inteligente e bem elaborada feita por Shyamalan em Unbreakable (título original), foram necessários 15 anos para que o diretor tivesse a chance de iniciar o projeto que daria continuidade ao seu universo. Kevin Wendell Crumb e suas 24 personalidades foram o foco central de Frangmentado. Lançado em 2016, o terror psicológico tinha por objetivo ser a sequência do suspense estrelado por Bruce Willis e Samuel L. Jackson. O sucesso do segundo longa foi tamanho que concedeu a chance de ser feito um capítulo final para a trilogia do Eastrail 177, o filme <strong><em>Vidro</em></strong>.</p>
<p>Há uma semana, os cinemas do mundo começaram a exibir a conclusão da história de David Dunn, Elijah Price e Kevin Wendell Crumb. <strong><em>Vidro</em> </strong>representa o fechamento de um ciclo de filmes que durou 19 anos. A criação de uma só narrativa que englobe as distintas facetas dos dois primeiros longas foi, sem dúvida, um dos maiores desafios do criador da trilogia. Esse é, inclusive, o tropeço de Glass (título original). Mesmo com uma estrutura ainda envolvente, o novo filme acaba perdendo algumas das qualidades destaque de seus antecessores – como a sutileza e inteligência dos diálogos e a tensão cena após cena.</p>
<p>Depois de fugir das autoridades após o incidente do zoológico, Kevin Wendell Crumb (James McAvoy) se tornou conhecido por todos – inclusive por David Dunn (Bruce Willis) – como um assassino psicótico. O vigilante passou os últimos 18 anos combatendo crimes e agora seu objetivo é deter a Fera. O confronto entre o homem inquebrável e o mestre da Horda resultará na prisão dos dois. Agora, os indivíduos super-humanos estarão lado a lado com outro notório vilão, o senhor Vidro (Samuel L. Jackson), presos numa instituição psiquiátrica do governo. O que parece ser um confinamento para segurança pública se mostrará como um plano muito maior do sr. Vidro que levará essas três super personalidades à um embate final.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9856" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/01/4067255.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Os trabalhos do diretor e roteirista M. Night Shyamalan costumam dividir opiniões, contudo, é indiscutível perceber os traços originais dele como diretor. Seus trabalhos normalmente são bastante experimentais. Shyamalan não hesita ao inovar com posicionamentos de câmera inusitados, enquadramentos incomuns e iluminações de cena bem marcantes. Seus melhores trabalhos imprimem características únicas e essa singularidade é a sua marca registrada. <em><strong>Vidro</strong></em>, contudo, não se encaixa perfeitamente nessa descrição. O novo longa-metragem perdeu alguns dos traços fundamentais que marcaram os filmes que lhe antecederam. A fórmula encontrada para apresentar Glass ao público é muito mais próxima dos filmes genéricos de super-heróis do que da própria obra de Shyamalan.</p>
<p>Além da direção que acabou tendo algumas perdas, o roteiro foi quem mais sofreu nesse capítulo final. Os brilhantes diálogos de <em>Corpo Fechado</em> e a estrutura genial de <em>Fragmentado</em> deram espaço para falas mais rasas e uma narrativa um tanto previsível. O resultado da união dos universos de Dunn e Crumb foi precário. Fica evidente em alguns momentos a tentativa de retratação do diretor com sua própria criação – como em algumas cenas muito bem filmadas ou através de um plot não muito inovador, porém corretamente construído e apresentado. A sensação é que o próprio diretor vivia num embate interno ao elaborar essa convergência de mundos.</p>
<p>Independente das falhas contidas no roteiro, o elenco foi o ponto forte da trama. As performances se mantiveram com qualidade – apesar dos diálogos fracos – e isso ajudou a conduzir o longa a um caminho mais digno para sua finalização. Bruce Willis, Samuel L. Jackson e James McAvoy vestiram a camisa de suas respectivas personagens muito bem nesse momento de despedida. Os olhares insanos de Jackson, a presença de Willis e a desenvoltura performática de McAvoy mantém a atenção do espectador e conseguem até fazer com que o ele esqueça alguns defeitos já ocorridos. Os componentes coadjuvantes marcam também sua participação revivendo suas personagens e a presença de Sarah Paulson como a psiquiatra acrescentaram o desenvolver das cenas.</p>
<p>A despeito de todos os deslizes, <strong><em>Vidro</em> </strong>já arrecadou mais que 5 vezes o valor de seu orçamento só na primeira semana. A crítica não ficou muito contente com a conclusão dessa história, mas as manifestações do público pelas mídias digitais e a arrecadação do longa discordam. Glass está se mostrando como mais um filme polêmico de M. Night Shyamalan, onde a crítica o nega e o espectador, abraça. Seja como for a avaliação dada para a performance do longa, a proposta alternativa dos super-heróis acaba com um questionamento: será que podem existir mais super-humanos? Eis que essa pergunta pode ser a fonte de novas produções. Só o futuro – e a bilheteria final – dirá se ainda veremos mais da trilogia Eastrail 177.