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	<title>Arquivos Ligações Perigosas - Coisa de Cinéfilo</title>
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	<title>Arquivos Ligações Perigosas - Coisa de Cinéfilo</title>
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		<title>Os Melhores Papéis de Michelle Pfeiffer no Cinema</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanderley Teixeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2019 15:32:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Malévola: Dona do Mal está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil e a despeito de ser protagonizado pela atriz Angelina Jolie, marcando seu primeiro trabalho como atriz desde À Beira Mar, drama que dirigiu e co-estrelou ao lado de Brad Pitt em 2015, o filme também traz outra estrela hollywoodiana no elenco, a atriz Michelle Pfeiffer. Tendo em vista o recente movimento de revalorização do protagonismo feminino em filmes desde o movimento #metoo, em contraposição ao marcante descarte [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Malévola: Dona do Mal</strong> </em>está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil e a despeito de ser protagonizado pela atriz Angelina Jolie, marcando seu primeiro trabalho como atriz desde <em>À Beira Mar</em>, drama que dirigiu e co-estrelou ao lado de Brad Pitt em 2015, o filme também traz outra estrela hollywoodiana no elenco, a atriz <strong>Michelle Pfeiffer</strong>. Tendo em vista o recente movimento de revalorização do protagonismo feminino em filmes desde o movimento #metoo, em contraposição ao marcante descarte do cinema americano de suas atrizes na faixa dos 50 anos, é inevitável clamar por uma <em>renaissance</em> para a carreira de Pfeiffer.</p>
<p>Um retorno dos holofotes a Pfeiffer seria interessante pois a atriz tem em sua filmografia desempenhos notáveis e também porque suas empreitadas nos cinemas nos últimos vinte anos, apesar de contar com um grupo de entusiastas para títulos isolados como <em>Revelação</em> (2000) <em>Hairspray: Em Busca da Fama</em> (2007) e <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-mae/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">M<em>ãe!</em></a> (2017) não trouxeram o retorno da popularidade que ela merece. Não acredito que <em>Malévola: A Dona do Mal</em> fará muito por isso, então talvez seja importante relembrar alguns dos melhores trabalhos da atriz que justificam um <em>comeback</em> à altura do seu talento.</p>
<h5 style="text-align: left;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-11627" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Scarface-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Scarface.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Scarface-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Scarface-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><strong>Elvira Hancock</strong> em<em> Scarface</em> (1983)</h5>
<p><em>Scarface</em>  foi o primeiro grande momento de Pfeiffer nos cinemas. Dirigida por Brian De Palma e atuando ao lado de Al Pacino, a atriz interpretava Elvira Hancock, que ao longo do filme viria se tornar a esposa do protagonista do longa vivido pelo ator. Enquanto muitos críticos chamavam a atenção da beleza de Pfeiffer no filme, os mais atentos perceberia como a atriz criou junto com Pacino uma dinâmica &#8220;esquisita&#8221;, marcada pela falta de romance e pela nebulosidade de sentimentos.</p>
<h5><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-11628" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Ligacoes-Perigosas-750x500.png" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Ligacoes-Perigosas.png 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Ligacoes-Perigosas-610x407.png 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Ligacoes-Perigosas-360x240.png 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><strong>Madame de Tourvel</strong> em<em> Ligações Perigosas </em>(1988)</h5>
<p>A adaptação do diretor Stephen Frearse para a célebre peça de Pierre Chordelos, rendeu à Michelle sua primeira indicação ao Oscar, na categoria Atriz Coadjuvante. Opondo-se à malícia dos manipuladores personagens de Glenn Close e John Malkovich, Pfeiffer vive uma jovem marcada pela rigidez moral decorrente da sua religiosidade. Ao longo do filme, Pfeiffer retrata com sensibilidade os conflitos inerente à tensão que seus sentimentos pelo personagem de Malkovich lhe trazem.</p>
<h5><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-11629" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/michelle-pfeiffer-fabulous-baker-boys-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/michelle-pfeiffer-fabulous-baker-boys.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/michelle-pfeiffer-fabulous-baker-boys-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/michelle-pfeiffer-fabulous-baker-boys-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><strong>Susie Diamond</strong> em<em> Susie e os Baker Boys </em>(1989)</h5>
