<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Linda Cardellini - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/linda-cardellini/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/linda-cardellini/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 May 2019 19:23:39 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Linda Cardellini - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/linda-cardellini/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Vingadores: Ultimato (SEM SPOILER)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Felipe Aguiar]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Apr 2019 14:45:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Anthony Mackie]]></category>
		<category><![CDATA[Anthony Russo]]></category>
		<category><![CDATA[Benedict Cumberbatch]]></category>
		<category><![CDATA[Benedict Wong]]></category>
		<category><![CDATA[Brie Larson]]></category>
		<category><![CDATA[Chadwick Boseman]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Evans]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Hemsworth]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Pratt]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Danai Gurira]]></category>
		<category><![CDATA[Dave Bautista]]></category>
		<category><![CDATA[Don Cheadle]]></category>
		<category><![CDATA[Elizabeth Olsen]]></category>
		<category><![CDATA[Evangeline Lilly]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gwyneth Paltrow]]></category>
		<category><![CDATA[Jeremy Renner]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Russo]]></category>
		<category><![CDATA[Jon Favreau]]></category>
		<category><![CDATA[Josh Brolin]]></category>
		<category><![CDATA[Karen Gillan]]></category>
		<category><![CDATA[Letitia Wright]]></category>
		<category><![CDATA[Linda Cardellini]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Ruffalo]]></category>
		<category><![CDATA[Marvel]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Douglas]]></category>
		<category><![CDATA[Michelle Pfeiffer]]></category>
		<category><![CDATA[Natalie Portman]]></category>
		<category><![CDATA[Paul Rudd]]></category>
		<category><![CDATA[Rene Russo]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Downey Jr.]]></category>
		<category><![CDATA[Samuel L. Jackson]]></category>
		<category><![CDATA[Scarlett Johansson]]></category>
		<category><![CDATA[Sebastian San]]></category>
		<category><![CDATA[Stan Lee]]></category>
		<category><![CDATA[Tessa Thompson]]></category>
		<category><![CDATA[Tilda Swinton]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Hiddleston]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Holland]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Vingadores]]></category>
		<category><![CDATA[Vingadores: Ultimato]]></category>
		<category><![CDATA[Zoe Saldana]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=10447</guid>

					<description><![CDATA[<p>A jornada do herói tem seu fim. Vingadores: Ultimato chega aos cinemas com o objetivo de impressionar os fãs do Universo Estendido da Marvel (MCU) a partir de uma narrativa cheia de surpresas e emoção. A grandiosidade do longa-metragem se apresenta desde a sua duração até as pomposas cenas de batalha. A produção tenta seguir a mesma linha de Guerra Infinita (2018) e trabalha a visualidade e a dinâmica dos acontecimentos de tal forma a prender o público desde seus [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/">Crítica: Vingadores: Ultimato (SEM SPOILER)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A jornada do herói tem seu fim. <strong><em>Vingadores: Ultimato</em></strong> chega aos cinemas com o objetivo de impressionar os fãs do Universo Estendido da Marvel (MCU) a partir de uma narrativa cheia de surpresas e emoção. A grandiosidade do longa-metragem se apresenta desde a sua duração até as pomposas cenas de batalha. A produção tenta seguir a mesma linha de <em>Guerra Infinita</em> (2018) e trabalha a visualidade e a dinâmica dos acontecimentos de tal forma a prender o público desde seus primeiros minutos de tela.</p>
<p>A construção do MCU pode ser analisada através do conceito de Joseph Campbell de monomito – também conhecido como jornada do herói. O ciclo de Campbell é visto em cada uma das três fases do MCU – representando os três atos do caminho a ser trilhado pela figura heroica. A Fase Três da Marvel – iniciada em <em>Guerra Civil</em> (2016) – estabelece as mudanças significativas que desencadeariam os acontecimentos começados em <em>Infinity War</em> cuja conclusão só ocorre em <strong><em>Endgame</em></strong> (título original). O contraponto, a mudança e o confronto final são os focos desse último ato elaborado pela Marvel Studios. Todos os elementos criados até então foram pensados para que os Vingadores vivessem essa última tarefa.</p>
