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	<title>Arquivos Luke Wilson - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Luke Wilson - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Como Seria Se&#8230;? (Netflix)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Aug 2022 19:06:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A fórmula do “e se?”, já vista em produções como De Caso Com o Acaso ou Melinda e Melinda, retorna aqui, nesta nova comédia romântica da Netflix. Na maioria dos aspectos que as suas antecessoras falharam, Como Seria Se&#8230;? consegue acertar e manter o espectador conectado com ambas das suas histórias apresentadas durante toda a projeção. Apesar de possuir alguns defeitos, como encerrar abruptamente a narrativa, o resultado geral do filme é positivo, ficando até um pouco acima da média. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A fórmula do “e se?”, já vista em produções como <em>De Caso Com o Acaso</em> ou <em>Melinda e Melinda</em>, retorna aqui, nesta nova comédia romântica da Netflix. Na maioria dos aspectos que as suas antecessoras falharam, <strong><em>Como Seria Se&#8230;?</em></strong> consegue acertar e manter o espectador conectado com ambas das suas histórias apresentadas durante toda a projeção. Apesar de possuir alguns defeitos, como encerrar abruptamente a narrativa, o resultado geral do filme é positivo, ficando até um pouco acima da média.</p>
<p>O maior defeito de obras que possuem múltiplas histórias é que falta um equilíbrio qualitativo. Ao inserir várias tramas e personagens, alguns enredos são mais desenvolvidos do que outros. No que se refere ao plot principal, esse fator não é aparece em <strong><em>Como Seria Se&#8230;?</em></strong> Dividindo o espaço entre as duas possibilidades de trajetória de Natalie (Lili Reinhart), o espectador acompanha a sua vida em uma grande bifurcação sua. De um lado, temos a perspectiva dela se ela tivesse descoberto uma gravidez na noite de sua formatura na graduação e, do outro, se o teste tivesse dado negativo.</p>
<p>A partir daí, são criadas marcas visuais para distinguir as duas realidades, o que é bem útil para guiar o espectador. Natalie grávida é preenchida de melancolia, por isso tons de azul bebê estão espalhados pelo ecrã. Já a Natalie sem neném, que vai para Los Angeles para tentar a carreira de desenhista, tem cores rosadas e alaranjadas nela e ao seu redor, exalando um clima de juventude. São escolhas um tanto clichês, mas funcionam porque estão casadas também com a caracterização de Natalie e na interpretação de Lili.</p>
<p>Seja pelo corte de cabelo, pelas vestes, pelo tom de voz e movimentos corporais feitos por Lili, a composição de uma mesma personagem é modificada pelos caminhos diferentes que ela segue. A transformação interna e externa de Natalie é tão palpável, que são quase duas mulheres distintas, a partir do ponto de virada em seu caminho. A direção de Wanuri Kahiu (<em>Rafiki</em>), juntamente com a fotografia de Alan Caudilo (<em>A Faxineira</em>), conduz que assiste a se aproximar das duas tramas e a sentir as distinções dos dois mundos e todas as particularidades deles.</p>
<p>Através da luz e de enquadramentos cada dinâmica é estabelecida até o momento derradeiro que as bifurcações meio que se encontram e as “Natalies” encerram as suas peripécias. Neste momento em que o tom passa a ser similar novamente, fica nítida a consciência da equipe no que tangem às seleções escolhidas para cada universo. Além disso,  a chave aqui é que, no final das contas, o longa-metragem deseja passar que não importam quais vão ser as decisões e as mudanças feitas pelas pessoas, mas sim como elas lidam com isso e consegue imprimir isto em bom pedaço da história.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-15855" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/0629216.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="Como Seria Se...?" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/0629216.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/0629216.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/0629216.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2022/08/0629216.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Durante a projeção, o público pode se deparar com o receio de algum dos destinos de Natalie ser melhor do que o outro ou que surja alguma lição de moral tola, como “filhos são bons” ou o contrário: “não tenha filhos”. Contudo, o que importa de verdade é a protagonista e como ela lida com seus desejos e sonhos, a partir dos desafios que lhe são apresentados. Analisando estas características da obra, ela tem um resultado total positivo, porém, ainda que, no geral, seja uma sessão que prende a atenção e se mostre cuidadosa, alguns detalhes reduzem a sua qualidade.</p>
