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	<title>Arquivos Lil Rel Howery - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Lil Rel Howery - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Crítica: Free Guy &#8211; Assumindo o Controle</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcela Gelinski]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2021 00:01:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Foi completamente sem expectativas que entrei na sala de cinema para conferir Free Guy &#8211; Assumindo o Controle, durante a cabine de imprensa. Um filme que não apresentava o trailer mais atrativo e a sinopse menos ainda. Ryan Reynolds (Deadpool) no papel de um caixa de banco entediado com a rotina, que descobre que faz parte de uma realidade virtual do mundo exterior. Sim, ele não é nada mais que um personagem de videogame super realista. Com um elenco bem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi completamente sem expectativas que entrei na sala de cinema para conferir <em><strong>Free Guy &#8211; Assumindo o Controle</strong></em>, durante a cabine de imprensa. Um filme que não apresentava o trailer mais atrativo e a sinopse menos ainda. Ryan Reynolds (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-deadpool/"><em>Deadpool</em></a>) no papel de um caixa de banco entediado com a rotina, que descobre que faz parte de uma realidade virtual do mundo exterior. Sim, ele não é nada mais que um personagem de videogame super realista.</p>
<p>Com um elenco bem interessante, composto ainda por Jodie Comer (<em>Killing Eve</em>), Lil Rel Howery (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-corra/"><em>Corra!</em></a>), Joe Keery (<em>Stranger Things</em>) e Taika Waititi (<a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-jojo-rabbit/"><em>Jojo Rabbit</em></a>), o longa evolui com um roteiro bem interessante e construído. É preciso abstrair alguns elementos do absurdo, mas a própria história propõe isso ao espectador. E não estamos falando aqui sobre um filme que força a inserção de Inteligência Artificial. <em><strong>Free Guy &#8211; Assumindo o Controle</strong></em> não subestima o espectador em hora nenhuma, apresentando uma história coerente e atrativa.</p>
<p>Além disso, as cenas de ação são bem propícias e orquestradas, sempre ao som de uma bela trilha sonora e alguns refrescos no meio do caminho. Vários atores como Channing Tatum, Chris Evans, Dwayne Jonhson, Tina Fey, John Krasinski, Hugh Jackman têm super breves participações, porém bem interessantes. É mais um atrativo aos olhos do espectador, a essa hora já bem conquistado.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-14437" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/free-guy-2.jpg" alt="Free Guy - Assumindo o Controle" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/free-guy-2.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/free-guy-2-360x240.jpg 360w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/free-guy-2-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2021/08/free-guy-2-720x480.jpg 720w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Guy é um cara positivo e desconfiado da realidade onde vive. O seu envolvimento com a Garota do Molotov é construído de maneira a induzir uma relação verdadeira, mesmo que impossível de acontecer. Enquanto isso, observamos o amor de Keys pela colega de criação e como Guy, na verdade, funciona como seu alter ego apaixonado e silencioso.</p>
<p>O conhecido diretor Taika Waititi entra como um vilão mesquinho e ganancioso, que visa apenas o dinheiro acima de qualquer coisa. Sua dualidade de atuação histérica com o equilíbrio dos outros personagens dá o tom perfeito dessa relação.</p>
<p>A história do filme é muito original e ainda dá pequenas alfinetadas no estilo de vida dos <em>gamers</em>, ainda que trate tudo com muito humor e diversão. Ele consegue equilibrar muito bem a distopia nerd com a alma de envolvimento naquele enredo familiar. O longa propõe ainda uma ideia de assumir o controle de sua própria vida, mesmo que isso implique em perder algumas benesses que já estamos acostumados, como a segurança de um lar entediante.</p>
<p><em><strong>Free Guy &#8211; Assumindo o Controle</strong> </em>é, no final das contas, uma grata surpresa para quem assiste. Divertido, interessante, com ótimas atuações, cenas de ação de qualidade e uma trilha sonora deliciosa, com certeza vale a experiência do cinema, pelos benefícios que a grande tela oferece em termos de percepção do CGI, utilizado exaustivamente.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Shawn Levy</p>