<p>Após Thanos (Josh Brolin) devastar metade da população do universo, os Vingadores encontram-se desmantelados. Os membros da equipe de super heróis que viveram ao estalo estão devastados com a perda da batalha. Mesmo com todo esse sentimento de culpa e dor e sem o Tony Stark (Robert Downey Jr.) – cujo está perdido no espaço com a Nebulosa (Karen Gillan) –, Capitão América (Chris Evans) e Viúva Negra (Scarlett Johansson) continuam a buscar pelo Titã louco para detê-lo e reverter o estrago feito pelas Joias do Infinito. Em meio a isso, a enigmática volta do Homem-Formiga (Paul Rudd) parece trazer uma nova solução para o problema e faz com que os Vingadores remanescentes se reúnam para uma tentativa final de consertar o erro.</p>
<p>No novo longa, o desenvolver do episódio final é dividido em dois momentos: a primeira parte é dinâmica, explicativa e chocante enquanto a segunda é lenta, emocional e cheia de reviravoltas. A narrativa se estabelece a partir da ideia de resolução das questões em aberto. Os primeiros 20 minutos de tela causam uma sensação de desnorteamento pela quantidade de incidentes ocorridos. Apesar do impacto positivo causado nessa espécie de prólogo, existem algumas saídas escolhidas para a história que são mal trabalhadas. O Homem-Formiga saindo do reino quântico e a salvação de Tony Stark e Nebulosa do espaço são exemplos de situações malfeitas. Os <em>plots twists</em>, contudo, conseguem superar esses defeitos da primeira parte do longa e podem acabar passando despercebidos para alguns.</p>
<p>Em seu segundo momento, a produção remonta a força de grandiosidade existente em <em>Guerra Infinita</em> e executa todas as soluções apresentadas pelas personagens. Com todos os percalços óbvios de uma jornada heroica, os Vingadores confrontam sua própria realidade. Existe uma preocupação do filme em amarrar e retomar todos os pontos subentendidos, mal resolvidos e esquecidos dos seus antecessores. A segunda parte do longa, portanto, se atenta com o esclarecimento dessas questões e com o tão esperado confronto final entre os heróis e seu maior inimigo.</p>
<p style="text-align: center;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10453" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/3026181.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="Vingadores: Ultimato" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/3026181.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/3026181.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/3026181.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>O roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely (<em>Guerra Civil</em> e <em>Guerra Infinita</em>) peca em alguns momentos. Diferente do capítulo anterior, nem todas as personagens são bem aproveitadas. Mais uma vez a Marvel insiste na mudança de estilo de Thor – a qual foi sucesso entre alguns fãs em <em>Ragnarok</em> (2017) –, da mesma forma o estúdio, novamente, subaproveitou a Capitã Marvel. Apesar da super heroína ter sido vendida como a solução para os problemas do outro filme, ela foi pessimamente explorada durante a produção. Além disso, existem dúvidas quanto a alguns acontecimentos pontuais dessa produção que ficam sem explicação. Independente dos 181 minutos de duração, a obra conseguiu deixar o público confuso com algumas de suas saídas mal explicadas.</p>
<p>O ritmo da narrativa, contudo, faz do filme uma experiência prazerosa. Apesar das falhas e questões mal trabalhadas no roteiro, o longa-metragem imprime uma qualidade que segue a linha das outras produções. O capítulo final não deixa de cumprir sua função para o universo e tampouco decepcionará os fãs – seja dos filmes ou quadrinhos. Os co-roteiristas souberam usar muito bem os momentos de embate e os <em>plots</em> para criar esse apego a trama. A emoção é constante e bem executada, as personagens que eles se propõem a trabalhar de verdade são bem desenvolvidas e o momento ápice da história carrega a essência dos últimos 11 anos de trabalhos da Marvel Studios.</p>
<p>Mais uma vez os irmãos Russo emplacam o que será, provavelmente, seu maior sucesso. <em><strong>Endgame</strong></em> abrange ideias e caminhos surpreendentes. A condução dessa narrativa é bem regida por Anthony e Joe e proporciona aos fãs um último vislumbre ao que eles conhecem. Os diretores souberam criar uma boa despedida. Existe um clima nostálgico e saudosista do início ao fim da película. A sensibilidade reina durante as três horas de filme – seja pelo teor das cenas, seja pela representatividade que a produção tem para o MCU – e ela conduz o espectador. O público é pego pelo coração pela forma como os irmãos elaboram as cenas, o desencadeamento das ações e a própria emoção.</p>