<p>Principalmente em seu terceiro ato e seu desfecho, alguns pactos que foram estabelecidos com o espectador, como o corte de cabelo de &#8220;Natalie azul&#8221; ser mais curto, são quebrados. Por este detalhe ser modificado mais próximo do final, pode ser um pouco confuso por alguns minutos para algumas pessoas. Esta derrapada na última meia hora do filme também se dá pelas soluções repentinas e fáceis para problemas muito grandes para Natalie e uma pequena perda da personalidade de cada uma delas.</p>
<p>Assim, o longa pode frustrar um pouco, pois a elaborações dos conflitos e dos ambientes que cercam Natalie ganham tempo para serem elaborados, porém as resoluções ocorrem rapidamente, como se, de repente, todos os obstáculos que eram tão grandes para ela desaparecessem. Além disso, as outras três personagens centrais que a cercam (cada namorado de uma realidade e sua melhor amiga) possuem diversas cenas, mas não são explorados a ponto de justificar a inserção das problemáticas vivenciadas por eles dentro da história.</p>
<p>Um exemplo é a situação de Cara (Aisha Dee), a bff de Natalie. Desde do início da exibição é informado que ela não gosta de seu emprego. A repetição deste fato causa a impressão de que ele será utilizado para algo relevante ali. No entanto, não se vê nem ao menos alguma comparação dela com a vida de Natalie ou qualquer outro artifício do tipo. Isto é uma pena, pois Cara é uma personagem com potencial. Mas, mesmo assim, no geral, <em><strong>Como Seria Se&#8230;?</strong></em> vale ser conferida por ser uma dramédia que entende que tipo de obra é, o que quer contar e como.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Wanuri Kahiu</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Lili Reinhart, Aisha Dee, Luke Wilson, Danny Ramirez, Andrea Savage, Nia Long, David Corenswet, Taylor Murphy</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/m6Q-2zvYCGs" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Crítica: Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2019 01:09:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Abigail Breslin]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Murray]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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		<category><![CDATA[Zumbilândia - Atire Duas Vezes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A moda em Hollywood, atualmente, é ressuscitar histórias que aconteceram há muitos anos. Isso vai basicamente do receio de investir em projetos novos &#8211; já que a obrigação do super lucro é cada dia maior. O resultado são franquias sem fim, filmes que poderiam ser apenas um e viram trilogias, histórias que parecem nunca morrer. Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes é a continuação do longa original que foi lançado há 10 anos, sem a menor intenção de ter uma sequência. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A moda em Hollywood, atualmente, é ressuscitar histórias que aconteceram há muitos anos. Isso vai basicamente do receio de investir em projetos novos &#8211; já que a obrigação do super lucro é cada dia maior. O resultado são franquias sem fim, filmes que poderiam ser apenas um e viram trilogias, histórias que parecem nunca morrer. <strong><em>Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes</em></strong> é a continuação do longa original que foi lançado há 10 anos, sem a menor intenção de ter uma sequência.</p>
<p>Já plenamente acostumados com as realidades de Zumbilândia, Tallahassee, Columbus, Wichita e Little Rock seguem caçando zumbis e buscando um lugar para se acomodar com segurança. Depois que eles finalmente chegam à Casa Branca e conseguem criar uma realidade praticamente normal, outros problemas de relacionamento vão surgindo. Paralelo a isso, os zumbis estão igualmente evoluindo, tornando-se cada vez mais difíceis de matar.</p>