<p>Um ano depois de <em>Ligações Perigosas</em>, Michelle Pfeiffer surgia radiante em <em>Susie e os Baker Boys</em>, sua segunda indicação ao Oscar, desta vez na categoria Melhor Atriz. No filme, a atriz interpreta uma aspirante a cantora que acaba integrando as apresentações de dois músicos vividos por Jeff Bridges e Beau Bridges. Susie se envolve em um triângulo amoroso, mas os traços de sua personalidade não são restritos à sua vida amorosa, sendo cheia de carisma.</p>
<h5><img decoding="async" class="aligncenter size-medium wp-image-11630" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Mulher-Gato-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Mulher-Gato.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Mulher-Gato-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Mulher-Gato-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><strong>Selina Kyle/ Mulher-Gato</strong> em <em>Batman: O Retorno (1992)</em></h5>
<p>Na sequência do sucesso de 1989 de Tim Burton, o cineasta vai ao extremo na sua leitura pessoal e bastante singular sobre o universo de um dos mais populares personagens da DC Comics. Reescrevendo as origens da Mulher-Gato, Burton ao lado de Pfeiffer faz uma das mais brilhantes criações da atriz. Humilhada por uma sociedade misógina representada por seu chefe vivido por Christopher Walken, Selina dá à volta por cima e se transforma na Mulher-Gato.</p>
<p>A personagem trafega por uma linha tênue exercendo um senso de atração e perigo nos demais personagens e no próprio espectador. Uma das melhores interpretações em filmes do gênero até hoje ao lado do Coringa de Heath Ledger em <em>Batman: O Cavaleiro das Trevas</em>. Caso na época de seu lançamento os filmes de super-heróis tivessem o reconhecimento que têm hoje, poderia ser o filme que renderia mais prêmios na carreira de Pfeiffer. Pelo menos, no mesmo ano, a atriz foi indicada novamente ao Oscar de melhor atriz, desta vez por seu desempenho em <em>As Barreiras do Amor</em>.</p>
<h5><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-11631 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-A-Epoca-da-Inocencia-750x500.jpg" alt="Michelle Pfeiffer" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-A-Epoca-da-Inocencia.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-A-Epoca-da-Inocencia-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-A-Epoca-da-Inocencia-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><strong>Ellen Olenska</strong> em <em>A Época da Inocência</em> (1993)</h5>
<p>Esse melodrama de Martin Scorsese é um dos melhores trabalhos da carreira do cineasta, comprovando que ele não sabe apenas conduzir tramas sobre máfias. O longa é uma adaptação do romance de Edith Wharton e traz Pfeiffer como Ellen Olenska, uma mulher à frente da sociedade. Olenska quer o divórcio do marido, com quem tem um relacionamento extremamente abusivo. Ela se apaixona por Newland Archer, advogado interpretado por Daniel Day-Lewis que é casado com sua prima, vivida por Winona Ryder.</p>
<h5><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-11632 size-medium" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Um-Dia-Especial-750x500.jpg" alt="Michelle Pfeiffer" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Um-Dia-Especial.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Um-Dia-Especial-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/10/Michelle-Pfeiffer-Um-Dia-Especial-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><strong>Melanie Parker</strong> em <em>Um Dia Especial (1996)</em></h5>
<p>Na década de 1990, Michelle Pfeiffer protagonizou filmes de um gênero que acabou se tornando a especialidade da atriz nesse período, o romance. É dessa época títulos como<em> Íntimo e Pessoal</em> (1995), com Robert Redford, e <em>A História de Nós Dois</em>, com Bruce Willis. Entretanto, um dos títulos mais adoráveis é o romance de Michael Hoffman no qual Pfeiffer contracena com George Clooney. A atriz interpreta uma arquiteta que é mãe solo e acaba se apaixonando por um jornalista, também pai solo, durante um dia tumultuado. O filme apresenta uma leveza na medida certa para o gênero e traz Pfeiffer transbordando química ao contracenar com Clooney.</p>