<p>Apesar das falhas com figuras como Capitã Marvel e Thor, <strong><em>Ultimato</em></strong> tem uma presença de personas maior que seu antecessor. Mesmo com esse desafio, os irmãos Russo e os co-roteiristas Markus e McFeely decidem por criar mininarrativas dentro do conflito maior. É como se dentro da jornada do herói existisse um embate particular que cada um deles precisa resolver. Gavião Arqueiro, Viúva Negra, Homem de Ferro e Capitão América são algumas das personagens destaque da narrativa cujo aproveitamento foi correto. Cada uma de suas ações e vivências durante o conflito final são extremamente representativas para o universo e para o futuro do MCU e das personagens.</p>
<p>Em meio a toda essa batalha dentro e fora das telonas, a produção acerta com outro trabalho que terá uma vida longa nos multiplex e arrecadará montanhas de dólares. É inevitável pontuar e impossível de não perceber os erros cometidos quando se pensa sob uma perspectiva do que seria uma criação cinematográfica completa. <strong><em>Vingadores: Ultimato</em></strong> finaliza a jornada do herói com alguns tropeços, mas, ainda assim, marcará o gênero. O longa é, entretanto, tecnicamente inferior a <em>Guerra Infinita</em> por comportar uma mesma grandiosidade de tempo, personagens e narrativas paralelas, porém o fazendo com alguma – mesmo que pequena – dificuldade.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Joe Russo, Anthony Russo<br />
<strong>Elenco:</strong> Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Brie Larson, Paul Rudd, Don Cheadle, Karen Gillan, Josh Brolin, Gwyneth Paltrow, Jon Favreau, Chris Pratt, Elizabeth Olsen, Danai Gurira, Benedict Wong, Tessa Thompson, Anthony Mackie, Sebastian San, Chadwick Boseman, Dave Bautista, Evangeline Lilly, Tom Holland, Michelle Pfeiffer, Tilda Swinton, Letitia Wright, Linda Cardellini, Natalie Portman, Rene Russo, Zoe Saldana, Tom Hiddleston, Michael Douglas, Samuel L. Jackson, Stan Lee, Benedict Cumberbatch</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/4QRdB4RAQMs" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/">Crítica: Vingadores: Ultimato (SEM SPOILER)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-vingadores-ultimato-sem-spoiler/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: A Maldição da Chorona</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-maldicao-da-chorona/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-maldicao-da-chorona/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2019 16:17:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[A Maldição da Chorona]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Jaynee-Lynne Kinchen]]></category>
		<category><![CDATA[Linda Cardellini]]></category>
		<category><![CDATA[Marisol Ramirez]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Chaves]]></category>
		<category><![CDATA[Patricia Velasquez]]></category>
		<category><![CDATA[Raymond Cruz]]></category>
		<category><![CDATA[Roman Christou]]></category>
		<category><![CDATA[Sean Patrick Thomas]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=10436</guid>

					<description><![CDATA[<p>A franquia de terror Invocação do Mal, dirigida por James Wan, já criou um universo próprio com títulos como Annabelle, A Freira e, o mais recente, A Maldição da Chorona, que estreia às vésperas de um terceiro Annabelle trazer de volta às telas o casal Warren interpretado por Vera Farmiga e Patrick Wilson. Dessa vez, essa ramificação da franquia explora uma lenda mexicana sobre um fantasma nomeado de &#8220;a chorona&#8221; que vem ao mundo dos vivos para levar crianças, a [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-maldicao-da-chorona/">Crítica: A Maldição da Chorona</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A franquia de terror <em>Invocação do Mal</em>, dirigida por James Wan, já criou um universo próprio com títulos como <em>Annabelle</em>, <em>A Freira</em> e, o mais recente, <em><strong>A Maldição da Chorona</strong></em>, que estreia às vésperas de um terceiro <em>Annabelle</em> trazer de volta às telas o casal Warren interpretado por Vera Farmiga e Patrick Wilson. Dessa vez, essa ramificação da franquia explora uma lenda mexicana sobre um fantasma nomeado de &#8220;a chorona&#8221; que vem ao mundo dos vivos para levar crianças, a fim de que suas novas vítimas supra a falta que seus filhos mortos lhe fazem.</p>