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/6w7qWcCbkks" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Fragmentado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Mar 2017 22:13:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O diretor M. Night Shyamalan certamente tem altos e baixos em sua carreira no cinema, e vinha de um período fraco de lançamentos. Talvez por isso a expectativa em cima de Fragmentado, um filme que possui um roteiro interessantíssimo, não tenha sido tão balada quanto poderia. E talvez por isso, também, o resultado tenha sido tão bom para o público. O enredo traz a história de Kevin, um jovem que tem, nada menos, que 23 personalidades diferentes dentro de si, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O diretor M. Night Shyamalan certamente tem altos e baixos em sua carreira no cinema, e vinha de um período fraco de lançamentos. Talvez por isso a expectativa em cima de <em>Fragmentado</em>, um filme que possui um roteiro interessantíssimo, não tenha sido tão balada quanto poderia. E talvez por isso, também, o resultado tenha sido tão bom para o público.</p>
<p>O enredo traz a história de Kevin, um jovem que tem, nada menos, que 23 personalidades diferentes dentro de si, pulando de uma para a outra de acordo com seu desejo. O roteiro mostra o lado confuso do protagonista, assim como a tentativa de uma psicanalista de compreender o transtorno e tirar o estigma da sociedade.</p>
<p>A princípio, fica um pouco confusa a mudança de personalidades do personagem, uma vez que duas delas são bem semelhantes fisicamente. O que destaca ao espectador, no entanto, é que James McAvoy consegue transformar seu olhar, sua forma de andar e falar, de modo que ele, efetivamente, se torna um outro personagem a cada tomada de cena. Não consigo visualizar ator melhor para o papel, uma vez que McAvoy já é naturalmente transtornado e se encaixa perfeitamente na trama. Realmente, é um dos melhores profissionais de sua geração.</p>
<p style="text-align: left;">Diferente do estilo de filme que Shyamalan exprime na telona, esse não tem um <em>plot twist</em> como seus anteriores, como<em> O Sexto Sentido</em> ou <em>A Vila</em>. O ritmo cresce gradativamente, angustiando quem assiste, criando uma tensão constante. O longa tem surpresas no final, mas nada que traga uma reviravolta tão grande. Esse modelo de roteiro talvez desagrade alguns fãs do cineasta, mas se encaixa bem nesta história. Ela já é um <em>plot twist</em> por natureza, por assim dizer.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-7523" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2017/03/053506.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="" width="610" height="348" /></p>
<p>Voltando ao enredo do filme, o transtornado Kevin, em um momento de uma personalidade mais agressiva, sequestra três meninas e as mantém como refém. No cativeiro, elas começam a lidar com várias dessas pessoas que habitam o corpo dele, ficando confusas e ainda mais assustadas. Casey, uma das jovens, é a chave daquela interação. Ela é &#8220;estranha&#8221; e não tão próxima das demais meninas. Além disso, sua história vai sendo contada em paralelo com aquela, criando um contexto para tudo que está acontecendo.</p>
<p>A condição realista da trama e a tensão crescente fazem com que o espectador acredite em tudo que está acontecendo ali e fique perturbado. É assustador e interessante as transformações do personagem em suas distintas personalidades. Ao final, temos um encerramento digno e crível, encaixando muitas peças da trama. Shyamalan faz ainda uma ligação com um de seus filmes de maior sucesso,<em> Corpo Fechado</em>, de 2000.</p>
<p>Mantendo seu perfil, mas trazendo uma nova roupagem, o cineasta consegue acertar num filme que, desde o início, apresentou um roteiro atraente (e escrito por ele mesmo). A escolha de elenco favorece muito a execução dos textos, e a dupla protagonizada por James McAvoy e Anya Taylor-Joy, a Casey, efetivamente funciona, proporcionando um ótimo resultado e uma tensão crescente e realista.</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<div style="position: relative; height: 0; padding-bottom: 56.25%;"><iframe style="position: absolute; width: 100%; height: 100%; left: 0;" src="https://www.youtube.com/embed/7l4SzfMstLE?ecver=2" width="640" height="360" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></div>
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		<title>Crítica: A Visita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2015 21:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[A Visita]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Deanna Dunagan]]></category>
		<category><![CDATA[Ed Oxenbould]]></category>
		<category><![CDATA[M. Night Shyamalan]]></category>