<p><strong>Elenco:</strong> Ryan Reynolds, Jodie Comer, Lil Rel Howery, Joe Keery, Taika Waititi, Channing Tatum, Chris Evans, Dwayne Jonhson, Tina Fey, John Krasinski, Hugh Jackman</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/CMynkj1qAYo" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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		<title>Dica do Dia: A Fotografia (Looke)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2020 16:06:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Críticas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[A Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Chanté Adams]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fotografia é um romance com dupla faceta. Ao mesmo tempo que o longa dirigido e roteirizado por Stella Meghie (de Tudo e Todas as Coisas e de alguns episódios da série Insecure) procura se desvincular de todo o imaginário hollywoodiano acerca de relacionamentos amorosos, A Fotografia apresenta uma evidente raiz no melodrama e em todos os seus estratagemas narrativos. No entanto, é preciso que fique bem claro, essa mistura de chaves de comunicação aparentemente opostas no lugar de gerar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>A Fotografia</em></strong> é um romance com dupla faceta. Ao mesmo tempo que o longa dirigido e roteirizado por Stella Meghie (de <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-tudo-e-todas-as-coisas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><em>Tudo e Todas as Coisas</em></a> e de alguns episódios da série <em>Insecure</em>) procura se desvincular de todo o imaginário hollywoodiano acerca de relacionamentos amorosos, <em>A Fotografia</em> apresenta uma evidente raiz no melodrama e em todos os seus estratagemas narrativos. No entanto, é preciso que fique bem claro, essa mistura de chaves de comunicação aparentemente opostas no lugar de gerar conflitos para a trama traz viço para toda a história.</p>
<p><em><strong>A Fotografia</strong></em> acompanha o desenrolar do relacionamento entre um jornalista e a curadora de um museu. Eles se conhecem quando ele descobre com uma de suas fontes uma fotografia antiga da mãe dela. Na medida em que o sentimento deles evolui de uma paixão casual para algo mais sério, ela têm contato com alguns segredos do passado da sua mãe e começa a avaliar suas decisões e o peso que coisas como amor, trabalho e segurança têm na sua vida.</p>
<p><em><strong>A Fotografia</strong></em> é um filme que opera com clichês na medida em que se apoia nessa dinâmica entre passado e futuro com segredos de familiares da sua protagonista que são revelados ao longo da história, utilizando como suporte toda sorte de estratagemas já conhecidos de melodramas, o principal deles, as cartas deixadas como inventário de uma vida por personagens que já se foram. Isso ocorre na relação entre a personagem de Issa Rae e sua mãe. Conforme essa personagem lê as cartas escritas de próprio punho pela sua mãe, ela vai se deparando com questões pessoais e a partir disso o filme constrói um arco de evolução para essa mulher. Questões familiares mal resolvidas, segredos que apesar de suspeitos desde o princípio da história são descobertos por seus protagonistas, encontros e desencontros amorosos. Tudo isso é de praxe nesse tipo de história e <em>A Fotografia</em> não tem muita timidez na articulação desses elementos que aqui se convertem em um elegante &#8220;novelão&#8221;.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-13098" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/1088415.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg" alt="A Fotografia, Coisa de Cinéfilo" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/1088415.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/1088415.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2020/08/1088415.jpg-r_1920_1080-f_jpg-q_x-xxyxx-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p>Ao mesmo tempo que flerta com o clichê, o longa de Meghie é extremamente original na maneira como conduz as relações amorosas na sua história, tanto aquela vivida pelos personagens de Issa Rae e Lakeith Stanfield, quanto aquela protagonizada pela mãe da protagonista, interpretada pela ótima Chanté Adams. Mesmo trazendo para a tela toda aquela aura romântica e até excessivamente cafona desse tipo de narrativa, a diretora e roteirista consegue trazer um pouco de &#8220;pés no chão&#8221; para todas essas tramas amorosas. Ao mesmo tempo em que transborda elas de sentimentos intensos, tudo é muito crível mantendo a aura calorosa típica do encantamento da paixão. Esse equilíbrio é mérito sobretudo do excelente elenco que Meghie conseguiu e da condução da diretora que consegue extrair de talentos como Issa Rae, Lakeith Stanfield, Chanté Adams e Y&#8217;lan Noel desempenhos que trabalham a favor dessa orientação.</p>
<p><strong><em>A Fotografia</em></strong> ainda tem o mérito de trazer para as telas um tipo de representação infelizmente ainda escassa para negros em Hollywood. Ainda é muito difícil ver atores negros protagonizarem romances, sobretudo nas esferas sociais retratadas pelo filme. Essa combinação de elementos bem sucedidos e acertos do ponto de vista da reparação histórica tornam o longa se não memorável, pelo menos um acerto em diversas vias.</p>
<p><strong>Direção:</strong> Stella Meghie<br />
<strong>Elenco:</strong> Issa Rae, Lakeith Stanfield, Chanté Adams, Y&#8217;lan Noel, Kelvin Harrison Jr., Lil Rel Howery, Teyonah Parris, Jasmine Cephas Jones, Marsha Stephanie Blake</p>
<p><strong>Assista ao trailer!</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/BFQ6PskLc1I" width="750" height="500" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"><span data-mce-type="bookmark" style="display: inline-block; width: 0px; overflow: hidden; line-height: 0;" class="mce_SELRES_start">﻿</span></iframe></p>
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