<p>Não havia necessidade de uma continuação, é verdade. Mas ao menos eles conseguiram cumprir vários quesitos importantes com esse longa. O primeiro foi conseguir reunir o elenco original e o mesmo continuar funcionando tantos anos depois. Especialmente porque Abigail Breslin (<em>Pequena Miss Sunshine</em>) era uma criança na época e agora é adulta. Ou seja, mudou não apenas o físico como o estilo de atuação.</p>
<p>O quarteto principal foi apoiado por um ótimo grupo de coadjuvantes, que surgiam de repente e sempre com um elemento para acrescentar. A melhor de todas, definitivamente, é Zoey Deutch (<em>Artista do Desastre</em>), no papel da boba Madison. Poderíamos ter um problema aqui de subjugar a mulher e o esterótipo da loira burra. No entanto, o filme é debochado e o personagem acaba funcionando como uma alfinetada no que ele representa.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-11651" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/3-1-750x500.jpg" alt="Zumbilândia - Atire Duas Vezes" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/3-1.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/3-1-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/3-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Aliás, o deboche e o humor ácido é o que sustenta <strong><em>Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes</em></strong>. Há algum tempo eu não dava tanta risada como neste filme. Risada sincera e divertida. É exatamente o que o longa é. Não vá esperando um grande roteiro, pois esse é bem clichê. Como a maioria das continuações não pensadas, ele começa com tudo certo (como foi deixado no filme anterior) e aí surge um problema, que foi uma criação aleatória do roteiro, que acaba desencadeando os eventos futuros. No que isso resulta? Um claro problema de ápice na história.</p>
<p>É exatamente esse o problema mais sério do longa. Ele caminha com muita linearidade, quando era para ser uma escalada para a glória, por assim dizer. Desta forma, o espectador tem uma impressão de monotonia, que não existe efetivamente. Mas é o que o ritmo nos induz.</p>
<p>Nada disso impede que <strong><em>Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes</em> </strong>funcione plenamente. É um filme que com certeza segue o caminho do antecessor e se apoia na sua trajetória, mas, ao mesmo tempo, tem função independente. Traduzindo: se você assistiu ao primeiro, excelente; mas se não assistiu, não vai deixar de entender o que acontece ali na narrativa. O que é muito bom, especialmente para uma continuação que surge tanto tempo depois, com novos públicos de interesse.</p>
<p>O compromisso claro deste filme é com a diversão e isso ele consegue cumprir com qualidade. Com a mistura de muito sangue, tiro, porrada e risada, <strong><em>Zumbilândia &#8211; Atire Duas Vezes</em> </strong>consegue se tornar leve. Uma distração despretensiosa para o fim de semana, que certamente vai agrada muitas gerações.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Ruben Fleischer<br />
<strong>Elenco:</strong> Woody Harrelson, Jesse Eisenberg, Emma Stone, Abigail Breslin, Rosario Dawson, Zoey Deutch, Luke Wilson, Bill Murray</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/HW5rL3QtL_E" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Cinco (ou seis) atores que mais trabalharam com Wes Anderson</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2014 22:32:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Anjelica Huston]]></category>
		<category><![CDATA[Bill Murray]]></category>
		<category><![CDATA[Jason Schwartzman]]></category>
		<category><![CDATA[Luke Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Owen Wilson]]></category>