		<category><![CDATA[Olivia DeJonge]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Desde a metade da década passada o cineasta M. Night Shyamalan, que fez fama após o retumbante sucesso de O Sexto Sentido, amarga um fiasco atrás do outro. Alvejado pela crítica e pelos péssimos números nas bilheterias de filmes como A Dama na Água, Fim dos Tempos, Depois da Terra e O Último Mestre do Ar, Shyamalan e sua filmografia viraram motivo de piada em Hollywood, sobretudo porque o cineasta fora lançado em 1999 com o rótulo de &#8220;o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_4013" aria-describedby="caption-attachment-4013" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/the-visit-1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-4013 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/the-visit-1-620x349.jpg" alt="the-visit-1" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-4013" class="wp-caption-text">Found Footage: M. Night Shyamalan se rende à &#8220;modinha&#8221; dos filmes sobre &#8220;filmagens caseiras&#8221;</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p>Desde a metade da década passada o cineasta M. Night Shyamalan, que fez fama após o retumbante sucesso de <i>O Sexto Sentido</i>, amarga um fiasco atrás do outro. Alvejado pela crítica e pelos péssimos números nas bilheterias de filmes como <i>A Dama na Água</i>, <i>Fim dos Tempos</i>, <i>Depois da Terra </i>e <i>O Último Mestre do Ar</i>, Shyamalan e sua filmografia viraram motivo de piada em Hollywood, sobretudo porque o cineasta fora lançado em 1999 com o rótulo de &#8220;o novo Hitchcock&#8221;. O terror <i>A Visita </i>é anunciado como o retorno do realizador à boa forma, algo que em parte se justifica já que o longa possui ideias interessantes, mas, por outro lado, soa precipitado, afinal o filme possui alguns problemas que emperram a história e sabotam o próprio fluxo criativo do realizador.</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p><i>A Visita </i>conta a história de dois irmãos que são mandados pela mãe para a casa dos avós já que ela passará alguns bons dias em uma merecida viagem de férias. O casal de idosos mora em uma fazenda isolada de tudo e os garotos, que filmam a rotina da visita para um documentário, começam a estranhar o comportamento deles. Essa experiência fará com que muitas questões mal resolvidas nas relações dessa família sejam solucionadas, como o passado conturbado entre a mãe dos jovens e os seus pais e uma mágoa da irmã mais velha com o seu pai, que abandonara mulher e filhos de maneira abrupta e sem justificativa aparente.</p>
</div>
<figure id="attachment_4014" aria-describedby="caption-attachment-4014" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/the-visit-grandmom-picture.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-4014 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/the-visit-grandmom-picture-620x349.jpg" alt="the-visit-grandmom-picture" width="620" height="349" /></a><figcaption id="caption-attachment-4014" class="wp-caption-text">Casa da vó: Mote de A Visita é a apavorante convivência dos protagonistas com seus sinistros avós</figcaption></figure>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>&nbsp;</p>
<p>Em <i>A Visita</i>, M. Night Shyamalan resolve explorar uma das &#8220;meninas do olhos&#8221; do cinema de terror contemporâneo, o <i>found footage, </i>recurso pelo qual o espectador acompanha a trama pela perspectiva de um personagem que filma os acontecimentos da narrativa em uma câmera caseira. A câmera em primeira pessoa de Shyamalan em <i>A Visita </i>funciona em parte: se por um lado o realizador consegue tornar o formato orgânico a sua própria história e personagens, por outro soa repetitivo diante de tantos longas que já usaram o recurso e também vira uma muleta da qual o cineasta não consegue se desgarrar em momentos necessários (pense, quem conseguiria continuar preocupado com a gravação de um filme diante da ocorrência de acontecimentos tão macabros consigo mesmo? Os personagens do filme conseguem).</p>
</div>
<div data-blogger-escaped-style="text-align: justify;">
<p>Por outro lado, fica evidente que <i>A Visita </i>é um dos filmes mais bem resolvidos da carreira recente de Shyamalan, cujo último trabalho relevante foi <i>A Vila </i>de 2004, que ainda assim teve os seus &#8220;detratores&#8221; declarados na época do seu lançamento. O filme não chega a ser comparado a <i>O Sexto Sentido</i>, inegavelmente o seu melhor trabalho, mas consegue construir uma narrativa fluida, utilizando muito bem as marcas do seu próprio gênero e deixando o espectador instigado pelo desfecho da sua história.</p>
</div>
<figure id="attachment_4015" aria-describedby="caption-attachment-4015" style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/The-Visit-film-image.jpeg"><img decoding="async" class="wp-image-4015 size-medium" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2015/11/The-Visit-film-image-620x329.jpeg" alt="The-Visit-film-image" width="620" height="329" /></a><figcaption id="caption-attachment-4015" class="wp-caption-text">Equilíbrio: Filme é um dos melhores do cineasta nos últimos anos, mas alterna boas ideias com decisões equivocadas</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há uma cena ao final do longa completamente desnecessária que evidencia uma espécie de <i>mea culpa</i> do diretor, que não satisfeito em construir um filme de terror digno sente a necessidade de transformá-lo em algo mais do que isso. Me pergunto, para que? Deixando qualquer &#8220;birra&#8221; de lado, <i>A Visita </i>tem mais pontos positivos a serem mirados do que negativos, prova de que umas boas bordoadas da opinião pública, quando merecidas, não faz mal a ninguém. É um filme eficiente aos seus propósitos e por seus defeitos e qualidades estimula a discussão sobre o seu próprio valor. Afinal, se existe algo que não podemos negar na carreira de Shyamalan é que ele suscita a divergência de percepções acerca da sua própria obra e isso é extremamente salutar.</p>