<p>A fonte de inspiração de <em><strong>A Maldição da Chorona</strong></em> poderia render um material inspirado, e o longa de terror até que tem alguns de seus momentos, como a inserção de um curandeiro xamã interpretado por Raymond Cruz e algumas sequências protagonizadas pela &#8220;chorona&#8221; bem conduzidas na sua atmosfera pelo diretor Michael Chaves, mas de maneira geral o filme tem um resultado aquém do que poderia. O roteiro do projeto não consegue construir arcos complexos, como aquele protagonizado pela família Anna Tate-Garcia, personagem da atriz Linda Cardellini, grande vítima da fantasma que dá nome ao projeto.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10431" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/4244180.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-750x500.jpg" alt="estreias do cinema" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/4244180.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/4244180.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/04/4244180.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>As personagens tomam decisões pouco destrinchadas pela narrativa, como o silêncio dos filhos a respeito das aparições da &#8220;chorona&#8221; como se existisse entre eles e a mãe algo mal resolvido quando não há e uma inesperada redenção de uma personagem que causa todo o transtorno aos protagonistas. Além disso, os personagens são pouco inspirados, soando como aspectos que menos importam na trama em comparação à &#8220;chorona&#8221; do título, quando deveria ser o contrário, afinal, é por eles que deveríamos torcer.</p>
<p>Se narrativamente é fraco, visualmente, em alguns momentos o filme é falho. A concepção visual da criatura do longa é pouco inspirada, em comparação com o cuidado que o mesmo grupo de pessoas teve com a freira e a boneca Annabelle. Como resultado, é possível que apesar da força cultural do material base, o filme não ecoe na memória do público como os demais exemplares da franquia.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Michael Chaves<br />
<strong>Elenco:</strong> Linda Cardellini, Raymond Cruz, Roman Christou, Jaynee-Lynne Kinchen, Marisol Ramirez, Patricia Velasquez, Sean Patrick Thomas</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Jc3l1x7EBxU" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-maldicao-da-chorona/">Crítica: A Maldição da Chorona</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-a-maldicao-da-chorona/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Green Book &#8211; O Guia</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-green-book-o-guia/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-green-book-o-guia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 18:37:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Green Book - O Guia]]></category>
		<category><![CDATA[Linda Cardellini]]></category>
		<category><![CDATA[Mahershala Ali]]></category>
		<category><![CDATA[Movie]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2019]]></category>
		<category><![CDATA[Peter Farrelly]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Viggo Mortensen]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=9830</guid>

					<description><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, 24 de janeiro, o longa Green Book &#8211; O Guia. Indicado em cinco categorias no Oscar 2019, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator, o filme conta a história verídica de Tony, um descendente de italiano boa praça que vive de pequenos empregos para sustentar a esposa e os dois filhos. Racista e sem emprego, depois que a boate que trabalhava teve que fechar para reforma, ele se depara com uma oportunidade de ouro que paga [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-green-book-o-guia/">Crítica: Green Book &#8211; O Guia</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chega aos cinemas nesta quinta-feira, 24 de janeiro, o longa <strong><em>Green Book &#8211; O Guia</em></strong>. Indicado em cinco categorias no <a href="https://coisadecinefilo.com.br/saiu-a-lista-de-indicados-ao-oscar-2019-confira/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Oscar 2019</em></strong></a>, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator, o filme conta a história verídica de Tony, um descendente de italiano boa praça que vive de pequenos empregos para sustentar a esposa e os dois filhos. Racista e sem emprego, depois que a boate que trabalhava teve que fechar para reforma, ele se depara com uma oportunidade de ouro que paga bem. No entanto, seu chefe, o músico Don Shirley, é negro e ele terá que embarcar em uma viagem de dois meses na estrada.</p>