		<category><![CDATA[Wes Anderson]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grande Hotel Budapeste, mais novo filme de Wes Anderson, está prestes a estrear nos cinemas brasileiros. Conhecido como um dos diretores mais metódicos dos EUA e que exploram universos e personagens excêntricos, Anderson é um daqueles cineastas cujos filmes são associados imediatamente a sua assinatura em menos de cinco minutos de projeção.  Entre as marcas do realizador estão o seu rigor estético em todas as demandas cinematográficas, mas vale notar que Anderson é um daqueles diretores que têm uma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Grande Hotel Budapeste</em>, mais novo filme de<strong> Wes Anderson</strong>, está prestes a estrear nos cinemas brasileiros. Conhecido como um dos diretores mais metódicos dos EUA e que exploram universos e personagens excêntricos, Anderson é um daqueles cineastas cujos filmes são associados imediatamente a sua assinatura em menos de cinco minutos de projeção.  Entre as marcas do realizador estão o seu rigor estético em todas as demandas cinematográficas, mas vale notar que Anderson é um daqueles diretores que têm uma lista de atores cativos em suas produções. Listamos os cinco intérpretes que mais trabalharam com o cineasta:</p>
<figure id="attachment_1363" aria-describedby="caption-attachment-1363" style="width: 685px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/life-aquatic-with-steve-zissou-3.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1363" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/life-aquatic-with-steve-zissou-3.jpg" alt="life-aquatic-with-steve-zissou-3" width="685" height="415" /></a><figcaption id="caption-attachment-1363" class="wp-caption-text">Bill Murray em &#8220;A Vida Marinha com Steve Zissou&#8221;</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>#01. Bill Murray </strong></p>
<p style="text-align: center;">Total = 6 filmes</p>
<p> Bill Murray foi o ator que mais trabalhou com Wes Anderson, com um total de seis parcerias em longas metragens que começaram com <em>Três é Demais </em>e desde então seguiram ininterruptamente nos projetos seguintes do diretor: <em>Os Excêntricos Tenenbaums</em>, <em>A Vida Marinha com Steve Zissou, Viagem a Darjeeling</em>, a animação <em>O Fantástico Sr. Raposo</em>, <em>Moonrise Kingdom </em>e o recente <em>O Grande Hotel Budapeste</em>. Mesmo que seja uma pequena participação, Murray sempre está lá. Em entrevista recente a revista Rolling Stone, o cineasta disse que sempre que começa a pensar no roteiro do seu próximo filme tem como obrigação criar um personagem para Bill Murray.</p>
<figure id="attachment_1364" aria-describedby="caption-attachment-1364" style="width: 688px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/owenwilsonbottlerocket1.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1364" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/owenwilsonbottlerocket1.jpg" alt="MSDBORO EC011" width="688" height="420" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/owenwilsonbottlerocket1.jpg 2000w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/owenwilsonbottlerocket1-750x459.jpg 750w" sizes="(max-width: 688px) 100vw, 688px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1364" class="wp-caption-text">Os Wilson em &#8220;Pura Adrenalina&#8221;</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong>#02. Os irmãos Owen e Luke Wilson</strong></p>
<p style="text-align: center;">Total = Owen em 5 filmes e Luke em 4</p>
<p> Owen e Luke Wilson são outros atores frequentes na filmografia de Wes Anderson. Os irmãos Wilson começaram a trabalhar com o realizador em 1994, quando Anderson concebeu o curta-metragem <em>Bottle Rocket </em>sobre dois nerds tentando se virar como bandidos, o principal tema da produção era a banalidade do crime. O filme inspirou o cineasta a realizar o seu primeiro longa <em>Pura Adrenalina</em>, com os mesmos personagens vividos pelos Wilson no curta. O público não comprou muito a fita, mas a crítica especializada logo caiu de amores pelo cineasta e começou a esperar com ansiedade pelo que ele faria em seguida. Os roteiros do curta e do longa foram escritos por Anderson e Owen Wilson, que logo estaria em outros quatro filmes do diretor, <em>Os Excêntricos Tennenbaums</em>, <em>A Vida Marinha com Steve Zissou</em><em>, Viagem a Darjeeling </em>e <em>O Fantástico Sr. Raposo</em>.</p>
<figure id="attachment_1371" aria-describedby="caption-attachment-1371" style="width: 652px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/The-Royal-Tenenbaums-anjelica-huston-35220672-1200-872.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1371" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/The-Royal-Tenenbaums-anjelica-huston-35220672-1200-872.jpg" alt="The-Royal-Tenenbaums-anjelica-huston-35220672-1200-872" width="652" height="393" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/The-Royal-Tenenbaums-anjelica-huston-35220672-1200-872.jpg 1200w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/The-Royal-Tenenbaums-anjelica-huston-35220672-1200-872-750x452.jpg 750w" sizes="(max-width: 652px) 100vw, 652px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1371" class="wp-caption-text">Anjelica Huston em &#8220;Os Excêntricos Tennenbaums&#8221;</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong># 03. Anjelica Huston</strong></p>