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		<title>Especial: Melhores Filmes de Keanu Reeves</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Enoe Lopes Pontes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 May 2019 21:13:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta semana, estreia John Wick 3: Parabellum. Estrelado por Keanu Reeves (Advogado do Diabo), o longa encerra a trilogia de ação, que começou em 2014. Dando continuidade às aventuras e loucuras da franquia, agora o protagonista tem pouco tempo para organizar sua fuga, pois ele será banido da comunidade do crime. Assim, qualquer assassino que desejar poderá matar Wick e ainda receberá um recompensa milionária por isso. O ponto alto do longa continua sendo a personalidade da personagem principal e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta semana, estreia <a href="https://coisadecinefilo.com.br/critica-john-wick-3-parabellum/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>John Wick 3: Parabellum</em></strong></a>. Estrelado por Keanu Reeves <em>(Advogado do Diabo</em>), o longa encerra a trilogia de ação, que começou em 2014. Dando continuidade às aventuras e loucuras da franquia, agora o protagonista tem pouco tempo para organizar sua fuga, pois ele será banido da comunidade do crime. Assim, qualquer assassino que desejar poderá matar Wick e ainda receberá um recompensa milionária por isso.</p>
<p>O ponto alto do longa continua sendo a personalidade da personagem principal e suas lutas surreais. Em dado momento, ele até usa um cavalo com escudo e arma, mas sem machucar o bicho, claro. O carisma de Reeves, ainda que ele seja, majoritariamente, um ator de “uma cara só”, é notável durante a projeção. Seu ar misterioso, <em>badass</em> e sereno ao mesmo tempo, são sua marca registrada durante sua carreira. Pensando nisso, o <strong>Coisa de Cinéfilo</strong> elencou os melhores filmes do ator! Confira!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10535" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Cena-filme-a-casa-do-lago-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Cena-filme-a-casa-do-lago.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Cena-filme-a-casa-do-lago-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/Cena-filme-a-casa-do-lago-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>5 – A Casa do Lago (2006):</strong></p>
<p><em>Remake</em> do filme <em>Il Mare</em>, da Coréia, a produção foi o retorno da parceria de Sandra Bullock (<em>Miss Simpatia</em>) com Keanu Reeves. O romance narra a história de duas pessoas que se comunicam por cartas durante um longo tempo e acabam se apaixonando. O detalhe é que ele está em 2004 e ela em 2006. A temporalidade desconexa é a parte mágica da narrativa. Apesar da crítica ter sido dividida na sua época de estreia, o longa possui muitas qualidades, como um roteiro bem amarrado e escolhas de luz de contribuem para a atmosfera da projeção. Neste trabalho, Keanu apresenta uma tranquilidade maior para estar em cena. Talvez, porque estivesse um tanto mais velho, ele conseguisse controlar mais as tensões que demonstrava anteriormente. Uma das sensações, além do rosto com menos expressividade, que Reeves passa é de que está tenso enquanto atua. Contudo, nesta obra, ele parece mais seguro e confiante. Um detalhe que pode ter mudado seu comportamento também é estar ao lado de Bullock, atriz que já havia contracenado em 1994, em <em>Velocidade Máxima</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10534" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/dvd-ligacoes-perigosas-1988-glenn-close-john-malkovich-D_NQ_NP_735294-MLB26137686714_102017-F-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/dvd-ligacoes-perigosas-1988-glenn-close-john-malkovich-D_NQ_NP_735294-MLB26137686714_102017-F.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/dvd-ligacoes-perigosas-1988-glenn-close-john-malkovich-D_NQ_NP_735294-MLB26137686714_102017-F-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/dvd-ligacoes-perigosas-1988-glenn-close-john-malkovich-D_NQ_NP_735294-MLB26137686714_102017-F-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>4 – Ligações Perigosas (1988):</strong></p>
<p>Dirigido por Stephen Frears (<em>A Rainha</em>) e vencedor de três Oscars, o filme é uma adaptação da obra homônima francesa de Chordelo de Laclos. Lançado no século 16, o livro mostra um ambiente cheio de traições, trapaças e armações. O foco do enredo é a ambição e maldade da Marquesa de Merteuil (Glenn Close). Neste mundo, a personagem de Keanu Reeves, Cavaleiro Danceny, é mais um ingênuo enganado. Seu rosto, naquela época, era bastante angelical, o que passava, sem grandes esforços de atuação, uma expressão doce e de quem se ilude facilmente.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10533" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/201959-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/201959.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/201959-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/201959-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>3 – De Volta ao Jogo (2014):</strong></p>
