<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Lily Collins - Coisa de Cinéfilo</title>
	<atom:link href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/lily-collins/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/lily-collins/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 23 Mar 2021 16:14:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/02/cropped-favicon3-5-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Lily Collins - Coisa de Cinéfilo</title>
	<link>https://coisadecinefilo.com.br/tag/lily-collins/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Crítica: Mank (Netflix)</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-mank-netflix/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-mank-netflix/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Mar 2021 16:11:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[Amanda Seyfried]]></category>
		<category><![CDATA[Arliss Howard]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[David Fincher]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gary Oldman]]></category>
		<category><![CDATA[Joseph Cross]]></category>
		<category><![CDATA[Lily Collins]]></category>
		<category><![CDATA[Mank]]></category>
		<category><![CDATA[Oscar 2021]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Burke]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Pelphrey]]></category>
		<category><![CDATA[Tuppence Middleton]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=13888</guid>

					<description><![CDATA[<p>Responsável por A Rede Social e Garota Exemplar, o diretor David Fincher retorna às telonas depois de um período focado na ótima série Mindhunter, também da Netflix. A parceria de peso do cineasta com o estúdio rendeu Mank, uma produção intimista e diferenciada que aborda a trajetória do roteirista Herman J. Mankiewicz na criação da obra-prima icônica de Orson Welles, Cidadão Kane (1941). Em preto e branco, o filme é uma reverência cuidadosa à Era de Ouro de Hollywood, mesmo [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mank-netflix/">Crítica: Mank (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Responsável por <em>A Rede Social</em> e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-garota-exemplar/"><em>Garota Exemplar</em></a>, o diretor David Fincher retorna às telonas depois de um período focado na ótima série <em>Mindhunter</em>, também da <a href="https://coisadecinefilo.com.br/tag/netflix/"><em>Netflix</em></a>. A parceria de peso do cineasta com o estúdio rendeu <strong><em>Mank</em></strong>, uma produção intimista e diferenciada que aborda a trajetória do roteirista Herman J. Mankiewicz na criação da obra-prima icônica de Orson Welles, <em>Cidadão Kane</em> (1941).</p>
<p>Em preto e branco, o filme é uma reverência cuidadosa à Era de Ouro de Hollywood, mesmo que não deixe de pontuar questões importantes a serem debatidas sobre os comportamentos da época. A ambientação é o que faz o espectador se inserir por completo nesta história que passeia por várias temáticas e personas, se aprofundando o necessário, sem cair no erro do excesso.</p>
<p>Os personagens são bem trabalhados nas suas personalidades, ampliando o círculo de protagonismo e permitindo a todos uma inserção real na história. A atuação de Gary Oldman (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-o-destino-de-uma-nacao/"><em>O Destino de uma Nação</em></a>) é absolutamente impecável e digna de sua indicação a premiações. Ele intensifica o duplo lado de Mank: o alcoólatra que é sempre demitido e negligencia o trabalho em paralelo com o homem preocupado que salvou a vida de dezenas de alemães, que fugiam da Segunda Guerra Mundial.</p>
<p>Amanda Seyfried (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mamma-mia-la-vamos-nos-de-novo/"><em>Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo</em></a>) vive Marion Davies, atriz que teve importante papel na construção do roteiro de Cidadão Kane. Ela protagoniza pontuais e importantes momentos no longa, o que lhe rendeu a sua primeira e merecida indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13890" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mank-1.png" alt="Mank" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mank-1.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mank-1-360x240.png 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mank-1-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/03/mank-1-720x480.png 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Ser pretensioso é um dos maiores problemas de <em><strong>Mank</strong></em>. O espectador mais atento consegue perceber constantemente que Fincher tinha a intenção de criar algo grandioso, uma obra-prima, um filme memorável. E por mais que no fundo saibamos que essa é a intenção da maioria dos cineastas com produções importantes, perceber isso em cena é problemático. É como se o diretor estivesse o tempo todo dizendo: &#8220;Olha como eu sou excelente, olha como essa construção é impecável&#8221;. Falta sutileza na direção.</p>
<p>Ainda assim, David Fincher apresenta um dos melhores trabalhos de sua carreira. Este roteiro foi criado em parceria com o pai dele, Jack Fincher, e levou anos sendo maturado e lapidado, até finalmente chegar às telonas. Esse cuidado de aparar as arestas é perceptível, já que não vemos excessos no longa. Ele caminha ligando todos os elementos e apresentando ao espectador os detalhes necessários da história.</p>
<p><em><strong>Mank</strong> </em>é um ótimo filme que merece todas as indicações que recebeu no Oscar 2021. No entanto, arrisco dizer que, mesmo liderando em número de indicações, ele não será o favorito para levar estatuetas. Não por não ter a qualidade necessária, mas por não ser tão apelativo como outros concorrentes.</p>
<p><strong>Direção:</strong> David Fincher<br />
<strong>Elenco:</strong> Gary Oldman, Amanda Seyfried, Lily Collins, Tom Pelphrey, Arliss Howard, Joseph Cross, Tuppence Middleton, Tom Burke</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/vuKEg9qgDOc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mank-netflix/">Crítica: Mank (Netflix)</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-mank-netflix/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crítica: Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal</title>