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		<title>Aconteceu na semana (07/02 a 14/02)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2014 20:06:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce Willis]]></category>
		<category><![CDATA[M. Night Shyamalan]]></category>
		<category><![CDATA[Scarlett Johansson]]></category>
		<category><![CDATA[Shirley Temple]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> O Adeus a Shirley Temple Morreu, na última terça-feira (11), aos 85 anos, a atriz Shirley Temple. Grande tesouro de Hollywood na época da Grande Depressão, Shirley, com seus cachinhos dourados e seu rosto angelical, levou a doçura e o encanto a várias gerações de cinéfilos com filmes como Olhos Encantadores e A Pequena Órfã. A carreira de Temple foi breve, reduzindo-se praticamente à sua infância, mas foi marcante, tornando-a ícone de um tempo. Aos 21 anos, a atriz abandonou a carreira e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/shirley.png"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-239 aligncenter" alt="shirley" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/shirley-620x359.png" width="620" height="359" /></a></p>
<p style="text-align: center;"> <strong>O Adeus a Shirley Temple</strong></p>
<p>Morreu, na última terça-feira (11), aos 85 anos, a atriz Shirley Temple. Grande tesouro de Hollywood na época da Grande Depressão, Shirley, com seus cachinhos dourados e seu rosto angelical, levou a doçura e o encanto a várias gerações de cinéfilos com filmes como <em>Olhos Encantadores </em>e <em>A Pequena Órfã</em>. A carreira de Temple foi breve, reduzindo-se praticamente à sua infância, mas foi marcante, tornando-a ícone de um tempo. Aos 21 anos, a atriz abandonou a carreira e dedicou-se à diplomacia. Na última década, Temple retornou para Hollywood para receber homenagens pela contribuição artística de sua carreira, como no SAG Awards de 2006. Não há cinéfilo que não lamente a perda, mesmo que Shirley tenha se afastado do cinema.</p>
<p><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/willis-mnight.png"><img decoding="async" class="size-full wp-image-240 aligncenter" alt="willis mnight" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/willis-mnight.png" width="500" height="370" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Willis e Shyamalan em terceira parceria</strong></p>
<p style="text-align: left;">O diretor M. Night Shyamalan e o ator Bruce Willis anunciaram  a execução de um terceiro projeto juntos: <em>Labor of Love</em>. Atualmente, o cineasta está no Festival de Berlim captando fundos e parcerias para a produção que trará o ator como um viúvo realizando uma viagem para tentar encontrar um alívio para o seu luto. Nas duas últimas vezes que o ator e o diretor se encontraram foi em <em>Corpo Fechado </em>e em <em>O Sexto Sentido</em>, até hoje um fantasma na carreira do diretor já que ele não consegue superar o seu sucesso. Desde então, Shyamalan não tem tido sucesso em suas empreitadas, tornando-se chacota entre críticos e cinéfilos por produções de gosto duvidoso como <em>A Dama na Água </em>e <em>Fim dos Tempos</em>.</p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/scarlett_johansson_in_avengers-HD.jpg"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-252 aligncenter" alt="scarlett_johansson_in_avengers-HD" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/02/scarlett_johansson_in_avengers-HD-620x348.jpg" width="620" height="348" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Marvel anuncia filme solo da Viúva Negra</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto o embróglio do longa da Mulher Maravilha só terá fim após a estreia de <em>Batman vs. Superman</em>, a Marvel saiu na dianteira com o anúncio da realização de um filme protagonizado pela Viúva Negra, heroína interpretada por Scarlett Johansson em <em>Os Vingadores </em>e <em>Homem de Ferro 2</em>. Ao que tudo indica, <em>Capitão América 2</em>, a ser lançado nesse primeiro semestre, trará pistas sobre a origem da personagem que ensejarão o projeto. Será interessante ver uma super-heroína disputar espaço em um terreno predominantemente masculino, só não sei se a Marvel tem tanta ousadia assim para assumir algo que fuja da tradicional e pouco ambiciosa abordagem que tem aplicado desde que resolveu abraçar o projeto <em>Os Vingadores</em>, mas fica a expectativa.</p>
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