<p>Esta é a história onde tudo começou para o John Wick. Depois de ter perdido recentemente a sua esposa, o cachorrinho da casa foi tudo que restou. Porém, bandidos entram na sua residência e matam o cão. O que eles não sabiam é que Wick era um matador profissional aposentado. Este é o melhor papel da carreira de Reeves, porque o ator consegue imprimir as emoções necessárias para a personagem, utilizado as ferramentas de atuação que ele possui e indo além disso. Keanu não é muito conhecido pela sua expressividade facial ou por trazer “colorido” ao texto. No entanto, nesta projeção as emoções fluem na tela. Seus olhares focados e seu corpo cambaleante pela dor dos ferimentos de combate dão a carga dramática que ele precisa.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10532" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/d719bdeb788f413d786b8b9c1cee766d-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/d719bdeb788f413d786b8b9c1cee766d.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/d719bdeb788f413d786b8b9c1cee766d-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/d719bdeb788f413d786b8b9c1cee766d-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>2 – Drácula de Bram Stoker (1992):</strong></p>
<p>Dirigido por Francis Ford Coppola (<em>O Poderoso Chefão</em>), o filme é uma adaptação da obra homônima de Bram Stoker. Dentro do gênero de terror, a obra vai além de sua própria premissa e não só assusta por possuir uma figura que provoca medo como protagonista, mas por inserir uma atmosfera de tensão durante as duas horas de projeção. Aqui, Reeves é o mocinho ingênuo, Johnathan. No papel, ele consegue até trazer certa empatia e nuances de tolice jovial na sua personagem. O longa venceu três Oscar, em 1993.</p>
<p style="text-align: center;"><strong><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10531" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/neo-matrix-keanu-reeves-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/neo-matrix-keanu-reeves.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/neo-matrix-keanu-reeves-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/neo-matrix-keanu-reeves-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></strong><br />
<strong>1 – Matrix (1999):</strong></p>
<p>Criado pelas irmãs Wachowski (<em>Sense 8</em>), o filme conta com um mundo distópico, comandado pelas máquinas, no qual existe um grande salvador: Neo (Reeves). Vencedor de quatro Oscar, o longa é considerado uma grande revolução no cinema, pois trouxe efeitos técnicos inovadores, como o <em>Bullet Time,</em> por exemplo. Além disso, a produção conta com um discurso profundo e imbuído de teorias filosóficas de grandes pensadores. O projeto ganhou duas sequências, <em>Matrix Reloaded</em> (2003) e <em>Matrix Revolutions</em> (2003), além de um <em>spin-off</em>, <em>Animatrix</em> (2003) e dois games <em>Matrix Online</em> e <em>Enter the Matrix</em>. Todo um universo transmidiático bem elaborado foi criado e a fama da franquia perdura até hoje. Reeves como o “Escolhido” não trouxe nenhum elemento diferente de suas costumeiras performances, mas seu estilo de atuação cabe para o papel. A atmosfera meio seca da trilogia, juntamente com o status de confuso que o protagonista possui, ajuda o ator a não passar vergonha.</p>
<p style="text-align: center;"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-10530" src="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/8SLiRQwIwkYnd5bkP66ncyqVFjT-750x500.jpg" alt="" width="750" height="500" srcset="https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/8SLiRQwIwkYnd5bkP66ncyqVFjT.jpg 750w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/8SLiRQwIwkYnd5bkP66ncyqVFjT-610x407.jpg 610w, https://coisadecinefilo.com.br/wp-content/uploads/2019/05/8SLiRQwIwkYnd5bkP66ncyqVFjT-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><br />
<strong>Bônus “É ruim, mas é bom” &#8211; <em>Doce Novembro</em> (2001):</strong></p>
<p>Cheio de clichês do gênero e com saídas fáceis, a comédia romântica não pode ser chamada de ruim, de fato. Este fator se dá pelo carisma de Keanu Reeves e Charlize Theron (<em>Mad Max: Estrada da Fúria</em>) e a química da dupla em cena. Embalados pela canção “Only Time”, de Enya, o casal passa por momentos de alegria fugaz e de tristeza profunda. O que parece ser bem bobinho em Sarah, personagem da Theron, vai se revelando profundo. Já Reeves, novamente, se vale de sua inexpressividade expressiva. A necessidade de sua personagem ser um empresário frio que vai se tornando um romântico bobinho, acaba casado com as possibilidades faciais que o ator apresenta. O longa entra na lista por uma questão de afeto e porque é uma daquelas produções que vale ver numa tarde chuvosa!</p>
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