		<link>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal/</link>
					<comments>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2019 22:34:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Dylan Baker]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Grace Victoria Cox]]></category>
		<category><![CDATA[Haley Joel Osment]]></category>
		<category><![CDATA[Jim Parsons]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Berlinger]]></category>
		<category><![CDATA[John Malkovich]]></category>
		<category><![CDATA[Kaya Scodelario]]></category>
		<category><![CDATA[Lily Collins]]></category>
		<category><![CDATA[Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal]]></category>
		<category><![CDATA[Trailer]]></category>
		<category><![CDATA[Zac Efron]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://coisadecinefilo.com.br/?p=10944</guid>

					<description><![CDATA[<p>O caso do serial killer Ted Bundy foi um dos mais icônicos nos Estados Unidos na década de 1970. A crueldade com que os crimes eram cometidos, a quantidade de casos e a frieza com que o criminoso lidava com o caso chocou o país e o mundo. É focando na relação de atração física pelo assassino e fascínio pelo crime que o filme Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal narra a história de seu protagonista. A história começa [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal/">Crítica: Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O caso do <em>serial killer</em> Ted Bundy foi um dos mais icônicos nos Estados Unidos na década de 1970. A crueldade com que os crimes eram cometidos, a quantidade de casos e a frieza com que o criminoso lidava com o caso chocou o país e o mundo. É focando na relação de atração física pelo assassino e fascínio pelo crime que o filme <strong><em>Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal</em> </strong>narra a história de seu protagonista.</p>
<p>A história começa sob a perspectiva de Liz Kendall (Lily Collins), uma jovem mãe solteira que está desiludida amorosamente e acredita que nenhum homem vai se interessar por ela. É quando surge Ted Bundy (Zac Efron), um sedutor desconhecido que a trata como uma princesa e aceita a sua filha, adotando-a como tal. Os fatos vão progredindo até o surgimento das acusações e finalizando com julgamento.</p>
<p>É interessante ver como se deu a história de Ted, especialmente em se tratando do relacionamento amoroso Liz. Ele é cuidadoso e atencioso, envolvendo não apenas a protagonista como o espectador. Essa era a principal característica do personagem da vida real: seu poder de sedução. Mesmo sendo condenado e acusado dos piores crimes, que eram executados com requintes de crueldade, Ted conseguiu uma legião de fãs apaixonadas que não perdiam um julgamento.</p>
<p>Fã da plateia e extremamente egocêntrico, ele fazia o melhor uso da televisão, na época em que seu julgamento foi o primeiro a ser televisionado na história dos EUA. Ted brincava com as câmeras, seduzia, sorria. Tudo para envolver as pessoas, que começaram a levantar dúvidas sobre seus crimes (que sempre foram provados, sem espaço para questionamentos).</p>
<p>É neste ponto que vemos que a escolha do <em>casting</em> é um dos pontos mais altos do filme. Zac Efron (<em>O Rei do Show</em>) é tão bonito quanto sedutor. Ele envolve o espectador em todas as cenas, nos deixando realmente incomodados com essa relação. E o objetivo é justamente esse: mostrar o poder de sedução do<em> serial killer</em> e como as pessoas se sentiam naquela época.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10947" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/untitled-shoot-2047-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/untitled-shoot-2047.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/untitled-shoot-2047-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/07/untitled-shoot-2047-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Além dele, temos Lily Collins (<em>Espelho, Espelho Meu</em>) que confere fragilidade e força ao papel de Liz, Kaya Scodelario (<em>Maze Runner</em>), que interpreta a amante apaixonada, John Malkovich (<em>Queime Depois de Ler</em>) no papel do juiz paternalista que também se vendeu aos encantos de Ted, Jim Parsons (<em>The Big Bang Theory</em>) numa rápida aparição e Haley Joel Osment (<em>O Sexto Sentido</em>), que tem um papel pequeno mas nos faz lembrar que ele é um bom ator.</p>
<p>O prejuízo no longa talvez seja no ritmo. Ele possui um fluxo de vai e vem um pouco cansativo, especialmente no meio do filme. Dão pouco enfoque às emoções de Liz e como ela está lidando com toda aquela situação. Existe também uma demora que vai além do necessário para se mostrar mais dos crimes e o que efetivamente acontecia. Entendo a necessidade de criar empatia pelo personagem (que faz sentido na trama), mas em dado momento isso começa a soar repetitivo.</p>
<p>Não há efetivamente um romantismo, por parte da tratativa do roteiro, nos crimes que Ted comente e no processo como um todo. No entanto, o filme não mostra o quão vil e cruel ele era, o quão perigoso. Isso acaba relegado às entrelinhas e poucas falas, perdendo força para o protagonista.</p>
<p>Com altos e baixos, o resultado de <strong><em>Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal</em> </strong>ainda é bastante positivo e merece a atenção do espectador. O longa desperta a curiosidade, inclusive, de assistir à minissérie documental da Netflix, <em>Conversando com um Serial Killer: Ted Bundy</em>, que já soube ser muito mais intensa e chocante.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Joe Berlinger<br />
<strong>Elenco:</strong> Zac Efron, Lily Collins, Kaya Scodelario, John Malkovich, Jim Parsons, Haley Joel Osment, Dylan Baker, Grace Victoria Cox</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><iframe src="https://www.youtube.com/embed/DKb0MorZDtc" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
<p>O post <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal/">Crítica: Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal</a> apareceu primeiro em <a href="https://coisadecinefilo.com.br">Coisa de Cinéfilo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://coisadecinefilo.com.br/critica-ted-bundy-a-irresistivel-face-do-mal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