<p>Com uma notória relação com <em>Conduzindo Miss Daisy</em> (1989), <strong><em>Green Book &#8211; O Guia</em> </strong>traz em si o diferencial de inversão de papéis. Enquanto o primeiro era uma senhora branca conduzida por um motorista negro (implícito aí a relação de subordinação), neste aqui o motorista é branco, interpretado por Viggo Mortensen, enquanto o chefe rico e bem posicionado é o negro, vivido por Mahershala Ali.</p>
<p>Mesmo com relutância, principalmente pelo fato de que terá que trabalhar diretamente com um negro e ser subordinado a ele, Tony aceita o emprego pela necessidade de dinheiro. Embora seja um tipo de &#8220;picareta do bem&#8221;, ele realmente se preocupa com a família e quer oferecer o melhor para ela. A medida que a trama evolui, vamos adentrando ainda mais na relação de amor entre Tony e a esposa, Dolores, interpretada por Linda Cardellini.</p>
<p>Tratando de um tema complicado como o racismo nos anos 1960 nos Estados Unidos, onde muitas regiões ainda obrigavam os negros a usar banheiros diferentes e se recusavam a hospedá-los em seus estabelecimentos, o filme consegue suavizar o clima através da desenvoltura do personagem Tony. Ele consegue dar leveza nas cenas e até mesmo em Don, que é sisudo e excessivamente sistemático.</p>
<p>A medida que a narrativa avança, vemos que Don Shirley vive muitas crises dentro de si. Ele é rico e da alta sociedade, mas é rejeitado por essa mesma sociedade pelo fato de ser negro. Embora ela crie uma fachada de aceitação, no fundo o racismo é o mesmo, só que velado. Por outro lado, a comunidade negra mais humilde e sem posses também não o aceita, já que falta identificação. Ele não sabe nem como se comportar perante os semelhantes.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9832" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/01/1059581.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="green book" width="610" height="348" /></p>
<p>Vivendo neste limbo, ele vai aceitando a maioria dos comportamentos em uma clara necessidade de ser minimamente aceito em sua condição. Isso fica muito claro, inclusive, quando conta à Tony que gostaria de tocar Chopin, mas que acabou seguindo o caminho da música popular, porque os brancos não estavam preparados para aceitar um pianista negro tocando música clássica. Por isso então, era necessário criar aquele ar de &#8220;comédia&#8221; em torno da situação, para que fosse mais aceito e pudesse tocar livremente.</p>
<p>Ainda que o foco da narrativa seja o preconceito sofrido por Don ao longo da viagem, o protagonista de todos os momentos é Tony e sua relação com todas as situações em que se envolve. Ele vai aos poucos tendo que lidar com seu próprio preconceito e vendo de perto os problemas que Don sofre simplesmente pela cor de sua pele. Tudo aquilo vai mudando o comportamento de Tony, que vai se fidelizando cada vez mais ao chefe e o admirando.</p>
<p>Viggo Mortensen está completamente transformado no papel de Tony, de uma maneira nunca antes vista em sua carreira. Esqueça qualquer papel ou trejeito que já viu nele antes. Este é um personagem completamente novo e surpreendente. Cena após cena ele vai encantando o espectador com uma atuação incrível, que o torna um excelente candidato ao Oscar de Melhor Ator.</p>
<p>Com tons de humor, onde nos vemos rindo bastante com a quantidade de comida que o motorista come em contraposição com a falta de paciência do chefe em lidar com as situações, <strong><em>Green Book &#8211; O Guia</em></strong> consegue tratar do racismo de uma maneira leve e acertada. Entre um riso e outro, refletimos e nos emocionamos com essa trajetória tão envolvente e verdadeira dos personagens.</p>
<p>O diretor Peter Farrelly conseguiu dosar muito bem todas as emoções e trazer o espectador pra junto, neste que é o trabalho mais diferenciado de sua carreira (ele fez longas como <em>O Amor é Cego</em> e <em>Debi &amp; Lóide 2</em>). <strong><em>Green Book &#8211; O Guia</em></strong> é, definitivamente, um forte concorrente ao Oscar pelo seu equilíbrio em todas as categorias e coerência do roteiro. Encantador, engraçado, reflexivo e emocionante. Vale a pena!</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/zvVUiA17a-g" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-green-book-o-guia/">Crítica: Green Book &#8211; O Guia</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-green-book-o-guia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