<p style="text-align: center;">Total = 3 filmes</p>
<p> Entre as atrizes, Anjelica Huston é a mais constante na carreira do cineasta. O primeiro filme do diretor com a atriz foi <em>Os Excêntricos Tennenbaums</em>, no qual ela dava vida a matriarca Etheline Tennenbaum. O filme, além de ser o maior sucesso comercial da carreira do diretor, rendeu a ele sua primeira indicação ao Oscar na categoria roteiro original, dividindo a nomeação com Owen Wilson que, a semelhança de <em>Pura Adrenalina</em>, compartilhou a função de roteirista com o cineasta. Já Anjelica Huston, que antes de <em>Tennenbaums</em> amargou empreitadas pouco interessantes no cinema, repetiria a dose com o diretor em <em>A Vida Marinha com Steve Zissou </em>e <em>Viagem a Darjeeling. </em></p>
<figure id="attachment_1366" aria-describedby="caption-attachment-1366" style="width: 652px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/jason.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1366" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/jason.jpg" alt="Neu im Kino: Tragikomödie &quot;Rushmore&quot; mit Jason Schwartzman" width="652" height="419" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/jason.jpg 1920w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/jason-100x65.jpg 100w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/jason-750x481.jpg 750w" sizes="(max-width: 652px) 100vw, 652px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1366" class="wp-caption-text">Jason Schwartzman em &#8220;Três é Demais&#8221;.</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong># 04. Jason Schwartzman </strong></p>
<p style="text-align: center;">Total = 3 filmes</p>
<p> Jason Schwartzman, a semelhança dos irmãos Wilson, foi outra cria de Wes Anderson. O ator começou a trabalhar com o diretor em <em>Três é Demais </em>de 1998, segundo longa do cineasta, e desde então repetiu a parceria em outras duas ocasiões, <em>Viagem a Darjeeling </em>e <em>O Grande Hotel Budapeste</em>. Em <em>Três é Demais</em>, o ator interpretava um adolescente que era brilhante mas péssimo aluno no colégio, preferindo se dedicar a atividades como a apicultura nos seus tempos vagos. Tudo muda quando o personagem de Schwartzman se apaixonava por sua professora, interpretada por Olivia Williams (de <em>O Escritor Fantasma</em>). O longa foi a estreia do ator nos cinemas e ficou conhecido como o filme-base para solidificar a estética de Anderson em seus longas seguintes.</p>
<figure id="attachment_1367" aria-describedby="caption-attachment-1367" style="width: 623px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/ahluwahliawaris.jpg"><img decoding="async" class="wp-image-1367" src="http://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2014/06/ahluwahliawaris.jpg" alt="ahluwahliawaris" width="623" height="378" /></a><figcaption id="caption-attachment-1367" class="wp-caption-text">Waris Ahluwalia em &#8220;Viagem a Darjeeling&#8221;.</figcaption></figure>
<p style="text-align: center;"><strong># 05. Waris Ahluwalia</strong></p>
<p style="text-align: center;">Total = 3 filmes</p>
<p style="text-align: left;">Uma das mais curiosas parcerias de Wes Anderson é com o ator e designer indiano Waris Ahluwalia. A estreia de Ahluwalia no cinema foi com Anderson em <em>A Vida Marinha com Steve Zissou</em>, de 2004. O ator mora nos EUA desde os cinco anos de idade  e atualmente é sócio da House of Waris, famosa empresa de design sediada em Nova York, além de esporadicamente trabalhar como modelo, flertar com a gastronomia e ter uma vida social ativa e eclética nas principais rodas da sociedade norte-americana, cultivando amigos que vão de Lindsay Lohan a Tilda Swinton.  A parceria de Waris e Anderson se repetiu em <em>Viagem a Darjeeling </em>e <em>O Grande Hotel Budapeste</em>.</p>
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